Delirium...

16 Slay-Z


Notas iniciais
(AZEALIA BANKS LACRA SIM!)* Glossário Brizardiano: Vandan: Flores Roxas que crescem nos campos ao norte da Cidade de Vidro. Jullyenim: Se você prestou atenção, você sabe quem ela é. (AKA mãe das gêmeas, fada do tempo, ultima delas fora Erinny) Alinna Devayne: Modelo, Transexual Brizardiana, Vide Catalogo de Moda de Brizard Ed. 3.000.3 de 2019. Brizart: Moeda usada em Brizard equivalente a 10 Centavos. Conchichina: Atual Capital da Republica da Ásia Menor. * Na época que essa historia foi escrita, ela lacrava, esse sou o eu do futuro pra falar que ela dá uns close errado... Mas isso não tem haver com a historia.

Abri meus olhos e estávamos girando abraçados no meio de uma zona temporal. – Como você sabia que éramos a chave para esse mistério? – Perguntei a Kayo. – Minha mãe postiça, ela sempre me falou e além do mais eu ia ao palácio muitas vezes, muitas mesmo. – Kayo falou sorrindo. – Mas quem é sua mãe? – Perguntei. – Ela é uma fada, chamada Jullyenim, eu ia muito ao palácio, fiquei sabendo pouco tempo mais tarde que ele era meu pai, acho que já até te vi no pátio do palácio. – Kayo falou. – Aliás, nos vimos eu sempre achei que era coisa da minha mente, mas era você. – Falei. O cheiro de Kayo era dos melhores, Vandan dos campos nortes. – Você é tão cheiroso. – Falei e ele riu. – É um perfume que eu amo, Vandan dos campos.... – Kayo falou. – Nortes ao castelo, antes da saída pro reino humano. – Completei a frase interrompida de Kayo. – Mas você é o corajoso, eu esperei por sua chegada todos os anos, durante o Battle Royale, minha mãe falou tanto de sua chegada, e eu nunca movi um dedo pra chegar em você.... – Kayo estava falando e foi interrompido por meu beijo, fechamos os olhos e nós entramos ao beijo, a boca dele na minha, o calor dos nossos corpos unidos, o abraço dele era bem mais forte que o meu. – Precisamos encontrar nosso pai, mas e depois de tudo? Quando Brizard estiver salva? O que você irá fazer? – Kayo perguntou. – Não sei, acho que irei descansar ou viajar, não sei, acho que vou esperar um sinal... – Falei sorrindo, Kayo me beijou novamente, forte, molhado, lento. – Mas onde estamos? – Perguntei a Kayo. – Estamos passando por o fluxo temporal, quando os portais foram fechados a linha de tempo entre o nosso mundo e o Outromundo ficaram desregulados então essa dimensão está nascendo. – Kayo falou. – Então quer dizer que esse é um novo mundo nascendo? – Perguntei. – Isso, só espero que eles tenham sorte e que não exista corrupção. – Kayo falou e me beijou novamente e no meio do beijo ao abrir os olhos, já havíamos saído da zona temporal e estávamos numa rua, abraçados, os olhos dele eram lindos, claramente uma cópia dos meus, mas ainda sim lindos. – Acho que enquanto estivermos aqui é preciso manter meio que as aparências. – Falei enquanto ficava vermelho. – Jhonata você tem medo de ser o que é? Você pare, estamos em New York a cidade mais Gay do Outromundo. – Kayo falou, ele ainda segurava minha mão. – Agora diga-me, onde vamos? – Meu irmão falou. – Ainda não sei, preciso saber onde estamos. – Falei sorrindo.

O tempo estava cinza, as pessoas estavam andando no meio de nós, os táxis amarelos tomavam as ruas, pessoas de bicicleta, ternos e cachecóis, vestidos e Gucci inundação de moda e de rostos novos, Brizard já teve sua primeira semana de Moda, chamado Brizard Week Fashion, foi um pouco antes do desaparecimento do meu pai, lembro de ver Alinna Devayne desfilando, a primeira modelo Brizardiana a fazer sucesso em todos os mundos, lembro das luzes, das fadas, de tudo que aconteceu naquele dia. – Um Brizart por seus pensamentos. – Kayo falou. – O que você estava pensando? Mal lhe pergunte. – Nada, só lembranças de um momento bom... – Falei. – Ahhh. – Kayo deixou um suspiro sair. – Moço, onde estamos? – Kayo perguntou a um homem alto. – estão na Quarta avenida. – O homem respondeu e saiu andando. – Estamos bem perto do hotel, ao lado do hotel existe uma livraria, foi lá onde nosso pai comprou o The Hunger Games. – Falei. – O livro sobre a história de Panem? – Kayo perguntou. – Isso. – Falei sorrindo. – Temos que andar, venha. – Você já esteve aqui? – Kayo perguntou. – Não, mas eu confio no meu espírito aventureiro. – Falei rindo da cara de Kayo. – Esse espírito aventureiro vai ficar perdido nessa cidade enorme. – Kayo falou olhando os arranha-céus gigantescos, as construções de Brizard, as mais novas são totalmente inspiradas na arquitetura Nova-iorquina, agora as antigas são desenhos dos antigos arquitetos, e de alguns alunos de Pitágoras.

— Deve ser esse o Hotel de nosso avô. – Kayo falou. – Sim, sim, esse é o hotel, "Hotel Snow". – Falei. – Nosso avô tem um apreço por esse nome. – Kayo falou sorrindo. – Nossa avó, esse era o sobrenome dela. – Nossa avó, uma humana, nós da Realeza, histórias que minha mãe contava que eu nunca consegui acreditar. – Kayo falou, em minha mente, ele estava meio que tentando não ser um idiota e processar isso... – Vamos entrar. – Falei. Chegamos na recepção e uma moça nos recebeu. – Quem vocês estão a procurar? – Ela perguntou, eu tentei traduzir e falar com ela de uma forma mais convincente, mas meu inglês estava bem enferrujado. – Estamos procurando Christopher Snow Ovilery ou Sokier. – Falei errando mais de uma palavra. – Vocês são os netos dele, é isso? – A recepcionista perguntou. – Yes. – Kayo falou e eu olhei pra ele impressionado. – O pai de vocês não aparece a uns cinco anos, Jaqueline, deixou um bilhete a quase um mês aqui, destinado a vocês, o senhor Sokier está na Conchichina e não poderá ajudar vocês... – A mulher falou e nós entregou o bilhete de Jaqueline, ao fundo podia ouvir a voz de uma grande cantora que meu pai amava, Azealia Banks, a música deve ser bem atual, já que eu não conheço a letra ou a melodia. “ The Beat, The Big, Big Beat” era o refrão principal.

"– Caros meninos, eu e seu avô, estamos resolvendo assuntos em uma outra terras já que o desequilíbrio universal começou quando Brizard foi trancada, não podemos os ajudá-los agora, seus pais estão desaparecidos, seu irmãos também é só temos vocês pra garantir que Brizard não irá as ruínas e para cumprir a profecia, juro que assim que resolvermos tudo, iremos correndo ajudar vocês, mas pra isso vocês tem que terminar sua profecia antes.

Obrigado e amamos vocês.

Jaqueline”

O bilhete chegou ao fim sem explicação alguma de como salvar nosso mundo, o que me deixou altamente decepcionado, mas agora já que não temos ajuda temos de voltar a Brizard. – Espera, a profecia diz que um filho do sol tem que sentar no trono. – Kayo falou. – Somos filhos dele da mesma forma, já que nossos pais são ambos bisnetos dele, de alguma forma temos o sangue dele. – Falei e sorri. – Agora vem aqui. – Kayo me puxou pra cima dele e me beijou. Estávamos de volta à Brizard, o tempo está escuro, o céu nublado, as árvores estão sem folha alguma, acho que esse é o fim. – Vocês voltaram, mas cadê o rei? – Era a voz de Raj, ele falou enquanto saia de um arbusto ou do resto de um... – Segundo uma recepcionista, ele sumiu e o bilhete de Jaqueline diz que podemos salvar Brizard. – Kayo falou. – Então temos que ir pra Cair Tardien, antes que o tempo acabe. – Raj falou. – Não vai dar tempo de chegarmos lá. – Falei. – Brizard está chegando ao fim, Raj, você sabe onde Drihaelle está? – Perguntei. – As meninas falaram que ela sumiu, junto com vocês. – Raj falou.

O clima estava ficando mais frio e negro. – Está morrendo, Brizard está morrendo. – Kayo falou. – Não vai, não vai acabar, vamos conseguir salvá-la. – Falei. Levantei minhas mãos e a terra começou a tremer e abrir, um trono saiu de lá. – Irmão você precisa de ajuda! – Kayo falou. – Saia daqui. – Falei e ao movimentar uma das mãos Raj e Kayo foram afastados, eu finalmente sentei no trono e...

— Jhonata? Jhonata? Acorde. – Ouvi uma voz e abri meus olhos, ainda estava confuso, meus olhos ardiam e minhas orelhas queimavam. – Mas quem é Jhonata? – Perguntei...

Notas finais
Bem, eu acho que acabou :( Obrigado a todos que acompanharam a historia até aqui e que torceram pelo melhor e pelo pior, Obrigado mesmo... Pam sua Loca você é a Narissa do meu Jhonata! e eu amo isso, além de me apoiar em todos os meus projetos idiotas....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.