Declaro-me Mais Tarde!
19 Extra - Intoxication - +18
Notas iniciais
- Havia prometido um extra, eis aqui ele o/ Esse extra é para amenizar os aminos das meninas que querem me matar por ainda não sair NaLu... Mas gente esperem que logo teremos NaLu por aqui ^.^ Mas enquanto não sai, fiquem esse extra, espero que gostem!!!
- E agradeço de coração o comentário de todos!!!
- Não esqueçam de comentar, não é só porque é extra que não precisa comentar ¬¬
- E uma coisinha, é extra, mas tem haver com a história xDDD
- Recomendo ler ouvindo a música, intoxication, do cantor sul coreano, Junsu (JYJ). link da música: http://www.youtube.com/watch?v=ln-6lQiPjuI
–Sua Burra... – xingou-se chorosa. – Sua garota burra!
Ela levantou a cabeça revelando para escuridão seu rosto marcado com as lágrimas, a maquiagem que usara no comercial, agora escorria livre em seu rosto. Com esforço ela se levantou, cambaleante ela seguiu para o banheiro e ali retirou suas roupas, ainda na penumbra ela abriu a torneira da banheira e sentou-se na beirada desta. Ficou assim, chorando e sentindo em sua mão direita a água quente que despejava pela torneira para dentro da banheira, por vários minutos, totalmente alheia ao frio que impregnava em seu corpo.
Quando a água estava a ponto de transbordar, Lucy despertou-se de seu transe embalado em lágrimas e fechou a torneira, para em seguida adentrar nesta. A água esparramou-se no piso, em tempos melhores a loira teria se xingado ou xingado a água como se essa fosse a única culpada, em vez disso a loira simplesmente fechou os olhos e afundou na água, causando mais águas derramadas.
Ficou inerte em seus pensamentos, misturando a água quente a suas lágrimas, que aos poucos cessavam, embora a dor ainda continuasse como que perpetua em seu coração. Ela abriu os olhos por uns instantes e pensou ver algo, mas limitou-se apenas a tirar a cabeça de dentro da água, apoiando essa desajeitada na parede da banheira. Assim que o fez um som chegou ao seu ouvido, passos. Alerta ela levantou o tronco, sentando-se.
–Quem está aí? – indagou mirando além da porta do banheiro, visualizando uma parte de seu apartamento iluminado.
–Eu! – respondeu alguém, o som vinha da cozinha.
Lucy ficou um tempo olhando para fora do banheiro, não tinha como não reconhecer aquela voz. Ainda sim, mesmo a reconhecendo, não disse nada ou fez. Ela Ignorou o fato do banheiro estar de porta aberta e voltou a deitar na banheira, fechou os olhos buscando a limitar-se a pensar em nada, ou na escuridão que estava aquele cômodo.
Mas falhou. Incomoda com isso resolveu os abrir. Ela sentia que teria um caminho completamente diferente dali para frente. Suspirosa ela se levantou da banheira, naquele breve segundo, ela esqueceu completamente de seu visitante, por isso manteve a porta aberta enquanto se secava.
E apesar dos passos que ecoaram ao seu encontro, ela continuou naquela tarefa, secando-se. Seus movimentos eram lentos, não como provocação, mas porque sua mente estava mergulhada em lembranças, nos acontecimentos que ocorreram perversamente naquele incomodo dia.
Com um suspiro e com uma sombra que tingira o piso antes precariamente iluminado com uma claridade escassa, Lucy levantou o olhar, quais se encontraram com o olhar inquietos de seu visitante, a loira rapidamente colocou a toalha diante de si, fazendo o recém chegado virar o rosto.
–Des...Desculpa-me.
A loira sentia o rosto quente, certamente estava envergonhada pela cena que provocara.
–Eu que tenho que pedir. – disse incerta. – Eu deveria ter fechado a porta.
–E eu... – Ele voltou-se para ela. –Não deveria ter continuado a olhar.
Agora foi a vez de a loira desviar o olhar, não sabendo ao certo a razão, se foram pelas palavras ou por imaginar-se ser vigiada por ele. Ela o olhou novamente, embora aquilo fosse inusitado, um momento até que surreal, Lucy se mantinha calma, somente o olhando.
*Diga-me o que você quer
Hey hey hey hey
Diga-me você me quer?
Oh, não não não
Baby, você diz agora
Eu sei que você me quer
Ele deu um passo para dentro do banheiro invadindo uma linha imaginaria entre a razão e o sentimento, uma linha qual Lucy sentiu romper dentro de si. Ela então enrolou totalmente a toalha em seu corpo.
–Melhor me trocar. – sem esperar uma resposta ou qualquer reação por parte dele, ela se retirou do banheiro.
Ao entrar em seu quarto encostou a porta e acendeu a luz, Ela chutou um amontoado de roupa que estava em sua frente e deixou a toalha cair de seu corpo, seguindo então para o guarda-roupa que estavam com as portas abertas.
Pegou numa das gavetas embutidas na parte de baixo, sua roupa intima, vestindo-as em seguida, para logo pegar um vestido simples, não era necessário colocar algo mais formal ou uma roupa melhor que aquela. Deixando o quarto entregue naquela cena, ela seguiu para a sala onde estava Ele, quem estava sentado no sofá, olhando-a com aquele seu famoso sorriso. A loira correspondeu, e arrumando melhor o vestido, ela se colocou ao lado dele.
–É estranho dele aqui. – disse por fim.
–Desculpa-me.
Ele levantou-se e seguiu para a cozinha, Lucy o olhava, a cena ainda continuava tão irreal, entretanto tão possível que a loira não conseguia realmente descartá-la.
O rapaz voltou com uma garrafa de vinho e duas taças em mãos, os cabelos róseos estavam mais bagunçados que de costume, como se tivesse deixados desleixados com puxões de mãos. Teria ele feito isso num ataque de angustia?
Essa pergunta não foi feita, assim que ele voltou a sentar e serviu a bebida para ela, para em seguida servir para si mesmo.
Aquilo tinha que ser real. O cheio , o gosto, invadia os sentidos.
Logo foi percebido que acompanhante e vinho era uma combinação perigosa.
–Acho melhor pararmos. – disse Natsu após sua terceira taça, e quarta de Lucy.
Os dois estavam próximos um do outro, Lucy o encarava intensamente, o penetrando com o olhar, colada ao corpo dele e por isso lhe foi fácil calá-lo com um beijo.
Tremendo um pouco, pele com pele
Nas preliminares
A ponta dos meus dedos encontraram,
bem fundo, bem fundo, bem fundo. Fique louca
Logo o contato foi quebrado pela loira, e olhou para Natsu que lhe mirava confuso. Lucy levantou-se, ameaçou a cair ao fazê-lo, mas conseguiu se manter em pé. Cambaleante ela deu alguns passos, suspirou fundo e falou:
–Desculpa-me. – sua voz saiu fraca, mas alto suficiente para ele ouvir.
Não houve resposta da parte dele, mas ela ouviu ele se levantar, ela não o esperou e continuou a andar, mesmo que vacilante, para seu quarto.
Assim que abriu a porta ele a segurou a puxando para si, dessa vez foi ele quem a beijou.
Natsu a envolveu em seus braços aprofundando o beijo. Esse que iniciou leve, seguia agora numa urgência desesperadora, ambos buscando razões diferentes naquilo que faziam. Natsu a empurrou para a parede, Lucy sentia a necessidade dele por ela, esta pulsava de encontro a ela.
Voraz ele deixou os lábios da loira e seguiu para seu pescoço , beijando-a, chupando-a, mordendo-a... Marcando-a. Suas mãos desceram famintas pela cintura dela, enquanto seus beijos desciam, beijando o tecido do vestido, para logo suas mãos apertarem sem pudor as suas coxas, para assim ele a levantar e se encaixar perfeitamente entre as pernas da loira, quem entrelaçou suas pernas ao redor do rosado, que voltava a beijá-la com ardor.
Ousado, entregue ao desejo, tal como a loira, Natsu levou uma mão para alça do vestido, enquanto a outra continuava a segurar firme e lascivamente a coxa dela. Enquanto sua mão realizava aquele ato, Natsu voltou a beijar o pescoço de Lucy seguindo deste para o ombro recém descoberto.
Toco você baby de novo e de novo
Aperto você baby, deixe-me sentir sua loucura
Te acaricio como um arpejo, sim, sim
Sua mão continuou em sua ousadia, seguiu para coxa dela e com volúpia subiu o vestido para enviar em seguida sua mão por debaixo desse, conseguindo sentir a pele macia e quente de Lucy de encontro a sua. Tocando-a, ele continuou a subir sua mão e o vestido, para logo sentir o seio dela.
Lucy incentivando-o levou sua mão ao cabelo dele o puxando de leve, Natsu acariciou lascivamente o seio de Lucy, fazendo-a soltar um gemido, ele deu um sorriso sobre a pele dela, satisfeito. Logo ele voltou para os lábios dela, beijavam-se entregue a mais pura luxuria... Ambos agora sabiam que não havia mais volta.
Diga-me o que você quer
Hey hey hey hey
Diga-me você me quer?
Oh, não não não
Baby, você diz agora
Eu sei que você me quer
Oh não
Baby, eu quero te fazer dizer essas palavras agora
Lucy envolveu o pescoço de Natsu com seus braços ele aproveitou a deixa e a afastou da parede, quebrou o contato do beijo somente para entrar no quarto com ela, assim que o fez voltou a beijá-la, deixando que seus corpos caíssem sobre a cama. Natsu apoiou-se sobre seu braço que colocou ao lado dela, agora ambos pararam de se beijarem e se olhavam. Havia em seus olhares uma voracidade controladora, qual eles sentiam a necessidade de acabar. Sem pensar, sem imaginar o que poderia sentir depois, as mãos dois se procuraram...
Natsu foi o primeiro a despi-la, retirando com avidez o vestido. Em seguida Lucy o ajudou a tirar a camisa que usava. A necessidade e a loucura entrelaçada em ambos, fez com que dois botões da camisa saíssem violentamente. Sem importarem-se Lucy avançou para o peito nu de Natsu, beijando-o, ele deixou-se ser acariciado...
Beije e toque-me
Prove e toque-me baby
Tirando nossas roupas, fazendo amor
Morda e toque-me, mate e toque-me baby
Isto é intoxicação
Lucy sabia a razão daquela sua necessidade, apesar em estar no efeito de bebida, sabia muito bem o que fazia e o porque, mas ela tentava bloquear isso em sua mente o mais profundamente possível e se deixava levar pelo o momento, intensificando seus beijos e caricias. Pervertidamente ela enviou a mão dentro da calça de Natsu e tocou sobre a cueca o membro rígido dele, o cariciando provocante, fazendo com que o ruivo soltasse um voluptuoso gemido. Ainda provocante Lucy tirou a mão de dentro da calça dele e seguiu com sua mão até o pescoço dele, apoiando-a em seguida na nuca dele o puxou de encontro a si, para então o beijar.
Enquanto se beijavam Natsu passou sua mão pela pele macia da loira, sentindo em seus toques Lucy se arrepiar, entregar-se ao seu deleitoso toque.
Natsu estendia os toques por toda a parte do corpo de Lucy, em cada uma o efeito era diferente. O mais libidinoso, foi diante ao toque dele sobre a calcinha dela, o que a fez arquiar levemente, enquanto ele fazia pequenos círculos em sua região sensível. Fazendo-a também soltar gemidos.
Começa dos nossos dedos, da cabeça aos pés,
A procura de seu "mel" secreto
Mais que entregue ao momento, Natsu tirou sua calça junto com a cueca para em seguida tirar a ultima peça de roupa de Lucy. Voltaram a se olhar diante ao inevitável. Seus olhares ainda procuravam a mesma coisa, ambos queriam seguir aquele mesmo caminho.
Natsu colocou-se entre as pernas de Lucy voltando a beijá-la, fazendo com que seu membro roçasse no sexo de Lucy, provocando a ambos. Ele contornou com a mão a curva do corpo dela, parando em sua coxa a apertando com deleite. Assim que o fez penetrou-a lascivamente, sentindo que ela estava tão pronta a ele, quando ele a ela.
Com os braços sob o corpo de Lucy, segurando por atrás os ombros da Loira, Natsu a invadia vorazmente, a beijando na mesma intensidade. As breves pausas dos beijos aconteciam para que conseguissem respirarem, mas logo voltavam, os dois sentiam essa necessidade em se beijarem, em sentir aquele carinho, enquanto ele adentrava repetitivas vezes no corpo dela.
Sob a luz do luar, eu estou a ponto de sentir
o orgasmo, enquanto ouço sua linda voz
Numa das pausas Lucy , ainda de olhos fechados, balbuciou algo duas vezes (Loki?), Natsu a ouviu e fechou os olhos e voltou a beijá-la, penetrando-a dessa vez numa mistura de luxuria e ódio, o gemido que a loira soltou sobre os lábios de Natsu, foi algo confuso, num misto de prazer e dor.
Ele levou uma de suas mãos a cintura dela, enquanto com o outro braço apoiou seu peso, e segurando a cintura com força ele continuou a penetrá-la na mesma intensidade que anteriormente, como resposta a isso, Lucy voltou a gemer em sua mistura... prazer, dor; prazer, dor... Natsu afastou seus lábios do dela e avançou voraz para o pescoço dela a chupando, a mordendo, a queria marcada. Lucy manteve seus olhos fechados, um novo balbuciar saiu de seus lábios, fracos entre os seus gemidos desconexos.
Natsu manteve o seu ritmo beirando ao selvagem, ao que era de mais pecaminoso.
Morda e toque-me, mate e toque-me baby
Isto é intoxicação
Beije e toque-me
Prove e toque-me baby
Não me provoque, fazendo amor
Morda e toque-me, mate e toque-me baby
Se dedicando nessa intoxicação
Natsu seguiu para os seios de Lucy, suavizando no seu ritmo, lambia, mordia, chupava e beijava com o sentimento ainda confuso entre o deleite e raiva, entre amar e marcar... Entre libertar e escravizar... Naquele confuso momento, para ele todas as segundas opções ganhavam... raiva, marcar e escravizar...
Lucy agarrou os cabelos de Natsu, enlouquecida, entregue... Estava sendo diferente naquele momento, embora a intensidade do rosado tivesse sido deste o inicio, naquele instante tudo havia ficado mais intenso... Perturbadoramente delicioso.
Ele levou ambas as mãos ao lado do corpo dela, continuava a penetra-la, a entrar no corpo daquela que sempre amou, mas que a pouco sussurra o nome de outro. E ele queria agora deixar claro quem estava com ela, quem a estava deixando louca. Ele inclinou-se sobre o corpo dela, colocando seus lábios no ouvido da loira.
–Nunca mais me provoque dessa forma, Lucy. – sussurrou ele roucamente.
Lucy abriu os olhos, vendo-o próximo ao seu rosto, ele a mirou com intensidade, voltando a colocar uma das mãos na cintura dela, voltando a penetrá-la como anteriormente, enquanto colocava sua testa sobre a dela, para em seguida, enquanto ela ainda lhe olhava — visivelmente entregue, deixando que seus gemidos saíssem livres – ele a beijou.
–Nat...Su. – gemeu tremulante... Natsu sorriu satisfeito...
A ponto de te deixar louca
Amando sem palavras
Mais e ainda mais, até que você alcance o calor
Isto é intoxicação
Ele abriu os olhos, ofegante, sentindo a sensação do sonho percorrendo em seu sangue. Levantou-se e foi para o banheiro, era-lhe até vergonhoso, mas resolveu se aliviar depois de tudo aquilo. Aquela loira mesmo longe ainda tinha um efeito grandioso nele.
Assim que terminou e tomou um rápido banho, Natsu voltou para o quarto. O apartamento 1023 do hotel em que estava hospedado há duas semanas encontrava-se num silêncio perturbador, frustrado ele seguiu para perto da janela, a noite era calma e convidativa. Ela lhe chamava para deixar aquele lugar. Natsu estava terrivelmente tentado a ouvi-la, mas não para usufruir daqule magnífica noite estrelada, e sim para ir de encontro a aquela que realmente ama, e que constantemente fazia parte de seus sonhos... Lucy.
A loira estava longe demais, ele tinha que quebrar de vez aquela distancia, ou ele enlouqueceria. E além do mais ele tinha que pedir desculpas para ela, afinal nem isso havia feito antes de sair de Tóquio, porquanto era dever dele voltar e se desculpar, e tentar ao máximo amenizar a bagunça que havia deixado a vida dela.
Caso ao contrario ele não poderia falar que a amava. Sem pensar duas vezes, ele seguiu decidido para o guarda-roupa que tinha disponível no quarto, sua decisão era louca, entretanto para seu coração era a coisa mais certa a fazer... Ele voltaria para o Japão.
Notas finais
- não esqueçam de comentar!!!
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