Declaração: As três cartas
1 As três cartas
Notas iniciais
Primeira fanfic ShikaIno
Fanfic bem amorzinha *-----*
Tive essa ideia enquanto cuidava de algumas flores.
Fanfic ao Primeiro Amor
BOA LEITURA!
“Alguém já gostou de mim”?
“Alguém já me achou bonita”?
“Ou pelo menos... Uma admiração”?
Ino Yamanaka é como outra garota japonesa qualquer que frequenta a sétima série em seu enorme colégio. Acorda cedo para ir à escola, veste seu uniforme e quando chega lá, adentra ao portão com destino a sala de aula. Loira, prende seu cabelo em um rabo de cavalo e deixa a franja de lado. Dona de olhos azuis, pele clara e de lábios bem vermelhos. Mede 1,54 de altura. Não se acha tão bonita a ponto de impressionar alguém, mas esses tipos de perguntas ficavam em sua cabeça.
Shikamaru: É melhor andar mais rápido, antes que chegue atrasada – falou um garoto que estudava juntamente a ela. Um menino que media 1,60 de altura, cabelos bem pretos que eram amarrados em um pequeno rabo de cavalo, continha olhos da mesma tonalidade e de pele alva acompanhada de sobrancelhas não muito grossas.
Ino: Olha só quem fala. O garoto que sempre chega atrasado – falou rindo – Me pergunto por que hoje está na hora certa.
Shikamaru: É que ontem consegui dormir cedo – falou subindo as escadas juntamente com a garota.
Ino: Que bom, então quer dizer que não lhe deu insônia? — ele confirmou – Então vamos logo – pegou a mão do rapaz e correu o levando junto.
Shikamaru: Ei, ei, não corra assim – foi levado por ela.
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Ino: Shikamaru... Acha – me bonita? – falou a garota onde os dois se encontravam sentados em um banco de madeira não muito longe da lanchonete do colégio, onde não havia muita movimentação de pessoas na hora do recreio.
Shikamaru: Porque essas perguntas agora? – parou de bater os dedos na cadeira como de costume.
Ino: Eu às vezes me pego nestes pensamentos.
Shikamaru: E você não vai me dizer por quê?
Ino: Olhe, veja as garotas da nossa sala, por exemplo. Todas elas já devem ter sido paqueradas ou elogiadas algum dia – ele olhou na direção em que ela olhava – Eu acho que passo por tão despercebida, que nunca fui notada.
Shikamaru: Ino, você tem apenas treze anos – colocou sua mão levemente na cabeça da loira sorrindo. Ela o mirou – Aposto que quando estiver no Ensino Médio, estará uma bela moça; tanto que estas, nem lhe afetarão.
Ino: Não fala assim, você me deixa sem graça – o abraçou.
Shikamaru: E qual seria o motivo do abraço? – ele riu.
Ino: Para de ser chato, vou sentir sua falta, sabia? Só quero aproveitar a nossa amizade.
Shikamaru: E respondendo a sua pergunta: Sim, você é linda Ino. Muito linda – acariciava o topo de sua cabeça.
Shikamaru era filho de um militar. E sendo assim, se seu pai fosse transferido a um lugar, sua família iria junto. Seu pai havia recebido a uma carta de que seria transferido, e para longe, por isso, não estudaria mais neste colégio a partir do ano que vem. Ele até fez suas provas de colégio antes, porque teria que se mudar rapidamente. Sentiria falta de sua amiga, aquela que confiava seus segredos e que o fazia rir pela manhã, sabendo que acordar cedo nunca foi uma das suas atividades preferidas.
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Acabava mais uma manhã rotineira, nada de muito especial. Exceto... Pelo momento que retirava sua mochila da carteira, onde embaixo desta, havia um bilhete dobrado.
Ino: Um bilhete? – seu amigo já havia ido embora, sua mãe havia vindo busca – lo mais cedo. O papel estando dobrado em três partes que o desdobrou e com tinta preta feita à caneta estava escrito: “Você é linda”.
Ela releu várias vezes aquela mesma frase. Mas a mais que o surpreendeu foi à frase deixada no rodapé do papel: “Do seu admirador secreto”.
Tantos filmes que ela já havia assistido que continha essas frases. E isso estava acontecendo com ela. Pensou em inúmeros rapazes, quem poderia ser? Só tinha uma certeza: Que era de sua sala de aula.
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Ino: Não estou brincando! – falava ao seu amigo – Ontem eu peguei e vi com meus próprios olhos aquele papel.
Shikamaru: Parece estar animada, não é? – via a garota com um sorriso no rosto. Aquele sorriso de garota meiga que só nela continha – Vamos? – estavam bem a frente da sala.
Ino: Sim – adentrou a sala sorridente.
Shikamaru: “Yamanaka”- refletia sozinho como ela poderia estar tão feliz com uma simples frase.
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A garota de olhos azuis esteve a manhã toda atenta ao seu redor para ver se achava alguma pista de quem poderia ser seu admirador secreto. A manhã acabou e não achou nada de irrelevante. Ela andava em passos pequenos até o portão de saída com seu amigo. Ele percebeu que o brilho de seus olhos havia diminuído, ao contrário que pela manhã, brilhavam intensamente.
Shikamaru: Ino – lhe chamou e ela se virou para olhá – lo – Esqueci de lhe entregar antes – tirou do bolso um papel dobrado em duas partes.
Ino: O que é? – perguntou curiosa.
Shikamaru: Alguém me pediu para entregar isto a você. Acho que você já deve ter ideia de quem seja. Bom, até amanhã – viu os lábios da menina abrindo, formando um lindo sorriso, ele se virou e acenou de costas.
Ino: Muito obrigada – falou contente vendo ele já de costas.
Shikamaru: Não há de quê – suspirou.
A garota de fios loiros abriu o bilhete dobrado em duas partes e desta vez, com caneta de tinta vermelha estava escrito: “Você possui um sorriso encantador”. E novamente, no rodapé era escrito: “De seu admirador secreto”.
A garota sorriu de orelha a orelha pensando de quem alguém estava lhe observando durante a aula. Sentia algo adentro do peito que dizia estar surpresa, pensativa, com curiosidade em saber quem era... Mas foi neste momento que se lembrou: Shikamaru, ele havia lhe entregue este bilhete, que havia recebido de alguém para dar a ela, então ele sabia quem era o tal. Ela mal podia esperar o dia de amanhã para perguntar – lhe quem teria sido o menino.
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Na manhã seguinte...
Ino: Shikamaru! – lhe abraçou rapidamente por trás, fazendo o garoto quase se desequilibrar.
Shikamaru: Ino! Quer me derrubar? O que você es... – parou de falar quando a viu toda sorridente olhando em seus olhos.
Ino: Shikamaru! Ei, Shikamaru! – estalava os dedos em sua frente – Ta dormindo ainda?
Shikamaru: Ah, desculpa – se endireitou – Mas qual o motivo dessa animação toda? É por causa daquele papel?
Ino: Também. Olhe, vou direto ao ponto – tirou suas mãos em contato com ele – Ontem, quando você me entregou aquele papel, obviamente alguém lhe pediu para que você entregasse, certo? Então, eu queria saber quem foi – o olhou com olhos pidões.
Shikamaru: Se é um admirador secreto, então a palavra “secreto” deve ser mantida.
Ino: Então, não vai me dizer quem foi? – respondeu ele que não – Por favor, por favor – suplicava.
Shikamaru: Seja mais atenta e você perceberá rápido – lhe deu as costas.
Ino: Ei, espere! – correu atrás dele.
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Ino subia se abanando devido à prática da aula de Educação Física, que ao seu lado, estava novamente, Shikamaru.
Ino: Está muito quente hoje! – continuava se abanando. A sala deles ficava ao segundo andar. Passando pelo corredor, Ino parou de andar quando o viu parar e ficar observando a escola e árvores que ficavam embaixo. Ele olhava todos os detalhes com olhos bem atentos. Totalmente calado.
Shikamaru: Estarei indo embora amanhã. Amanhã será meu último dia. Gosto de parar aqui e observar, sentir o vento. É meio difícil de acreditar que estarei saindo daqui – suspirava.
Ino: Eu te entendo. Você se acostumou tanto a estudar aqui e logo depois de amanhã, você não irá mais entrar mais por aquele portão, não terá mais aulas com estes professores... – o abraçou de lado.
Shikamaru: Eu não vou mais te ver...
Ino: Mas sempre que pudermos, nós... – foi interrompida por dois braços a abraçando de frente. A abraçou forte como se ela não conseguisse se soltar tão facilmente.
Shikamaru: Eu vou estar sempre ao seu lado – a olhou. Curvou-se e lhe beijou a face. Em seguida, sorriu para ela semelhantemente quando ela estava sorrindo pela manhã.
Ino: Shikamaru? – ela não esperava ele estar tão terno esta manhã. É claro que sempre ele o abraçava. Ela. Mas ele sem muito rodeio, a abraçar e a beijar lhe deixou meio corada. Um tanto surpresa.
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Ela não falou muito pelo restante daquela manhã. Até ele estranhou isso. Era sempre a Yamanaka a mais faladeira. Novamente, nesta manhã, a mãe dele havia ido o buscar mais cedo. Ele ajeitou as coisas em sua mochila e partiu acenando para ela. Também acenou.
A última aula foi bem calma. Após der dado o sinal de encerramento de aula, ela guardava o material calmamente, rindo de como sua cara poderia ter ficado quando ele havia a beijado.
Ino: Foi só um beijo no rosto. Não tem porque eu ficar assim, com tanta vergonha – falava com ela mesma.
E já ajeitando a mochila em suas costas, viu um papel embaixo de sua carteira. Estava escrito: “Para Ino Yamanaka”. Pegou o papel na mesma hora. O papel dobrado em três partes novamente, dentro estava escrito de caneta à cor azul:
“Estou mais perto do que você imagina. E mesmo agora eu estando tão perto de você, brevemente estarei bem longe. Mas seu sorriso encantador, o jeito que amarra seu cabelo e seu jeito de ser sempre estará em minha memória. E mesmo estando longe, de um jeito ou de outro, estarei ao seu lado, Ino”.
Ino leu todas as letras que naquele simples e pequeno papel estava escrito. No meio dele, se surpreendeu. E na despedida do rodapé, teve a certeza absoluta de quem era.
No rodapé, estava escrito: “De seu admirador secreto: Shikamaru”.
Ino: Era você... Era você o tempo todo – colocou o papel sob o peito.
Flashback on:
“Sim, você é linda Ino”.
“Você possui um sorriso encantador”
“Se é um admirador secreto, então a palavra “secreto” deve ser mantida”.
“Eu não vou mais te ver...”.
“Vou estar sempre ao seu lado”.
“Estou mais perto do que você imagina. E mesmo agora eu estando tão perto de você, brevemente estarei bem longe. Mas seu sorriso encantador, o jeito que amarra seu cabelo e seu jeito de ser sempre estará em minha memória. E mesmo estando longe, de um jeito ou de outro, estarei ao seu lado, Ino”.
“De seu admirador secreto: Shikamaru”.
Flashback off
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De noite, Ino estava deitada na cama sendo invadida por inúmeros pensamentos. Sempre quis saber se alguém a tinha notado ou se era bonita aos olhos de outros e justamente foi de seu amigo quem descobriu que a notava.
Deitada na cama com os cabelos meio arrepiados, estava com todas as cartinhas em sua mão. As três. Ino parecia entrar em algo e não achar a saída. Pois seu melhor amigo estava de partida, ao meu tempo que seu admirador secreto. Amanhã seria o último dia na escola para ele, já que estava indo embora mais cedo, ele iria realmente amanhã? E se eles falassem sobre isso, o que ela iria falar? Como encara – lo? A amizade deles não iria se abalar?
Ino: Nossa... – olhava as cartinhas feitas à mão – Eu estava tão entusiasmada que nem reconheci sua própria letra. Se bem que, a letra dele melhorou bastante. Como fui tonta... – seu coração batia forte – Por favor, vá amanha – seus olhos se fecharam em poucos instantes.
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Ino nunca ia à escola de cabelos soltos. Hoje, seus cabelos lisos estavam livres. Não fazia frio, nem calor. Era uma manhã de temperatura ambiente. A franja ficava jogada de lado, mas sem cobrir um de seus olhos. Seus olhos azuis olhavam a entrada de inúmeros alunos no portão principal e não tinha avistado ainda Shikamaru. Estava ansiosa, impaciente e nervosa. O sinal de entrada foi dado e ele ainda não havia chegado. Seus dedos seguravam firmemente a bolsa que estava apoiada em seu ombro, mordia os lábios, mexia no cabelo, olhava para o chão, para os lados e nenhum sinal de Shikamaru.
Ino: Shikamaru... Cadê você? – sentia com vontade de chorar.
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A primeira aula se foi e a segunda também. Passou o recreio e ele não havia chegado ainda. Ino estava chamando a atenção com os cabelos soltos. O cabelo que ultrapassa seus ombros e chegava até a metade de suas costas já começava a lhe incomodar.
Flashback on:
Ino: Argh! Como esse cabelo incomoda – ficava mexendo de todos os jeitos, ele não parava.
Shikamaru: Porque não o prende? – caminhava ao seu lado com as mãos no bolso.
Ino: N – não gosto de prender. Eu fico feia com o cabelo preso – ele continuava olhar pra ela. Percebeu e se virou pra ele – O que foi?
Shikamaru: Venha cá – a puxou pelo pulso.
Ino: Ei! Pra onde está me levando? – atravessavam corredores de salas.
Shikamaru: Pronto, aqui está bom – pararam na frente da sala deles, que no momento estava vazia. Na frente de uma janela.
Ino: Trouxe-me para a nossa sala? Por quê?
Shikamaru: Não para a nossa sala. Para a janela de nossa sala – tirou de seu bolso uma chuchinha branca com um coração.
Ino: Não sabia que você carregava chuchinhas no bolso – riu.
Shikamaru: Não é para mim – foi atrás dela e começou a pegar em seu cabelo loiro, o puxando para trás formando um rabo de cavalo – É para você. Se ainda quiser, pode deixar a franja de lado – seu rosto ficava a mostra, mostrando bem seus olhos azuis e a franja dando certo charme – Viu? Está linda – se via no espelho da janela.
Ino: Estou... Bonita – sentiu – se envergonhada. Percebeu que ele tocou seus ombros e que pelo espelho, ela via que ele sorria – Muito obrigada – tocou em suas mãos e acariciou – as.
Flashback off
Ino: “Que se dane a opinião dos outros”! – pensou tirando do bolso da calça o mesma chuchinha. Arrumou os cabelos da mesma forma daquele dia. “Onde está você”?
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Chegou à última aula da manhã. Onde ele estaria? Alguém bateu na porta. Ino se virou imediatamente. Uma mulher de sapatos pretos, cabelos da mesma cor, calça e blazer cinza, pele clara e de olhos castanhos apareceu na porta. Ela pronunciou o nome de Ino, que segurava um papel na mão. A garota se levantou e pegou o que era para ser entregue. De imediato, ela não prestou atenção no que fosse, só com o término da aula, já saindo da sala decidiu olhar o envelope. De remetente estava: “Para Ino Yamanaka”.
Ino: Essa letra... – parou no mesmo instante. Afoita, abriu rapidamente o envelope e estava lá, aquela letra que já conhecia. Sentou – se ao banco que havia no corredor e começou a ler.
Ino,
Se você já está lendo isso, é porque provavelmente já parti.
Eu queria ter vindo para me despedir de você, apesar de que eu estaria super nervoso ao te ver. Você deve ter encontrado o terceiro bilhete embaixo de sua carteira. E então, agora você finalmente sabe de quem eu gosto. E você agora sabe quem era o Admirador Secreto.
Gostar de alguém é complicado, não é?
Desculpe, fui covarde demais para falar pessoalmente a você de meus sentimentos. Eu deveria ter falado pra você e não ter me passado como um admirador secreto.
Não fique sozinha. Faça amizades. Esqueça o passado. Aquele passado que você mencionou pra mim que queria esquecer. Não é bom ter mágoa de ninguém. Mas se alguém lhe perturbar, se defenda. Não tenha medo.
Sei que seu passado não é um mar de rosas. Mas siga em frente de cabeça erguida. Mas eu tenho que lhe agradecer por tudo, por todos os dias. Você sempre terá um espaço especial em meu coração.
Desculpe por não ter vindo, eu queria me despedir decentemente. Mas um imprevisto veio e não consegui ir à escola. Minhas sinceras desculpas. O que deu tempo fui eu poder passar aqui ainda ontem e entregar para a direção que assim fosse direcionado a você. A verdade é que estou indo para um colégio interno, onde nosso contato será cada vez mais difícil.
A verdade Ino, é que eu sempre quis contar a você como eu me sentia. Mas essa era a questão mais difícil de todas as matérias da escola: Questão de coragem!
Converse com as outras garotas também. Sei que é difícil tentar algo novo, ainda mais quando no passado, sofremos Bullying. Eu e você passamos por coisas parecidas. Mas estou de cabeça erguida. Então, não se deixe abalar, eu te peço.
Você é a garota mais incrível que já conheci. Inteligente, muitas vezes você me motivou, esforçada no que acredita, você me fazia sentir leve. Como se tudo que tivesse acontecido antes de te conhecer, desaparecesse. Talvez fosse por isso que me apaixonei por você.
Talvez não, certeza.
Tudo o que mais queria agora era abraça – La. Embora quem sempre fazia isso era você (risadas). Obrigado por tudo, Ino. Estas lembranças ficarão pra sempre comigo, como um livro precioso.
Não sou seu cavaleiro de armadura branca, mas eu gostava de você me chamar pelo meu nome com seu tom gentil.
Obrigado por me mostrar esse sentimento que mexe tanto com a cabeça dos jovens. Aquilo que chamam de Amar.
É como dizem... Você foi o meu primeiro amor, minha primeira paixão.
Por favor, não chore. Porque não vou ser eu quem estará ali para limpar suas lágrimas.
De todo o meu coração, seja Feliz!
Um grande abraço,
Shikamaru Nara.
Ino: Não adianta você dizer para que eu não chore... – derramava lágrimas em seu rosto – Porque vou chorar do mesmo jeito.
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Ino ia a passos pequenos até em casa. Carregava a bolsa em seu ombro e na outra mão, levava a carta de Shikamaru. Observava a grama verde presente nos canteiros que ficava na rua tranquila que passava. Via alguns carros encostados na frente de casas. Respirava fundo.
“Não fique sozinha. Faça amizades. Esqueça o passado. Aquele passado que você mencionou pra mim que queria esquecer. Não é bom ter mágoa de ninguém. Mas se alguém lhe perturbar, se defenda. Não tenha medo”.
Ino: Não vou ter medo. Chega de ter medo.
“Converse com as outras garotas também. Sei que é difícil tentar algo novo, ainda mais quando no passado, sofremos Bullying. Eu e você passamos por coisas parecidas. Mas estou de cabeça erguida. Então, não se deixe abalar, eu te peço”.
Ino: Chega de se esconder. Mas obrigada, por tudo Shikamaru. Eu que agradeço – sentia vontade de chorar.
“Não sou seu cavaleiro de armadura branca, mas eu gostava de você me chamar pelo meu nome com seu tom gentil”.
Ino: Obrigada por tudo – coloca a carta na frente de seu peito – Não tema também Shikamaru – lembra-se de seu sorriso — Por mais que isso tenha passado rápido, você conseguiu ter a coragem de atingir os 10 centímetros. Você se aproximou de mim – lembra-se das vezes que ele fez a rir – Você estava agradecendo, mas quem devia agradecer sou eu.
Ino: Da próxima vez que te ver, eu vou correr até você e te abraçar forte. Eu prometo – Ino para perto das árvores que chegam a fazer um arco com as árvores do outro lado.
“A verdade é que estou indo para um colégio interno, onde nosso contato será cada vez mais difícil”.
Ino: Não... – aperta as mãos — Eu não quero da próxima vez. Eu quero te ver agora... – lágrimas se acumulam nos olhos de Yamanaka – Quero te ver agora... – cobre o rosto com as mãos – Shikamaru...
“Alguém já gostou de mim”?
“Alguém já me achou bonita"?
“Ou pelo menos...
Uma admiração”?
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Todos gostam falar de amor.
Mas nunca ninguém conseguiu descrever onde ele surgiu.
Ou com quem surgiu.
Se alguém o conseguisse ver ou simplesmente achar,
Brigariam como loucos para terem nas mãos.
O amor é algo doce e bonito,
Então quem tiver o seu acesso, não o deixará escapar.
Mas por mais que às vezes, ele pode te ferir,
Você sempre estará a sua procura.
Fim?
Notas finais
Mas é que postei ela rápido
Espero que tenham apreciado =D
Obrigada por lerem!
- Giovana Berlanda
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