Debaixo Das Terras Sagradas

15 Capítulo 14 - Votos negros


Notas iniciais
Bem, essa capítulo aqui é bom...
E não é esse que vai fazer chorar, acho que no próximo vai dar sm :3
Boa leitura e me deixem um review u_u
Pessoal só pra avisar:
Agora que estão chegando as aulas vai ficar dificílimo pra postar. Então eu já fiz ate´o capítulo 17 ou 18 (sei lá) só pra adiantar.
Mas eu vou liberar aos poucos pra me dar tempo de fazer outros ok? Acho que agora vai ser 1 por semana ;-;

Após a longa conversa com Llilith, fui para casa. Cheguei exausta e tossindo, notei que a barra de meu vestido estava completamente suja. Eu saí sem ninguém me ver, e agora como voltaria novamente sem me verem?

- Transforme-se. É bem fácil sabe? É só você deixar a luxuria tomar conta de si.

- É bem fácil falar, fazer é muito tenso. – Murmurei desacreditada.

- Ao menos tente, comigo acordada deve ficar muito mais fácil.

- Está bem. Vou tentar.

Fechei meus olhos e pensei em todos os homens deste planeta me chamando de rainha e beijando meus pés implorando que ao menos olhasse para eles, realmente me deixou feliz, mas não aconteceu nada.

Ou ao menos era o que eu pensava.

- Está vendo? Você demorou um pouco, mas conseguiu.

- O que? Eu consegui? – Perguntei desesperada.

Minha pele como antes estava mais branca eu um floco de neve, mas desta vez senti caninos afiados saindo de meus lábios carnudos e os perfurando.

O gosto do meu sangue era doce.

Pus as mãos na cabeça, mas nenhum chifre brotou de meus cabelos. Suspirei aliviada. Contudo senti algo abaixo de meu vestido que me incomodava, era um rabo.

- Pronto, virei uma cadelinha agora – Resmunguei enquanto pegava o pedaço de carne que eu tentava desengonçadamente balançar.

- aia lá cadelinha – Lilith riu – Eu acho esses rabinhos de demônio sexy, nunca tive u,m eu só tinha chifres, mas chifres são muito estranhos, reduzem a nossa beleza. Você realmente está um mau caminho. Depois me deixe olhar o seu corpo em um espelho, você deve ser realmente linda.

- Eu não sou linda, sou gostosa e sensual. É diferente. – Expliquei e esta simplesmente murmurou um “Tanto faz”. – Será que eu tenho asas? – perguntei empolgada.

- Claro que não, você é um demônio e não uma galinha voadora!

Ri como nunca do último comentário, Lilith riu junto comigo, poderíamos ser grandes amigas. Acho que este vai ser o mais novo apelido de meu servo.

- E então, agora como eu faço?

- Ponha suas mãos na parede e suba-a escalando e depois atravesse a parede do segundo andar e vá andando normalmente até seu quarto. Depois de entrar na casa saia imediatamente do seu estado demoníaco.

- Nossa! Eu posso fazer tudo isso? Como eu amo ser demoniza!!!

Pus minhas mãos na parede e fui escalando, era como se a gravidade não existisse. Quando cheguei ao segundo andar passei pela parede imaginando que meu corpo era feito de fumaça e assim passei.

Notei que parei justamente no corredor de meu quarto, não havia ninguém no corredor, portanto nem me dei ao luxo de voltar à minha forma normal. Continuei andando calmamente até chegar a meu quarto e novamente nem abri a porta, passei em forma de fumaça pelo vão entre a porta e o chão.

- Você abusa sabia? Mas deve ser legal fazer isso pela primeira vez – Disse Lilith rindo em minha mente.

-Nossa... – Uma voz interrompeu meus pensamentos. – Esse é o seu estado demoníaco? – Notei que era Lucis. O folgado estava deitado com a blusa desabotoada pela metade e a calça com os botões abertos, um pedaço de mau caminho.

- Sim, é este. – Murmurei enquanto o fitava quase tirando um pedaço de seu abdômen um pouco exposto.

- Você fica bem... Sexy.

- Katsu! Fique longe dele! Ele é um celestial. – Alertou-me Lilith.

- Calma fofinha, esse daí o meu Chevalier. É um anjo caído domado. – Em seguida ri de minhas palavras, Lucis estava longe de ser domado... Bem longe.

- Com quem você está falando? – Perguntou meu servo agora se sentando em minha cama. Sua camiseta abaixou e meus olhos rumaram completamente para lá, fitando cada pedaço da sua pele desnuda que era somente minha. – Da pra para de tirar pedaço de mim e falar? – Zombou o mesmo com um sorriso sarcástico no rosto. Aah! Aquele sorriso me derretia inteira, fazia-me ficar com vontade de pular encima dele para transarmos como dois loucos.

- Eu despertei a demoniza que existia dentro de mim, a Lilith agora a pouco. Estou um pouco fraca ainda. Mas não tão fraca a ponto de fazer estrago em você. – Zombei agora tirando lentamente o vestido de mim. Eu vestia um simples e belo pedaço de pano fino vinho, possuía um grande vão para que pudesse acomodar meus seios que cada vez cresciam mais, o decote era perfeito, as bordas tinham detalhes em dourado que eu não sabia que eram feitos à ouro. Abaixo dos seios uma pequena fita dourada também e logo depois o vestido caía como seda até meus pés.

Eu que estava branca como nunca e com os olhos e lábios carmim acrescentado ao pecaminoso quadro que criara. Minha franja estava um pouco jogada para o lado esquerdo do rosto e o resto do cabelo liso descia até a altura da minha bunda, onde um rabo teimava em subir o vestido para aparecer.

Virei-me de costas abrindo o zíper do vestido e revelando costas totalmente nuas. Assim que o abri completamente virei novamente e vi que Lucis estava muito mais perto do que eu imaginava.

- Você tem até um rabinho. Que delícia. – Comentou assim passando a língua por seus lábios e colocando suas mãos nas alças de meu vestido assim levando-o para baixo e revelando dois grandes seios, ao descer ainda mais o vestido notou que eu estava até mesmo sem a calçola. – Prontinha para o abate. – Comentou o safado.

Retirei sua camiseta habilidosamente. Sua calça já estava um pouco desabotoada, o caminho seria muito mais fácil. Este me agarrou pela cintura enquanto eu pousava minhas pequenas mãos em seu abdômen definido e o empurrava em direção à cama. Este caiu deitado enquanto eu abria minhas pernas e sentava em sua intimidade ainda coberta. Lucis levantou-se rapidamente indo de encontro à minha boca com urgência.

Comecei então a operação retirar as calças de Lucis. Sim até mesmo Lilith riu de meus pensamentos, mas logo pedi privacidade e a mesma acatou calmamente. O meu Chevalier puxou meus cabelos para trás, assim fazendo-me pender entre seu colo e o chão. Abocanhou um de meus seios enquanto massageava o outro, ele estava me deixando louca. Livrei-me de suas mãos e tirei sua calça com a ajuda do mesmo, logo se revelou uma criaturinha bem engraçada a qual eu nunca havia visto, mas parecia que eu sabia exatamente o que fazer com ela.

A criaturinha estava toda feliz. Sabe como é né? Cheia de empolgação que fez até pulsar entre meus dedos.

Dane-se o amor.

Dane-se o mundo.

Dane-se o pudor.

Danem-se tudo!

Entreguei-me para ele. Senti dor, muita dor e fique até mesmo assustada ao ver o meu sangue. Lucis foi muito delicado, colocou-me deitada na cama e foi com muita calma. A calma que eu não tivera, fui com tudo ainda não sabendo que perder a virgindade doeria tanto.

Os movimentos de vai e vem bem calmos fizeram com que após algum tempo a dor parasse e surgisse o prazer. Um enorme prazer, o qual eu nunca havia sentido antes. Encorajei-o a ir mais rápido e minha intimidade pedia por mais e mais.

Força, rapidez e destreza.

Eu rebolava enquanto este praticamente socava seu membro enorme e pulsante dentro de mim. Senti-me subir a beira da cama, agarrei-a com um a mão enquanto com a outra segurava o pescoço de Lucis. Cada vez gritando por mais, não parava de gemer nem um segundo. Seu eu tivesse que me viciar em alguma coisa, seria o sexo. E claro, com Lucis.

Minhas costas batiam na cabeceira da cama, mas eu nem ligava.

O êxtase estava próximo, sentia um calor inédito subir por minhas veias. Eu rebolava pedindo por mais. Lucis puxou-me para baixo assim indo de encontro com muita força a sua protuberância.

Não existia dor, somente o calor gigantesco e a sensação drogada que o final daquele ato proporcionava. Encolhi-me toda, estava exausta. Há muito tempo meu corpo pedia por aquilo, como poderia ter renegado todos aqueles anos algo tão bom?

Mas uma coisa era certa, nunca mais deixaria de fazê-lo.

Lucis se jogou na cama suado e do jeito que veio ao mundo. Colocou uma coberta sobre nós e agora eu rumava por seu peito trabalhado traçando caminhos entre os tijolos de sua barriga.

Adormeci ali, sentindo seus braços me envolverem e um carinho que suas mãos bruscas, agora, calmamente faziam em minha pele aveludada.

Ela traiu tudo.

O que eles têm em suas mãos,

O fruto da luxuria que haviam desejado.

Notas finais
Bem, o hentai não fui eu que fiz!
Logo explicando!
Pedi a ajuda da minha amiga Mariana que é perita em hentais e ela me ajudou, muito.
Obrigado mesmo Mari-chan o/
Não foi tão longo e nem obsceno ao todo, acho que ficou legal mas ainda assim quero as suas sugestões!!
Me deem reviews, eu adoro respondê-los o/