Death of a Monarchy
29 The minor fall, the major lift
Ele me jogou sobre a cama e ficou sobre mim, nos beijamos docemente. Até que nós dois dois escutamos o barulho de alguém bater a porta.
– Céus! — Henrique se irritou e levantou para abri-la.– Majestade! — um guarda que segurava uma pilha de camisas disse.– Sim? — ele encostou o ombro na porta.– A rainha Catarina, enviou essas camisas para vossa majestade. — – Não existe rainha, ainda não! Anne ainda não foi coroada! — Henrique disse. — E essas camisas, queime-as. — ele olhou para mim furioso, e saiu.Sentei-me sobre a cama novamente, e peguei uma taça de vinho. Dei alguns goles.– Anne. — George apareceu a porta.– Entre, irmão. — – Está tudo bem? —– Estou pensando. — – Em que, irmã? — – Seu eu não der um herdeiro viril a Henrique, Maria pode se tornar rainha. — – E por que o rei faria isso? — – Eu não sei, ele pode mudar de ideia. -– Ele não faria. Mas por que pensas isto? — – Eu temo isso! Catarina ainda tem o poder de me derrubar. — – Mas és a favorita do rei. — – Mas o povo ama Catarina! Me chamam de prostituta.-– Anne. Não se abale. — ele me abraçou.– Todos sabem o quanto o rei é inconstante! De repente ele pode me deixar. — – Anne, se acalme, nada de ruim pode nos acontecer, ele já nos deu vários títulos e terras, ele não pode tirar o que agora é nosso. — – tudo bem. Vou me acalmar. — beijei o rosto de meu irmão. — Você é o melhor irmão de todos! — o abracei forte.– você que é! — passou os dedos por entre meus cabelos.– Venha George! Vamos para a corte, quero pedir a Mark Smeaton nos preparar uma aula de dança, logo será o o banquete de aniversário de Henrique. — Segurei sua mão e corremos até a corte, cheguei ofegante. Parei por um momento para respirar, e entrei no salão. – Mark! — abri os braços para abraçá-lo. – Anne! Mais bonita a cada dia que se passa, o tempo é muito bondoso. — – tão gentil! — ele beijou minha mão. – O que a traz aqui? — – La volta! — Sorri. — Madge! Kat! Bess! Venham! — Chamei minhas damas. — Nós quatro nos posicionamos no salão. – precisam de pares. — Mark disse.– é mesmo, George, dance comigo. -pedi.– Sir Thomas, Sir John e Sir Edward, juntem-se as damas, por favor? — George pediu.– Mas é claro! — eles riram e vieram quase que correndo.Logo Mark começou a tocar seu violino e todos nós dançamos, quase que até a exaustão. Pobre Mark, provável que seus dedos pudessem sangrar a qualquer momento.
Notas finais
REVIEEEEEEEWS
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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