Death Zone - Orcos
2 Capítulo 2
Caminhávamos calmamente pelas ruas até que começávamos a escutar barulhos de gritos femininos vindo da direção que estávamos pegando pagando, andávamos para ver o que era, na façanha de que caso seja uma criatura, a gente iria se preparar para matar pois ela está logo no único caminho para cidadela, felizmente não era cem por cento o que a gente imaginou, eram sim ghouls, mas o grito era de uma mulher que estava a atirar neles em cima de umas grandes, ela estava se virando bem até tropeçar e por um triz cair, porem ela se agarrou nas grades e ficou lá pendurada. Eu olhava para o John e o Agente buscando que eles me dissessem o que eles achavam daquilo, porem me respondem balançando a cabeça verticalmente, o agente age pegando uma granada e a joga na direção dos ghouls em quanto o John corre e atira na granada antes mesmo dela tocar no chão explodindo nos bichos e eu claro corro e jogo para agarrar a mulher antes que ela se estipatiface no chão.
Agente 87: A senhora está bem? Diz ele estendendo a mão para a mulher que agarra e acaba sendo puxada por ele fazendo assim ela se levantar.
Niniel: Estou bem, se não tivessem vindo eu acabaria morrendo por estas... Coisas. Diz ela limpando suas roupas e ajeitando seu cabelo.
John: Niniel? Espere ai... O que faz aqui agente médica chefe? Era para você estar na cidadela, ninguém deveria sair de lá sem permissão! Diz ele se aproximando dela segurando com até um pouco de força o braço da mesma, demonstrando revolta e raiva.
Henri: Vamos nos acalmar não é? Ela tem seus motivos para não estar na cidadela que você a deixou. Digo eu afastando ele dela e retira a mão dele no braço dela, até porque até eu queria ouvir a historia, coisa que só iremos ouvir se ela estiver viva.
Niniel: Em primeiro lugar não faça isso que acabou de fazer general John, pois deveria saber que o senhor estava sumido e por isso nada vale suas ordens em quanto o Marechal estiver vivo, é ele quem manda e não você, segundo lugar quero lhe dizer que a cidadela caiu, e que neste momento não passa de meras ruínas, portanto sua autoridade nada vale mais. Diz ela cruzando os braços.
John: Como a cidadela caiu? Isso não pode ter acontecido... Diz ele encostando a cabeça na parede meio que intrigado com a informação.
Niniel: Bem vem comigo que irei explicar a vocês pelo caminho, já que me salvaram irei guiar vocês a um lugar realmente seguro. Diz ela balançando o braço para frente olhando para a gente.
Tenho que admitir que não acreditava no que estava ocorrendo, mal chegamos perto de nos aproximarmos da tal cidadela, e já tivemos a informação que ela caiu, me pergunto se é um pesadelo isso e também me pergunto porque não me enviaram uma equipe para lidar com isso ou nem isso e sim um exército com bons equipamentos para enfrentar estas criaturas, mas aqui estou eu... o que aconteceu na cidadela foi realmente uma tragédia, ser atacada por estas criaturas em tal ponto de não conseguir resistir deve ter sido um pesadelo, porem é impressionante como esta garota conseguiu se virar tão bem, parece que esta mulher de cabelos morenos com olhos claros e pele também clara, realmente engana quem olha de longe, afinal quem pensaria que alguém como ela fosse tão habilidosa a ponto de ser agente médica chefe? Enfim Andamos por muito tempo o local novamente, porem saímos daquele ponto de terror e entramos num... Hospital, mas é como dizem tudo pode piorar, nos estávamos a caminhar pelo local acompanhando a mulher.
Henri: Fala sério, um hospital? Se tiver uma coisa que aprendi com filmes de terror é que jamais devemos confiar em lugares como hospitais, aqui é um dos pontos que mais ocorrem mortes. Digo eu verificando as balas rápido com medo de ser atacado por algum monstro ou boneco assassino.
Niniel: Se acalme, não tem com o que se preocupar, o sistema de defesa daqui é bem avançada e esta intacta, qualquer coisa que tentar entrar irá ser morto rapidinho. Diz ela olhando para mim.
Henri: Sei... Então porque aqui está vazio? Digo eu ainda nervoso e estava suando bastante, acho que era o mais assustado dos quatro.
John: Pode nos dizer como foi que caiu a cidadela? Diz ele ainda triste com a noticia porem curioso em saber o que ocorreu durante sua ausência.
Niniel: Não é óbvio? Veio um numero grandes de alienígenas para cima dos muros, apesar de termos segurado bem, acabou que só deu mesmo para evacuar algumas pessoas em quanto outras eram dilaceradas, escutei os gritos e era o inferno na terra a cidadela. Diz ela olhando para frente.
Agente 87: E porque esta aqui? Diz ele curioso, com o que ela estava fazendo e dó porque ela estar arriscando a vida sozinha.
Niniel: Vim aqui buscar itens médicos sabe? Remédios, esparadrapos, seringas, soros, vacinas e tubos de ar purificados, somente para conseguir permissão para morar em outra base, hoje em dia estas coisas e ter medicina como profissão valem ouro.
John: Não pode se render fácil assim! A cidadela pode ter caído, mas o que ela representa ainda está em você! Não acha melhor ficar como remanescente? Diz ele um pouco fora de si, talvez seja o impacto de ter perdido sua amada cidadela.
Niniel: Só pode estar chocado com a notícia, pois não esta a pensar na situação dela, John entenda ela caiu, foi destruída, eu não posso correr neste mundo sozinha, preciso de abrigo e se tem ainda uma base militar para me oferecer isso eu irei, então dane-se o que ela representa para ti! Diz ela entrando numa quarto revirando as prateleiras e guardando o que encontrava num caixote, logo depois abre um armário e joga algo para mim e diz. Vai precisar, não pode caminhar por ai sem armadura. Diz ela continuando o caminho.
John: Olha aqui mulher não me ignora se não... Diz apontando o dedo para ela, imediatamente o agente seguro o braço dele e o empurra contra a parede segurando o mesmo pela armadura peitoral.
Agente 87: Estou farto disso, ela mal aparece e você já esta assim sei que faz pouco tempo, mas poderia parar de ser uma criança! Encare! É assim que o mundo é! Este mundo é cruel, onde aqueles sem condições morrem! Diz ele empurrando o mesmo com força contra a parede e dando um soco parecendo querer dizer para o John acordar.
John estava realmente acabado, até porque pelo que parecia ele realmente entrou em choque e se distabelizou com a notícia, a cidadela realmente significava muito para ele, mas o que mais me deixou intrigado foi o tom de voz que o agente falou com ele, é como se o agente também tivesse perdido algo... Tomara que esteja errado até porque estas coisas não são boas o suficiente para acertar, portanto prefiro acreditar que nada de ruim aconteceu. Apesar disso tudo eu escutei um barulho de algo caindo, e neste instante senti um grande frio na espinha, mas continuei a andar pronto para atirar para qualquer coisa que entrar em meu caminho.
Niniel: A propósito esqueci-me de perguntar seu nome... Poderia dizer para mim? Diz ela com um sorriso em seu rosto.
Henri: Meu nome é Henrique, mas pode me chamar de Henri, já que todos em minha base me chamam assim... Digo eu escondendo meu medo deste lugar.
Niniel: Sei que está com medo, mas está fazendo certo, fique alerta, isso vale para os dois também, fiquem aqui e vigiem a porta, por favor. Diz ela entrando num quarto e o vasculhando, após um tempo ela pega uns tubos e diz. Achei, tubos de ar purificados, agora podemos sair. Diz ela com um sorriso no rosto em achar o que ela queria.
Henri: Bem troque isso para devemos sair daqui. Digo eu apontando para uma legião de ghouls vindo na nossa direção e bem próximos, depois que vi já comecei a correr, pois como falei não sou doido de me manter num lugar, principalmente com monstros dentro.
Todos acabam olhando para trás e começam a correr também, corríamos pelo corredor e atirávamos contra os ghouls que por incrível que pareça eram tantos que atirar não diminuía o suficiente, a tensão começou a ficar cada vez pior, porem por sorte, melhor graças à engenharia do lugar conseguimos achar a saída, corríamos a todo vapor na direção dela, porem quando eu, agente 87 e Niliel conseguimos sair John fica e trava a porta por dentro, a ultima coisa que ouvimos foi os tiros e em seguida os gritos de dor dele, viramos de costas para o hospital e continuamos ainda correndo para longe.
Neliel: Ele fez o que queria fazer, pelo jeito não queria viver em saber que a cidadela caiu. Diz ela ainda correndo segurando a maleta com tudo que ela queria inclusive os tubos de ar.
Ninguém respondeu, pois o momento tirou a sanidade de todos por uns instantes, no meu caso vi o quanto isso é um terror, e o quanto quero que tudo acabe, mas ao olhar para traz, notei que o Agente 87 via algo, o que me deixava bastante curioso para saber o que ele estava vendo; cada vez que fico no planeta, fica cada vez mais difícil de manter minha sanidade, pois a situação exige um grande controle do psicológico pois caso ao contrario tudo que só pioraria...
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