Death Zone - Orcos
3 Capítulo 3
Caminhávamos um longo tempo, realmente a cidade era grande, me pergunto porque de ser tão enorme, ou melhor para que, mas enfim, já estava anoitecendo no lugar, precisávamos claro de um abrigo, para dormirmos e ao mesmo tempo ficarmos seguros destes alienígenas, entretanto não achamos, pelo menos não nesta hora. Olhava meio cansado para Niniel e o agente 87 que ainda estava olhando no monitor da armadura do braço esquerdo alguma coisa que não sabia o que era o que me restou fazer foi fazer um sinal para Niniel e continuar olhando para frente, já que atenção é tudo nesta cidade.
Niniel: O que está fazendo? — Diz ela em voz baixa se aproximando do agente 87 que abaixa a tela do monitor.
Agente 87: Não é nada... Só estou vendo o mapa — Diz ele meio desanimado e escondendo algo.
Niniel: Vamos lá, não sou estas criaturas sabe? Eu não mordo, pode falar esconder só tornará ainda pior — Diz ela insistindo para ver o que tinha no braço dele.
Agente 87: Pelo visto se eu não mostrar você ira ficar para sempre insistindo né? — Ele abre a tela mostrando a foto de uma mulher e uma garota — Satisfeita? — Diz ele num tom meio exaltado.
Niniel: E quem são as duas? Se me permite saber claro — Diz ela olhando para a imagem.
Agente 87: São minha esposa e minha filha, esta foto é de anos antes da morte delas... -Diz ele num tom meio triste.
Niniel: Morreram de que? Doença? Acidente? — Diz ela meio curiosa.
Agente 87: Morreram por estas criaturas, presenciei a morte delas sem poder fazer nada, alem de perder a esposa não pude cumprir minha palavra a minha filha de apenas sete anos, que é de protegê-la. — Diz ele ainda magoado olhando para a foto.
Niniel: Realmente parece com a mãe, até os cabelos loiros se parecem, entretanto pelo visto não uma loira de olhos azuis — Diz ela sentindo pena do agente.
Agente 87: Não importa o que está feito, está feito. Nada ira trazer elas de volta para mim, entretanto é inadmissível manter estas criaturas vivas, depois do que fizeram com a minha família — Diz ele fechando o monitor e andando mais depressa.
Henri: Pessoal, achei algo... — Digo eu apontando para um homem caído no chão e que estava balançando os braços para a gente.
Após virmos o homem corremos a todo vapor na direção dele, até porque alguém estava vivo, isto pode ser bom, se ganharmos mais um membro pra equipe iremos sobreviver bem melhor, e outra que qualquer serviria, estou cansado de ser o corajoso do time, tive que enfrentar tanta coisa que alguém deveria estar no time só para não ser o único corajoso no time.
Niniel: Este bem, o que fazes aqui sozinho? — Diz ela levantando o homem que mancava e gemia de dor.
???: Estou, fui atacado pelos aliens, porem sobrevivi, graças aos céus — Diz ele erguendo a mão para o alto.
Henrique: Da onde você veio? — Digo eu apenas querendo bancar o educado.
???: Sabe vim de uma base militar distante daqui, se quiserem posso levá-los até lá... – Diz ele gesticulando com as mãos e apontando para norte.
Agente 87: Acho que não — Diz ele falando isso depois que atirou no meio da testa do homem, após o tiro ele guardou a arma e diz — Este homem mentiu, civis não saem das bases militares e sim soldado também não estava ferido, garras de ghouls ou zumbis são afiadas o suficiente para trazer grandes ferimentos profundos, ou seja, isso também faz o fato dele ter vindo de uma base distante ser nula, nenhum idiota sairia de uma base para caminhar para muito longe sem sequer levar um kit médico — Diz ele dando as costas e continuando a andar.
Henrique: É... Agente... — Digo eu meio com um tom com medo.
Agente 87: O que é? — Diz ele num tom meio exaltado, mas percebeu o que eu queria falar após ver pessoas mirando na gente por tudo quanto é canto.
Henrique: A gente se ferrou — Digo eu antes de tomar uma coronhada na cabeça.
Eu fiquei um grande tempo desacordado, estava tudo escuro, e tive aquele tipo de sonho onde passava tudo o que eu tinha passado, e de acontecimentos antes desta maldita missão, mas rapidamente sinto como se algo tivesse me agarrando em direção de algo, e também acabei sentindo ser jogando para dentro de algo, porem ignorei e continuei a sonhar, estava tudo tranqüilo até ser acordado pela voz do agente 87, assim abro devagar meus olhos me deparando com uma jaula, ou seja, conclui que estava preso e que fomos capturados... Sempre falam e vejo que tem razão quem fala o pior de um apocalipse nunca é o zumbi, nem os áliens nem ninguém, e sim outras pessoas.
Henrique: Onde estamos? Pelo visto fomos presos – Digo eu bastante nervoso com a situação e volto a dizer – O que faremos para sair daqui? Iremos morrer – Digo eu ainda nervoso com a situação.
Agente 87: Em primeiro lugar se acalme – Diz ele fazendo uma longa pousa fazendo gesto com a mão para eu me acalmar – Segundo lugar eu tenho um plano – Diz ele falando em voz alta e apontando para o guarda que tinha um facão e faz gesto de sim quando eu olho pro facão.
Apesar de achar aquilo tudo ótimo eu e o Agente decidimos pensar um pouco em como será executado o plano, até porque avia muitas pessoas por ai, e outra que se tentarmos algo agora, algo poderia acontecer a Niniel, e bem... Não queremos que nada aconteça a ela certo? O plano não tinha como acontecer tudo àquilo naquele momento, e como dizem um bom guerreiro sabe a hora de atacar e a hora de esperar, por tanto esperamos para atacar.
Tempo se passou e no cair da noite, os guardas abriram as selas, e miravam em nossas cabeças, eles bateram as armas em nos para andarmos, assim caminhávamos com os bandidos em nossas costas, eram homens bastante horrendos, com cicatrizes, alguns eram fortes, outros eram mais magros, e a minoria eram robustos; eles fediam bastante, pois acho que eles nunca tomaram banho em vida e só dedicaram seu tempo roubando as pessoas, entretanto muito não se via no rosto deles, pois estavam todos cobertos no rosto, pois estavam a utilizar mascarás, deduzi eles serem feios porque um deles não estavam usando mascará. Após uma longa caminhada pela base ficamos em frente a espécie de altar feita de pedra, fomos postos a cabeça sobre este altar.
Líder dos Bandidos: Por invadirem nossa área e matar um dos nossos soldados, condenamos vocês a morte em sacrifício aos nossos deuses! – Diz ele abaixando a mão e diz – Tomara que tenham uma boa carne, para eles ficarem bastante satisfeitos! – Diz ele com um sorriso.
Os soldados retiraram facões e os ergueu porem quando estavam prestes a triscar em nosso pescoço, eles receberam um tiro. O líder ficou sem entender o que ocorreu quando der repente, soldados cuja as armaduras eram marcadas com símbolos estranhos, os seus gritos demonstravam o quão destemidos eram, pois pareciam lutar com bravura e com bastante violência, bandido à bandido caia no chão, uns por tiros outros por esfaqueamentos com espadas, o líder deles tentaram correr, porem ele se deparou com algo inusitado, um criatura que parecia ter os músculos a amostra, sem olho, grande, e garras a mostra, enfia as duas mãos na barriga do bandido e o parte ao meio dando um imenso grito.
Niniel: Dá aonde este bicho veio? – Dizia ela meio sem entender da onde a criatura brotou – Ele por acaso estava preso – Diz ela tentando arranjar alguma explicação.
Henri: O que importa? Ele quer nos matar também! – Digo eu alem de assustado também nervoso com a situação.
Guerreiro: Se acalme o general dará um jeito nisso — Diz ele pondo a mão em meu ombro.
Após ter dito isso um homem de dois metros e quarenta centímetros caminha ficando alguns metros do monstro que tinha o mesmo tamanho que ele, e isso me assustava claro, o que ocorre é que o monstro corre na nossa direção mesmo a gente estando em maior numero e pula para ficar sobre o homem para poder matá-lo, porem ele olha uma estaca no chão e a ergue rapidamente fazendo o alienígena ser empalado, após fazer isso ele caminha até a mim, Niniel e o Agente, fica de frente para nos três, admito que ele não tem cara de simpático, e que o que ele iria falar não seria nada bom, até porque até agora só demos azar...
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