Death Note! Return.
1 Capítulo I - Retorno.
Notas iniciais
Bom, é minha primeira fanfic, nem sei se tá boa, mas bem... Espero ir melhorando ela até chegar ao gosto de vocês. =D'
1. O humano cujo nome for escrito neste caderno deverá morrer;
–
Eu espero à hora do julgamento das maças podres;
Eu serei aquele que verá a escuridão do mundo ser decepada;
Eu olharei para um novo mundo sob o céu imerso em vazio;
Eu serei a justiça, apoiado na fruta proibida da profecia;
Eu renovarei o contrato de revolução, junto com as proliferas trevas;
Eu verei a flor diabólica desabrochar no meu coração, destruindo todo meu ser;
E sobre os Olhos de Shinigami ceifara todo o pranto que sela os meus olhos;
–
15:25, Hokkaido – Japão.
– Mama, um caderno, olha, olha. – solta a mão de sua mãe e pega o caderno – ela olha a capa “Death note”, olha pro lado.
– Yo, menininha. – Diz o Shinigami.
– Kyyyyyyyyyyaa, um monstro, Mama. – grita. A mãe tira o caderno da mão da criança.
– Não mexa em coisas estranhas. – A criança vai embora tremendo.
– Tsss... Que feio, assustando criancinhas. – uma voz de mulher ecoou até o Shinigami.
– Kaze–sama, pensei que já tinha me abandonado.
– Não fale besteiras apresse-se. – O cabelo negro cacheado esvoaçou no vento, e o Shinigami seguiu a moça de corpo esbelto dourado.
Kanto – Japão.
– Sora, então... – O garoto entrega as notas a sua mãe – Uau, incrível, pontuação perfeita de novo, então o que vai querer pro jantar?
– Ebi Sakamushi.
– Sim, prepararei tudo. – ele sobe as escadas, tira uma caneta que protege a sua porta, e um papel que ele coloca na porta, entra, coloca a mochila na cama, abre a gaveta e em baixo de alguns livros e “Death note”. Sorri.
Era um dia nublado, não demorou muito para que começasse a chover, Sora caminhava lentamente segurando o guarda chuva e pressionando a bolsa contra sua cintura esbelta para que não molhasse, uma mulher no celular esbarra nele, os óculos dele cai e o guarda chuva voa. Ele pega os óculos.
– Tudo bem? – uma voz feminina perguntou. Ele consente e levanta – Não se machucou, mesmo? – Ele faz que não – Entra, está frio e você já está ficando gelado, vai pegar um resfriado se continuar aqui. Ele sorri de canto e entra em uma galeria de cd’s. Ela dá um café pra ele, que bebe tremendo.
– Desculpe, por lhe dar trabalho – falou calmamente.
– Sem problemas – Ela sorri, ele fica vermelho e abaixa o rosto. Logo a noite chegou e a chuva estiou. – Bom, tenho de ir, obrigado por tudo – curva-se.
– Imagina, sem problema Sora-kun.
– Muito obrigado mesmo, Hime-chan. – ela sorri.
– Posso te acompanhar até a estação mais próxima?
– Sim. – sorri de canto. Ela pega uma blusa de frio e vai com ele, aparece um homem de lenço vermelho na cabeça e uma tatuagem de serpente no braço, e sorri pra eles. Eles param.
–Yo, meu nome é Yukio, onde uma linda moçinha como a senhorita está indo essa hora da noite? – ela afasta – Own, o gato comeu sua língua, foi? Bem, tanto faz, descobriremos. Ele a pega pelo braço, e tenta beija-la a força.
– Me solta, me solta. – grita, bate no rosto do homem, que começa a babar de raiva, logo se ouve um assovio ecoando. Um grupo de homens mal encarados chega, e rodeiam Hime.
– Então, é essa aqui hoje? – sorri.
– Até que é gostosinha! – gargalha. Eles a seguram e começam a tirar a roupa dela.
– Não, por favor, não, parem. Sora, que até então estava paralisado de medo, resolve agir e dá um soco no primeiro dos marginais que encontra a sua frente. Todos se voltam a ele, e começam a bater nele, coronhadas, socos, chutes, ponta pés, murros. Ele cai no chão cuspindo sangue sem poder se mover. Os marginais voltam ao que estavam fazendo antes, e rasgam a roupa de Hime toda, e a estupram na frente de Sora.
– Pare, por favor. – ela grita.
– Você fala demais.
– Já falei pra cala a boca! – Um puxa uma arma e atira no coração de Hime.
– Hime! – Sora grita com a voz falha, por ter tantos machucados.
– Assim você cala a boca, né? Vadia. – vira pra Sora – agora é sua vez.
– Podre... Podre... – Sora resmungava baixo.
– O que tanto resmunga ai? Em... – O marginal chega perto de Sora e chuta a barriga dele que cospe mais sangue – Vai continuar me ignorando é? – aperta o cabelo dele.
– “O mundo está podre”, era isso que seu tio vivia dizendo, e esse foi o fim dele — lembrava Sora de sua mãe falando de seu falecido tio.
– Meu tio está certo... – fala pausadamente e roco – o mundo está podre, e pessoas como você é que o corrompe.
– Seu viadinho, o que disse? – aperta a arma.
– Ei, o que está acontecendo aqui? Polícia.
– Sujou, sujou. Um velhote.
– Garoto, eu vou chamar uma ambulância pra você.
– Não se preocupe comigo, apenas salve-a – aponta pra Hime caída no chão – Salve-a, por favor. – Sora levanta e sai.
– Garoto, você não pode sair assim está muito machucado, garoto. – Sora sai mancando.
–Podre, podre, podre... – ele falava infinitas vezes, quanto mais ele olhava para as pessoas ao redor mais aquilo o enojava, ele para em uma praça perto de um chafariz, e olha pro céu carregado, e começa chorar.
– Hime, me... – algo cai. – Ele manca até aquela coisa que caiu.
– Caderno da morte? Que palhaçada é essa? – ele pega e abre. – “O humano cujo nome for escrito neste caderno deverá morrer”. Que brincadeira é essa? Era só o que me faltava. Ele joga o caderno no chão, dá meia volta. Sora caminha normalmente na rua, escondendo o caderno no, sobretudo preto. – Devo ser mesmo um idiota. Olha pro caderno escrito “Death Note”.
– Se passaram um ano que eu tenho você, Death Note. – sorri, e olha o relógio. – Atrasado.
– Desculpe, mas não devo satisfações a você.
– Sempre frio comigo Raito Yagame, ou melhor, titio. – sorri.
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