Death Note: Resurgence

24 EXTRA # Seven Years After


Notas iniciais
Postando logo este capítulo, porque #medo de perder meus queridos leitores pelo último. ' _ ' Sim, o capítulo tá curto... Mals, mas não é exatamente um capítulo. É um extra, como vocês viram ali em cima, não é? Mais uma prévia ou um epílogo, se preferirem chamar assim... Bom, como eu falei, tava com ideia de postar uma nova fanfic como uma 'continuação' desta. Tenho em mente pôr Light ainda mais em foco do que nesta, dando alguns previlégios mais... marcantes ao nosso querido - ou não - assassino em série. E vocês entenderão melhor este extra: onde ele está, o que fez e o que pensa de sua "vida". Isso dependerá de vocês ( e um pouco de mim mesma, claro ). Se quiserem essa tal continuação, deem um toque... ou calem-se para sempre. : O / brinks : D Boa leitura e que Kira esteja em seus lindos e saudáveis corações < 3

Seven Years After

Sete anos depois

Um céu nublado estava devidamente colocado sobre as cabeças daqueles simples e cotidianos humanos. Seus passos os levavam para todos os lugares, mas ao mesmo tempo para lugar algum; sempre conformados com a situação em que conviviam, por isso não saiam do lugar. Contudo, apenas um daqueles entre a multidão já havia tentado dar o primeiro passo pouco correspondido. Presenciava, agora, como todos os outros a dor da conformidade...?

O homem possuía um capuz na cabeça, que estava costurado a uma jaqueta bem quente. Óculos escuros estavam encaixados em sua face protegendo sua identidade, mesmo que não houvesse luz solar para abrigá-los do sol. Caminhava solitário e ignorado pelos alheios e sorridentes humanos, com os fios de seus cabelos ruivos, que escapavam da touca, sentindo a brisa vespertina e fria. Seu andar interrompeu-se após seus olhos captarem uma imagem de uma garota, estampada na capa de uma revista numa fachada de uma lojinha. Ele parou e ficou observando a legenda que acompanhava a foto da menina bela, sedutora e loira:

\"Misa Amane estreia seu quinto filme com estouro de vendas na bilheteria.”

— .........

— Moço? Vai comprar? São apenas sete dólares... — disse mocinha da loja, aproximando-se do homem docemente.

— Não, obrigado. Estou apenas olhando — respondeu, sem desviar o olhar da revista.

— Pois bem... Fique à vontade!

A menina deixou o homem ali e foi atender outro cliente parado em frente aos jornais. Dois outros rapazes ao lado deste que observava a revista trouxeram seu interesse numa conversa:

— Fred, rapaz!

— Opa, cara! Quanto tempo...! Suave?

— Uhum, tudo tranqüilo... ei, você viu o que andam dizendo pela internet? — o parceiro aproximou o rosto do amigo e cochichou: Alguns caras daqueles adivinhos estão dizendo que depois de sete anos da queda de Kira, ele voltará e ainda mais poderoso.

— Hahaha... Relaxa mano... Dessa vez confirmaram que o que trazia este pânico todo foi destruído de vez... mas ainda não dizem realmente o que era. E nem quem era.

— Bom... eu também não acredito... mas o importante é que Kira agora é pra ficar na estante... hahaha!

— Sim, Hahahahahahaha! Eu sempre o achei muito otário...

Ambos saíram andando e rindo. O rapaz olhou-os de esguelha, cerrando os dentes ao proferir sussurrante:

— Como podem falar uma coisa daquelas na presença de seu Deus...? Essa humanidade não tem jeito. Mente fechada, humanidade idiota...

Os olhos do homem cintilaram para o vermelho, ofuscando até mesmo pelas lentes dos óculos escuros. Ele dirigiu-se para a rua, atravessando-a. No momento em que passou pelo asfalto e alcançou a calçada oposta, um grito encheu seus ouvidos.

— SOCORRO! LARGA! ME LAR-... AAAAAAAH! — berrava uma mulher, vendo sua bolsa ser levada das próprias mãos. Essa mulher caiu no chão com a mão na barriga, ferida por uma faca cravada pelo próprio ladrão. Pessoas saíram correndo, mas algumas se aproximaram e outras até tentaram correr atrás do homem agora desarmado.

No entanto, ele prosseguiu sem dar atenção. Eles deveriam ser punidos pelos próprios erros, agora. Uma banca de frutas estava posta bem à sua frente, mas a velha que cuidava da mesma estava demasiadamente absorta no crime para prestar atenção no furto bem debaixo do nariz.

Alisou a maçã que pegou sem pagar para a banca, mordendo-a com rapidez. O gosto doce da fruta o embriagou momentaneamente, o fazendo até escapar um esboço de sorriso. O sabor do pecado sendo cometido, o prazer de ver a velha falha alheia sendo compreendida tão errônea e impetuosamente...

\"\"

O que faria ele? Não iriam conseguir matá-lo à distância, e ele não deixaria ser morto tão fácil. O que lhe restava era apenas esperar pelo tédio de um Deus da Morte voltar a surgir, para que este jogasse sem culpa, intencionalmente, seu caderno homicida no mundo humano. Só assim, ele poderia deliciar e satisfazer novamente tudo aquilo que nem o vermelho de uma maçã pecaminosa poderia lhe envenenar... o que nem mesmo o som do lápis riscando um papel assassino poderia matar.

. . . . . . . .

Notas finais
Snif, snif... snif... Ãn? Não... Não estou chorando. Só caiu um cisco no meu olho. ; ____ ;

Ok, ok... considerações finais, caso a ideia da nova fanfic seja negada. - q

Foi MAIS DO QUE GRATIFICANTE para mim ver uma fanfiction minha progredir ao ponto de agradar a tantos leitores, sério. No começo sempre vi ela como um algo superficial, mas graças aos seus reviews e toques, eu pude perceber que de certa forma consegui realizar um dos meus desejos de vida. * ___ *

Agradeço a todo mundo que leu e mandou reviews, elogiou, criticou, apanhou e me matou (?), e até mesmo àqueles leitores que eu sei que estavam aí apenas silenciosos, acompanhando na surdina todos as palavras escritas.

E um agradecimento especial para Assa-chan, pois devido seu interesse lá no comecinho, eu pude colocar os dois pés nesta história e me levantar para me empenhar. Arigatou! * O *

. . .

É, acho que é isso. Se eu esqueci de algo, NÃO ESCREVAM MEU NOME NO DEATH NOTE. : )

Bye, bye, e... quem sabe, até a próxima história! o /

Snif... snif... ; __ ;

- q
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!