Death Note: Reborn
3 Capítulo 3 - Misa...
Notas iniciais
É, ela foi abandonada por quase um ano (faltam 7 dias pra isso), mas eu voltei galera.
Uns novos reviews que recebi me deixaram animados, e eu voltei a postar! Êba! Esse capítulo tá fraquinho, fiz de noite, com sono, mas acho que consegui dar a entrada "triunfal" que quero para o próximo capítulo!
NÃO ESQUEÇA DE DEIXAR SEU REVIEW!!
PS.: Não sei se vocês repararam, mas eu passei a história de primeira pessoa para terceira pessoa. Desde que voltei a ler livros decentes, vi que é melhor desenrolar a história na terceira pessoa. u-u'
Ao pronunciar seu nome, a shinigami apareceu logo, na janela de Nina.
— E então, Nina... Está pronta para usar o caderno? – perguntou Misa, com os olhos vermelhos brilhando.
— Na verdade, Misa, eu já usei. E é por este motivo que eu decidi lhe chamar. — disse Nina, mordendo os lábios em seguida.
— Parece que houve algo de errado querida... – A shinigami afastou os fios de cabelo-morto de sua face. – Você o usou de modo errado?
Neste momento, Nina virou-se e encarou sua “mentora” (ela estava de costas para Misa). Um peso atingia sua consciência, e ela não parava de se culpar. Porém, quando ergueu a cabeça e encarou aqueles olhos vermelhos, famintos de morte, todos os pensamentos ruins deixaram sua mente e foram substituídos por uma terrível sede de sangue.
— Não Misa, é só que... Eu queria saber mais sobre o Death Note, sobre shinigamis, e sobre você.
— Sobre mim? O que você gostaria de saber?...
— Você está diferente de ontem, Misa. Você veio muito alegre, cheia de felicidade... E hoje você está assim, séria. Nem parece que é a mesma pes... — ela hesitou, ao perceber que estaria chamando um esqueleto carnudo feminino, com olhos assassinos, de pessoa — Alma.
Era possível ver que Nina sentia-se inconfortável. Como ele chamaria, amigavelmente, uma deusa da morte?
— Pode se referir à mim como se eu fosse humana, sem problemas... — Neste momento, Nina teve a impressão de que além de matar, ela sabia ler mentes. — E em relação ao meu comportamento... É uma longa história.
Nina notava que naquela face imortal de Misa, expressava-se um sentimento.
— Misa, não precisa falar disso se não quiser... — disse a garota, quase sussurrando.
— Não, Nina, é importante que você saiba. Bem... Eu já fui uma humana, que como você, era usuária do Death Note. Meu nome era... Misa Amane. Você deve conhecer por meu envolvimento no caso Kira, certo?
— Na verdade não, mas, por favor, continue...
— Bem, o caso Kira ocorreu no Japão, onde eu vivia, há cerca de quatro anos. Um garoto, chamado Raito Yagami, achou um desses cadernos, e aos poucos ele foi descobrindo os milagres que ele poderia causar. Começou a usar o caderno assassinando fugitivos da lei, num geral. Mas isso virou um vício, e acabou o tornando um fugitivo da lei. E não tinha um assassino o perseguindo, mas a própria lei. Ele assassinou um grande detetive, Lawliet. E contou com um aliado nessa jornada...
— Não vai dizer que...
— Sim, eu sou esse aliado. Eu o ajudei, estupidamente. Perdi meu shinigami, deixei minha carreira de lado, e terminei por cometer suicídio. Mas os deuses da morte reconheceram o meu trabalho com o Death Note, e permitiram que eu me aliasse a eles. Agora, sou apenas mais uma shinigami.
— Certo, então... Você meio que tem medo de eu morrer e virar uma shinigami?
— Não... Tenho medo de você seguir o mesmo caminho que eu segui. Estou me sentindo feliz apenas agora. Sofri demais enquanto viva, minha querida, e pude me ver refletida em você. Não quero que você torne-se apenas mais uma mulher criminosa, mais uma peça no jogo de um homem.
— Não se preocupe Misa, eu não vou fazer nada disso...
— Olha Nina... É terrível ter que falar isso para você, uma garota tão bela... Mas você foi escolhida pelo Death Note, você está destinada a ser uma assassina. Sei o quanto isso incomoda, mas...
— Na verdade Misa, não vou punir quem o mundo acha que deve punir. Eu matarei quem eu quiser...
— Tome cuidado para não se precipitar, e matar quem não deve.
— Misa, ainda não percebeu?
A shinigami ergueu um dos músculos faciais, que corresponderia a uma sobrancelha.
— Eu não faço a morte acontecer, com este caderno, eu sou a própria morte.
Notas finais
Lembre-se de deixar o seu review! ;DD'
Sei que esse capítulo não teve sangue, morte, nem nada... É apenas uma conversa entre a Nina e a Misa, mas consegui uma coisa que eu queria há tempos: o bordão de Nina.
O bordão do Raito/Light era: Serei o deus do novo mundo.
Eu usei ele como uma base, mas Nina não vai punir criminosos (como você leu), e sim punir quem ela achar que deve punir.
Futuramente, novos personagens virão e velhos retornarão. Muito sangue, corações partidos, e uma garota assassina radical... Existe algo melhor que isso?
E para isso tudo, existe bordão melhor do que "Eu sou a própria morte."??
NÃO! TCHAAAAA! Amei o bordão!
NÃO ESQUEÇA DO REVIEW! U_U'
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