Death Note - Phoenix
6 Desconfianças
Misa está em sua casa, conversando com Moriko.
— Sabe Moriko, eu estive pensando, provavelmente Matsuda sabia que Light estava morto, mas não me contou. – Disse Misa pensativa. — Como você chegou a essa conclusão? – Disse Moriko indiferente. — Bem, Near havia convidado todos os membros da Força-tarefa pro galpão, deduz-se que Light estava perto de Matsuda. Então como ele poderia sumir assim tão de repente sem nenhum dos outros nota-lo? Ainda mais estando em um local fechado. Fora que, havia uma trilha de sangue, e eles não são idiotas. Por isso, eu acho que eles já sabiam da morte, mas por alguma razão decidiu não me contar. Mas eu vou descobrir! – Disse Misa decidida. — E o que você irá fazer? – Perguntou Moriko. — Eu já fiz. _____________________________________________________________________________ A porta do antigo Q.G. se abre, e Matsuda entra apressadamente procurando pelos vídeos enviados por Near. Ele procura por todas as partes, procurando por algo. Até que encontra algo familiar em cima de uma mesa. — Eu me lembro desse relógio — Pensa Matsuda consigo mesmo. – Mas não pode ser, o Light não o deixaria aqui. Preciso pegar esses vídeos e voltar para o Q.G. _____________________________________________________________________________ Enquanto isso, os outros membros da força-tarefa se encontravam no atual Q.G assistindo ao noticiário da TV Sakura, a fim de encontrar algo que fosse relacionado a Kira. “O motorista da Escola Manabu Kento, Kobayashi Sakamoto, morreu vítima de um ataque cardíaco, e fez com que o ônibus que transportava toda a turma do 3º ano, caísse dentro de um rio. Fazendo assim, com que todos morressem”. Disse o repórter. — Isso me parece muito estranho. – disse Aizawa. — Você não acha que isso está relacionado a Kira, está? – Perguntou Mogi. — Não sei, geralmente Light matava criminosos, não é de sua natureza matar crianças. — Isso pode ter sido apenas acidente. – Diz Arisu. — Mas vocês não acham estranho que o ataques tenham voltado repentinamente? – Perguntou Aizawa. — Será que tem a ver com o motorista? – Perguntou Mogi. – Será que ele já cometeu algum crime? — Se fosse o Light talvez ele só quisesse matar o motorista, e não sabia que naquele momento ele estaria transportando crianças. – Disse Arisu. — Vamos investiga-lo. – Disse Aizawa. — Não sei porque estamos relacionado isso ao Light ele está morto — Disse Mogi A Porta se abre, e todos se viram e veem Matsuda, que parecia estar um pouco assustado. — O que aconteceu? – Perguntou Mogi. — Além dos vídeos do Near, eu encontrei isso no antigo Q.G. – Diz Matsuda levantando o relógio. — Mas esse não era o relógio que Light estava usando no dia em que ele foi morto? — Sim, mas seria impossível que este relógio estivesse lá. — Você não acha que Light esteja vivo, acha? – Perguntou Aizawa. — Eu não sei, mas há uma possibilidade de que isso talvez seja verdade. — A propósito, houve outro ataque. – Disse Arisu. — Sério? — Na verdade, não temos certeza se foram ações do Kira. Mas é possível que sim. Um motorista de um ônibus escolar, sofreu um ataque cardíaco enquanto dirigia , matando várias crianças. — Nós já estamos pensando em investigar o caso, talvez o motorista possa ter cometido um crime no passado. – Disse Aizawa. — Se Light estivesse vivo, onde você acha que ele iria? – Perguntou Arisu. — Provavelmente, ele tenha entrado em contato com sua mãe ou com a Misa. Estou saindo. – Disse Matsuda se retirando. _____________________________________________________________________________ Enquanto isso na casa de Hideki — O que você vai fazer nesse dia de folga? Minhas maçãs já acabaram preciso de mais. – Disse Ryuk. — Hoje não posso, irei procurar mais vítimas, em outras escolas. Não quero levantar suspeitas. –Disse Hideki. — Como você pretende encontrar mais vítimas? — O resultado do exame nacional já saiu na internet, vou pegar os nomes dos quinze que tiraram as menores notas. — Mas você tem certeza que não daria para comprar minhas maçãs? Eu estou me contorcendo de fome! — Não Ryuk. _____________________________________________________________________________ Matsuda chega a casa dos Yagami. Sayu abre a porta, e o recebe com um beijo carinhoso. — Sayu, vim falar com sua mãe. – Disse Matsuda. — Você vai dize-la agora? – Perguntou Sayu. — Também, mas há um outro assunto que eu gostaria de tratar com ela. — Entre. Matsuda se dirigiu a cozinha onde estava Sachiko. — Matsuda, o que está fazendo aqui? Alguma notícia do Light? – Perguntou Sachiko. — Na verdade não, Senhora Yagami, estamos trabalhando no caso agora mesmo. E queríamos saber se a Senhora tem alguma notícia dele ou algo que nos ajuda na investigação. – Disse Matsuda. — Não tenho nada, nenhuma notícia do Light, eu gostaria muito de ter, além de ter perdido meu marido, não gostaria de ter perdido meu filho também, mas essa é a sensação que tenho que perdi meu filho.
— Tem certeza que não sabe de nada, qualquer coisa?! — Matsuda, se eu soubesse de qualquer coisa tenha certeza de que eu diria a você. – Sachiko estava começando a ficar irritada. Sayu entra na cozinha. Matsuda percebendo de que não adiantaria insistir no assunto, olhou para Sachiko gentilmente e disse: — Senhora Yagami, eu gostaria de tratar outra coisa com a Senhora. — O que mais você quer falar Matsuda? — Bom senhora Yagami, eu gosto da sua filha a algum tempo já, e eu gostaria de iniciar um relacionamento mais formal com ela , com seu consentimento é claro. Sayu olha pra Matsuda, ri e baixa a cabeça. — Você sabe, se fosse em outras circunstâncias, isso seria impossível. Afinal Soichiro nunca quis que Sayu se casasse com um policial. – Matsuda abaixa a cabeça. – Mas, eu estou ficando velha, Light desapareceu e Soichiro está morto, acho que Sayu precise de alguém que cuide dela. E se ela é feliz com você, então estou lhe dando minha permissão. — Obrigada pela aprovação. – Disse Sayu feliz. — Matsuda eu espero que você cuide bem dela. — Pode deixar Senhora Yagami, irei cuidar vamos nos casar logo, não é Sayu? – Disse Matsuda. Sayu fica vermelha e diz: — Ainda não Matsuda, está cedo demais. — Bom, agora eu preciso ir. – Matsuda beija Sayu e vai embora. _____________________________________________________________________________ Misa está em seu quarto com segurando um gravador: — Saudações meus queridos seguidores, gostaria de lhes informar que estou de volta. Eu sou Kira, limparei o mundo desta podridão em que se encontra, eu criarei um mundo diferente, um mundo em que o único governo será a justiça. Eu serei o governo, Eu serei o poder, Eu serei o novo Deus. Misa desliga o gravador. E olha pra Moriko. — O que você achou Moriko? – Perguntou Misa. — Está ótimo Misa, mas convenhamos, vocês humanos são estranhos.
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