Death Note - Phoenix
8 A Hora da Justiça
Hideki corre ao banheiro. Onde faz o acordo com Ryuk. Ele arregala os olhos e grita em dor.
Em seguida, ele pede a Ryuk que não o siga, e sai do banheiro.
Ele olha ao seu redor, procurando Aizawa. Até que o encontra e sussurra: “Shuichi Aizawa”.
Depois, sai correndo da Estação do metrô e vai para um restaurante, onde escreve o nome, a hora e a causa da morte de Aizawa.
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Aizawa pega o metrô, e vai ao Q.G. No caminho, após sair da Estação. Aizawa então retira a arma que está no seu bolso, a aponta pra sua própria cabeça... E dispara. Aizawa então cai no chão, a um quarteirão do Q.G.
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Enquanto isso, Matsuda chega à casa de Misa, sem saber da presença de Moriko. Ele instala as câmeras, e tem certeza de que não nenhuma pista que esteve lá.
Moriko que estava observando diz: — Humanos, são tão estranhos.
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Enquanto esses acontecimentos ocorriam, Mogi estava assistindo a TV Sakura junto com Arisu. No momento, a TV estava transmitindo uma novela.
- Isso só acontece em novelas. – Disse Arisu.
- O que? – Perguntou Mogi.
- O amor.
- Você não acredita que alguém possa gostar de você da forma que você é?
- Eu não acredito nele porque eu simplesmente não confio em ninguém, as pessoas mentem e eu não sou idiota em acreditar nelas. Ele pode até acontecer com outras pessoas, mas não comigo.
- Você nunca teve nenhum namorado?
- Já, e eu era cegamente apaixonada por ele. Mas, ele me traiu. Desde então, eu não pretendo ter relacionamentos com mais ninguém.
- Mas você não pode culpar todos por um erro que apenas um cometeu.
- Várias pessoas cometem o mesmo erro. As pessoas não traem porque precisam trair, elas traem porque não se sentem satisfeitas, mas elas não sabem que fazendo isso não irão conseguir nenhum tipo de satisfação. Elas apenas vão machucar outras.
- Talvez você devesse dar uma chance a você mesma, você é uma mulher muito especial pra ficar sozinha pro resto da vida.
- E você Mogi?
- Eu sempre fui muito centrado no trabalho, então nunca tive relacionamentos sérios.
- Você acredita no amor?
- Sim, acredito. E eu... – Mogi é interrompido pela porta se abrindo e Matsuda entrando.
- Onde está Aizawa? Ele ainda não chegou? – Perguntou Matsuda.
- Nós estávamos tão centrados na TV Sakura, que nem percebemos o tempo passando. – Disse Mogi.
De repente, o celular de Matsuda toca.
- Alô, quem é? – Respondeu ele.
- Alô, o senhor é parente do Shuichi Aizawa?
- Não, mas eu trabalho com ele, por quê?
- Sinto lhe informar que encontramos o corpo dele, próximo ao Restaurante Amaya Asami, parece que ele suicidou-se.
Matsuda arregala os olhos, e diz: — Obrigado pela informação. – E desliga o celular.
- O que aconteceu? – Perguntou Mogi percebendo a expressão de Matsuda.
- A-Aizawa est-tá m-morto. –Disse Matsuda gaguejando.
Todos vão ao local que Aizawa foi encontrado morto.
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Enquanto isso, Moriko espera Misa no estacionamento do Prédio.
- O que você está fazendo aqui? – Pergunta Misa surpresa que a Shinigami estava fora do apartamento.
- Eu só digo se você me der outro pacote de balas. – Disse Moriko.
- Não, por que eu faria isso?
- Porque eu tenho uma informação que você iria gostar.
- Vamos, diga logo, depois compro suas balas.
- Promete?
- Sim, prometo.
- Um homem entrou em seu apartamento e instalou câmeras por todos os lugares.
- Quem foi?
-Você já quer saber muito, essa informação lhe custará muitas balas.
- Qual o nome dele?
- Não costumo ajudar humanos, mas eu posso te dizer que ele era alto, magro, usava terno e tinha os cabelos pretos e um pouco escorridos.
- Matsuda. –Disse Misa pra si mesma.
- Enfim, eu quero minhas balas.
- Moriko, espero que você entenda que a partir de agora, eu não vou poder mais falar com você, pelo menos não no apartamento. E você também não poderá comer balas lá, afinal não é muito normal ver uma bala de cereja flutuante.
- Está bem.
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Matsuda, Mogi e Arisu chegam ao local onde estava o corpo de Aizawa.
- Já fazia muito tempo que ele está aí? – Pergunta Matsuda a um legista.
- Não, faz pouco mais de uma hora.
Um policial entrega um envelope a Matsuda.
- O que é isso? – Pergunta Matsuda.
- Não sei, foi encontrado junto ao seu amigo. – Disse o policial.
- Obrigado. – Disse Matsuda guardando o envelope no bolso. – Vocês já avisaram a família dele?
- Sim.
Matsuda e sua equipe então voltam pro Q.G.
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Horas depois, eles já estavam assistindo a TV Sakura esperando começar o programa anunciado mais cedo.
Uma abertura então se inicia.
- Boa noite, Eu sou Keiko Mari, e vou apresentar o novo programa “A Hora da justiça”. Nesse primeiro programa irei divulgar o nome de cinco criminosos e a partir de amanhã, irei lhes mostrar a Justiça do nosso Deus.
Em seguida, apareceram os nomes de cinco criminosos, acompanhando-os, estavam as suas respectivas fotos.
- Isso é doentio! – Gritou Matsuda.
- Não podemos permitir que isso aconteça. – Disse Arisu.
- Precisamos tirar isso do ar. – Disse Mogi.
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Hideki também estava assistindo à TV Sakura e se interessou pelo o que estava vendo.
-Interessante — Disse ele. – Preciso conhecer o Kira. – Ryuk ri. – Por que você está rindo?
- Esse não é o Kira que todos estão pensando. É um novo Kira.
- E como você sabe disso?
- O antigo Kira foi o dono deste caderno.
- Eu preciso conhecer este novo Kira, eu poderia ajuda-lo e ele poderia me ajudar.
- Se o outro Kira segue os mesmos preceitos do antigo Kira, ele não vai gostar muito de você.
- Não entendo.
- Você mata crianças, ele mata criminosos. Ele acha que faz justiça matando criminosos, e segundo os olhos dele, você é um criminoso.
- Bem, eu tenho uma vantagem, eu fiz o acordo. Você acha que ele também fez?
- Não sei.
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Misa assiste a TV Sakura, sem demonstrar nenhuma reação brusca, por causa das câmeras. Ela gostou do programa, e pretendia matar o criminosos que foram divulgados, mas ela sabia que não podia usar o caderno no apartamento, teria que pensar em um lugar para usa-lo. O que ela iria fazer?
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