Death Note: Céu ou Inferno?
2 Onzeiro
Notas iniciais
Nesse capítulo aparece o onzeiro, que é uma espécie de banqueiro, agiota ( que realiza empréstimo ), que por algum motivo era condenado pela Igreja naquela época e por isso está na história.
Espero que gostem^^
— Depois dessa peça é melhor nós escondermos muito bem o Death Note — Near comentou.
— Por que? — Matsuda.
— Porque o Yagami vai voltar com a idéia de julgar todo mundo — explicou Matt.
Voltando à peça...
— Agora quem se aproxima da barca do Inferno é um Onzeiro — o narrador informa.
Mogi se aproxima de Raito, andando rígido, usando um terno bem antiquado e diz gritando — Para onde vai esta barca?
— Mogi-san, não precisa ficar tão nervoso — Raito sussurra e volta ao personagem — Oh! Em que má hora vem, Onzeiro meu parente! Por que demorou tanto?
Mogi continua, sem alterar em nada sua postura rígida e seu volume de voz — Quisera eu demorar mais, na tarefa de ganhar dinheiro.
— Ora, eu muito me espanto que não se livrou do dinheiro! — apontando para a bolsa que o outro carregava.
— Trouxe para o barqueiro.
— Pois entre! Entre aqui! — gesticula Raito.
— Não irei embarcar! — diz ainda gritando. Raito estava começando a ficar com dor de cabeça.
— Mas por que tanto receio?
— Porque ainda não disse, para onde é a viagem?
— Para onde você tem que ir.
— Isso não responde.
— Iremos ao Inferno.
Mogi dá um pulo pra trás — Arre! Não vou em tal barca! Vou ver é a outra.
Decidido vai até L.
— Vai partir logo?
E para onde quer ir — L não dá muita atenção.
— Para o Paraíso.
— Pois eu estou bem longe, de te levar até lá. Esta barca seria para quem você enganou.
— Por que?
— Porque esta bolsa de dinheiro tomará todo o navio.
— Juro por Deus que está vazio! — Mogi começa a balançar a bolsa para mostrar que está vazio, mas caem um monte de doces de dentro dela.
— Ah, foi aí que eu guardei? — L se abaixa para pegar um pacote de biscoito e começa a comer despreocupado.
— Então eu posso ir? — Mogi tenta consertar.
L olha para ele sem entender até que se toca — Ah é, a peça. Não, não pode, seu caminho é outro.
L se agacha outra vez e continua a comer, enquanto Mogi volta para Raito.
— Ei, seu demo! Quero voltar ao mundo para buscar meu dinheiro.
— Então traz mais sorvete? — L grita do outro lado.
Mogi ignora — Quem sabe com dinheiro, aquele outro marinheiro me deixe passar.
Raito começa a empurrá-lo em direção à barca — Nem pensar! Entre logo!
— Mas... Mas...
— É inevitável! Entre, que irá servir Satanás, pois ele sempre te ajudou.
— Oh, destino cruel... — lamenta Mogi, mas como ainda estava gritando, não pareceu lamentar nem um pouco.
Na platéia, Roger tentava se convencer — Ainda dá para salvar a peça...
— Será? — Watari ergue as sombrancelhas.
— Vai depender do Raito e do Ryuzaki — Yagami Soichiro diz.
Roger e Watari se encaram e dizem juntos — Então já era.
Fale com o autor