Dear Teacher

6 Capítulo 5 - Álcool e cavalheirismo


Notas iniciais
nuss, já faz quase 1 mês q não atualizo a fic? D: ok, fiquei realmente sem ideias. Sabe aquele bloqueio criativo q vc vê os ficwriters falarem? Então... Meio q tive isso. Acho que isso levou ao caminho um tanto inesperado desse cap. SIM. Inesperado! O.o Pro fim do cap deixei uma surpresinha pra vcs! ;) Enjoy!!*

O despertador do nosso quarto começou a apitar de um jeito irritante pela manhã. Oh, isso não está acontecendo! Uhg! Me virei e apertei meu travesseiro sobre minha cabeça. Hoje é sábado. Por que Ellen iria ativar o despertador?

O bipe parou, finalmente, e senti minha amiga me cutucar com força em meu ombro.

– Hey, Catherine. O que vai fazer hoje? – ouvi sua voz ainda se firmando para falar.

– Dormir. – resmunguei, louca para voltar a entrar em coma de novo.

– Hum... Vou passar o dia fora. Não quer vir comigo?

Passar o dia fora? Como assim? Desde quando? Tirei meu travesseiro de cima da minha cabeça e equilibrei meu corpo sobre meus cotovelos.

– Para onde está indo? – perguntei com minha voz de sono.

Ela passou os dedos pelo cabelo enquanto mordia o lábio.

– Derick me convidou para passar o dia na cidade, mas estou com medo de ficar sozinha com ele. Você sabe. Ele não é muito confiável, e preciso muito de você. Por favor!

Não tenho como dizer não para Ellen. Jamais vou a deixar ser mais um nome na lista do Derick.

– Tudo bem.

Nos arrumamos e amarrei o cinto de meu casaco bege para cobrir meu vestido. Tinha medo de que minha amiga pensasse que eu estava mais arrumada do que o necessário para a ocasião. Me virei no momento em que a encontrava tirando seus óculos para os deixar sobre sua escrivanhia e vestir seu casaco azul marinho com botões dourados.

– Ellen, você vai deixar seus óculos aqui? – perguntei sabendo que ela não via muito bem sem eles.

Ela mordeu o lábio pensando.

– Mas sem eles eu fico mais bonita. – murmurou.

– Pelo menos o leve na sua bolsa. – pedi, apanhando minha bolsa e meu celular.

Ela fez um muxoxo e fez o que recomendei. Saímos e nos encontramos com Derick na saída da universidade, mais galante do que nunca e me ignorando descaradamente. Acho que pensou que talvez eu pudesse ficar com ciúmes dos dois ao meu lado, mas isso só me magoou. O que fiz pra merecer esse tratamento? O mais perto da resposta que cheguei foi o que aconteceu ontem de manhã, quando Alan chegou e ele saiu irritado.

Os dois ao meu lado estavam se dando bem, às vezes com algumas implicâncias infantis da parte de Derick só para irritar Ellen, o que me fez relaxar por ele não estar passando dos limites da amizade entre eles. Ao meio dia ele nos convidou para almoçar em um restaurante perto de onde estávamos. Assim que entramos Ellen anunciou que iria ao banheiro, nos deixando a sós para procurar uma mesa.

– Derick. – o chamei e fui ignorada.

Ao invés de me responder ele caminhou até uma mesa redonda perto da parede e se sentou. Me sentei ao lado dele de propósito, apoiando meu braço na mesa e o girando meu corpo para o encarar.

– Quer me dizer por que está me ignorando? – joguei de novo, em voz baixa para não chamar atenção dos outros clientes.

Seus olhos azuis percorreram o local antes de chegarem ao meu rosto. Duas íris de gelo.

– Por que veio? Não tinha nada melhor para fazer?

Ouch! Aquelas palavras atravessaram meu peito como espadas em brasas.

– Não. – falei por não ter nenhuma resposta melhor.

Ele riu baixo. Seu comportamento comigo extrapolava o estranho.

– O problema é com o Alan? – perguntei, esperando alguma explicação melhor.

– Não. Parece que com ele não tem nenhum problema, não é mesmo? Mas qual é o problema comigo?

Não acredito que ele estava perguntando “Por que ele e não eu?” pra mim bem no meio do seu encontro com a Ellen. Meus olhos arderam de raiva por alguém ter pensado algo tão surreal como eu e o Alan juntos, e por esse alguém ser tão próximo a mim e tão burro.

– O problema é que você é um idiota! – minha voz saiu mais alto do que queria fazendo várias cabeças se virarem para nós, mas nem liguei para isso.

Me levantei e saí dali antes que perdesse meu juízo no meio daquelas pessoas. Caminhei rápido entre o formigueiro humano das calçadas do centro até encontrar uma entrada para o metrô. Queria sair de perto daquele idiota retardado que era o Derick e ir para bem longe de todo mundo. Amigos sempre foram muito preciosos para mim, e ser tratada do jeito que fui por alguém que tenho um carinho enorme não estava sendo fácil para mim.

Entrei naquele trem subterrâneo entre as outras pessoas e me agarrei a um pilar de ferro gelado para tentar por em ordem meus pensamentos. Fechei meus olhos, suspirando, e escorei a testa no metal em que me agarrava. Tenho um trabalho de latim, outro sobre as obras de Shakespare para a Ms. Prout que vai levar a gente na bendita excursão pela Itália semana que vem. Tenho também que pedir para alguém me ajudar na matéria do Mr. Grunt, que não consigo me concentrar direito nas aulas. Abri meus olhos, sentindo meu rosto quente, quando me lembrei da sua visita inesperada ontem no meu dormitório.

Não. Não posso pensar nisso. O que é que há de errado com você, Catherine? Não consegue nem manter uma linha de raciocínio coesa por causa daquele homem! Pela primeira vez senti vontade de perder meus sentidos apenas por um momento, para não sentir o mundo a minha volta. Senti vontade de beber. Minhas únicas vezes que ingeri álcool foram em festa de família. Algumas poucas taças de vinho ou champanhe, uma ou duas garrafas de cerveja e nada além disso. Mesmo com esse pouco contato já conhecia o efeito de flutuar no infinito sem pensamentos, e era disso que precisava agora.

Desci na próxima estação, saindo em um bairro mais afastado do centro com poucas lanchonetes e lojas entre os prédios residenciais antigos e marrons com suas árvores sem folhas por todos os lados. O primeiro pub que encontrei chamou minha atenção de modo especial. Sua fachada não era tão larga, mas a madeira escura e os cartazes de cervejas antigos e amarelados ainda pregados na vitrine deram um ar de anos quarenta que me deram nostalgia de um tempo em que não vivi. Esse seria um bom lugar para afogar meu estresse sem ser descoberta.

Empurrei a porta antiga, entrando ali e percorri os olhos pelo lugar. Um comprido balcão escuro dividia as bebidas dos bancos altos do outro lado dela e das mesas espalhadas confortavelmente. Três senhores conversavam sobre futebol na mesa ao lado da porta e dois homens estavam em mesas diferentes cada um entretido em seu notebook. O fato de ser a única presença feminina ali não me assustou. O ambiente morno me deixava confortável. Caminhei até o balcão e me sentei em um dos bancos que girou para os lados conforme me mexia sobre ele.

– Em que posso ajudar? – o garçom, um senhor de sessenta anos mais ou menos, me perguntou com um olhar curioso.

Percorri os olhos pelo o que havia no estoque atrás dele e me notei que talvez fosse muito cedo para doses de vodca ou tequila.

– Uma stout(*cerveja preta de alto teor alcoólico), por favor. – pedi desamarrando o laço do meu casaco e o desabotoando, para ficar mais confortável.

A cerveja era doce como chocolate e amarga como uma cerveja comum ao mesmo tempo, com cheiro de café. Depois do terceiro copo e de ficar tentando contar quantas riscas tinha a madeira do balcão o garçom tentou ser amigável comigo.

– Sabe moça – ele falou baixo para que só eu ouvisse – a bebida não é o melhor jeito de resolver os problemas. Todos os dias vejo homens beberem por diversos motivos, mas para uma moça tão jovem é triste ver que essa foi a melhor alternativa que achou para o que acontece em sua vida.

Dei um sorriso tímido brincando com o grande copo entre minhas mãos.

– Vocês homens são tão fortes e corajosos, mas terminam aqui sempre que querem fugir de algo. – comentei, me lembrando do dia em que vi Mr. Grunt bebendo uísque por uma janela de um pub no centro. – Outra, por favor.

O garçom suspirou e pegou meu copo para enchê-lo mais uma vez. Alguém se sentou ao meu lado, e eu já não me importava com o que acontecia ao meu redor para ver quem ocupou o banco vizinho.

– Uma para mim, também.

Não ergui os olhos das minhas mãos sobre o balcão até a cerveja ser empurrada para mim, me fazendo suspirar e pagar o garçom. Minha cabeça estava leve e, será que vou conseguir achar o caminho para a faculdade? Dei grandes goles até o meio do copo enquanto o cara do meu lado a recém recebia a bebida dele.

– Tem te conhece nem desconfia que bebe assim, senhorita Johnson.

Ao ouvir meu nome minha cabeça girou automaticamente para o homem ao meu lado, e paralisei. Como foi que ele chegou aqui? De jeans, camisa e cachecol cinzas e um casaco preto Mr. Grunt parecia mais jovem levando sua cerveja até seus lábios curvados em um sorriso. Mais bonito e perfeito do que no meu sonho.

Pisquei e voltei a atenção para meu copo. Não acredito que já estou imaginando coisas. Esse vai ser o último copo e vou voltar para meu dormitório. Terminei minha cerveja com pressa e me levantei, sofrendo para me equilibrar. Por que, raios, fui por essa porcaria de salto hoje?

Caminhei para fora do pub, sentindo o sol terminar de embaçar a rua para mim. Parecia que conforme caminhava o álcool ia aumentando o seu efeito. Parei na esquina e olhei para as placas com o nome das ruas. Onde eu estou? A alça de corrente da minha bolsa escorregou do meu ombro e caiu, abrindo a bolsa e espalhando o que tinha pela calçada.

Desci minha cabeça para ver o que tinha acontecido e tudo girou. Levantei minha cabeça antes que caísse por cima das minhas coisas e olhei em volta. As poucas pessoas estavam longe de mim, algumas me observavam, como as duas mulheres de uma pequena floricultura no quarteirão em frente, que olhavam para mim preocupadas.

Um vulto negro chamou minha atenção no chão, e dei dois passos para trás para conseguir ver Mr. Grunt curvado, recolhendo minhas coisas com rapidez para dentro de minha bolsa. Ele a fechou e estendi minha mão para pegá-la, mas ele a tirou de perto de mim.

– Já comeu alguma coisa, senhorita Johnson? – seu tom era de repreensão, me deixando envergonhada sem motivo.

Pensei e pensei. Era difícil me concentrar, mas lembrei que não havia comido nada desde que acordei. Nada desde ontem.

– Então?

Voltei a realidade e balancei minha cabeça em negação. Ele suspirou e se aproximou de mim. Meu coração disparou quando pousou sua mão nas minhas costas e murmurou “Venha”. Fui guiada até um carro prata perto do pub de que acabei de sair que depois de apitar, Mr. Grunt abriu a porta do passageiro e me ajudou a entrar.

Ele vai me levar para a faculdade, ainda bem.

Mr. Grunt entrou, ligou o carro e saímos.

– Sei que não devo me intrometer – ele disse – mas parece que esse tipo de comportamento não é do seu feitio. O que aconteceu?

Virei meu rosto para a janela, ignorando a pergunta. Entrávamos em um bairro residencial, com várias casas tradicionais idênticas. Paramos em frente a uma, no meio do quarteirão.

– Onde estamos? – perguntei, o vendo descer do carro.

Ele contornou o veículo e abriu minha porta.

– Na minha casa. Não seria legal te levar para qualquer lugar nesse estado.

Engoli em seco. Na casa dele?

Sua mão grande estava estendida na minha frente para me ajudar a sair do carro. Ajuda que aceitei. Com uma mão nas minhas costas, me guiando, fomos até a porta branca. Como será que é o lugar onde o Sr. Grunt mora?

O corredor largo revelava uma sala de TV à direita, uma sala com lareira à esquerda, uma porta branca aberta no fim do corredor mostrava uma parte do que era a cozinha e uma escada branca levava ao segundo piso. Aqui dentro era bem aquecido.

– Me dê seu casaco. – pediu.

Levei minhas mãos para desatar o laço que prendia meu casaco e vi que andei com ele aberto o tempo todo. As mãos do Mr. Grunt já estavam em sua gola, o deslizando pelos meus braços para longe de mim. Assim que pendurou meu casaco junto com os dele atrás da porta, caminhou para a cozinha. Sem ter outra opção o segui, entrando a tempo de o ver digitar o tempo no microondas.

– Como você foi parar lá? – perguntei, ainda no batente da porta da cozinha.

Ele me olhou como se estivesse se divertindo em me ver alterada.

– Desculpe, como assim?

– Lá no bar. Por que você estava lá?

– Ah, sim. – ele sorriu para o prato girando no microondas – Sempre vou lá. A questão é como você, senhorita Johnson, foi parar lá?

Cada vez que o ouvia me chamar de senhorita Johnson um pouco da minha paciência ia embora. Por algum motivo aquilo me irritava.

– Dia ruim. – resmunguei e olhei para o outro lado, fingindo me interessar pela decoração.

O ouvi suspirar, abrir o microondas quando este apitou que o tempo havia acabado, tirar um prato cheio de macarronada dali e o levar para uma mesa para quatro ali perto de mim.

– Aqui. Você precisa comer. – descansou o prato no lugar mais próximo de mim e puxou a cadeira, me esperando.

Cambaleei até lá, me sentando e comendo. Não notei nada do que acontecia a minha volta, só sei que aquele macarrão estava muito bom mesmo (ou era eu que estava morrendo de fome) e quando estava terminando vi um copo de refrigerante ser posto na minha frente.

Terminei de comer e beberiquei um pouco do refrigerante extremamente doce. O efeito do álcool já tinha passado quase por completo, mas agora me sentia sonolenta.

– Obrigada. – murmurei para meu prato vazio. – Desculpe por ser um transtorno.

Sua mão apareceu levando o prato embora e levantei meus olhos vendo suas costas cobertas apenas pela camisa cinza que ele empurrava as mangas pra os cotovelos para começar a lavar o prato. Continuei bebericando meu refrigerante o assistindo em seu momento dona-de-casa.

Mr. Grunt secou as mãos em um pano de prato e saiu para o corredor. Ouvi a televisão ser ligada e me levantei, indo para a sala de TV que vi quando cheguei aqui. Meus pés ainda estavam pouco confiáveis levando meu corpo cambaleante até meu anfitrião que saiu da sala e me ajudou a ir até o sofá em frente à TV.

– Senhorita Johnson, quando estiver melhor, por favor, me avise. Não seria bom chegar assim na universidade. – pediu educado, enquanto eu me sentava e assistia o noticiário.

– Sim. – murmurei.

Em algum momento caí no sono.

– Exclusive POV –

Os fios castanhos cobriam uma parte daquela face branca e delicada que dormia na minha frente. Mas não era seu rosto que me incomodava. Desde que a vi no bar, o vestido rosa claro curto, a meia-calça fina preta em suas pernas automaticamente cruzadas, o salto, era como se visse outra versão daquela aluna inocente e desastrada que conheci. Outra versão mesmo. Quando a vi beber como meu pai as palavras saíram sem minha permissão e ela me olhou, com seus olhos marrons avelã como se tivesse visto um fantasma. Não contava encontrar alguém conhecido por ali. Mas isso não explica o porquê de estar naquele bar ao meio dia enchendo a cara.

Seria por minha causa? Suspirei passando as mãos em meu rosto e me espalhando pelo sofá ao lado do que ela dormia. Sou muito burro. Muito burro. Pareço um adolescente pensando nela. Estava muito bem até ela andar sem olhar para frente na biblioteca, esbarrar em mim e cair. Pude ver tudo com aquela saia, até mesmo que sua vergonha durou dias até me procurar depois da aula. Para assim que eu sair aquele garoto entrar... Eles estavam tão íntimos, tão próximos que poderiam se beijar. Por algum motivo aquilo ferveu meu sangue. O motivo provavelmente seria minha imaginação que ainda voltava à cena da biblioteca em vários momentos do meu dia e se encarregava de dar uma continuação diferente cada vez que pensava nisso.

O pior foi ver os dois, no dia seguinte, cansados como se não tivessem dormido direito, andando pelos corredores. Aquilo fez eu me sentir como um perdedor. Já fui universitário, sei o que é trazer uma garota pra seu quarto no meio da noite. Mas parece que a noite foi pouca para eles nem dormirem, o que não deixou me concentrar no planejamento das minhas aulas. Pensei ser uma boa ideia ir até a biblioteca para buscar algum livro para me orientar melhor e a encontrei dormindo sobre a mesa. Antes que a bibliotecária a encontrasse puxei meu caderno de anotações, em uma folha em branco, e tracei alguns contornos dela dormindo. Catherine, escrevi no alto da folha quando a bibliotecária veio a acordar e troquei para minha real folha de anotações e fingi tomar notas de um livro que havia sido esquecido aberto ali perto de mim.

Por que fiz isso? Ainda me pergunto. Fiz porque, que nem agora, ela dorme de um modo tão sereno que parece um anjo.

Ela saiu com tanta vergonha que esqueceu o casaco. Acho que nem sabe que gritei “Catherine” várias vezes contra o vento pelo pátio enquanto a via correr para seu dormitório. Era apenas para devolver o casaco, mas ao vê-la tremer várias idéias passaram pela minha mente e tentei me manter no juízo perfeito quando a fiz me abraçar. Finalmente a tinha tão próximo a mim, sozinhos, em um lugar praticamente vazio. Seu corpo junto ao meu, sua cabeça em meu peito. Minhas mãos estavam em suas costas, e poderia percorrê-las pelo resto do seu corpo se quisesse. Com certeza, isso iria te aquecer de verdade. Sabia que mais tempo exposto àquilo mexeria com meu corpo e tive que nos separar, mas não queria ir embora. Uma desculpa de ver seu estado febril me permitiu decorar cada detalhe do seu rosto que levei comigo em segredo.

Um suspiro me puxou para a realidade e virei minha cabeça para Catherine, pensando que estava acordando, a vendo se mexer um pouco para encontrar uma posição confortável e voltar a dormir. Eu poderia aconchegá-la junto a mim. Poderia deixá-la em minha cama... Fechei os olhos e tomei oxigênio. Já chega! Hoje vai ser o último dia que vou pensar nela. Não posso deixar isso ir além. Se alguém descobrir vou entrar em uma situação complicada... Droga! Preciso ser forte.

Notas finais
Pedradas e sapatos voando são aceitos tbm! :) Oh! E enquanto minha mente estava em hiatus tive uma ideia. Acho que vou fazer algumas ones dos casais da fic. Ideias surgiram junto com alguns rabiscos... Assim que ficarem prontas vou postá-las. ;) Gente, nunca tomei aquela cerveja lá, viu? Só tentei descrever ali o que pesquisei ;) E quero acrescentar que os copos são grandes, devem ter uns 400 ou 500 ml pelo tamanho que vi o.o Bjs!!*