Notas iniciais
Heeeeey!
Mais um capítulo.
Obrigada à todos os 80 leitores e leitoras que estão acompanhando a fic. Vocês não sabem como me deixam feliz.
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Sobre o quarto dos bebês, quem fez foi meu noivo. Ele fez um vídeo de presente pra mim, em comemoração à nosso aniversário de 1 ano e colocou o quarto dos bebês (quem sabe nossos futuros filhos?).
Então, para vocês visualizarem melhor, aqui está o link:
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https://www.youtube.com/watch?v=AtlBeqVC4sc&feature=youtu.be
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Pessoas lindas do meu coração, meu noivo entrou nessa epidemia de Apocalipse Zumbi e está fazendo uma fic sobre. Não lembro se foi nessa fic, mas eu já divulguei uma história dele e nenhuma das leitoras que foram ler se arrependeram. Tanto que até comentaram e recomendaram.
Tenho certeza absoluta que essa fic não será diferente.
Dá uma passadinha lá, são só três minutos. Não custa nada :3
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http://fanfiction.com.br/historia/340128/A_Voz_Da_Morte
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Capítulo dedicado à Snapelicious MINHA LINDA LINDA LINDA RUIVINHA ♥
Eu piro demais com as paródias que ela faz.
Espero que gostem
Beijos
♥

10 de Abril de 1997

Desci do ônibus e comecei a andar pela calçada vazia. Trançava meus fios loiros, enquanto mordia o lábio e pensava em como fazer algo desse tipo.

- “Oi pai, oi mãe! Sabe... Eu gostaria muito se vocês me dessem algum dinheiro, só pra poder, vocês sabem, pagar as contas e deixar tudo em dia...” – Murmurei, afinando a voz. – Que idiota.

Atravessei a rua e passei num gramado que já pertencia à propriedade Phelps.

Olhei para os lados. As flores do jardim estavam começando a brotar e florescer.

Desviei os olhos para o outro lado e então vi o banco que me servira de refúgio no último verão, quando estava com o Brendon.

Fiz uma careta ao me lembrar disso.

Fui rapidamente até a porta e toquei a campainha. Depois de alguns segundos sem resposta, girei a maçaneta e logo vi uma mancha cinza passar ao meu lado.

Soltei um grito e pulei para trás bem à tempo de ver Samantha praguejando e correndo atrás da coisa peluda.

Olhei para trás, atônita, e percebi que tinha soltado Puskas.

Entrei na casa e comecei a caminhas lentamente pelo corredor. Passei pela sala de jantar e pela cozinha, apenas Jill estava ali, fazendo o jantar.

— Oi. – Falei, fazendo-a dar um pulo. A mulher olhou feio para mim.

— Que faz aqui? – Ela perguntou, apenas me dando uma rápida olhada e logo voltando ao jantar.

— Também senti saudades. – Falei encostando-me à porta. – Minha mãe tá por aqui?

— Saiu, foi em uma reunião. – Ela respondeu, ainda de costas. Estava quase virando e indo para o corredor, quando escutei uma exclamação. – Minha Nossa Senhora, que barrigão!

Fiz uma careta e levei a mão direita à barriga.

— Eu sei. – Respondi, saindo da cozinha.

Andei até o antigo escritório de meu pai (antigo porque, pelo que vi, ele se mudou para o que costumava ser meu quarto). Sem sinal dele.

Subi as escadas e encontrei a porta do quarto deles fechada. Bati algumas vezes e ouvi a voz grossa de George Phelps soar.

- Entra. – Ele mandou. Abri a porta e o vi sentado na beira da cama, com os óculos de leitura e um jornal na mão. Parecia ter acabado de voltar do escritório.

— Oi pai. – Sorri, sentindo meu coração bater mais forte. Só agora percebi o quanto eu estava com saudades de vê-lo. Mesmo que não fosse meu pai biológico, mesmo que eu não tenha o DNA dele, ainda assim o amo. Ainda o considero como pai.

— Oi Delilah. – Ele levantou os olhos castanhos para mim. Os olhos que eu tanto achei que tinha puxado dele.

— Podemos conversar? – Perguntei, corando.

— Claro. – Ele tirou os óculos e deixou o jornal de lado. Enquanto isso, fui até a enorme cama de casal e sentei. – Então, o que acontece?

— Pai... – Respirei fundo. – Acontece que eu e Nathaniel...

— Quem é esse? – Ele perguntou, me fazendo arregalar os olhos. Só então lembrei que eles não se conheciam ainda.

— É o... Meu... É... Namorado. – Falei, incapaz de dizer a palavra noivo. Não por ter vergonha, mas é que queria acabar com o problema de uma vez, sem mais distrações e desvios de assunto.

— Sim, sim. Claro. – Ele pareceu um tanto quanto descontente com esse fato, mas procurei ignorar.

— Então, eu e o Nath estamos levando a vida e tudo mais. E eu sei que o senhor deu dinheiro para que eu acertasse tudo, mas eu preferi comprar a minha própria casa. E então acontece que eu fui parcelando todos os móveis essenciais e o Nath arranjou um emprego que dá um salário razoável, mas eu preciso ajudar em casa e ninguém quer pegar uma grávida pra trabalhar... – Despejei sem respirar. Tomei fôlego assim que terminei e ele somente ficou me encarando, com o rosto impassível.

— E então você veio aqui pedir dinheiro? – Ele perguntou, me olhando fixamente.

— S-sim... Quero dizer, não... É... – Passei a mão no rosto, tentando arrumar os pensamentos. – Digo. Eu só quero uma ajudinha, pai. Quero apenas uma ajuda até os bebês nascerem. A partir daí, assim que me sentir bem, arranjo um trabalho e ajudo Nath com a renda. Eu só preciso de um apoio até lá.

— Entendo. – Ele murmurou.

Ficamos bastante tempo em silêncio. Eu apenas esperava o veredicto.

— P-Pai?

— Desculpe, Delilah, mas eu não posso ceder isso para você. – Ele disse finalmente, sério. Fiquei pasma. — Apenas...

— Mas como assim? – Perguntei, abismada, cortando-o. – Eu pago de volta, e-eu...

— Me deixe terminar. – Ele falou gravemente, levantando uma mão. Fiquei em silêncio. – Apenas me escute. Eu não vou ceder uma ajuda financeira para você. Entendo que, neste estado, ninguém vá lhe dar um emprego. Eu, particularmente, não daria. E é exatamente por isso que não lhe darei dinheiro algum para que pague suas contas.

— M-Mas... – Comecei, mas ele me cortou novamente.

— Não lhe darei dinheiro para que você pague as contas. Te darei dinheiro para que você invista em algo e não precise ficar nesse sufoco futuramente, prevenindo, assim, mais visitas como esta.

Fiquei olhando para ele, abismada.

— Como assim investir em algo? – Perguntei.

— Pense em um negócio próprio. Qualquer coisa. Uma floricultura, um salão de beleza, uma doceria...

— Uma lanchonete. – Murmurei, olhando para um ponto fixo na parede.

— O que disse? – Ele perguntou.

— Uma lanchonete. – Sorri. – Tenho o lugar perfeito.

— Ótimo. – Ele assentiu. – Lhe darei um cheque e você irá até esse lugar. O comprará e nunca mais voltará aqui reclamando de questões financeiras.

— Mas não posso aceitar isso. – Falei, negando com a cabeça. – Não quero que o senhor me faça favores desse nível.

— Como assim? – Ele estreitou os olhos.

— Pai, eu quero te reembolsar. Não vou conseguir dormir direito se souber que está fazendo isso por mim e eu não te devolver.

— Não, Delilah, tenha isso como presentes para meus futuros netos. – Ele falou seriamente.

— Pai, me escuta. – Falei, insistindo. – Quando eles nascerem, o senhor poderá me presentear com o que quiser. Roupinhas, fraldas, chupetas, brinquedos. Qualquer coisa. Mas, agora, eu só preciso que o senhor me diga que poderei devolver cada centavo do que está me dando agora. Que, com trabalho duro, poderei dizer, satisfeita, que não devo nada à ninguém.

Ele abriu a boca para discutir, mas eu levantei uma sobrancelha e fiz minha melhor cara de mandona. Ele sorriu e beijou minha testa.

— Ok. – Ele disse, por fim. – Só não conte para sua mãe.

Notas finais
ROLI IS THE CHAMPION, MY FRIENDS!
TAN TAN TAN!
AND DELILAH WILL KEEP ON FIGHTING
'TILL THE END!
NO TIME FOR BRENDONS
CAUSE WE ARE THE CHAMPIONS
OF THE WOORLD!
- Snapelicious ♥