Dear Pegasus,

22 A Nova Viajante,Luke e Sury:Mais que Laço Empático


Notas iniciais
Espero que Gostem
Boa leitura
☺

Capítulo Vinte e Um — A Nova Viajante, Luke e Sury: Mais que

Laço Empático, Stark em missão

.

.Narradora.

.

Bárbara olhava para os lados de três em três segundos, se certificando que nenhuma velinha se transformaria em Fúria ou mesmo um gato virasse o Leão de Némeia, que alias, tinha lhe dado trabalho suficiente por quatro dia tentando sair de Washington, mas finalmente lhe fizera abrir a boca grande, e tomando toda a coragem que tinha, matou o monstro com uma estocada calculada de espada.

Agora estava dentro de um ônibus, indo em direção a New York. Sim, ela poderia ter pegado o Taxi das Irmãs Cinzentas, na verdade era a primeira coisa que sua mente montara, mas, como havia perdido uma aposta boba com Kyle, não tinha dracmas no momento. Não que ela estivesse se arrependendo, na verdade, fora por causa desta abençoado —não que ela admitisse isso— que Kyle Savian a havia beijado pela primeira vez.

Mordeu os lábios inconscientes do próprio ato, se lembrando dos braços lhe abraçando sua cintura, dos lábios vermelhos com gosto de maçã nos seus, o choque delicioso que sentiu quando sua língua encontrou a dela... Bem, havia bastante coisa para se lembrar e Bárbara Louis tinha uma boa memória.

Balançou a cabeça, passando os dedos nos cabelos ruivos. Ela não era uma filha normal de Atena, não que fosse menos inteligente ou qualquer coisa desse gênero. Era ruiva, com olhos castanhos. E gostava assim, se destacava na mesa de garotos e garotas loiras de olhos cinza, na realidade ela e Kyle haviam se conhecido assim.

Kyle Savian é um filho de Hermes de dezessete anos, ajudando, muitas vezes os próprios Stoll na guerra entre os gêmeos. Pintar as paredes daquele chalé negro e dourado de rosa, esconder a palheta de Velkan que o mesmo havia ganhado em um show da banda Nickelback estavam na sua lista. O loiro podia ser achado quase sempre tentando arrombar os armários ou baús dos seus irmãos, treinando ou dando em cima de qualquer garota que chegasse a lhe interessar, claro que com seu jeito próprio e único.

Mas não havia tempo para isso. Louis se levantou de sua cadeira e desceu com um grupo de senhoras e um pequena família de turistas. Puxou o capuz para cima da cabeça afim de não chamar atenção, seus cabelos vermelhos sempre lhe deixavam bem evidente. Entrou na loja de conveniência, pegando Doritos, Ruffles, alguns chocolates e uma garrafa de refrigerante, foi em direção ao caixa, pagou e, quando chegou a pensar querealmenteia sair dali sem maiores problemas...

Um som estridente de pneus sendo forçados a fazer uma curva fachada a fez olhar para fora, onde um caminhão parecendo militar arrebentou um dos pilares do posto, fazendo a estrutura ruir e pender para o lado, esmagando parte do ônibus, depois arrebentando parte da loja, fazendo todos que estavam ali saírem correndo, o caixa fugiu gritando. Louis devia ter saído dali, mas não sem antes suas guloseimas que a manteriam pelos próximos dias de viagem. Colocou tudo dentro da mochila e se virou para correr, mas uma mão enorme e gosmenta lhe agarrou pela cintura, como se fosse uma boneca.

Bárbara engoliu a saliva ao encarar o único olho castanho avermelhado, nojento e redondo. Alcançou o colar, apertando bico da coruja de aço, que se tornou uma rapieira fina e afiada como uma agulha. O guarda-mão lhe envolvia a mão direita com belas formas curvas, imitando galhos de uma oliveira, mas antes que pudesse se mexer, o ciclope a virou de cabeça para baixo, a olhando confuso e curioso.

—Sess, uma semideusa! — Disse o monstro. Bárbara franziu o cenho, ele não pensava em devorá-la no mesmo momento? E quem era Sess? Uma draecaenas saiu do caminhão e franziu o cenho para ela, chegando perto e lhe espetando com a ponta do arco longo.

—Hey! E me largue seu gigante idiota! —Reclamou a filha de Atena, se movendo violentamente tentando acertar um dos dois para tentar fugir. A mulher-cobra se afastou, sibilando, olhou para o ciclope.

—Coloque essa junto com os outros, a mataremos depois. Pegue comida para os outros dois não podemos demorar... O Senhor dos Titãs já esperou demais. —Louis se aquietou ao sentir um frio na espinha a menção de Cronos. Esperado demais? O que... Ah Deuses, ele estava de volta, fraco provavelmente, esperando por alguma coisa que esses monstros levavam ao seu encontro. Ela tinha que ir com eles, e descobrir como Cronos havia voltado. O ciclope lhe levou para a traseira do caminhão-militar que era coberto por uma lona marrom, lá dentro estava escuro. O monstro abaixou a portinha e a jogou para dentro como um saco de batatas.

Bárbara apertou os olhos e respirou fundo, engolindo a seco a dor no ombro, mas assim que abriu, um focinho úmido estava a centímetros dela, Louis se jogou para trás, assustada.

—Opa, calma. Pegs vem para cá, deixa ela respirar um pouco. —falou uma voz feminina vagamente familiar —Hey, você está me ouvindo? —Virou o rosto, vendo que, uma garota com os punhos amarrados nas costas, lhe encarava com as sobrancelhas erguidas.

Depois de alguns segundo, reconheceu a garota.

—Sury Carpe? O que Hades você faz fora do Acampamento?! Ah! É isso, estão levando você para o Monte Otris, para ressuscitar Cronos. Por Atenas, você quer nos matar?! —Gritou de uma vez, deixando Carpe em um limbo entre surpresa, constrangimento e irritação.

Ela deu um sorriso amarelo.

—Você é rápida, né? —Bárbara franziu o cenho e tentou se levantar, mas logo foi jogada por uma garotinha de doze anos, que lhe amarrava os punhos nas costas apertados demais. A ruiva pensou em gritar com a menina, mas assim que a loira sorriu, o estomago de todos reviraram, os dentes grande demais estavam sujos de sangue e com pedaços de sangue presos entre os mesmos.

—Conheça Jessie, nossa manticore de plantão. —encostado no canto da traseira, um garoto dava um sorriso cheio de uma diversão lerda —Desculpe, perdeu nosso prato principal de ontem, Porco Mu Shu em um Beco em China-Town... Estava simplesmente Ótimo.

—PorcoMu Shu? Eles deramporco mu shupra vocês? —Disse abismada vacilando o olhar dentre os dois, que deram de ombros.

—Morrer de fome, você não vai. —Confirmou Sury, olhando para algo atrás dela. Louis notou que era a mochila, Carpe piscou uma mensagem clara para ela esconder aquilo. Bárbara assentiu levemente, se arredando para o seu lado e encostar-se à parede, enquanto, Sury se colocava mais ao seu lado, a escondendo mais ainda. Seth fez o mesmo e se aproximou, esticando os joelhos até cobrir o resto.

O garoto bocejou, e lhe deu um sorriso amigável.

—Então... Como se chama mesmo?

—Bárbara Louis, filha de Atena.

—Espera. Filha de Atena? Você é ruiva. —Contestou Sury franzindo os olhos para seus cabelos avermelhados. Louis deu de ombros, sem ligar. Era acostumada com aquilo.

—Eu sei disso. —Respondeu simplesmente. Seth viu Carpe levantar as sobrancelhas, parecendo quase curiosa com aquela resposta, só não sabia se aquilo era bom ou ruim. Considerando o estado que estavam.

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Luke estava parado na frente da porta do escritório de Quíron, reunindo toda a coragem para atravessar aquela porta. Apertou o bracelete na mão e, estranhamente se sentiu mais confortável. Lembrou-se de Blythe Carpe, cuidando dos seus ferimentos no Mundo Inferior; ela havia fugido dos Campos Elísio para ajudá-lo. Era incrível como Sury conseguia reunir pessoas tão diferentes e em situações mais estranhas ainda para ajudá-la.

Mas Sury é a cara da irmã, pensou percebendo que as semelhanças iam mais longe do que aos cores dos olhos e dos cabelos, pareciam ter os meus olhos sinceros demais e a raiva de serem desmentidas ou ter seus erros jogados na sua cara. Luke franziu os lábios ao lembrar-se da briga que tivera com a Carpe mais nova. Sabia que devia, literalmente, a vida a ela, mas tinha algo mais, sabia que tinha, devia haver uma razão para ela entrar em seus sonhos.

—Há sim uma razão maior para isso rapaz. —Luke girou com as mãos indo para onde deveria ficar sua espada embainhada, mas ao ver quem era ficou mais tranqüilo, na verdade Asclépio parecia o único Deus tranqüilo de todo o Olímpo, ou no mínimo sem problemas de personalidade.

O Deus suspirou e empurrou a ponta para que Castellan entrasse primeiro.

Assim que Luke viu quem estava lá dentro se perguntou se não estava surdo por não ter ouvido nada. Valerie bufava som os punhos cerrados apoiados na mesa de Quíron, o loiro notou também que todos estavam a quase cinco passos de distancia da filha de Éris e do irmão que estava estranhamente silencioso ao lado da irmã com os braços cruzados no peito, mas ainda sim era possível senti a aura de ódio que irradiava deles.

—Temos que fazer alguma coisa! Ela não pode ter simplesmente sumido no ar, Quíron!

—Sei que não, criança. Mas a pouco o que fazer, e Pegasus está com ela, está em segurança até termos novas informações. Elas virão. —Disse o centauro de aparência tranqüila, mas Luke o conhecia há bastante tempo e podia ver a preocupação que ele tentava esconder e parecia conseguir da garota histérica.

Valle tremeu os ombros em fúria e se virou para Púlox, que engoliu a seco dando vários passos para trás. Valerie tinha problemas em controlar a raiva, sérios problemas, e com isso costumava achar alguém para culpar e o alvo da vez era Púlox, que era o único da festa que estava devidamente “desacompanhado” e de “confiança” da filha de Éris para cuidar do seu “bichinho de estimação”.

Esticou o indicador para ele. Púlox gemeu baixo se agarrando ao braço de Nathy que arregalou os olhos e sacudiu o ombro dando passos para o lado, se afastando dele.

—Você. Diga de novo como aconteceu, e, pelos Deuses, é melhor lembrar algum detalhe importante Púlox por se não... —O loiro suspirou e deu um passo a frente, passando a mão nos cabelos, puxou o ar e usou todo o seu charme para tentar amenizar a situação.

—Valle, meu amor, eu contei tudo que eu lembro, juro que seu eu lembrar de alguma coisa...

—Tudo que lembra Púlox? Depois que agarrou aquela mortal de short jeans você não conseguia nem segurar um copo. Foras três copos escorregando dos seus dedos direto para o chão. Choraste de dor quando o terceiro caiu, parecia que tinha perdido um filho cara. —Comentou Miguel com uma sobrancelha levantada.

—Cala a boca, Miguel, você é tão culpado quanto ele por ter deixado Sury sumir. —Acusou Velkan, a voz rouca com uma raiva contida ao fundo. Killian abriu a boca em um falso choque, com a mão no coração, e depois apontou para Nathaly com o polegar.

—Culpe ela, não eu! Sou inocente. —Guilherme levantou uma sobrancelha para o filho de Momo, cruzando os braços no peito gigantesco—Certo, não tão assim inocente, mas nesse ponto eu sou, a culpa é na Nathaly, quem mandou ela beijar bem? —Disse como se fosse obvio.

—Luke? —Castellan achou o olhar de Rany que sorria levemente apesar de assustada em vê-lo. Todos se viraram para ele e o deus que continuou em silencio, perdido na própria cabeça, Valerie mediu o garoto com o um olhar desconfiado até achar o bracelete na sua mão esquerda.

—O que Hades você está fazendo com o bracelete da Sury? —Perguntou Velkan os olhos entrando em combustão enquanto os da irmã já haviam explodido a muito tempo. Valle se lançou contra o loiro, mas para o alívio de Luke —e para o de Rany também— o filho de Hefesto e pegou pela cintura, a levantando com firmeza enquanto a filha de Éris se debatia soltando xingamentos e maldições a esmo para o filho de Hermes.

—Meus Deuses, nem eu conheço tantos palavrões assim. —Comentou o filho de Momo, se esticando para abraçar Nathaly pela cintura e descansar seu queixo no seu ombro. O coração estava angustiado, mas já estava quase se acostumando com Sury se metendo em situações perigosas demais até para um meio-sangue. Algo lhe dizia que ela ia voltar.

Não fazia idéia do quê, mas sabia que ela ia voltar.

Tinha que voltar, não é?

—Seu desgraçado traidor! O que você fez com ela?! —Se debateu Valle nos braços de Guilherme. Sentindo a raiva correndo solta pelas veias. Luke engoliu a seco e olhou para os outros e jogou o bracelete na direção de Rany que o pegou no ar, o olhou por um segundo para depois o bracelete passar de mão em mão e para no filho de Hefesto que o teve tomado por Valle que se soltou e foi para o canto da sala, alisando o metal.

—Sonhei com ela ontem a noite e ela me deu isso, me mandou avisar a vocês sobre...

—E como conseguiu isso? —Atirou Velkan levantando a sobrancelha direita, as mãos longas e pálidas tocando bem de leve as serpentes. Okey, ela me deu isso também pelo sonho e eu acordei com isso na minha mão. Se já era absurdo na sua cabeça, ficou imaginando como ficaria em voz alta.

—Ela me deu isso no sonho, não sabia se ia funcionar, mas disse que era...

—Que era a única forma de nós acreditarmos em você. — completou Rany atraindo olhares— Sury não daria isso a ele se não fosse importante, é a única coisa que ela tem da irmã dela. Faz sentido. —Quíron saiu de trás da mesa, se aproximando de Castellan com o rosto inexpressivo.

—Avisar sobre o que, Luke?

—Que ela e Seth Gray foram seqüestrados pro um grupo de monstros que pretendem ressuscitar Cronos, estão levando eles para San Fransisco. —eles ficaram calados de olhos arregalados de pavor, resolveu falar o que sabia — São uma draecaenas, uma manticore filhote, um ciclope adulto, a Equidna e a Quimera. Não creio que iram a pé até o Monte Otris, devem ter pegado algum veiculo o que nos dá uma semana ou um pouco mais até eles chegarem até lá.

—O garoto fala a verdade, Quíron. —se pronunciou Asclépio. Tinha em menos emoção nos olhos, na verdade, somente uma. Determinação. Os braços estavam cruzados no peito, respirava fundo, os olhos pensativos e avaliativos. —Não podem ficar esperando alguma pista de onde estão, mande alguém atrás de Sury, antes que seja tarde demais.

O centauro alisava a barba, parecendo desenvolver alguma idéia na cabeça pro alguns minutos foi somente isso, até que os olhos castanhos se elevaram e fixaram em Miguel.

—Miguel traga Rachel até mim, precisamos de uma Profecia. Valerie, você e Velkan vão nessa missão, levara mais um com você tenha cuidado com sua escolha. —Todos se amontoaram em cima dela, querendo ir, a bagunça continuou até Rachel passar pela porta já ciente dos acontecimentos, mas, em vez de dar uma profecia aos Stark, assim que passou por Luke, o Oráculo De Delfos fez sua aparição.

Uma fumaça verde em forma de cobra saiu da boca da garota, os olhos ficaram três vezes maiores e uma voz profunda se pronunciou dentro do escritório de repente gelado.

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—Levarás aqueles que são um ao encalço,

A flecha dourada deverá impedir o regresso,

Mas a liberdade se perderá como preço

para a ordem prevalecer,

A Cura jurar vai para a calma do daquele

que não devia sentir

Mas o Juramento não trará a morte ao que não nasceu.

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Miguel segurou Rachel enquanto ela desfalecia. Luke percebeu que estava prendendo a respiração, sempre sentia a mesma coisa sempre que recebia uma profecia, notara. Abriu e fechou as mão algumas vezes tentando relaxar para depois olhar para Quíron.

—“Mas o Juramento não trará a morte ao que não nasceu.”? O que Hades isso significa? ——Killian quebrou o gelo, franziu o cenho para as palavras do Oráculo. O centauro olhou para Castellan de uma forma estranha.

—Tudo que tem relação com Sury sempre parece confuso demais, como você Luke. Pergunto-me por que a profecia foi direcionada a você. —Estou me fazendo a mesma pergunta, pensou o loiro sem desviar o olhar. —Um laço empático?

—Algo bem mais forte que isso Quíron. A magia que corre nas veias de Sury criou uma ligação mais forte entre os dois, é a primeira pessoa que ela ressuscitou. Se se pergunta por que não houve comigo quando era mais novo, é por causa da magia que corre nas vias de Sury; algo que nãos e deve a mim e sim a Maldição que me foi imposta.

—Mas por que Luke? —Castellan notou que o deus parecia estar prendendo um sorriso.

—Ela tem sangue de Apolo, o garoto de Hermes parece que terá grande papel em seu futuro. Talvez. —Quíron pareceu tomar aquilo como verdade, por enquanto. Virou-se para Luke com um sorriso cheios de expectativas.

—E quem irá levar nessa missão? —Castellan abaixou os olhos e analisou melhor a profecia e suas opções.

—“Levarás aqueles que são um ao encalço,” Seriam os gêmeos filhos de Éris, não Quíron? E “A flecha dourada deverá impedir o regresso,” Não creio que seja um filho de Apolo, flechas de ouro são usadas por Eros, certo? Então... —Seus olhos encontraram os de Crowfford que estava corada, com um sorriso mínimo nos lábios finos.

—Espera, vocês querem nos deixar aqui? —A voz aguda de Viollet chamou atenção de todos. Nathaly de repente abriu bem os olhos.

—A Rany não vai sozinha, nunca! —Gritou puxando a amiga para um abraço, protegendo ela com os olhos verdes brilhando. Rany assentiu e empurrou levemente Nathy com um sorriso no rosto fino.

—Tudo bem, Nathy, quero ir, vou trazer Sury de volta.

—Mas é claro que vai. Se eu não vou alguém tem que trazer ela de volta. —afirmou Viollet cruzando os braços ni peito, lançando um olhar para Luke. —Isso vale pra você também Castellan, vai trazer a Carpe de volta e não pense em nos trair de novo.

—Se não nós damos cabo de você rapidinho. —ameaçaram os gêmeos em uma sincronia assustadora. — Vamos Rany, vá preparar suas coisas vão sair hoje ao pôr-do-sol. Não temos tempo a perder. —Eles saíram da sala seguidos de todos os outros, Luke foi logo atrás, subindo para seu quarto na Casa Grande, tinha algumas horas para descansar, mas planejava achar alguma arma.

A porta se fechou atrás de Ash que deu um sorriso.

—Sua filha arranjou belos amigos. —Comentou o centauro observando e notando a aura diferente que o desu da medicina emanava. Asclépio assentiu e desapareceu logo depois. Quíron ficou sozinho com seus pensamentos outra vez, a mente sabia e antiga voando nos fatos que aconteciam.

—O Olímpio lhe deu mais uma chance, Luke Castellan, não a desperdice. —Olhou para a janela vendo raios se mexendo entre as nuvens. Os Deuses estavam inquietos... Bem isso não era novidade, não desde que tudo foi posto na mão de Sury Carpe.

Notas finais
...............☺_Uhul! Sou eu mesma, DiraLautner!_☺
...............Voltei e com uma placa-mão novinha!
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Bem eu não posso pedir mais desculpas, mas espero que gostem do capítulo se ainda estiverem ai. Tô meio sem tempo, mas não abandonarei a fic, eu prometo.
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Segundo ano agora, ente, preparando para a primeira experiência no ENEM e começando cursinho cedo pro meu Vestibular, pois é quem diria. Eu. Fazendo vestibular daqui a um ano?! Passou rápido demais, mas fazer o que né?
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Eu sei que não respondi a nenhum review e que tinha prometido isso a vocês, mas assim que voltar do vôlei eu faço isso, arranjei um tempo hoje. Vou escrever mais também!
Mereço Reviews?
Puxões de Orelha?
Ideias?
Estou aberta a tudo!
Beeijos
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