Dear Hogwarts - Interativa

13 Capítulo 13 – Desmantelando?


Notas iniciais
Olá, amores! Olhem quem não demorou um milênio pra postar! hahah Nesse capítulo temos os novos persongens ! Essa capa aka shame (é literalmente como o arquivo tá salvo no meu computador) tem todo mundo, na respectiva ordem: Matthew, Alexis, Ronan, Ninally, Harvey. Alexis, Peter, Mary, Daniel, Lyra, Delayla, Felicity, Elize, Thomas, Katherine, Hunith, Daeron, Samantha e Tiberius. Anyway, não vou mais enrolar, espero que gostem! PS.: Para os que se perguntam, imagino como como Clarice Van Houten (a Melisandre de Game of Thrones) com o cabelo mais escuro ;) XX, HQ

— Pessoal! Falarmos todos ao esmo tempo não vai adiantar! – Felicity conseguiu fazer com que sua voz se erguesse acima das outras.

— Que seja, eu começo! – Elize falou irritada – Eu e Kate estamos fadadas a nos reunirmos aos Puristas, senão seremos deserdadas.

— Você se juntaria a esses assassinos para não perder o que tem no seu cofre em Gringotes? – Peter indagou incrédulo, permitindo o desprezo pela ideia ser evidente em sua voz.

— Não é sobre dinheiro, Peter. Nossa família simplesmente fingiria que nunca existimos. Nossos nomes seriam apagados da árvore genealógica, seríamos apagadas das fotos e nunca mais teríamos nossos nomes sequer citados. – Katherine explicou, ao perceber o olhar de ódio que a prima mandava ao garoto.

— Isso não é verdade. Que tipo que família faria isso? – Alexis falou.

— Toujours Pur. – Daeron se limitou a falar.

— Ou você se une a causa ou é um traidor do próprio sangue. – Mary esclareceu.

— Isso é absurdo! – Felicity, Ronan e Matthew exclamaram em uníssono, claramente revoltados.

— Isso é o preço que pagamos pelo sangue que corre em nossas veias. – Elize retrucou.

Dizendo aquilo a meio-veela saiu abruptamente do local, fazendo Kate suspirar. A ruiva sabia que a principal punição seria sofrida pela loira ela seria a culpada por tudo. A prima mais nova se apressou para alcançar a familiar, sentindo que cada discussão que o grupo tinha, o elo que criaram enfraquecia.

— As famílias puro sangue mais conservadoras mantiveram suas tradições, que, nas outras, foram abolidas com o fim da Primeira Guerra Bruxa. – Daeron comentou – Os Ackles, os d’Auvergne e provavelmente os Black mantiveram as antigas tradições.

— A Ackles babaca realmente não estava exagerando? – Peter indagou, parecendo culpado.

— Não. – Avery respondeu, fazendo o loiro praguejar em voz baixa.

Eles voltaram a discutir, dessa vez evitando o assunto correspondente a seus familiares, focando nos aurores e, principalmente, em Cora Crawley.

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— Elize, espera aí! – Kate se esforçava para acompanhar o passo da prima.

— O que você quer agora, Katherine? – A loira perguntou, claramente irritada, enquanto olhava desgostosa para a ruiva segurando seu pulso.

— Não fique tão irritada, ele não sabe como as famílias puro sangue são. – A mais nova falou, fazendo Elize crispar os lábios.

— Exatamente, ele não sabe. Não sabe porque é um maldito mestiço imundo! – Ela exclamou, puxando seu pulso para perto de si – Sabia que quando eu estava em Beauxbatons eu era a neta ideal? No meu círculo de pessoas não havia ninguém que nosso avô consideraria a escória? Apenas sangues puros de boas famílias. Nem se quisesse ele poderia reclamar de algo. Agora ele ameaçou me deserdar expulsar da família! Não ouse vir com esse tonzinho ridículo para cima de mim, Katherine.

Após seu pequeno discurso, Elize deu as costas e saiu andando pelo corredor. Kate continuou parada no mesmo lugar, como se seus pés tivessem sido pregados no chão, ouvindo os saltos da prima se distanciarem.

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Ninally estava sentada na mesa da Lufa-Lufa de frete para seus melhores amigos. Ela já estava farta de pensar nas possiblidades de encontro que o grupo que eles estavam espionando acontecerem. Eles eram completamente imprevisíveis e, para a garota tão calculista, estavam a irritando profundamente.

— Podemos mudar de assunto? – Daniel sugeriu – Eu, honestamente, não aguento mais falar deles.

— Oh, graças a Merlin! – Harvey falou aliviado, fazendo a dupla rir.

Antes que qualquer um deles pudesse apontar um novo tópico, Keaton, como usual, acompanhado de Jason Starr, Oliver Lance e Robert Snow sentaram ao lado deles. O quarteto diante deles era também conhecido como “quarteto diversidade” por cada membro ser de uma casa diferente.

Robb, moreno, alto e com seus marcantes olhos castanho, pertencia às cobras, enquanto Jason, também morena e de olhos castanhos, porém não tão alto, era dos leões. Oliver, cujo cabelo não era tão castanho quanto o dos amigos e tinha olhos claros, era corvino e Keaton, de cabelos loiro-escuro e olhos claros era o texugo do grupo.

— Nininha da minha vida, o que me diz de sentar comigo na aula de Poções? – Jason falou, exibindo seu sorriso convencido.

— Dá um tempo a ela, Jace. – Keaton falou.

— Vocês podem “shh”zá-lo? Robb? Ollie? Estou tentando falar com a minha garota aqui. – O morena não se deixou abalar pelo comentário do amigo.

— Eu não sentaria com você na aula de poções, Starr. E não sou sua garota. – A morena respondeu, revirando os olhos.

— Falando em poções, preciso terminar meu relatório antes da aula. – Daniel falou se levantando. Ele acenou com a cabeça para Ninally e os garotos, antes de se abaixar e dar um beijo no canto da boca de Harvey. – Até mais tarde.

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— Você está brincando, não é? – Hunith abandoou sua expressão austera naquele momento – Pend...

— Shh! – Samantha acenou para que a loira falasse baixo – Além disso, pelo que saiu tanto no Profeta quanto no Pasquim, não é duvidável que meu tio esteja por trás deles, segundo o que tia ‘Drômeda e tia Cissa falam sobre eles.

— Sam, você está acusando seus tios de estarem nos Puristas. Tem certeza? – A outra falou, com o cenho levemente franzido.

— Quase absoluta. Então, você acha que eu deveria contar para eles sobre as duas... coisas? – A mais baixa indagou.

— Sobre o sobrenome sim, mas acho que deveria esperar até ter certeza de seus tios. – Ela respondeu, em um tom tão baixo quanto ao que a outra utilizava.

Enquanto elas saiam da biblioteca lado a lado, Madame Roden olhava-as em um misturo de curiosidade e severidade, como se quisesse tanto repreendê-las por estarem àquela hora na biblioteca e perguntar sobre o que estavam conversando, visto que não pegaram livro algum.

Ao reentrarem na saleta que a “reunião” acontecia, Samantha e Hunith permaneceram mudas, quase não notáveis na parte mais distante, como se não quisessem que soubessem que elas haviam saído por um tempo.

Quando Kate retornou à sala, ambas repararam que a amiga, Elize, não estava presente. Ao entrar, a ruiva balançou a cabeça negativamente, como se dissesse que não aconteceu ou não funcionou.

— Ok, então vamos estabelecer uma coisa: vamos evitar o máximo possível falar de assuntos referentes a nossas famílias, e suas possíveis motivações, afinal “Amigos são familiares que cada um escolhe sozinho. “. Todos de acordo? – Matthew falou.

O loiro recebeu acenos positivos de todos e a reunião foi dada por encerrada. Todos retornaram aos poucos para seus dormitórios, conversando entre si. Há apenas alguns metros, e após ter entreouvido a reunião inteira, Cora Crawley sorria muito satisfeita sob o Feitiço da Invisibilidade.

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Na já familiar mesa de reuniões, Bellatrix revirava os olhos entediada com tantos detalhes e bobagens que os membros reportavam. Ela podia ver, ao seu lado, que Cora estava tão entediada quanto ela.

A morena ansiava intensamente por qualquer razão para sair da casa dos LeFay, nem que fosse para ver suas irmãs. Ela, na verdade, invejava profundamente sua filha, que podia não só ir e vir, mas poder usar todas as Maldições sob o nariz da Ordem.

— Algo novo para reportar, Crawley? – O Lorde perguntou, agradecendo mentalmente pela auror ser a última a se reportar.

— O grupinho deles começou se desmantelar, milorde. Aparentemente o ultimato dado pelo sr. Ackles atingiu seu objetivo, assim como o que quer que o senhor falou para a sua sobrinha. Ela e a d’Auvergne saíram no início e só retornaram minutos antes de acabar. – A morena reportou, mal escondendo seu ar de satisfação.

— Ótimo, isso significa que está tudo indo de acordo com o plano. – Ele falou, antes de levantar-se e abandonar a sala, encerrando a reunião.