Deadly Games
58 Eu ainda sou eu mesma
Notas iniciais
POV- Thalia
Meu corpo foi jogado contra a cama e o Nico subiu em cima de mim sem interromper o beijo, suas mãos desceram pelo meu corpo indo parar dentro da minha blusa a subindo fazendo com que a brisa gelada batesse contra minha barriga me arrepiando um pouco.
Virei o corpo ficando por cima dele e arrancando sua blusa fora analisando aquele corpo gostoso dele, distribui beijos, chupões e mordidas por todo aquele abdome, suas mãos estavam em meus cabelos o puxando de leve as vezes, outras horas o acariciando.
Abri seu cinto e o ouvi soltar uma risada rouca, ele me puxou pelo cabelo e suas mãos foram em um movimento rápido para a minha bunda o puxando para ele, me fazendo bater com força contra seu corpo. Ele me deitou e arrancou minha blusa e logo em seguida meu sutiã beijando o bico do meu seio direito e mordendo de leve o mesmo logo em seguida.
Um gemido baixo saiu por entre meus lábios o fazendo sorrir enquanto ele chupava o meu seio direito e infiltrava sua mão por dentro da minha calça a abrindo com facilidade e acariciando minha intimidade por cima da calcinha.
Ele beijou meus lábios e confesso que retribui com um pouco de dificuldade, ele fazia movimentos circulares no meu clitóris fazendo com que alguns gemidos tentassem escapar pela minha boca.
Ele tirou a mão e se afastou um pouco puxando minha calça com certa brutalidade levando minha calcinha junto, me deixando completamente nua. Nico me puxou para ele abrindo minhas pernas e beijando minha intimidade fazendo com que eu me contorcesse com o contato. Sua língua passou por toda a área arrancando um gemido alto demais de mim, ele começou a morder de leve, chupar, beijar a área me levando a loucura.
Envolvi seus cabelos pouco me importando se puxava com força demais ou se o machucaria. Sua mão foi para minha bunda me tirando da cama um pouco sem interromper o que fazia, espasmos passaram pelo meu corpo e um gemido muito alto saiu da minha boca enquanto meu corpo se contraia.
Ele lambeu o liquido ali e subiu em beijos até meu pescoço mordendo a área. Ri de leve me recuperando o mais rápido que consegui e ficando por cima e indo até sua calça, dessa vez ele não me impediu, deixou que eu a arrancasse.
Acariciei seu membro que parecia gritar para sair dali por cima da cueca, fazendo com que ele se arrepiasse por inteiro. Abaixei a única peça de roupa que ele vestia envolvendo seu membro com a mão começando a bater punheta para ele, beijei a ponta do seu pênis e o envolvi com a boca começando a fazer movimentos de vai e vem com a boca acariciando suas bolas ao mesmo tempo, ele puxou meu cabelo e começou a indicar a velocidade para que eu fizesse o movimento, mas claramente ele estava se concentrando para não me machucar fazendo isso.
Ele tirou minha boca de seu membro e me puxou mais para cima, o beijei e enquanto fazia isso posicionei seu membro em minha entrada sentando nele até que o mesmo estivesse todo dentro de mim.
Um gemido foi abafado de ambos os lados por nossas bocas, comecei a me mover com seu membro dentro de mim, comecei devagar, e permaneci assim até que meu corpo implorara por mais e mais fazendo com que eu aumentasse a velocidade das investidas.
Ele girou meu corpo me deixando por baixo dele começando ele a controlar as investidas que eram rápidas e com força, ele tirou seu membro de mim fazendo com que eu gemesse em reprovação arrancando outra risada rouca dele.
Nico me segurou pela cintura e me virou de costas me colocando de quatro na cama e colocando seu membro em mim novamente sem aviso prévio, voltando a investir como se não tivesse parado.
Era vergonhoso meu estado, eu não conseguia me controlar, abaixei a cabeça mordendo meu lábio inferior tentando controlar os gemidos que saiam da minha boca, mas claramente ele estava gostando das coisas como estavam. Ele puxou meu cabelo levantando meu corpo e colando contra o dele recostando minha cabeça em seu ombro, sua mão esquerda que não segurava meu cabelo começou a fazer movimentos circulares em meu clitóris novamente.
— Eu já te falei que você é muito gostosa? — Ele perguntou em meu ouvido.
— Cala boca e continua. – Disse fechando os olhos e ele riu e soltou meu cabelo fazendo eu cair de quatro novamente.
Ele bateu na minha bunda e por impulso comecei a me mover também, senti ele pressionando o seu corpo contra o meu com um pouco mais de força e senti ele gozar dentro de mim, ele ficou parado alguns segundos e precisou de mais duas investidas para que eu gozasse também.
Meu corpo caiu ofegante e ele deitou do meu lado e me puxou para ele, deitei com a cabeça em seu ombro e seu braço em minha cintura.
— Dorme um pouco e depois a gente repete a dose- ele disse e eu ri, fechando os olhos e adormecendo logo em seguida.
Estava sentada em uma pedra negra, conseguia ver um grande muro e atrás dele uma fila gigante de pessoas querendo vir para o lado que eu estava.
— Eu avisei, você não conseguiu salva-lo, é tudo culpa sua. – Uma voz alta disse fazendo meu corpo se arrepiar, abaixei a cabeça e comecei a brincar com a barra do vestido.
Uma lágrima desceu pelo meu rosto, meu corpo estava gelado e tenso, eu me sentia traída, me sentia usada.
Fechei os olhos com força e deitei meu corpo contra a pedra querendo acordar.
Me sentei na cama, eu estava sozinha a luz da lua era a única coisa que iluminava o quarto do Nico, eu vestia sua blusa preta de manga cumprida, cruzei as pernas procurando Nico pelo quarto, ele não me deixaria sozinha, não com a Bianca tendo acesso a casa tranquilamente e eu estando desarmada.
A preocupação tomou conta de mim e se o sonho fosse um aviso, levantei da cama e caminhei até a porta, porém antes que eu chegasse na mesma ela foi aberta e o Nico apenas de cueca entrou pela mesma.
— O que foi?- Perguntou ele preocupado, provavelmente eu deveria estar com uma cara de desesperada.
— Nada, só um sonho ruim.- Disse e ele assentiu me puxando para um abraço.
Deixei meu corpo relaxar em contato com o dele, mas era quase impossível, o pensamento que algo de ruim poderia acontecer me cercava, as coisas estavam desmoronando ao meu redor e eu já não sabia o que fazer.
— Quer me falar como foi na casa da Annabeth hoje cedo? — Ele perguntou e eu assenti sendo puxada para a cama.
Hoje mais cedo
Eu tinha um único objetivo, entrar na casa da Anne, pegar o computador dela e sair, simples e rápido. Entrei pela porta da frente e me arrependi logo em seguida, Luke descia as escadas e ele me olhou com a cara fechada, é claro que ele tinha a plena noção do que eu estava fazendo ali, queria algo que pudesse me comprometer, ou a outra pessoa.
Jason apareceu no corredor, ele tinha o computador da Atena em mãos e ele me encarou e depois desviou o olhar para Luke e me encarou como um pedido de desculpas.
Eu e Jason estávamos trabalhando juntos, mas ele tinha recebido uma ordem, desobedece-la na frente do Luke era arriscado demais, ele contaria para Zeus sem pestanejar o que seria um grande problema, irritar Zeus agora era arriscado demais.
— Thalia sai daqui, não queremos problemas.- Meu irmão falou sério me olhando.
— Vocês não têm direito algum de mexer nas coisas dela e eu adoro um problema.- Disse sorrindo de lado e Luke grunhiu.
— Thalia, você claramente está em desvantagem em uma luta, sai daqui. – Jason insistiu.
Deixei que uma risada escapasse da minha garganta, tá talvez eu não tenha me esforçado para prende-la, tombei a cabeça para trais e respirei fundo, meu poder invadindo meu corpo.
— Não tenho tanta certeza.- abaixei o olhar para ele e Jason arregalou os olhos assim como Luke.
Claramente eles já tinham ouvido a fofoca, principalmente por Jason ser encarregado de cuidar de todas as câmeras, mas agora assim na cara era a primeira vez.
Passos foram escutados e a Clarisse saiu da porta que dava acesso a escadaria do quarto da Anne, ela tinha uma mochila com algumas coisas dentro, imaginei que o computador da loira estivesse ali dentro.
Clarisse me olhou surpresa, ela parecia indignada, como se não quisesse acreditar que eu era uma criatura.
— Tem mais alguma mentira Thalia? Algo a falar?- Clarisse perguntou irritada, ela parecia querer me socar até não aguentar mais.
Eu queria dizer que não mentira para ela, queria dizer que não sabia de mais nada que ela não sabe, queria dizer que tudo estava bem, mas não podia.
Abaixei a cabeça e respirei fundo, a onda de poder foi embora e eu olhei para ela.
— Eu ainda sou a mesma. – Disse a encarando e ela riu.
— Não Thalia, não é.- Ela abriu a bolsa pegando o computador da Annabeth. – É isso que você quer, não é? O que a Anne sabia que você esconde? Ou melhor o que ela sabia que você não sabe?
Meus olhos desviaram da Clarisse para o computador e depois para ela, entendia como ela se sentia, mas ela não era capaz de me entender.
Pensei em queimar o computador, mas não era treinada o suficiente para fazer isso a probabilidade de eu acertar a Cla era gigantesca e eu não queria machuca-la, mas sem meus poderes não conseguiria pegar o computador da mão dela.
Ela colocou o computador na mochila novamente e a fechou colocando nas costas me encarando, esperando para ver qual seria meu próximo movimento.
— Estou ansiosa para descobrir quem você é de verdade Thalia e tenho certeza que não sou a única. – ela disse passando por mim saindo da casa.
Luke me avaliou da cabeça aos pés e saiu da casa também, encarei Jason que respirou fundo e em um sussurro disse.
— Vou vê o que faço, mas não posso garantir que vou esconder tudo. – Disse ele e saiu da casa também.
Desci para o quarto da Anne que estava tão intacto quanto como se a Clarisse não tivesse mexido, caminhei até a mesa da Annabeth e me surpreendi com o que encontrei.
Um sorriso surgiu em meu rosto ao ver o computador da Annabeth com uma mensagem escrita em um papel em cima do mesmo.
“Sua vaca, quero melhores explicações, mas diretamente suas, não das descobertas da Annabeth.
Ass: Clarisse”
Peguei o computador e sai antes que desse merda, vai que eles resolvem voltar.
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