Notas iniciais
Perdão pela imensa demora, mas minhas aulas da faculdade retornaram e já retornaram me devorando viva -.- O último ano promete ser fogo... Ai, ai. ... Enfim, boa leitura!

Dead World Assembly

Philip põe as mãos grandes e nodosas na caçamba do utilitário e Brian vai para o outro lado colocando-se o mais distante possível, para ter um melhor apoio na lama. Nenhum dos dois percebe os vultos sombrios pairando atrás das árvores, do outro lado da estrada”.

KIRKMAN, Robert. A Ascensão do Governador (pag. 68).

Capítulo XVII:

A Teoria do Caos

Sasuke pressionou o martelo pneumático de encontro à chapa de aço, firmando o pulso enquanto inseria um prego galvanizado com cerca de 15 centímetros de comprimento. O ruído metálico reverberou através do espaço, como um estalido alto e violento.

Parando para secar o suor no rosto, sua outra mão mantém a chapa reforçada segura na posição correta. Os gemidos ainda ecoam por cima dos três metros e meio do muro que volteia o condomínio e ultrapassam a cerca-elétrica desativada. Do outro lado do muro, ele pressente, há mãos ansiosas e apodrecidas se esticando na sua direção.

Sakura ainda está bem atrás dele, a postos, a Glock 17.9 mm bem presa ao coldre em sua coxa direita. Sasuke sabe que ela tem o instinto de tocá-la e averiguar se ela continua ali a cada cinco minutos ou menos. Um tique que ele considera simplesmente adorável.

O sol forte do meio-dia o força a abaixar a fronte e proteger os olhos; o suor ainda escorre pelo seu rosto e quando ele leva a mão que segura o martelo pneumático até a chapa de aço, o seu polegar pressiona o gatilho sem hesitação. Mais uma vez, ouve-se o estampido do prego encravando no aço, vedando completamente o último espaço que ainda restava.

Sasuke se afastou então o suficiente para avaliar seu trabalho agora que estava concluído. O olhar analítico e a audição apurada registraram os baques do outro lado da chapa enquanto errantes se lançavam em direção ao portão, atiçados e atraídos pelos ruídos como coiotes famintos tentados pela promessa de carne fresca.

Apesar disso, as chapas de aço, lisas e espelhadas, não estremeceram e permaneceram fixas pelos pregos galvanizados à estrutura do portão. Sasuke, por fim, se permite sorrir. Foram mais de duas horas e meia de trabalho intenso para reforçar a segurança do condomínio.

— Isso é tudo? — Sakura questiona, aproximando-se a passos comedidos do portão estreito, encrespando o rosto a cada vez que os errantes vocalizam a sua frustração através de sons guturais e enrouquecidos.

— Isso deve segurar os filhos da puta por algum tempo. É mais eficiente do que a corrente e o cadeado, pelo menos — ele dá de ombros e Sakura toca sua pistola por instinto. Ela ainda se sente mais segura e mais reconfortada quando a sente entre seus dedos.

— E quanto ao nosso misterioso visitante? — ela franze as sobrancelhas de forma inquisitiva e compenetrada, mas Sasuke ainda mira o portão agora completamente vedado.

— Ele também terá que ser um pouquinho mais criativo se quiser entrar aqui ou se quiser invitar os amiguinhos carniceiros dele para um lanchinho.

— Espero que esteja certo — ela suspirou, transferindo o peso do corpo para a outra perna. Aos poucos, os resmungos persistentes dos errantes minguam, decrescendo para rosnados quase inexistentes ou gemidos impronunciados.

Sasuke a fitou apenas pelo tempo necessário para que ela registrasse o seu meio sorriso arrogante.

— Eu geralmente estou, então não precisa se preocupar.

Sakura lhe respondeu com uma careta e um tapa em seu braço. Deu-lhe as costas e seguiu em direção ao apartamento, mostrando-lhe o dedo do meio quando Sasuke fez um comentário impertinente acerca do gingado de seus quadris.

Com a questão do portão resolvida, isso os deixava com um problema a menos para se preocuparem. Porém ainda havia o fato de que os seus suprimentos estavam acabando e de que uma sombra ainda pairava sobre o santuário em que ambos haviam se refugiado.

Exausta, ela retirou os coturnos e recostou-se à parede, próximo à entrada, deslizando até sentar-se sobre o assoalho frio. Os feixes de luz dançavam diante de seus olhos semicerrados, amalgamando-se para compor os matizes do arco-íris.

Sasuke entrou um pouco depois, retirando os seus coturnos também. Guardou a machadinha, juntamente do martelo pneumático assim como a extensão e a bateria extra que haviam utilizado para ligá-lo, no mesmo armário no qual armazenava suas armas. Feito isso, ele sentou-se ao seu lado, as costas apoiadas na parede, e pousou a mão sobre o joelho desnudo dela.

— Aconteceu alguma coisa?

Ela emitiu um som que dedicadamente se encontrava entre um riso sufocado e um soluço involuntário. Perfilada pela luz que varava as cortinas escuras de veludo e os pedaços de tecido na grande janela, ela escondeu o olhar, mas o tremor em seu lábio não passou despercebido por Sasuke.

— Estou cansada, Sasuke. Cansada de ter que racionar comida e água, cansada de ter que dormir com um olho aberto, cansada de me sobressaltar com cada ruído que ouço... Isso é exaustivo — ela fungou, sustentando o olhar de chofre; havia uma mágoa velada lapidando as feições em seu rosto.

— Sei que é — ele apertou o joelho dela como um gesto de incentivo e conforto.

— E se não bastasse isso, essas coisas nos perseguindo, nos farejando como cães de caça, as pessoas estão perdendo a cabeça. Estão roubando umas às outras, destruindo umas às outras. Às vezes me pergunto se não há espaço para benevolência e compaixão nesse mundo destruído, se apenas as pessoas que não possuem escrúpulos e bom senso tem realmente alguma chance de sobreviver.

Depois de uma pausa inesperada, ela sorriu de forma ácida.

— Quero dizer, devia acontecer o oposto, não é? As pessoas deviam se unir em uma calamidade como essa. Elas supostamente deveriam lutar pelo direito de sobreviver, juntas, e não umas contra as outras.

— Infelizmente, isso não funciona, Sakura. Não na nossa realidade.

Surpreendentemente, ela deitou a cabeça no ombro dele e fechou os olhos.

— Que bom que somos a exceção disso — sussurrou, sentindo o cheiro da camiseta dele, a textura do poliéster contra a sua bochecha.

Sasuke não confirmou suas palavras, mas também não as contradisse. Em resposta, ele apenas também se inclinou em direção a ela, melhor a acomodando naquele quase abraço, estendendo um braço por trás da cabeça dela para pousá-la no seu cabelo e afagar o rabo de cavalo baixo que ela fizera.

Que bom que te encontrei, Sasuke, foi o que ela quis dizer, mas não o fez.

No silêncio expectante, eles se encontraram, cada qual a sua maneira, apesar do passado doloroso que estava sempre à espreita, vagueando pelas bordas invariáveis de seus pensamentos e dos questionamentos que nunca — em hipótese alguma — os deixavam.

Mais tarde, depois de terem tido a última e escassa refeição do dia, pois racionamentos se faziam necessários, Sakura parou à porta do quarto de Sasuke, vestida apenas com uma camiseta e com uma expressão apreensiva no rosto. Ela apoiou-se no limiar, fitando a silhueta viril e sonolenta refestelada sobre o colchão vestida apenas com uma calça de moletom.

— Sasuke? — ela o chamou e viu-o espiá-la através de uma das pálpebras. Quando ele anuiu, ela entrou sem mais cerimônias e deslizou pela beirada do colchão assim que ele a invitou.

Deitou-se ao lado dele, espalhando seu peso sobre o colchão macio. Apoiou a bochecha sobre as mãos, fitando-o de forma fixa e obstinada. A pele clara de Sasuke adquiria uma tonalidade prateada devido à luz da lua e seus cabelos negros tornavam-se da cor do índigo.

Apesar de nem sempre se renderem às sessões febris de amor e passarem horas embalados e perdidos no calor um do outro, sussurrando palavras desconexas e gemendo ininterruptamente entre os lençóis alvos de percal, haviam se habituado a dormirem juntos pelo simples fato de que o peso da solidão se tornara esmagador e insuportável.

Em sua nova rotina, era comum que partilhassem até mesmo alguns minutos roubados debaixo do chuveiro, trocando farpas e beijos sôfregos e desesperados. O quinto dia desde a primeira vez em que dormiram juntos chegava ao seu término e junto dele se arrastavam os últimos resquícios de um temor atrevido de que o misterioso intruso fosse se manifestar outra vez.

Dias de uma calmaria expectante e ilusória os haviam convencido de que ou a figura oculta preparava-se para uma nova e melindrosa investida, resignando-se ao silêncio e à surdina, ou teria simplesmente desistido de tentar derrubá-los. Sasuke sempre nutriu uma predileção arraigada pela segunda opção e Sakura não discordava, apesar de simpatizar negligentemente com a alternativa.

Esticando-se, ela estendeu uma mão pálida à luz do luar e pousou-a sobre o abdome desnudo dele, tracejando os contornos negros da tatuagem que contrastava tão obscenamente com sua pele de alabastro.

— No que está pensando agora? — ela sussurrou, acarinhando a pele macia e os músculos rijos, e provocando uma mínima contração no semblante dele.

Ao invés de respondê-la, Sasuke cobriu a mão dela, passando a guiá-la nas carícias, manipulando-a até que a tivesse pousada próximo ao seu coração. O olhar que ele lhe lançou, apreensivo e controlado, atiçou seu instinto de autopreservação e deu voz ativa aos seus medos mais secretos.

Sakura o via com aquele olhar em apenas duas ocasiões: no auge do ato de amor, quando ele lhe dava a impressão de estar quase paralisado, os músculos retesados prestes a encontrarem alívio da tensão viciante, a pressão esmagadora prestes a encontrar o seu escape; era aquele olhar a deixá-la emudecida, a fazer um arrepio violento percorrê-la e o mais impressionante: a derretê-la até os ossos e deixá-la com o princípio de lágrimas nos olhos.

A outra ocasião em que a fitava daquela forma era quando Sasuke estava prestes a lhe comunicar uma decisão perigosa e radical. E ela soube que era isso o que ele tentava lhe dizer, da forma mais gentil e calma possível.

— Eu decidi que vou sair amanhã, Sakura — disse-lhe ele e ela não conseguiu evitar um estremecimento em seu âmago.

Sasuke pressionou a mão dela, ainda segurando-a perto do seu coração.

— Nós precisamos de suprimentos, água potável... Vamos passar fome em alguns dias se eu não for.

Suspirando, ela tentou disfarçar o incômodo e o medo cada vez mais crescente em sua voz.

— Então eu vou com você.

No entanto, ele negou.

— Não, eu vou sozinho. — Ao ver a expressão mortificada dela, ele adiantou-se: — Não vou me afastar muito, isso eu posso prometer. Mas eu preciso que você fique e cuide de tudo até que eu volte.

Sakura piscou e se afastou o suficiente para poder se apoiar sobre o outro cotovelo.

— Nós ainda não temos certeza de que a pessoa que tentou nos prejudicar possa mesmo ter desistido... — Foi o único argumento plausível e exclusivamente racional que ela pôde encontrar, o outro, que suspirava nas bordas de sua consciência, era apenas pessoal demais.

— Esperamos cinco dias e não aconteceu nada; é de supor, na melhor das hipóteses, que ele tenha desistido por enquanto — ele rebateu e encrespou o olhar ao fitá-la. — Sakura, eu conheço bem esses quarteirões, cresci aqui e sei que posso assumir esses riscos. Mas eu quero uma garantia de que as coisas estarão bem quando eu voltar, e por isso preciso de você aqui.

— Como pretende despistar os errantes? — ela desconversou e Sasuke anuiu.

— Já pensei em uma distração e vou precisar da sua ajuda para isso também. Há um supermercado há alguns quarteirões daqui e eu conheço um atalho seguro para chegar até lá. Devo levar no máximo três horas para ir, pegar o que é necessário e voltar.

Sem consegui mais conter aquela sensação sufocante no peito, ela inclinou o corpo em direção ao de Sasuke, deitando sua cabeça no peito dele. Mordeu o lábio para abafar as palavras que praticamente gritavam dentro dela para serem soltas das suas amarras.

— É claro que eu vou cuidar de tudo até você voltar, Sasuke. Você sabe que pode confiar em mim e contar comigo para o que precisar — Sakura declarou com uma severidade atípica e sentiu-o relaxar sob si. — Estamos juntos nisso.

— Então, amanhã de manhã... — ele suspirou e enfiou uma das mãos distraidamente entre os cabelos dela.

Apesar de sentir que não conseguiria dormir direito naquela noite por conta de sonhos inquietantes e pensamentos caóticos demais para que se permitisse relaxar, o toque despreocupado de Sasuke em seu cabelo a preencheu com uma inescapável sonolência.

Sem conseguir se conter, ela se aproximou mais do calor do corpo masculino, acomodando-se às formas dele, enlaçando-o com suas pernas e braços, e adormeceu.

Só quando o sol ainda despontava, pálido no horizonte cor de pêssego, ela foi encontrá-lo, já vestido adequadamente com seus jeans surrados e sua velha jaqueta escura.

Sakura não disse absolutamente nada enquanto o via prender a Ruger SR1911, de uso exclusivamente militar, no coldre axilar. Era uma linda pistola .45 semiautomática com um poder de fogo considerável e bastante ágil e rápida. Sasuke também havia pendurado a alça da carabina em um dos ombros e agora encaixava as alças da mochila e das sacolas de tecido no ombro livre.

Sakura prendeu o coldre com sua Glock na coxa direita e estremeceu quando Sasuke ofereceu a ela o rifle de caça. Algumas garrafas vazias de bebida se encontravam dispostas sobre a mesa, com tiras de tecido metidas no gargalo e um líquido transparente cintilando em seu fundo.

— Pronta? — ele indagou, sem o menor vestígio de sorriso, fosse em seus lábios sedutores, fosse em seus olhos de veludo negro.

Relutantemente, ela anuiu. Pendurou a alça do rifle de caça no ombro e seguiu-o pelos degraus de metal até o térreo. Cruzar o gramado alto e a trilha de cascalhos até o portão dos fundos bizarramente lhe lembrou de uma marcha fúnebre. Sakura teve que lutar com todas as suas forças para afastar esse pensamento; ela confiava em Sasuke e sabia que ele não fracassaria.

Assim que ele abriu uma fresta no portão estreito, agora completamente reforçado com as chapas de aço e espiou a estreita rua adjacente, fez sinal para Sakura que o seguiu sem questionamentos. Alguns poucos errantes transitavam a esmo no final da viela, arrastando os pés de forma quase cômica.

Sasuke encostou o portão e indicou para Sakura os fundos da loja de equipamentos eletrônicos; eles passaram pela carcaça de um carro completamente chamuscada e lambida pelas chamas de um fogo agora inexistente, atravessaram a viela, margeada pelo lixo e pelos vestígios da passagem tanto de humanos quanto de errantes.

Sakura logo avistou o prédio comercial que ele havia mencionado antes: quatro andares, cor de creme, com espaçosas janelas de vidro e uma bamboleante escada de incêndio.

Eles pararam na lateral do prédio enquanto ela se apressava em subir as escadas, com o auxílio dele, e vagamente ela sentiu uma das mãos dele roçando no bolso traseiro de sua calça jeans e deixando algo cair ali dentro. Lançando a ele um último e desolado olhar e ainda com o rifle pendurado no ombro e a bolsa com as garrafas chacoalhando em seu flanco, Sakura subiu sem dificuldades, logo alcançando o terraço da edificação.

Caminhando até a borda, ela fitou o céu que clareava em diversos pontos, os prédios ao seu redor que se espalhavam desabitados e abandonados — alguns mais altos, outros mais baixos — como numa versão maior e mais realista de uma maquete.

Ela se posicionou diante do prédio maior, o condomínio, e observou a rua movimentada de lá de cima, cada vez mais inquieta com o número de mordedores que ainda transitavam por lá, alheios a tudo. Com o canto do olho viu Sasuke se esgueirando por trás de alguns veículos abandonados no meio-fio.

Sakura instantaneamente se recordou do plano; abaixou a alça da sacola de tecido e apanhou a primeira garrafa. Apalpou o bolso traseiro de sua calça e achou o isqueiro de prata que Sasuke havia posto ali mais cedo e usou-o para acender a tira de tecido.

Ela segurou com firmeza o primeiro coquetel molotov e atirou-o com um movimento preciso, mirando adiante e abaixo da rua. A garrafa explodiu em mil pedaços de vidro lascado, engolidos pelas chamas incandescentes do fogo e despertou a atenção dos mordedores, fazendo com que uma dúzia de rostos contorcidos e olhos de tubarão se virassem para o espetáculo das chamas que lambiam o asfalto.

Eles imediatamente se deixaram hipnotizar pelo fogo e se afastaram em direção a ele. Sakura acendeu o segundo coquetel com uma calma deliberada e atirou-o mais longe que o primeiro, atraindo cerca de mais cinco errantes para o som do vidro se estilhaçando e do fogo dançando.

Sasuke movia-se de forma metódica, esgueirando-se através das reentrâncias das construções, sob as sombras das marquises e por trás de automóveis esvaziados. E ele avançava conforme os errantes se afastavam em direção ao fogo.

De cima do prédio, Sakura acendeu a última garrafa e jogou-a o mais longe e forte que pôde, assistindo com satisfação a garrafa explodir a cerca de mais ou menos trinta metros de onde Sasuke se posicionava.

Mas não era o bastante, claro que não era; logo, os errantes notariam o cheiro dele e ficariam ainda mais atiçados e impacientes do que pelo espetáculo do fogo contra o asfalto.

Pensando nisso, ela deitou-se de bruços na borda do prédio. Empunhou o rifle, lembrando-se das instruções minuciosas de Sasuke. Seu olho direito focou na silhueta que aguardava com diligência os errantes se afastarem um pouco mais, sua mão estava presa ao redor da pistola sob a jaqueta, ansiosa também ela pôde ver.

Sakura respirou fundo e seu dedo roçou o gatilho como numa carícia.

Agora dependia de ela auxiliar Sasuke a cruzar a rua cheia de mortos-vivos e Sakura certamente nunca sentiu um peso tão grande envergar os seus ombros; também não se recordava de sentir um pânico latente e adormecido despertar aos rugidos dentro dela enquanto ele enfim começava a se mover.

* * *

As folhas estão caindo por toda a parte

É hora de seguir o meu caminho.

Led Zeppelin — Trecho de Ramble On.

Notas finais
Obrigada a JefCokkie por indicar a música do Led Zeppelin. Ela é linda mesmo! *--* ... No próximo capítulo, a entrada do novo personagem! lol ... Essa segunda metade da 4ª temporada de TWD está tão épica que me traz lágrimas aos olhos... Cara, eu sabia que a Judith estava viva, não esperava que a Carol fosse voltar agora e não esperava a entrada do Abraham, da Rosita e do Eugene já; TÃO ÉPICO! *---* E o que dizer da Michonne linda chorando ao rever Carl e Rick? Chorei junto T.T ... Enfim, obrigada a todos que estão comentando. Responderei os reviews hoje ou amanhã. Se comentarem, prometo voltar mais cedo :) Até.