Dead And Buried

1 A caminho de Londres


Notas iniciais
Olá como vocês elfos estão? Tenham uma otima leitura e BATATA PARA TODOS!

A mulher soltava lagrimas desesperadamente, ao seu lado o homem implorava loucamente por misericórdia. Seria ele merecedor? Tenho certeza que não. Os dois estavam amarrados em uma arvore suas mãos entrelaçadas numa corda comprada por mim.

- Por favor, não faça isso! O que nós fizemos?! – grande cabeçudo gritava entre soluços.

- Moça nos solte, por favor, eu imploro! Temos uma filha. – ela choramingava.

- Sério? Vocês têm uma filha? Fiquei emocionada com essa palhaçada, eu sei que é mentira. Bom eu não tenho muito tempo daqui a algumas horas tenho que ir viajar para Londres então vamos acabar logo com isso! – sorri

- O-que você vai fazer? – perguntou ele com um olhar assustado.

- O que mais me satisfaz. – respondi objetiva

Logo em seguida peguei da caminhonete que tinha alugado um tonel de álcool, lentamente joguei o liquido em cima deles enquanto choravam. Depois de ensopados, coloquei o tonel ao lado deles e peguei minha arma. Apontei-a para o homem primeiro, puxei o gatilho e ouvi o barulho magnífico da arma soltando a bala que foi certamente na cabeça dele depois o vi caindo no chão enquanto sua cabeça sangrava – Vale! – disse a mim mesma. Agora era a hora da mulher, mas não tinha preparado uma morte semelhante a do careca. Aproximei-me da mulher que tremia de medo, folguei as cordas que prendiam suas mãos e entreguei a ela uma faca que acabara de tirar do bolso da minha jaqueta. Ela segurou.

- Está vendo essa faca? Ela é sua! Então a posicione em sua garganta e se mate ou eu posso fazer isso. – gargalhei enquanto mirava minha arma para ela.

Assim ela começou a se cortar a cada facada uma lagrima e uma gota de sangue. Foi assim até ela cair morta no solo da floresta. Terminado, peguei do meu bolso traseiro da calça uma caixa de fósforos, peguei um e o acendi depois o joguei em cima deles. Logo aquilo explodiria, então entrei na caminhonete e dirigi rapidamente ate a estrada onde prosseguiria até o aeroporto.

Larguei a caminhonete há uma boa distancia do aeroporto em seguida peguei o taxi até o destino. A caminhonete estava sem prova nenhuma, limpa! Usei luvas então sem digitais, meus sapatos, bom vou dar um jeito nisso. Meus pensamentos foram interrompidos quando o motorista do taxi parou o carro e disse que tínhamos chegado ao destino. Peguei minha carteira do bolso e paguei, nem liguei para o troco. Segurei minha bolsa que era minha única bagagem e caminhei até a entrada do aeroporto. Andei sem olhar para os lados, objetiva como sempre sou... Em passos longos cheguei à sala de espera depois de fazer tudo o que se faz em um aeroporto antes de pegar o avião. “VOO 135, LONDRES INGLATERRA” uma voz suave disse, era o meu voo e todos que estavam sentados se levantaram e formaram uma fila eu continuei sentada esperando todos entrarem afinal meu acento não sairia correndo. Depois que todos entraram me levantei e entrei na longa passarela que iria de certo ao avião. Procurei por meu lugar e depois me sentei. Fiquei com a cadeira do meio, droga! Ao meu lado direito estava um garoto e a minha esquerda um senhor. Peguei da minha bolsa meu fone e passei a viagem toda escutando Ed Sheeran, de certa forma aquela voz me acalmava.

{...}

“Senhores passageiros, bem-vindos a Londres. Em alguns minutos estaremos no chão, não retirem os cintos” finalmente Londres, logo estaria fora desse avião entediante. E longe desse garoto estranho ao meu lado que cheirava a peixe ops fedia a peixe. Comecei ao encarar ele tinha os olhos azuis e seu cabelo negro estava totalmente bagunçado, suas vestes aparentemente gastas.

- O que tanto olha em mim? – ele disse arrogante

- Estou apenas observando os seus traços – respondi

- Oras que coisa idiota – ele não sabe com quem fala.

Ignorei aquele trouxa, logo a aeromoça avisou que podíamos descer da nave. Peguei minha bolsa, meu fone e sai dali rapidamente. Imediatamente sai do aeroporto e senti o frio de Londres, tive que pegar outro taxi. Entreguei o endereço em que ele teria que ir e descansei meu corpo no banco. Em aproximadamente 2 horas, cheguei ao endereço. Sai do taxi, ficando de frente a casa 202, olhares curiosos surgiam por trás das janelas e cortinas dos vizinhos. Caminhei pelo pequeno jardim até a porta, toquei a campainha apenas uma vez. A delicada maçaneta dourada girou e a porta se abriu com um leve ranger. Uma garota com os cabelos negros e olhos verdes claros estava atrás da porta, ela abriu um longo sorriso e me abraçou. Sim era minha irmã.

- Luna! Quanto tempo que não te vejo o que faz aqui em Londres? Vamos entre – ela falava muito rápido e eu só consegui entrar na casa sem dizer uma palavra.

- Não trouxe bagagem? Vai passar muito tempo? Ai meu Deus, como você está diferente! – o sorriso dela era verdadeiro.

-Alexandra, se acalma. Eu vim passar uns dias,semanas,meses por aqui okay? Espero que não incomode – disse com a voz fraca

- Oh não esta tudo bem, vou arrumar o quarto de visita pra você enquanto isso tome um banho tem toalhas no banheiro. – ela subiu a escada, foi para o quarto eu acho.

Joguei minha bolsa em cima do sofá azul que tinha ali, procurei pelo banheiro e achei-o uns minutos depois. Entrei nele e me despi, liguei o chuveiro e tomei uma longa ducha. Lavei meu cabelo e depois me enrolei numa toalha, sai com o cabelo aos pingos até o andar de cima. Passei por alguns quartos no corredor até achar Alexandra.

- Luna, aqui esta uma roupa pra você e o quarto já esta arrumadinho haha então vou descer pra cozinhar algo. – ela se foi tão rápida quanto o Flash.

Peguei as roupas que estavam em cima da cama e as vesti http://www.polyvore.com/cgi/set?id=76428564&.locale=pt-br , penteei meu cabelo. De repente meu celular toca, atendi.

- Quem fala? –

- Luna Walker? Sou Tom Happer e queria me encontrar com você hoje. –

- Hm, por que eu deveria falar com você? –

- Digamos que eu tenha um trabalho para uma expert, entende? – se referia ele a um assassinato?

- Haha agora eu estou gostando, onde e quando? –

- Hoje, ás 8:22 no Starbucks próximo a casa em que você esta agora. –

- Wow sabe onde eu estou? Que ótimo vejo que não estou lidando com um qualquer, então como saberei que é você? –

- Irei com uma jaqueta vermelha e uma bota preta, e quanto a você? –

- Você não precisa saber – desliguei o celular, um futuro assassinato? Londres esta me saindo muito bem para um primeiro dia.

A mulher soltava lagrimas desesperadamente, ao seu lado o homem implorava loucamente por misericórdia. Seria ele merecedor? Tenho certeza que não. Os dois estavam amarrados em uma arvore suas mãos entrelaçadas numa corda comprada por mim.

- Por favor, não faça isso! O que nós fizemos?! – grande cabeçudo gritava entre soluços.

- Moça nos solte, por favor, eu imploro! Temos uma filha. – ela choramingava.

- Sério? Vocês têm uma filha? Fiquei emocionada com essa palhaçada, eu sei que é mentira. Bom eu não tenho muito tempo daqui a algumas horas tenho que ir viajar para Londres então vamos acabar logo com isso! – sorri

- O-que você vai fazer? – perguntou ele com um olhar assustado.

- O que mais me satisfaz. – respondi objetiva

Logo em seguida peguei da caminhonete que tinha alugado um tonel de álcool, lentamente joguei o liquido em cima deles enquanto choravam. Depois de ensopados, coloquei o tonel ao lado deles e peguei minha arma. Apontei-a para o homem primeiro, puxei o gatilho e ouvi o barulho magnífico da arma soltando a bala que foi certamente na cabeça dele depois o vi caindo no chão enquanto sua cabeça sangrava – Vale! – disse a mim mesma. Agora era a hora da mulher, mas não tinha preparado uma morte semelhante a do careca. Aproximei-me da mulher que tremia de medo, folguei as cordas que prendiam suas mãos e entreguei a ela uma faca que acabara de tirar do bolso da minha jaqueta. Ela segurou.

- Está vendo essa faca? Ela é sua! Então a posicione em sua garganta e se mate ou eu posso fazer isso. – gargalhei enquanto mirava minha arma para ela.

Assim ela começou a se cortar a cada facada uma lagrima e uma gota de sangue. Foi assim até ela cair morta no solo da floresta. Terminado, peguei do meu bolso traseiro da calça uma caixa de fósforos, peguei um e o acendi depois o joguei em cima deles. Logo aquilo explodiria, então entrei na caminhonete e dirigi rapidamente ate a estrada onde prosseguiria até o aeroporto.

Larguei a caminhonete há uma boa distancia do aeroporto em seguida peguei o taxi até o destino. A caminhonete estava sem prova nenhuma, limpa! Usei luvas então sem digitais, meus sapatos, bom vou dar um jeito nisso. Meus pensamentos foram interrompidos quando o motorista do taxi parou o carro e disse que tínhamos chegado ao destino. Peguei minha carteira do bolso e paguei, nem liguei para o troco. Segurei minha bolsa que era minha única bagagem e caminhei até a entrada do aeroporto. Andei sem olhar para os lados, objetiva como sempre sou... Em passos longos cheguei à sala de espera depois de fazer tudo o que se faz em um aeroporto antes de pegar o avião. “VOO 135, LONDRES INGLATERRA” uma voz suave disse, era o meu voo e todos que estavam sentados se levantaram e formaram uma fila eu continuei sentada esperando todos entrarem afinal meu acento não sairia correndo. Depois que todos entraram me levantei e entrei na longa passarela que iria de certo ao avião. Procurei por meu lugar e depois me sentei. Fiquei com a cadeira do meio, droga! Ao meu lado direito estava um garoto e a minha esquerda um senhor. Peguei da minha bolsa meu fone e passei a viagem toda escutando Ed Sheeran, de certa forma aquela voz me acalmava.

{...}

“Senhores passageiros, bem-vindos a Londres. Em alguns minutos estaremos no chão, não retirem os cintos” finalmente Londres, logo estaria fora desse avião entediante. E longe desse garoto estranho ao meu lado que cheirava a peixe ops fedia a peixe. Comecei ao encarar ele tinha os olhos azuis e seu cabelo negro estava totalmente bagunçado, suas vestes aparentemente gastas.

- O que tanto olha em mim? – ele disse arrogante

- Estou apenas observando os seus traços – respondi

- Oras que coisa idiota – ele não sabe com quem fala.

Ignorei aquele trouxa, logo a aeromoça avisou que podíamos descer da nave. Peguei minha bolsa, meu fone e sai dali rapidamente. Imediatamente sai do aeroporto e senti o frio de Londres, tive que pegar outro taxi. Entreguei o endereço em que ele teria que ir e descansei meu corpo no banco. Em aproximadamente 2 horas, cheguei ao endereço. Sai do taxi, ficando de frente a casa 202, olhares curiosos surgiam por trás das janelas e cortinas dos vizinhos. Caminhei pelo pequeno jardim até a porta, toquei a campainha apenas uma vez. A delicada maçaneta dourada girou e a porta se abriu com um leve ranger. Uma garota com os cabelos negros e olhos verdes claros estava atrás da porta, ela abriu um longo sorriso e me abraçou. Sim era minha irmã.

- Luna! Quanto tempo que não te vejo o que faz aqui em Londres? Vamos entre – ela falava muito rápido e eu só consegui entrar na casa sem dizer uma palavra.

- Não trouxe bagagem? Vai passar muito tempo? Ai meu Deus, como você está diferente! – o sorriso dela era verdadeiro.

-Alexandra, se acalma. Eu vim passar uns dias,semanas,meses por aqui okay? Espero que não incomode – disse com a voz fraca

- Oh não esta tudo bem, vou arrumar o quarto de visita pra você enquanto isso tome um banho tem toalhas no banheiro. – ela subiu a escada, foi para o quarto eu acho.

Joguei minha bolsa em cima do sofá azul que tinha ali, procurei pelo banheiro e achei-o uns minutos depois. Entrei nele e me despi, liguei o chuveiro e tomei uma longa ducha. Lavei meu cabelo e depois me enrolei numa toalha, sai com o cabelo aos pingos até o andar de cima. Passei por alguns quartos no corredor até achar Alexandra.

- Luna, aqui esta uma roupa pra você e o quarto já esta arrumadinho haha então vou descer pra cozinhar algo. – ela se foi tão rápida quanto o Flash.

Peguei as roupas que estavam em cima da cama e as vesti http://www.polyvore.com/cgi/set?id=76428564&.locale=pt-br , penteei meu cabelo. De repente meu celular toca, atendi.

- Quem fala? –

- Luna Walker? Sou Tom Happer e queria me encontrar com você hoje. –

- Hm, por que eu deveria falar com você? –

- Digamos que eu tenha um trabalho para uma expert, entende? – se referia ele a um assassinato?

- Haha agora eu estou gostando, onde e quando? –

- Hoje, ás 8:22 no Starbucks próximo a casa em que você esta agora. –

- Wow sabe onde eu estou? Que ótimo vejo que não estou lidando com um qualquer, então como saberei que é você? –

- Irei com uma jaqueta vermelha e uma bota preta, e quanto a você? –

- Você não precisa saber – desliguei o celular, um futuro assassinato? Londres esta me saindo muito bem para um primeiro dia.

Notas finais
reviews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.