De volta às origens
2 Capitulo 2 – Voltei ao lugar que nunca devia ter saído
Notas iniciais
Capitulo 2 – Voltei ao lugar que nunca devia ter saído
Passou a viagem de duas horas e tal a dormir, não dormiu quase nada na noite anterior porque encontrava ansiosa e na última hora é que lembrou de fazer a mala. A sorte dela é que não precisava levar nada no quarto que teve a viver, sem ser as roupas e outros objetos importantes.
Acordou graças aeromoça que viu que Annie não acordava por nada, mesmo quando já tinha chegado ao seu destino. Agradeceu a moça por ter acordado e foi pegar a sua pequena mala.
Ao sair pela porta do desembarque, ficou com pouca inveja de alguns passageiros, a família de muitos veio buscar eles ao aeroporto depois de uma viagem cansativa. Já ela não tem ninguém que veio buscar e abraça-la.
No passado aconteceu a mesma coisa, a sua família paterna não pode vir despedir nela ali, já que os seus avôs não autorizaram que viesse e tiveram a lata de dizer para nunca mais aparecer na frente dela.
Deixou as suas mágoas para atrás e dirigiu até a porta principal do aeroporto, a procura de um meio transporte que pudesse levar até Forks. Decidiu não ir de táxi, já que cobra muito dinheiro e estava a tentar guardar máximo dinheiro possível para conseguir viver em La Push sem ajuda dos seus familiares.
Escolheu ir de ónibus, a viagem podia demorar mais um pouco comparado com o carro, mas iria sair mais barato porque ia partilhar o assento e assim podia conhecer novas pessoas até chegar ao seu destino.
Como já tinha dormindo dentro do avião, ia aproveitar o resto da viagem que tem para observar as paisagens. Sabia que aquele ambiente florestal iria fazer parte da sua vida para sempre, só de olhar pela floresta já sentia uma paz interior dentro de si.
Quando deu por si reparou que estava quase a chegar Forks, andar de ónibus passou num instante, só de ver as paisagens lindas, ela tentou fotografar aqueles momentos para colocar num álbum.
Chegou a parada de ónibus, teve que sair do veículo e viu na lista, que próximo ónibus com destino de La Push só aparecia daqui uns 30 minutos. Como ainda tinha um bom tempo para esperar o transporte, lembrou do papel que Renée deu com a morada do ex-marido. Decidiu ir lá para ver se encontrava sua antiga amiga Bella, queria ver a reação da outra quando a visse ali.
Reparou que a cidade de Forks não é tão grande como a cidade de Phoenix, começou andado pelas ruas até achar a rua correta que queria ir. Até que achou o nome da rua que estava procurando, começou ando devagar até achar o número da casa.
Não tinha a certeza se iria encontrar a sua antiga amiga, mas não custava tentar ver se a mesma encontrava ali. Bateu a porta, a espera que alguém viesse atende-la.
— É aqui que vive Charlie Swan? — perguntou Annie quando viu que foi uma mulher que abriu a porta, percebeu que ela têm traços da tribo quileute.
— Sim, vou ali chama-lo. — respondeu Sue, a mulher que abriu porta. Ao olhar para garota sentia que a conhecia de algum lado, mas não se lembra de onde a viu.
— Sue disse que está a minha procura. — falou Charlie que vinha a frente da sua namorada, curioso para saber quem é a garota que vinha a procura dele.
— Não estou bem a sua procura. Como estou aqui de passagem, vi a procura de Bella. — revelou Annie viu a cara de choque de mais velhos, a jovem percebeu que sua antiga amiga nunca falou dela.
— Bem ela saiu uns minutos atrás. Se tivesse chegado mais cedo, talvez conseguias a vê-la. — confessou Charlie que coçou o seu bigode, ficou atrapalhado como a visita da jovem. Não podia dizer que filha tinha mudado imenso e não viva mais ali.
— Também vi aqui sem avisar. É que eu perdi contacto com Bella desde que ela foi embora de Phoenix. — contou Annie e viu novamente a cara de surpresa dos mais velhos quando mencionou o lugar de onde ela veio.
— Espera tu é a garota que Rénne mencionou. Ela passou o meu endereço a ti e disse que tu és aqui da zona. — concluiu Charlie que lembrou que algumas horas atrás, a sua ex-esposa ligou a falar sobre Annie.
— A tua cara não me é estranha. Eu já devo ter visto quando eras mais nova. — comentou Sue quando seu namorado falou que a jovem é dali perto e também falou da cidade onde teve a viver até agora, não tinha a certeza se ela é a garota da qual está pensado.
— Sim, sou daqui perto. Decidi voltar ao meu lar mas acho que em breve a senhora vai saber quem eu sou. — confessou Annie sabia que a mulher vive em La Push e sentia que a conhecia ela desde de pequena, só que não se lembra bem já que era uma criança naquela atura.
— Digo Bella que passaste por aqui. Ela vai ficar feliz por saber que vieste visita-la. — garantiu Charlie porque viu que a jovem olhar para relógio devia estar a espera do seu transporte.
— Não precisa contar a ela que estive aqui. Quero a surpreendera-la. — explicou Annie porque sabia se alguém contasse a mais nova que estava ali, ia fazer de tudo para não aparecer a frente dela.
— Se é o que queres, então não vou dizer nada. — prometeu Charlie que cumpria sempre os desejos das outras pessoas, como é chefe da policia gosta de ajudar a todos para sentirem se protegidos do mal.
— Bem se precisares da nossa ajuda para algo, podes encontrar-me aqui na casa do Charlie ou em La Push. — informou Sue com um sorriso caloroso, alguma coisa dentro de si dizia que esta jovem ia fazer parte da sua vida e dos seus.
— Obrigada. Até outro dia. — agradeceu Annie mesmo não tendo a certeza que ia encontrar a sua família, sabia que há boas pessoas que preocupa por ela.
A sorte da jovem que a paragem de ónibus não é muito longe da rua que está agora. Saiu a correr da casa do xerife depois ter despedido deles, porque faltava poucos minutos para ónibus chegar.
Reparou que havia pouca gente que estava a espera do ónibus para ir La Push. O tempo não ajudava muito, parecia que ia chover e ninguém queria ir para praia com aquele tempo assim.
Muita gente ia para La Push com os seus carros ou iam de boleia com os amigos. Entrou no ónibus e sentou nos bancos mais ao fundo, onde não havia muito barulho e também era mais fácil para os idosos sentarem, sem estar a procurar muito tempo algum assento para sentar.
Durante o caminho, quando olhava para a paisagem um carro passou por ela em alta velocidade, a jovem percebeu pela aquela maneira de conduzir devia ser algum vampiro que vive por ali.
Ela não consegui ver a cara de quem vinha conduzir, algo do seu interior dizia que ia ver aqueles vampiros muita vez por ali. Só não sabia se ia ser alguma coisa boa ou ruim, mais para frente podia tirar as conclusões do que vai passar ali na sua nova vida na tribo
Faltava pouco para chegar a tribo quileute, finalmente Annie sentia que está no lugar onde nunca devia ter saído desde de pequena, parecia que a natureza estava a chamar ela para juntar aos seus irmãos da matilha.
Muita gente da tribo vai se surpreender como a chegada dela, aqueles que conhecem o mundo sobrenatural, pensam que a jovem não conhece nada daquele mundo e nem que esteja envolvida, mas aparências enganem.
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