De volta as origens
41 Plano em ação II
Notas iniciais
Gold estava parado na porta da mansão, não iria fazer do mesmo jeito, até por que, seria obvio demais e Regina acabaria percebendo.
Girou as mãos e logo Hook estava a sua frente, sem pensar duas vezes lhe arrancou o coração. Esperou que Henry entrasse em ação.
Logo viu seu neto, correndo a porta e entrando apressado.
Regina havia acordado e apreciado a vista de sua esposa dormindo, pensando no quanto precisou batalhar para isso e que ninguém tiraria isso dela, de forma alguma. E controlando a vontade louca de fazer carinho em sua barriga, quando ouve passos pelas escadas, sabendo bem que era o desobediente do seu filho, levanta-se devagar e vai a porta.
Henry sobe as escadas e bate na porta. Logo ouve um murmúrio e sua mãe morena abre a porta, com um sorriso nos labios.
—Querido, aconteceu algo? Parece branco! Pergunta colocando as mãos no rosto do garoto.
—Mamãe! Preciso de ajuda. Falou aflito, de fato se sentia assim, mas não era por algo, mas medo que sua mãe descobrisse tudo.
—O que houve? Agora Regina estava nervosa.
—Vovó. Fala rápido. – Ela .... ela..... ela.... Está bêbada. Joga, pensando que dizer que ela estava com problemas, não pudesse ser o suficiente.
—E o que... Henry não deixa ela terminar.
—E ta dançando na rua toda torta, lá perto da escola mãe. Ele joga outra.
—Não posso perde isso. Anima-se Regina e quando Henry a olha repreendendo ela completa. – Preciso salvar a reputação da minha sogra. E sorri amarelo.
—Claro. Ele meio que dá de ombros. – Vou esperar lá embaixo. Corre tirando o celular do bolso. Mandando uma mensagem. “Vovó, melhor parecer bêbada, rs”
Logo Gold, vê os dois saindo correndo da casa, sorri animadamente e se transporta com Hook, para a praça.
—Você não se lembrara de nada. Sorri diabolicamente e lança um feitiço, fazendo o pior sentimento vir a tona.
Logo Hook, se transforma e estava indo atrás de Regina.
—Você é uma grande filha da.... Não termina, logo que vê Regina indo para cima dele.
—Termine a frase e será um homem morto. Anuncia frente ao rosto dele.
—Você ameaça bem, quero ver fazer de fato algo. Sorriu ironicamente para a Rainha.
Regina levantou o homem no ar e começou a sufocar ele.
—Sab..ia...que você...nunca ... Não terminou, Regina largou ele, e arregalou os olhos.
—Você não vai conseguir fazer eu voltar a ser quem eu era. Respirou fundo. -Eu mudei, sou melhor do que eu era e ninguém vai me fazer mudar. Gritou e virou as costas, seguindo novamente atrás do seu filho.
Logo Henry chegou e viu sua vó parada sem saber o que fazer, ele fez movimentos com as mãos, indicando o celular.
Ela olhou para o celular arregalou os olhos, negou. Respirou fundo.
—Bêbada serei. Suspirou.
Regina começou a desconfiar e começou a andar mais devagar e firme.
Henry chegou primeiro e correu para avó.
—Snow diga-me que você não armou algo para cima de mim. Regina chegou cruzando os braços.
—Regininhaaaaaaaaa minha nora mais amada de todo o mundo. Começou a morena de cabelos curtos. – Dá um abraço na sua sogrinha maravilhosa. Sorriu se entortando.
Regina cai na gargalhada na mesma hora. Mary quase parou de fingir so para fechar a cara e xingar a morena, mas Henry arregalou os olhos e ela apenas continuou com o sorriso idiota no rosto.
—Vem. Fala a morena parando de rir. – Vamos te levar para casa. Sorri ainda. –Que dia maravilhoso. Sorriu e girou as mãos.
Logo os três estavam na casa da professora.
—Pronto querido. Regina sorriu e beijo o filho. – Agora preciso ir ver sua mãe. Ela não gosta de ficar sozinha.
—Obrigada mamãe. Sorriu ele sem graça.
—Obrigada você. Ela sorriu novamente e olhou para Branca que estava dançando de um lado para outro, como se fosse uma completa idiota sem noção. – Por isso. Apontou e pegou o celular.
—Mãe. Repreendeu o garoto.
—Esta bem. Suspirou.- Estou indo, qualquer coisa me chame, ainda mais para isso. Sorriu novamente para Snow e acenou.
—Vem Regininhaaaaaaa, você ainda não me abraçou. Fez um muxoxo. – Você parece mais velha, tipo velhaaaaa mesmo, sua velhinhaaaaaa... Começou a rir sem parar.
—Melhor eu ir, deixou de ser engraçado. E Regina girou as mãos.
—Vó. Começou a rir junto. – Foi maldade. Ele disse rindo.
—Ela quem começou. Jogou-se no sofá. – Já posso ir para TV, sou boa nisso. Ela sorriu. – Sabe o que é melhor? Perguntou animada. – Quando ela souber que consegui enganar ela, ela vai ficar tão irritada. Sorriu mais ainda.
—Sim e talvez não viveremos para nos gabar. Murmurou baixo o garoto.
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Regina chegou em casa e encontrou a mulher dormindo. E murmurando sozinha. Sorriu e voltou a deitar, fazendo Emma deitar em seu peito e ficou acariciando os cabelos loiros.
—Sou tão feliz. Murmurou a morena. – Você é a melhor coisa da minha vida.
Emma instantaneamente se agarrou a morena e suspirou.
Regina ficou ali, fazendo carinho nas costas da loira. Talvez a gravidez, estivesse esgotando as duas mesmo.
Quando estava quase dormindo ouvi a voz de Emma resmungando.
—Hook. E seu coração acelerou e seus olhos abriram rapidamente.
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Rumple sorri e gira as mãos, deixando Hook no barco e ele indo para sua casa, ao chegar lá, escolhe uma boa taça de bebida e se serve.
—É Regina, parece que quem vai me dar mais trabalho é Emma Swan. Sorriu colocando o liquido na boca. – Será que devemos aumentar um pouco mais e te pressionar até ceder? Sorriu e fez um brinde ao nada.
Gold estalou os dedos e logo sorriu, fazendo seus velhos movimentos. Não podia negar, adorava essa adrenalina toda.
Belle ao ver sorrindo entra e estranha. Mas não podia negar que confiava sua vida a nova forma que Rumple estava lidando, então tirou qualquer coisa da cabeça e o abraçou.
—Deu tudo certo. Ele disse orgulhoso. – Vamos apenas esperar. Sorriu novamente.
—Eu te amo Rumple. Ela sorriu e o olhou nos olhos. – Será que não podemos conversa um pouco. Ela pediu gentilmente.
—Sobre? Ele ficou tenso.
—Eu queria dar um novo passo no nosso casamento. Confidenciou.
—Belle, agora não é o melhor momento. Fugiu do assunto e saiu da sala sem olhar para trás.
Belle sorriu triste. Mas não iria desistir de convencer ao Senhor das Trevas, ter um filho com ela. Fazer do amor deles um novo membro da família.
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—Anna. Chamou Elsa irritada. – Larga esse binóculo e vamos para casa. Tentou arrancar, mas não obteve sucesso.
—Não. Reclamou a ruiva. – Eu fui incumbida de ficar de olho nelas e não posso falhar na minha missão. Declarou e voltou a olhar para dentro da janela.
—Anna, você tem que comer. Reclamou a mais velha.
—Que nada. Disse e antes que a loira dissesse algo ela puxou sua mochila. – Eu estou comendo, chocolates. Seus olhos brilharam.
—Você quer virar uma bola enorme é isso? Pergunta indignada.
—Logico que não. Ela se diz ofendida. – Já pensei em tudo, vou comer um monte de chocolates e depois peço para o cara assustador, me voltar ao peso de antes. E olha como se fosse a coisa mais inteligente do mundo.
—Culpa é minha. Grita Elsa. – Foi aquela batida de cabeça, certeza que ela danificou algo ai dentro, só pode ser isso, não tem outra explicação. Gritou frustrada.
—Isso foi uma ofensa? Pergunta confusa. – Bom não importa, deixa eu fazer minha missão, sei que esta com ciúmes, por que pediram para mim, mas eu deixo você me ajudar.
—Anna, eles só te deram algo por que.... Não terminou de falar, pois Anna levantou assustada.
—Chama o... ai Caracas... aquele homem feio, não o ex amor verdadeiro da Regina, aquele... ai Caracas... Gold. Diz exasperada.
—O que foi? Perguntou assustada, Anna tinha acertado o nome de Rumple.
—Elas vão se matar. Grita apontando e jogando o binóculo para a Irma.
—Não seja... Ela olhou enquanto falava e logo estava com o celular na mão. – As coisas estão fora do controle. Grita ao pegar o telefone.
—Pra quem ligamos? Perguntou Anna.
—Pra todos. Gritou desesperada.
—Eu ligo para o menino e você para o assustador.
Logo os celulares estavam tocando e todos correndo para a mansão Swan Mills. Parece que as coisas saíram um pouco fora de controle.
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