De volta as origens
16 O que nós espera
Notas iniciais
David estaciona o carro e desce rindo da piada de Emma e a loira também estava gargalhando sobre o assunto, quando volta a olhar para David ele estava serio e olhando para frente ela segue o olhar e engole seco, na porta de casa estava Regina e Mary de cara fechada e braços cruzados na frente do corpo.
–Estamos ferrados não é? Questiona Emma a David
–Muito, mais não use essas palavras. Fala David sem olhar para ela e completa. – Coloca um sorriso no rosto e faça cara de culpada e de gatinhos de botas e haja o que houver não discuta apenas acate entendeu. Fala David sussurrando para Emma.
–Sim. É a única coisa que ela responde.
–Posso saber onde estavam? Fala Mary e Regina completa. – Até essa hora? Como saem sem avisar, sem deixar recado, ficamos preocupadas. E Mary completa. – Queriam nos matar de susto? É isso por que quase conseguiram.
–Não foi por mal. Responde Emma e David ao mesmo tempo.
–Entrem. Fala as mulheres em uníssono.
–Mãe, vovô onde estavam que não me chamaram pra ir junto, ta uma loucura aqui. Fala Henry correndo até os dois. – Nossa estavam brincando do que, estão cheirando a fumaça e mato. Indaga Henry olhando para os dois.
–Mais ou menos isso mesmo. Fala David dando um sorriso de cumplicidade para Emma.
–Tirem esses sorrisos dos rostos e vão se levar o almoço está pronto e ... Ia dizendo Mary seria enquanto balança o carrinho de Neal até percebe que Emma e David tinha machucados nas mãos, rostos, pernas e braços. – Ai meu Deus o que aconteceu com vocês? Fala Mary indo até os dois e Regina a segue ficando na frente de Emma e Mary para na frente de David, elas estavam tão nervosas que nem reparam muito nós dois, apenas que estava sujos e atrasados, mais olhando de perto elas conseguiam vê os machucados.
–Tipo, foi uma aventura, mais estamos bem não estamos pai. Fala Emma olhando para David e pedindo ajuda.
–Estamos ótimos, agora vou tomar banho e você vai tomar o seu e depois vemos e cuidados dos arranhõezinhos que temos. E já vai subindo para o quarto e Emma o seguindo.
–Eu vou cuidar dos dois e ainda não terminamos essa conversa Sr David Nolan. Fala Mary seria.
–E nem nós Srta Swan. Fala Regina e vai ajudar a colocar a mesa.
David e Emma sobem em silencio e quando alcançam o final da escadas dão um sorriso enorme.
–Adorei o dia de hoje pai, foi o melhor da minha vida. Fala Emma e abraça o pai emocionada.
–O meu também querida o meu também. Dito isso ele intensifica o abraço.
–Ok agora você vai quebra minhas costelas. Emma fala e ri e quando o pai a solta ela completa. – Precisamos de uma estratégia melhor agora.
–Precisamos, mais ainda continua com cara de dó e quando elas forem cuidar dos machucados se mantenha firme, mais se doer muito grita bastante, assim ela fica com mais dó de nós. E dito isso ele abre um sorriso enorme e vai para o banheiro não antes de ouvir Emma dizer.
–Se não der certo vou culpar a Regina e você deveria culpar a minha mãe. Fala Emma seria.
–Como isso vai ajudar? E como elas são culpadas Emma? Questiona David.
–Oras se não tivessem nós expulsados estaríamos aqui dormindo e não correndo risco. E Emma começa a ri do seu próprio comentário.
–Vamos usar isso como ultimo recurso ok. Fala David adorando a ideia de Emma, mais achando arriscada e seria uma espécie de plano B para eles. – Pense em mais coisas, afinal o dragão vai ser um grande problema e agora sim ele se vira e vai embora para tomar banho depois que Emma assente e também segue para o banheiro.
Ao sair do banheiro Emma encontra David sentado em sua cama e Mary limpando seus machucados e para pra ouvir a conversa deles.
–Como você sai assim e nem avisa David? E ainda luta contra um dragão que a própria Emma fez, cadê sua responsabilidade? E se você ou Emma se ferissem gravemente? O que eu faria? Falava Mary enquanto limpava os machucados, mais eram na maioria aranhões o problema era uma queimadura no braço do Charming esse demoraria um pouco para sarar.
–Desculpe querida, mais estávamos empolgados e ai, apareceu o dragão e depois me vi envolvido na briga e além do mais eu cuidei dela, a protegi e a trouxe bem, não me olha assim querida, ela está apenas com uns arranhõezinhos e eu não deixaria nada machucar meu bebê, me perdoa vai, foi coisa de pai e filha e nossa você sabe que eu queria muito um momento assim com ela, se quiser pode ser o seu momento com ela, por que você deveria ter um momento assim, mais não briga com ela e se quiser ainda dormi no sofá, só não brigue com ela. Fala David e abraça a cintura de Mary apertado como se fosse um reforço a suplica que ele fazia.
–Ok, ok, não precisa apelar assim, não vou brigar, mais eu quero conversa com ela só eu e ela, e eu preciso falar sobre tomar cuidado, ela não pode criar dragões assim são perigosos, agora me diga como se sentiu? Como foi. Pergunta Mary sobre a manhã que David teve com Emma e via o brilho nos olhos da esposa e David abre o maior sorriso de todos e conta um pouco sobre o dia deles, tirando a parte final de casamento e sobre ela perdoa eles.
–E você como foi com Regina? Questiona o príncipe.
–Foi tranquilo, tivemos uma conversa seria e acho que ela está mesmo amando a Emma e que se a nossa pequena quiser ela se casa amanhã mesmo, mais tenho medo sabe e se algo acontecer? E se todos nossos problemas interferirem na felicidade das duas? Questiona Emma se sentando ao lado do marido.
–Não sei querida, mais precisamos as deixar escolherem o que querem e apoiar e se casar é o que querem, então faremos um casamento, só que pelo que vem acontecendo amanhã elas possam acorda mais velhas. Comenta David pensando sobre o fato de Regina acorda e lembrar-se da morte de Daniel e de Emma lembra que foi presa e abandonada será que isso não afetaria tudo entre elas e o relacionamento entre todos? David é tirado de seus pensamentos pela voz de Emma.
–Tomei banho e não tenho machucado nenhum, então que tal descermos e almoçar? To morrendo de fome. Fala Emma entusiasmada, na verdade ela não queria que vissem que ela tinha queimado um dos braços também, ou qualquer machucado ou cicatriz que ela possuía, muito menos as duas tatuagens que já tinha, sabia que iria levar um bronca dos pais se eles descobrissem afinal só tinha quinze anos.
–Bom eu vou indo terminar as coisas. Fala David e da um beijo na cabeça de Mary e a mesma passa a mão no braço dele e David sai deixando uma loira morrendo de medo para trás
–Juro que não foi por mal e que não faço nunca mais um dragão ou qualquer coisa que prejudique alguém, me desculpa. Fala Emma tremendo de medo que fosse levar uma bronca mesmo tendo ouvido a conversa ainda era difícil acreditar que sairia impune de toda essa bagunça
–Meu amor vem cá por que ta tão nervosa? Eu nem falei nada ainda. Fala Mary e Emma se aproxima vacilante e Mary levanta pega sua mão e guia até a cama e se senta trazendo Emma para seu lado. – Quero que entenda que foi perigoso e que espero que não faça mais, combinado? E que não vai ficar com tanto medo de mim. Fala Mary rindo na ultima frase, por dentro estava doendo vê sua filha com aquela cara de quem ia acabar levando uma surra enorme e isso a desagradava queria que Emma se entendesse que podia confiar nela também como ela confiava em David.
–Ok, é que fico nervosa com broncas. Fala Emma e da um sorriso fraco e sem graça e depois abraça Mary, mais a abraça forte como se pudesse e quisesse mostra que gosta muito dela e que está feliz por ela ser sua mãe agora.
–Nossa mais assim fico sem ar. Fala Mary e retribui o abraço e quando Emma começa a se soltar ela aperta Emma mais forte. Eu não ligo de ficar sem ar se for pra ficar assim com você. E com essa frase dita as duas choram em silencio pelo mesmo motivo a felicidade de saber que não havia mais o que temer e nem nada mais seria perdido daquele momento para frente, como se fosse uma promessa de que toda vez poderiam se procurar e se encontraria. –Agora vamos comer por que ouço sua barriga daqui mocinha.
Mary queria poder dizer muitas coisas para a filha, mais por incrível que pareça aquele abraço resolveu tudo e colocou tudo em seu lugar e com isso em mente guiou a filha para o balcão da cozinha onde os outros estavam esperando para comer a refeição.
–Até que enfim. Fala Henry bufando e começa a se servi e é repreendido.
–Henry olha seus modos, tira os cotovelos da mesa e espera os mais velhos se servi primeiro. Fala Regina olhando para Henry .
–Desculpe. Fala o menino e abaixa os braços para perto de suas pernas.
Todos se servem e começam a comer, David e Emma falaram sobre a aventura que tiverem desde da briga pro espadas até a briga contra o dragão e todos estavam animados menos Regina que estava em silencio e depois do almoço ela ajuda Mary a arrumar e Emma acha que agora sim ela estava perdida.
–Henry ela está muito brava? Questiona Emma a Henry baixinho.
–Brava não, claro que não mãe ela está muito, muito brava. Responde Henry para Emma
–Será que se eu der uma capa ela ficaria contente? Pergunta Emma ela não conseguiu evitar fazer a piada.
–Por que uma capa ajudaria mãe? Questiona Henry.
–Por que ela ficaria a mulher super brava. Fala Emma e começa a ri muito e Henry acompanha na risada até que Regina chega neles e pega na mão de Emma e diz.
–Vamos precisamos conversa agora.
–Sim, Henry qualquer coisa já sabe. Fala Emma baixinho para o filho.
–Sei sim mãe. Fala Henry e pisca para a loira.
Regina conduz Emma até o quarto e fecha a porta na mesma hora e aponta a cama para que a loira se sente.
–Você perdeu completamente o juízo? O que queria quando fez um dragão? Se matar? E em mim não pensou em mim? Não pensou em nós? No seu filho na sua mãe, que ideia mais...mais...ahhhhh... Emma Swan achei que fosse morrer de tanta preocupação, nunca mais faça isso na sua vida entendeu? Por que eu juro se fizer isso novamente eu vou matar você pessoalmente. Fala Regina e deixa uma lagrima escapar pelo seus olhos e vai até a cama e abraça Emma com força como se quisesse ter certeza que ela realmente estava lá agora.
–Não faço mais eu prometo. Fala Emma e acaricia os cabelos escuros de Regina e ficam assim um tempinho até Emma falar novamente. – Pelo menos agora podemos realmente nós casar,por que eu matei um dragão. Fala Emma estufando o peito com muito orgulho do que estava falando.
–Idiota. Fala Regina e da um leve tapa no braço da loira que reclama de dor. – O que foi, deixe-me vê. Fala Regina e antes que Emma diga não ela puxa a manga da blusa e vê a queimadura. – Precisamos tratar disso aqui Emma tá feio. E Regina pergunta onde pode encontra remédios e Emma indica e Regina cuida do braço dela.
–Você ainda vai casar comigo né? Questiona Emma ao vê que Regina tinha cuidado do braço dela já.
–Se você para te fazer essas coisas idiotas eu posso pensar a respeito por quê? Pergunta Regina
–Por que eu quero saber. Fala Emma dando um sorriso de lado, sabia que Regina iria aceitar.
–Me caso com você antes do dezoito anos, depois não. Fala Regina e antes que Emma fale algo ela completa. – Não tem conversa mais antes dos dezoito e vamos descer agora. E dito isso puxa a loira para sala.
E assim passa mais um dia, elas voltam para a sala e ficam conversando e assistindo Tv e ouvem a campainha tocar e Emma vai atender.
–Oi nossa mais mesmo novinha continua uma gata hein. Fala Ruby entrando pela casa deixando Emma sem entender quem ela era.
–Oh Ruby você finalmente veio me vê, sua péssima amiga. Fala Branca abraçando a Red e dando uns tapinhas na sua costas.
–Sabe como é, vovó me explora, eu vi elas pela cidade tentei até falar com elas, mais ficam tão fofinhas juntas que não tive coragem. Fala Ruby apontando para Regina e Emma que agora estavam em pé lado a lado perto das duas mulheres.
–Sei, sei sim. Fala Branca e se solta do abraço indo até Emma. – Emma preciso que conheça sua madrinha. E empurra a loira para perto de Ruby que a abraça apertado muito apertado.
–Ta me esmagando e sufocando. Fala Emma abafada, afinal Ruby tinha enfiado os peitos praticamente na sua cara.
–Desculpe, é que não pude evitar, queria ter vindo antes para pode aproveitar você melhor, mais muito trabalho mesmo e ó pude vir agora, você me desculpa Em? Questiona Ruby, ela realmente via Emma como uma amiga, apenas isso, mais ela estando assim mais nova poderia ser sua madrinha de verdade e quem sabe pode cultivar isso depois?
–O que isso eu entendo, deixe me apresentar a minha namorada. Fala Emma e puxa a mão de uma morena que estava de cara muito fechada.
–Prazer, quer dizer tenho certeza que já nós conhecemos, mais como não se lembra. Fala Ruby meio atrapalhada e pega na mão de Regina.
–Prazer. É apenas o que Regina responde.
E nisso encantam uma conversa, Ruby, Branca e Emma que não podia negar tinha gostado de saber que tinha uma madrinha, depois de um tempo e vendo que Regina estava de bico Emma pede licença e vai falar com Regina.
–O que foi? Por que da com um biquinho. Fala Emma cutucando nos lados e abrindo um sorriso sapeca no rosto.
–Não estou de bico, volta para a sua como você mesma disse dinda. Fala Regina seria e volta a mirar a TV.
–Não me diga que tá com ciúmes da minha madrinha, você sabe que ela é tipo uma mãe de reserva não é? Pergunta Emma, era o que ela definia as madrinhas para quando as mães não tivesse houvesse alguém que cuidasse da criança.
–Não me parece com uma mãe ela e ela quase te sufocou com os peitos dela Emma. Fala Regina apontando para a morena e fazendo careta e no final uma voz manhosa.
–Se quiser pode me sufocar no seu também. Fala Emma e começa a ri da cara que Regina faz uma mistura de incredibilidade com vergonha.
–Não seja tonta Em, não vou esfregar nada meu em você enquanto não nós casarmos. Fala Regina seriamente para a loira.
–Por que não? Questiona a loira como se fosse um absurdo Regina não querer se esfregar nela.
–Como o por que? Não vou me esfregar e pronto, só depois que casarmos essa é a regra e pronto. Fala Regina como se fosse um absurdo maior a loira questiona isso.
–ok. Fala Emma e senta ao lado da morena.
–Ok. Responde Regina também.
As duas ficam assim por um tempo até que Ruby tem que ir embora e volta a abraça a loira apertada novamente fazendo do mesmo jeito que fez anteriormente e deixa Regina muito nervosa.
–Acho que ela já entendeu que você gosta dela e que quer muito ficar perto dela, não precisa aperta tanto. Enquanto fala Regina puxa Emma para perto dela e passa possessivamente os braços em volta da cintura da loira.
–Oh pelo jeito temos uma pessoa ciumenta na família agora. Fala Ruby e despede dos outros indo embora.
–Sabe mãe você é muito ciumenta. Comenta Henry gargalhando depois que Ruby se foi.
–Verdade. Comenta David e Mary apoia, Regina fecha a cara e olha para a loira.
–Eu não to reclamando. Emma fala e levanta as mãos em modo de defesa e todos caem na gargalhada
O fim da noite se aproxima e a mesma batalha para ir dormi, só que dessa vez eles não conseguem separar as duas que vão dormi no quarto de Emma.
–Ainda não acredito que você disse que não se esfregaria em mim, para David e Mary. Resmunga Emma tinha ficado totalmente sem graça quando Regina falou categoricamente que eles não precisavam se preocupar que ela não tinha intenção nenhuma de fazer nada com a loira enquanto não fossem casadas e para piorar tudo questionaram como Regina tinha tanta informação ela simplesmente disse que tinha aprendido a usar a internet, levando todos ao choque até o próprio Henry ficou sem graça e deu de ombros.
–Mais eu só falei a verdade Em. Diz Regina e se deita com a cabeça no ombro da loira e passa a perna por cima da dela, fazendo de Emma um travesseiro e a loira não reclama.
–Sei, sei, vamos vê. Murmura a Emma e depois acaba adormecendo e Regina também.
Mais antes de pegar no sono profundo as duas ficam rezando para que no dia seguinte ainda tenham a mesma idade para podem ficar mais tempo juntas e aproveitarem e ambas desejam a com muita força que a loira possa cumprir a promessa de casar com a morena.
O dia amanhece invadindo o quarto das meninas e mostrando uma cena que muitos não imaginariam, Regina está atrás de Emma a abraçando, fazendo as duas ficarem em conchinha novamente, mesmo que não fosse assim que dormiram, Emma se remexa pois a luz está na sua cara e se vira dentro dos braços de Regina e sem abri-los fala.
–Bom dia Re. E abre um sorriso ao sentir a respiração da morena mais perto.
–Bom dia Em. Fala Regina e também sem abri os olhos.
–Quantos anos? Pergunta Emma e pela sua voz pode se vê que ela tinha medo de pergunta e da resposta que viria a seguir, por que de uma coisa ela tinha certeza não tinha a mesma idade do dia anterior.
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