De volta as origens
22 E agora?
Notas iniciais
Depois do comentário de Henry se instalou um silencio, mais assim que Anna questionou por que todos estavam quietos e se isso era um jogo, todos começaram a rir dela e logo Henry propôs que ele e Emma jogassem algo, enquanto Regina ajudava Mary na cozinha e Elsa ainda olha admirada a tudo e David estava no sofá distraindo o filho.
O pequeno Neal começa a chorar tirando todos de seus devaneios e da risada depois da confissão de Henry e com isso Mary sobe com ele, pois já estava na hora de amamentar o pequeno, quando ela some de vista Anna pergunta.
–Por que ela saiu da sala? Questiona Anna sentada no chão perto de Emma e Henry que agora estava jogando vídeo game, na verdade Emma e Henry a enganaram dizendo que quando eles perdessem passariam o controle e isso tinha sido há meia hora.
–Vai da de mamar para o bebê Anna. Quem responde e a Elsa que agora se encontrava ao lado de Regina e as duas em silencio.
–E agora é minha vez? Questiona Anna, esquecendo totalmente o questionamento que tinha feito e a saída de Mary da sala.
–Ainda não. Respondem juntos tanto Emma quanto Henry.
–Regina e Emma queria falar com vocês. Questiona Elsa para as duas, após analisar tudo, percebeu duas coisas importantes, que Emma não passaria o controle nunca e iria ficar enganando sua irmã e que elas não deviam saber de tudo que tinha acontecido.
–Não pode ser daqui a pouco? Eu to quase ganhando do Henry. Questiona Emma que nem uma criança.
–Nem parece que é casada. Resmunga Regina divertida, pela loira fazer aquela manhã.
–Isso não tem nada haver, meu pai é casado e tem dois filhos e nem por isso deixou de jogar vídeo game. Responde Emma ainda prestando atenção na TV.
–Verdade eu jogo mesmo. Fala David orgulhoso desse feito. – Emma passa o controle que eu garanto que não ira perde enquanto você conversa com sua esposa e a Elsa. Fala David, na verdade estava esperando uma oportunidade para poder jogar também.
–Ok, mais se você perde eu jogo novamente. Reclama Emma entregando o controle para David e se levantando.
–Por que não deixa comigo? Eu pedi primeiro. Fala Anna fazendo um bico enorme por terem a pulado.
–Por que ainda é minha vez, só por isso. Fala Emma e ao que parece Anna engoliu o que ela disse por que tirou o bico e sorriu para esperar poder jogar também.
–Que feio Sra. Swan Mills, enganando uma pobre menina. Diz Regina rindo pela loira fazer isso com Anna.
–Não estou a enganando, nós ainda não perdemos, só vamos perde se der game over, isso ainda não aconteceu. Justifica-se a loira enquanto seguia Elsa para a parte de cima da casa.
–Você acha que eu não sei que vocês não vão ganhar game over, por que vocês conseguem vida e toda hora que um morre o outro permanece vivo e só Dara game over se os dois morrer? Pergunta Regina olhando para Emma agora, estava no ultimo degrau e Elsa já as esperavam dentro do quarto de Emma.
–Bom ai, não é minha culpa se Diablo III, funciona assim. Responde Emma entrando no quarto e impressionada com o fato de Regina ter entendido a dinâmica do jogo.
–Não me olhe assim e não subestime a minha inteligência em meia hora de jogo eu sabia como funcionaria. Responde Regina com ar superior.
–Não deveria esperar outra coisa. Diz Emma rindo e se sentando em sua própria cama, Regina senta ao seu lado enquanto Elsa fica em pé olhando para as duas.
Fica um tempo em silencio e Emma começa a balançar a perna queria voltar logo na sala para poder voltar a jogar, Regina queria entender por que da conversa e Elsa tentava achar uma maneira de começar a falar.
–Eu gosto mesmo de ficar aqui com vocês, mas eu acho que você poderia falar logo. Fala Emma de supetão querendo voltar logo para a sala.
–Eu queria pedir desculpas e dizer que minha intenção nunca foi fazer vocês voltarem a origem, ou seja voltar a ser crianças era apenas, acalmar os ânimos de vocês que estavam exaltados demais. Explica Elsa indo de um lado para outro tentando ficar calma, tinha medo da reação das meninas quando contasse o que estava pensando.
–Sem problemas, foi bom, eu pude me resolver com a Re e ainda mudar um pouco como via famílias, afinal pude ficar com meus pais, ser era isso eu.... Emma falava enquanto ficava de pé e se preparava para ir embora quando Elsa a interrompe.
–Não era só isso. Elsa fala entrando na frente da porta e respirando fundo. – Talvez eu tenha de feito vocês ficarem juntas, sabe através da poção que tomaram. Fala Elsa de uma vez, tinha medo de como tinha errado na poção ela poderia ter prejudicado também a finalidade, além de fazerem voltar a serem crianças ter feito elas se iludirem que sentiam algo uma pela outra.
–O que quer dizer com isso? Pergunta Regina também ficando de pé e não acreditando no que Elsa insinuava.
–Que talvez seja efeito da poção essa paixão que vocês acham que sente uma pela outra?! Responde Elsa receosa por vê à antiga Regina na postura e altivez da voz.
–Isso é um absurdo e totalmente descabido, eu amo a Em e não é por causa de uma porcaria de poção mal feita que isso aconteceu, ela me conquistou com seu jeito doce e manhoso e você nem ninguém vai tirar isso de nós. Grita Regina não ia sucumbir, não primeiro Hook, depois Robin, depois Tinker, Elsa não faria o mesmo, não implantaria duvidas e mais problemas entre a relação dela com Emma.
–Ei eu não sou manhosa não. Reclama Emma, não iria discutir sobre seus sentimentos, sabia o que sentia e sabia que nesse momento era recíproco.
–Emma serio que de toda conversa você se focou nisso? Grita Regina, estava furiosa, ninguém iria se meter na sua vida, não agora que sua mãe estava longe e não iria interferir. – Ela diz que pode ser magia o que sentimos uma pela outra e você se foca em eu te chamar de manhosa? Você é manhosa sim e pronto. Fala Regina tentando se recompor.
–Não sou. Fala Emma fazendo exatamente o que a morena disse, sendo manhosa. – Não sei por que está brava comigo, foi ela quem disse que era magia e eu preciso concorda que é magia. Fala Emma olhando sério para Regina e recebendo um olhar de indignação da morena. – Não olhe assim, acho nosso amor mágico, a magia mais poderosa amor verdadeiro. Fala Emma fazendo uma cara fofa e piscando os olhos para Regina.
–Viu além de manhosa, minha esposa é uma fofa. Fala Regina indo até Emma e selando os lábios. – Não é mentira ou implantação ou qualquer coisa que você ache é puro e simples amor e eu não vou permitir que ninguém mais duvide disso. Fala Regina orgulhosa de si e da esposa.
–Bom eu tinha que avisar, mais se vocês acreditam nisso fico muito feliz. Fala Elsa dando um sorriso tímido e depois dessa declaração das duas não podia duvidar que elas realmente se gostavam antes e que se gostam agora e ficava mais tranquila quanto a isso.
–Era isso que queria falar? Por q... Ia dizer Emma queria muito voltar para o jogo logo.
–Era Swan, volta logo para seu jogo, como você é viciada nisso. Fala Elsa rindo e vendo Emma sumir do quarto e depois disso olha para a morena que ainda estava olhando para porta com um sorriso bobo no rosto. – Regina eu não queria que pense que duvide o que sinta, até por que essa era a finalidade de vocês perceberem a química e como se davam bem, mais eu tinha que ter certeza, espero que isso não abale nossa amizade ou a minha com Emma, afinal eu e Emma éramos e espero que ainda sejamos grandes amigas.. Fala Elsa esticando a mão para a morena e sorrindo sinceramente, mesmo assim um sorriso divertido, afinal Regina não se lembrava mais morria de ciúmes delas juntas.
–Tudo bem, entendo sua preocupação. Fala Regina sorrindo. – Mais não se esqueça de que ela é minha esposa. Fala Regina ainda com um sorriso no rosto, ficou incomodada quando Elsa disse que Emma e ela eram grandes amigas, apertou fortemente a mão de Elsa e desceu para se juntar a sua loira e o filho.
–É pelo jeito algumas coisas não mudaram. Murmura Elsa se dirigindo a porta do quarto e saindo atrás de Regina, mais se detendo quando ouve a voz de Branca.
–Não contou nada a elas contou? Questiona uma Snow receosa, sabia que estava errando em omitir certas coisas, mais não queria que elas passassem por isso antes do tempo.
–Não, apenas me desculpei. Fala Elsa a encarando. – Vocês não contaram tudo contaram? O que deixaram de fora? Questiona Elsa.
–Algumas coisas pequenas. Responde Branca receosa segurando Neal em seus braços. – Como a morte de Cora, a morte do pai de Regina, que Emma abandonou Henry, que Neal morreu nos braços dela, que eu sou culpada de Regina ter se tornado a Rainha Má e alguns outros detalhes, não adianta me olhar com reprovação, não vou falar e fazerem sofrerem antes da hora, elas vão se lembrar e já vão sofrer, as deixe serem felizes pelo menos por agora. Reclama Branca, mesmo sem Elsa dizer nada, sabia que ela seria contra isso, mais não iria estragar a felicidade que via em Regina e Emma antes da hora.
–Você está certa e não se preocupe não falarei nada. Argumenta Elsa olhando para Branca e descendo as escadas, não podia se meter nessa historia e talvez Mary tivesse razão é melhor deixar as duas serem felizes.
As duas descem em silencio para a sala e encontram uma cena bem inusitada quando chegam lá.
–Não mãe, eu não vou passar o controle para o vovó. Reclama Henry que segurava o controle com força.
–Nem eu amor, deixa a gente mais um pouquinho. Reclama Emma que também segurava seu controle com força.
–Não mesmo, acordo é acordo e vocês perderam, passa já o controle para Anna e David, vamos não vou repetir. Diz Regina seria e vendo tanto o filho como a esposa entregar os controles contra a vontade e se jogarem no sofá e cruzando os braços na frente do corpo e fazendo a mesma careta. – E desfaçam essas caras. Fala Regina sentando ao lado dos dois e abrindo um sorriso divertido.
–Eles nem sabe jogar. Diz Emma fazendo um bico e Henry concorda.
–Não importa, palavra é palavra. Diz Regina olhando para frente e vendo Anna e David se divertindo jogando.
E para surpresa de todos Anna até que tinha uma boa coordenação motora e estava se saindo bem, e até passou assim entre risadas, bicos e reclamações, mais regada de carinho e atenção entre todos a única que estava tensa era Branca, por que tinha certeza que na manhã seguinte as coisas seriam mais difíceis do que eram hoje e assim suscetivelmente até as duas saber como lidar com toda a bagagem que carregavam na hora do jantar Regina obrigou Emma e Henry desligarem o vídeo game ouvindo um coro do filho, da esposa, de Anna e David dizendo a não, mais os mesmo resolveram não contrariar o olhar zangado da morena.
Elsa, Regina e Mary que tinham preparado o jantar, depois que Regina fez todos lavarem a mão e se sentarem a mesa, enquanto jantavam falando sobre o jogo Anna resolve fazer uma pergunta que a estava incomodando.
–Como é que vocês vão ter filhos já que são duas mulheres, por que Elsa me explicou como funciona e eu não acho... Ia Anna tagarelando deixando todos com uma reação, David engasgou, Branca arregalou os olhos, Emma e Regina coraram, Henry gargalhou e Elsa ficou pasma.
–Anna isso não se deve pergunta. Repreende Elsa autoritariamente.
–Mais eu tenho curiosidade, afinal são duas mulheres e elas têm... Ia novamente Anna divagando e é novamente cortada por Elsa.
–Nem mais uma palavra sobre isso Anna. Volta a falar Elsa e ainda completa. – Por que não termina de jantar logo, precisamos ir para a pensão. Responde Elsa morrendo de vergonhada.
–Não precisa se preocupar eu posso responder, bom como sabe... Ia responder Emma, afinal não tinha problemas de falar, não que não sentisse vergonha, mais achava valida a pergunta de Anna.
–Emma White Charming Swan Mills, não pense em terminar de falar o que ia dizer mocinha. Repreende Branca agora com um olhar tão severo ou mais que Elsa mantinha.
–Ué, curiosidade valida. Responde Emma dando de ombros. – Só queria ser educada. Faz uma carinha de desculpas e volta para seu prato.
–Isso é muito maneiro. Solta Henry gargalhando ao ver sua mãe e Anna fazendo biquinos e de cabeça baixa. – Como não pensamos em fazer iso antes, estou me divertindo com toda essa situação. Fala Henry ainda gargalhando e recebendo um olhar severo de Regina e no mesmo momento abaixa a cabeça, mais não deixa de comentar. – Só digo a verdade é maneiro. E volta a comer.
Se faz um silencio e logo depois Emma começa também a gargalhar, sendo seguida por Henry, David, Elsa, Anna e por fim Branca, não podiam negar estava sendo uma experiência única isso tudo.
Depois do jantar eles Emma, Regina, Elsa e Anna foram embora, mesmo a contra gosto e muita insistência de David que não queria sua menina longe, por que sabia que elas iriam crescer está noite, mais Emma disse que era melhor, por que as duas estavam em lua de mel e não queria desrespeitar a casa dos pais, deixando David envergonhado e uma Mary chocada com a facilidade de Emma em falar sobre sua relação intima com Regina.
–Tudo bem, eu só vou deixar se me prometer que vira aqui amanhã cedo novamente. Diz David a porta de casa.
–Prometo pai, estarei aqui cedo, para vê todos vocês. Fala Emma rindo e dando um beijo em cada um.
Regina também se despede totalmente envergonhada e rindo muito da esposa e quando vai se despedir de Branca a mesma a segura e fala baixinho dando um abraço apertado em Regina.
–Seja o que for que lembre amanhã, quero que mantenha duas coisas em sua cabeça. Fala Branca e quando Regina confirma com a cabeça continua. – Seu amor pela minha filha e acima de tudo que já resolvemos muita coisa do passado, pode fazer isso por mim e principalmente por Emma? Questiona Mary e recebe outro afirmativo de Regina.
Regina queria questionar o que era, mais sentiu que era melhor não pergunta nada hoje e ir aproveitar o clima bom com sua esposa.
Anna e Elsa estavam no carro, pois Emma fez questão de oferecer carona, já que a ideia de oferecer a casa tinha sido rejeita por Regina que disse que elas precisavam de privacidade para as duas e Emma concordou prontamente quando viu o sorriso malicioso da esposa para ela.
–Vamos então? Estou com sono já. Grita Emma do carro.
–Sono sim. Murmura Regina e abraça Branca novamente e depois segue para seu filho o beija de novo e vai para o carro.
O caminho até a pensão e feito através de risadas e gargalhada, Emma e Elsa estavam se dando muito bem e Anna, bom era Anna se dava bem com todos, Regina era a única que ria, mais se sentia incomodada pela intimidade e familiaridade que as loiras se tratavam, logo Emma chamava Elsa de Els e Elsa Emma de Em e isso não agradou a morena.
Depois de deixarem as duas na pensão o carro segue em silencio, Emma estava nervosa com a noite que viria e Regina estava ainda com ciúmes pelo jeito que Emma se despediu de Elsa com um beijo em sua bochecha.
–Lar doce lar. Fala a loira estacionando o carro e indo abri a porta para morena, que sai e ainda está com uma careta engraçado no rosto. – Algum problema querida? Questiona a loira.
–Nenhum meu amor, por enquanto nenhum. Fala Regina dando um sorriso sinistro para a loira que assente e segue a morena até a entrada da casa.
Regina para em frente a porta e pega a chave de casa, abre a porta e puxa Emma para dentro de casa a encosta na parede e a beija, com vontade, com desejo, paixão e com muita possessividade, fazendo a loira gemer em sua boca e agarrar sua cintura e aperta com força a trazendo para mais perto, Regina apoia as duas mãos parede ao lado do corpo de Emma e aproxima mais o corpo, prensando ainda mais a loira e deixando sua boca para beijar seu pescoço e trilhando entre mordidas e chupadas, sobe a orelha da loira e sussurra.
–Você é minha e eu não gosto de dividir. Fala Regina tomada pelo desejo e ciúmes, mesmo que a loira não tenha feito nada de mais para isso.
Emma não respondeu, apenas apertou a morena contra ela e também e começou a beijar seu pescoço e depois voltou aos lábios da morena, tentando guiar Regina para o sofá e com muito esforço consegue.
Depois de se amarem por horas no sofá da sala, Regina cai exausta para um lado e Emma para outro.
–Nossa... Fala Emma respirando fundo e abrindo um sorriso enorme de satisfação.
–Não é. Responde Regina ofegante e com um sorriso lindo no rosto.
Emma sorri e puxa para que Regina deite em seu peito e faz carinho em seu cabelo e quando Regina está quase adormecendo fala.
–Isso tudo não foi só por ciúmes né? Comenta a loira rindo, tinha percebido o desconforto de Regina em relação a Elsa.
–Não só isso. Responde Regina sorrindo para Emma e escondendo o rosto no peito da loira. – Eu te amo Em.
–Eu também te amo, minha ciumenta. Responde Emma rindo e depois fazendo uma cara seria depois. – Te amo tanto que chega a doer. Fala em um sussurro.
–Em mim também amor, em mim também. Responde Regina se aconchegando mais na loira e aspirando seu perfume. – Seremos felizes, muito viu. Fala dando um beijo no ombro da loira e voltando a posição que estava.
–Promete? Pergunta Emma de olhos fechados.
–Prometo e ainda juro juradinho para você. Diz Regina dando uma risada e sendo acompanhada pela loira e as duas acabam adormecem nos braços uma da outra esperando que a promessa de felicidade seja realmente comprida.
Na casa dos Charmings, Henry dormia tranquilamente depois do ótimo dia que teve com as mães e os avôs, alem da companhia inusitada de Elsa e Anna.
No quarto do casal uma Branca nervosa não conseguia pregar os olhos.
–Querida, não pode ficar tentando prever nada, precisa deixar as coisas acontecerem, elas vão ficar bem. Fala David olhando Branca indo de um lado para outro no quarto.
–Não David, Emma vai me odiar, Regina vai me odiar, elas vão me odiar, eu devia falar com elas, devia ter contado tudo. Fala Mary desabando na cama.
David a puxa Mary para ele e a abraça. – Querida não adianta ficar assim, ninguém vai odiar ninguém, precisa se acalmar ok. Fala David a apertando e Mary concorda apenas balançando a cabeça. – Agora vamos dormi, por que amanhã o dia pode ser longo. Fala David deitando e puxando Mary com ele.
–Ok. É a única coisa que a morena consegue dizer e se aconchega no marido e fecha os olhos e tenta dormi, não antes de rezar para que tudo de certo.
Regina estava aconchegada em Emma, e quando ela vai se aconchegar mais, lembranças invadem suas memórias, lembranças que ela preferia esquecer e um ódio vem junto com essas lembranças e na mesma hora se solta de Emma e levanta bufando, mais para fazer isso precisou empurrar a loira.
Emma que estava dormindo com o impacto reclama. – Ainda bem que não estamos na cama se não eu ia.... para no meio do que falava quando lembranças desagradáveis inundam seus pensamentos e a fazem arregalar os olhos na mesma hora e se sentar e dizer a única coisa que podia agora. – Henry.
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