De volta as origens
10 Aprendendo sobre o "futuro"
Notas iniciais
O dia amanheceu e logo Regina é chutada por uma loira, ela sem abri os olhos abre um sorriso e já sabe quem é para se vingar de toda vez que foi empurrada e chutada pela Emma ela resolve acorda-la com uma musica bem alta e é o que ela faz, vai até o radio relógio e liga o radio e aumenta no ultimo volume e começa a pular na cama, Emma acorda assustada e cai da cama, mas ela simplesmente puxa o lençol da cama e vira pro lado, Regina não acredita nisso e vai até o banheiro e pega o copo das escovas e o enche de água, afinal pensa que não faria um banho mais cedo na amiga, ela joga a água na Emma e nesse momento Emma acha que está se afogando e levanta desesperada com Regina rindo.
–Isso não foi nem um pouco engraçado, nem um pouco mesmo. Diz Emma limpando a água do rosto e vendo que molhou seu pijama e tirando a parte de cima do mesmo na frente de Regina que para de ri e olha para uma Emma com um corpo já formado pelos seus no maximo quinze anos e fica admirando o corpo dela e não entendendo por que ela estava se sentindo quente.
–Foi sim. É a única coisa que Regina diz antes de parar de babar por Emma e se virar pra pegar as suas coisas e ir para o banheiro as pressas.
–Você vai tomar banho? Pergunta Emma na porta do banheiro queria usar ele, mais Regina foi mais rápido.
–O que acha Swan? Grita Regina no banheiro querendo que a loira a deixe pensar um pouco sozinha.
–Que você devia sair deixa eu usar e antes de tomar banho vê se tem roupas para você usar. Diz Emma fazendo Regina se achar idiota, como não tinha pensado nisso que não tinha roupa pra usar abre a porta e vê Emma correndo para o banheiro e gritando pra que ela consigo as roupas por que ela era culpada da loira não ter uma camiseta seca pra usar.
Regina sai a procura de Mary que ajudaria com as roupas, bate na porta do quarto deles e espera.
–Sim, meni... David para no meio da frase ao vê uma Regina adolescente na sua porta e a fecha
–Mary elas cresceram novamente. Diz David para a mulher
–E você fechou a porta na cara dela? Pergunta Mary levantando da cama e indo até ele.
–Eu não sabia o que fazer. Diz David olhando para Mary com cara de quem fez algo errado.
–Com certeza fechar a porta na cara dela não é a solução, deixa eu vê o que ela precisa. Fala Mary e vai até a porta e a abre encontrado uma Regina adolescente sem saber o que fazer.
–Oi querida, precisa de algo? Pergunta Branca simpaticamente para Regina
–Si-Sim, roupas eu e Em, estamos sem roupas para vestir. Diz Regina timidamente.
–Claro, vou ter que sair para comprar, mais se precisa de algo urgentemente posso emprestar umas minhas. Diz Mary abrindo mais o sorriso.
–Na-Não precisa, mais Em precisa de uma camiseta a dela eu molhei. Diz a morena envergonhada.
–Molhou?Como? Pergunta Branca que abre mais um pouco a porta do quarto dela e de Charming e pega uma camiseta dela rosa com pequenas florzinhas, mais antes de entregar David tira da mão dela e entrega uma regata, dele, afinal sabia que a Emma não usaria aquela camiseta.
Branca o olho com indignação, mais aceita, pois ela também sabia que não iria da certo aquela roupa.
–Bom, meio que eu joguei água nela, ela não levantava de jeito nenhum e eu queria aproveitar o dia, mais não fiz de maldade não, era uma brincadeira e ela tirou a camiseta e nossa ela tinha um corpo lindo e eu fiquei encarando e fiquei sem graça e corri para o banheiro, mais ela gritou dizendo que tinha que usar e ainda estava sem camiseta, ainda bem que estava de sutiã e eu não sei o que deu em mim e... Regina disparou explicar e acabou contando tudo deixando David e Mary sem saber o que fazer o dizer até que Mary percebe que esse monologo ia longe e corta a menina não tão menina.
–Ei, respire eu só queria saber sobre como ela ficou molhada, mais se quer conversa sobre o resto podemos sentar aqui e falar. Diz Branca erguendo a camiseta para Regina que a pega e vira de costa dizendo.
–Não precisa e obrigada. Regina volta para o quarto se martirizando de como pode soltar tudo aquilo para aquela que deveria ser como uma mãe? Não mais para uma tia legal, ficou repetindo até chegar no quarto o quão burra tinha sido de ter soltado a parte sobre ter ficado estranha sobre o corpo de Emma e tudo sumiu ao vê Emma de calcinha e sutiã diga de passagem brancos e se olhando na frente do espelho.
–Ei Re, entra, conseguiu as roupas. Emma vendo que Regina não se mexia e nem dizia nada resolveu se aproximar e passar a mão na frente da morena que saiu de seus pensamentos e a olhou nos olhos.
–Desculpe, consegui uma blusa com seu pai, mais roupas eles vão precisar comprar. Diz Regina totalmente vermelha para Emma.
–Não estou acostumada com tanta roupa nova, posso pegar uma com o garoto, uma calça eu acho que deve servi e você vai querer comprar. Regina voltou a encarar o corpo da loira e estava pensando em como ela poderia está se sentindo assim pela loira e Emma ao perceber que não estava sendo ouvida resolveu voltar a pergunta. –REGINA E VOCÊ? Grita a loira
–EU O QUE? E POR QUE ESTAMOS gritando. Diz Regina olhando para Emma nos olhos agora e diminuindo o tom de voz.
–Se você vai usar vestido novamente e por que não está prestando atenção no que eu estou falando. Pergunta Emma estendendo a mão para pegar a regata que viu na mão de Regina.
–Não sei, provavelmente sim é o que eu uso, só uso calças quando vou montar. Diz Regina ignorando propositalmente o resto da pergunta da loira.
–Bom. Vamos.
Regina nem percebeu quando ou como a loira se vestiu tão rapidamente, mais sabia que não poderia da um mole desse novamente com a loira.
Desceram e encontraram Snow fazendo o café da manhã, David balançando Neal de um lado para o outro e Henry quase dormindo novamente no balcão da cozinha.
–Bom dia pessoas. Diz Emma animadamente no ouvido de Henry que se assusta e quase cai da cadeira que estava.
–Mãe você é louca? Pergunta Henry colocando a mão no coração, mais ao vê os olhos assustado de Emma e Regina ele congela.
–Mãe? Mãe? Eu.... mais.... como....erh... impossível... meu Deus. Emma só consegue balbuciar, por que parecia tão certo no seu intimo isso e ao mesmo tempo não fazia sentido.
–Ok hora de ter uma conversa seria eu, você e Regina venham para o sofá. Diz Branca indo em direção ao móvel que indicou, mais antes para e sussurra para Henry – Tudo bem querido, tínhamos que contar para elas mesmo. E da um aperto reconfortante no ombro do menino
Branca se senta na frente da duas e explica, tudo o que aconteceu, tudo sobre a maldição, a quebra dela, sobre Henry e a relação complicadas das duas, sobre a poção errada que Elsa fez para elas e assim por diante no final pergunta se entenderam, mais não conta sobre Regina ter matado o pai e sobre ela ter matado Cora e nem que Emma foi presa e muito menos que a mãe de Cora matou Daniel, só disse que Regina lançou a maldição por odiar Branca, afinal não deveria jogar nem as informações que falou imagina essas.
–Quer dizer que eu e a Re nos odiamos, por que eu trouxe uma mulher do passado, que por azar era mulher do namorado dela e ela me odeia por isso, que injusto Re você me odiar por isso e eu achando que você gostava de mim que nem eu gosto de você. Diz Emma tristemente
–Você se concentrou só nisso? Em, a historia toda e foi isso que você se apegou? E sobre o Henry ser nosso filho? E sobre eu ser má que nem a minha mãe e sobre eu ter tentado matar a sua mãe e ter feito você fica órfã e sobre... Ia enumerando Regina e Emma a corta.
–Tudo isso é passado, não quer dizer futuro? Ah não sei, mais pelo que eu entendi você tinha mudado e eu gosto do garoto, ainda bem que ele é meu filho, não escolheria outro e pela pose dele sei que é seu também, sem ofensas garoto, mais você parece um principezinho com essa pose toda, mais o que me deixa chateada é que eu entendi tudo sobre o que fez e perdoei, mais você não fez isso comigo, por quê? Esse cara é mais importante do que eu? Diz Emma que no começo falava normalmente mais no final tinha lagrimas nos olhos, não entendia como a sua Re poderia ser assim má como sua suposta mãe estava falando e como não incomodava o fato dos contos de fadas o que mais a deixava triste é que a Regina a sua Regina não a perdoaria, por algo que ela nem tinha culpa, como alguém que viveu longe de tudo isso saberia quem é quem, não é como se fosse proposital, quer dizer se fosse agora talvez fosse ela não queria Regina com outra pessoa, mais se fosse antes como havia escutado a historia era totalmente injusto essa raiva que a Regina sentia dela.
–Como posso responder isso? Não sei. Diz Regina triste também agora.
–Eu quero dar uma volta posso? Pergunta Emma queria sair dali e chorar, chorar por saber que se fosse os acontecimentos de antes ela e Regina estariam em pé de guerra e ela não queria isso, não sabia o que a outra Emma sentia, mais sabia que ela não conseguiria viver assim
–Em, não faz assim, vamos tomar café e conversa, sei que adora panquecas. Diz Branca não querendo que Emma ficasse triste com a historia toda e tentou anima-la com o que ela mais gostava.
–Pera se Henry é filho de Emma, nasceu dela quem é o pai e cadê ele? Pergunta Regina só agora lembrando desse detalhe, queria saber se Emma a outra Emma quer dizer tinha alguém também, torcia para que não, seria muito errado isso?
–Meu pai morreu tentando salva a todos nós mãe. Diz Henry tristemente.
–Oh, desculpa querido não sabia e desculpa Em. Diz Regina olhando para ela.
–Eu nem sei quem ele é, e se eu não to com ele estou sozinha? Quer dizer não é novidade eu sabia que acabaria sozinha. Diz Emma se levantando e subindo as escadas.
–Não você esta com o Hook mãe. Diz Henry antes que Emma suma, não sabendo se ela ouviu ou não o que ele disse.
–Hook? Hook? O capitão gancho? Que escolha porcaria ela faz. Resmunga Regina pra si mesmo, quer dizer ela acha que é pra si mesmo e não vê que falar auto demais até Emma que estava descendo novamente, não ia ficar sem comer por que a Rainha Má não a perdoava, quer dizer ela sabia que não tinha feito nada de errado e não podia culpar a Regina de agora, mais não quer dizer que não estava triste e brava com a mesma ainda.
–E o seu que é ladrão e casado. Diz Emma mostrando a língua e se sentando no balcão, não queria saber sobre mais nada, só comer e pedi para David deixa ela dirigir o carro, afinal daqui a pouco poderia tirar permissão para dirigir.
–Emma! Chama Snow a atenção da filha que estava fazendo bico e enchendo o prato de panquecas.
–Nem começou o dia e já sei que a minha vida vai ser uma droga. Murmura Emma e agora David quem chama sua anteção
–Emma Swan, olha a boca e não precisa encher o prato que nem uma esfomeada. Fala David rindo no final, não conseguia, queria essas fases de Emma e não iria realmente não aproveit-las.
–Estou com fome e em fase de crescimento e droga não é um palavrão pelo que eu saiba. Responde Emma, não achava que era mesmo, conhecia outros piores e bem mais cabeludos que esse.
Nisso David e Henry começam a ri.
–David olha o exemplo e Henry Swan Mills para de rir agora. Na mesma hora os dois ficaram sérios mais David precisou se justificar.
–Ela está realmente em frase de crescimento, tanto literalmente quando fisicamente. Responde David dando de ombros e Henry completa.
–Ela tem razão droga não é um palavrão. E começa a ri até ouvi a voz da morena.
–Espero que não penso isso mesmo, não seria essa educação que eu daria a você mocinho. Dizendo isso Regina senta na mesa ao lado da loira, não quis retrucar Emma por que não tinha o que dizer, ela nem sabia sobre quem era Robin e muito menos o que ele fazia, mais ficou incomodada com o fato da loira defender Hook.
–Sim senhora. É a única coisa que Henry consegue responder e sentar também ao lado da loira
–Em, você vai fazer o que hoje? Tenta Regina depois de um tempo que todos ficaram em silencio, David e Mary acharam que devia esperar elas absorverem as noticias, antes de falar qualquer coisa nova e Henry apenas estava concentrado em sua própria comida.
–Não sei, queria dirigir o carro do David, posso? Pergunta Emma olhando para David, ele pensou em negar mais Snow foi mais rápido.
–Não você é muito nova para isso quando tiver a idade certa poderá andar. Branca jamais falaria em voz alta mais se fosse por ela Emma jamais andaria com aquele fusca que ela chama de carro.
–Ahhhhh, deixa vai, prometo tomar cuidado, por favor mãe. Diz Emma fazendo olhinhos pidões para Branca e toda a convicção morre na mesma hora.
–Ok, ok, mais uma coisa que eu ache que ficou perigoso e você para. Diz Branca seria.
–Feito. Diz Emma empolgada e se levantando, mais é impedida por Regina.
–Termina seu café primeiro, ele é a refeição mais importante do dia. E Emma sem pestanejar volta a se sentar e fica pensando no por que toda vez que Regina demonstra preocupação o seu coração aquece e por que ela sentiu raiva de um cara que ela nem conhece e se for vê nem a Regina ainda o conheceu.
Depois te terminar seu café Emma sai com Henry, Regina e David para dirigir o que ela não havia contado é que ela já sabia fazer isso, um dos outros colegas no orfanato a ensinou com o carro da diretora que no caso eles haviam pegado “emprestado”, Emma estava tentando ser melhor do que ela se lembrava, não só por causa da família que estava mais pelas lembranças que mesmo poucas a faziam melhor, mais seu lado rebelde não adormecia tão fácil.
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