Notas iniciais
Olá, Espero que gostem dessa fic, é uma short e pretendo postar mais uns 3 ou 4 capítulos! Boa leitura! Beijos repletos de Magia *-*

“Granger,

O que está fazendo? Sabe que temos ronda hoje, não? As 11:00 da noite na frente do seu Salão Comunal?

D.M.”

“Malfoy,

Não te interessa o que estou fazendo.

Óbvio que não esqueci, sei dos meus compromissos.

As 11:00 da noite então, para mim está ótimo.

H.G.”

“Granger, Granger...

Se eu não estivesse interessado não estaria perguntando.

Então quer dizer que eu sou um compromisso?

D.M.”

“Se toca Malfoy, acha mesmo que eu te falaria o que to fazendo? Não é da tua conta o que eu estou fazendo!

E você não é um compromisso. Da onde tirou isso? Meu compromisso é com a escola.

H.G.”

“É da minha conta sim!

Não tente mentir pra si mesma, Granger. Sei que você adora fazer ronda ao meu lado!

D.M.”

“Cala a boca, seu idiota! E não, não é da sua conta.

Não estou mentindo, estou sendo muito sincera, pouco me importa ser você ou qualquer outro.

Se me dá licença, Rony está me chamando, acho que vamos passear pelo Castelo.

H.G.”

“Você vai me trocar pelo cabeça de fósforo? Tá brincando, né Sangue-Ruim?!

D.M.”

“Malfoy, não estou te trocando, você nunca foi uma opção para ser trocado. O Rony é o meu namorado e eu vou passear com ele. Passar bem.

H.G.”

POV DRACO MALFOY

Ah, mas essa Sangue-Ruim vai se ver comigo hoje à noite. Acha que tem o direito de me trocar pelo Weasley Babão? “você nunca foi uma opção para ser trocado”. Ah, mas ela ia se ver comigo.

Estava no meu quarto nas masmorras esperando o tempo passar. Já tinha feito todos os deveres da semana e hoje era sábado. Sim, eu deveria estar pegando alguma menina por aí, mas decidi ficar quieto hoje. Estava muito cansado para gastar meu tempo com uma qualquer. Blásio estava com Parkinson por aí, desde que eles tinham começado a namorar eu ficava mais tempo sozinho. Não que eu me importasse. Só de me livrar da Parkinson já estava bom, ela vinha me irritando muito.

Foi então que lembrei que não tinha marcado a ronda com a Granger, mandei uma carta e começamos a corresponder, até ela me trocar por aquele idiota. Não sei porque eu estava tão irritado com isso, ela era uma Sangue-Ruim nojenta que fazia parte do bando do Potter.

Decidi caminhar um pouco para espairecer, me levantei e coloquei uma calça e peguei minha varinha, estava colocando com sapatos quando escutei uma coruja na janela, fui até lá e peguei a carta.

“Como não me respondeu, e agradeço a Merlin por ter entendido que você é um nada, queria confirmar mesmo as 11:00.

H.G.”

Ah, mas essa garota estava me provocando. Ela iria ver agora.

“Granger, Granger..

Mudança de planos. Daqui a 20 minutos no banheiro dos monitores no quinto andar.

D.M.”

Dei para a coruja que saiu voando. Sai do quarto e fui ver se Zabini estava no Salão Comunal, aquele imprestável havia saído com a Pansy de manhã e não voltaram até agora. Rodei pelo Salão e não os encontrei, decidi voltar para o quarto e ver se havia resposta, pra poder ir até o banheiro encontrá-la.

“Não vou em lugar algum com você. Eu disse que passearia com o Rony.

H.G.”

“Você não vai passear com o Weasley, caso contrário você já teria ido. Dá pra você ir logo pro quinto andar? Eu já estou indo. Te vejo em 20 minutos, sem atraso.

D.M.

PS: Não quero saber desse seu namoradinho, despiste ele. ”

Sai sem olhar para trás, não esperaria resposta, ela iria me encontrar.

Fui me encaminhando para a saída da Sonserina quando veio um grupinho de meninas do terceiro ou segundo ano atrás de mim, impedindo minha passagem.

— Draco, você ficaria com alguma de nós? Nós teríamos a honra? – Eu as olhei, eram umas sete ou oito. Não acredito que estava sendo parado para isso.

— O que? Quantos anos vocês têm? – Eu arqueei a sobrancelha esperando a resposta.

— Temos 12, mas o Grabbe e o Goyle já dormiram com algumas de nós.. Mas queríamos saber se somos dignas do Príncipe da Sonserina.

— Eles o que? Vocês não têm amor por si próprias? Vocês transaram com aqueles dois imbecis? – Afastei-as de mim e sai de lá pensando em como elas eram idiotas.

Andei rapidamente até o local combinado e constatei que faltavam 5 minutos para o horário marcado, ai dela se atrasasse. Apoiei-me na pia e esperei.

POV HERMIONE GRANGER

Não acredito que ele teve a audácia de falar isso. Olhava para o pergaminho irritada. Ela iria acabar com ele. Olhei para o quarto, estava sozinha. Coloquei os sapatos e desci. Rony e Harry estavam lá embaixo, disse que iria procurar um livro importante na biblioteca, para que não me esperassem. Saí pelo buraco do retrato. Senti raiva de Malfoy, muita raiva. Ele se veria comigo.

A caminho do quinto andar pensei que poderia muito bem ter ignorado e não ido. Mas que coisa. Agora não voltaria para lá. Fui andando devagar, queria ver o que ele faria se eu chegasse atrasada. Dito e feito, três minutos.

— Está atrasada Sangue-Ruim. – A voz arrastada ecoou pelo banheiro assim que passei pela porta.

— Três minutos.

— Continua sendo um atraso. – Ele desencostou da pia e deu dois passos, acho que esperando que eu me aproximasse. Andei um pouco, mas mantendo uma boa distância dele.

— Foda-se idiota. O que você quer? – Cruzei os braços no meu peito e o encarei.

— Acha que pode me trocar pelo Weasley, Granger? Estávamos conversando! Não tinha direito algum de dizer que ia sair com ele. – Ele me fuzilou com o olhar.

— Isso é ciúmes, Malfoy? – Dei uma gargalhada. – Eu tenho sim o direito, ele é meu namorado!

— Para com isso, Granger. Você não me engana. Você não gosta do Weasley!

— Quer calar a boca? Você é um idiota, Malfoy! Me fez perder meu tempo vindo até aqui escutar essas baboseiras e ainda reclama que cheguei atrasada! Eu nem deveria estar aqui! Então cala a tua boca!

— Você acha que pode falar assim comigo, Granger? Tem que respeitar seus superiores sua Sangue-Ruim. – Ele deu alguns passos se aproximando de mim, recuei a mesma quantidade.

— Se toca, Malfoy. Você não é meu superior. Agora se me dá licença, tenho coisas melhores a fazer. E não esqueça, as 11:00 na frente do Salão Comunal da Grifinória.

Sai andando rapidamente e fui para a biblioteca. Não queria voltar para meu quarto. E teria que pegar algum livro para que os meninos não desconfiassem. Cheguei e comecei a passar pelas estantes a procura de algo bom para ler. Acabei pegando um que me ajudaria em História da Magia, ainda não tinha terminado o dever. Passei um tempo lendo-o por lá, até decidir voltar.

Passei pela Mulher Gorda e vi o Salão Comunal lotado. Parei na frente dos meninos e disse que só tomaria um banho para que pudéssemos ir jantar. No caminho até o Salão Principal e durante todo o jantar eles me contaram como tinha sido a visita ao Hagrid e tudo o que tinham conversado. Gosto do Hagrid, queria ter ido vê-lo ao invés de perder meu tempo com a doninha.

Estávamos saindo do Salão Principal quando sinto alguém puxar minha veste. Os meninos não perceberam, estavam muito ocupados babando pelas tortinhas que Gina estava levando para o Salão Comunal. Senti meu corpo encostar na pedra fria das paredes e olhei quem havia me puxado. Malfoy.

— O que você quer? – Falei sem expressão.

— Você acha que pode me deixar falando sozinho? Tsc tsc tsc – Ele apertou mais meu corpo contra a parede.

— Está me machucando, Malfoy. Eu avisei que estava indo embora. – Ele, surpreendentemente, desencostou de mim e parou de apertar, me mexi um pouco.

— Mas eu não acabei de falar. Não devia ter saído.

— Mas eu saí. Agora me deixe voltar para os meus amigos. Não estou mais aguentando te ver, e ainda tem a ronda.

Saí novamente andando e achei que ele fosse me segurar, mas não o fez.

11:00PM.

Estava encostada na parede ao lado do quadro da Mulher Gorda quando o vi se aproximar, ele olhou o relógio e constatou que estava dois minutos atrasado, mas não falei nada. Saí andando e ele me seguiu, começamos a percorrer os corredores num completo silêncio.

Passamos por uma sala e escutei gemidos vindo lá de dentro, bem baixinho. Parei subitamente e olhei para Draco. Ele pela cara, não tinha ouvido, então fiz sinal para a sala e ele entendeu. Abrimos a porta e encontramos Goyle e Astoria Grengrass praticamente nus e quase se engolindo.

— Se vistam logo. – Acendi a minha varinha e Malfoy fez o mesmo. – Menos 20 pontos para cada um, agora vão já para seus respectivos dormitórios.

Astoria começou a discutir, mas Malfoy a mandou calar a boca e ir para a Sonserina. Quando Goyle passou ele segurou a gravata do rapaz.

— O que você tem na cabeça? Aquelas meninas têm 12 anos e você sai transando com elas? Tá pensando o que?

— Você fala como se não tivesse transado com várias sonserinas.

— Só que nenhuma delas tinha 12 anos, Goyle! Seu estúpido!

O menino saiu rapidamente dali me deixando sozinha com a doninha. Olhei curiosa para ele que percebeu.

— Que foi?

— Quem diria que o Malfoy tem bom senso de respeitar as mais novas.

— Primeiro, Granger: Eu não sou tão canalha assim, de fato fiquei com várias pessoas, mas não mereço a fama que tenho. Segundo, Granger: Elas são crianças e merecem conhecer o sexo de um jeito legal, assim como aconteceu com a gente.

Eu ruborizei, ainda não havia acontecido, achei que ele soubesse. Só quando levantei os olhos de novo para o encarar que vi o quão perto estávamos. Ele olhou nos meus olhos e então se afastou, me deixando ali, parada.

Continuamos a ronda em um completo silêncio. Eu queria que ela já tivesse acabado, mas o pior aconteceu ali. Passávamos por um corredor cheio de portas e foi em um armário de vassouras que meu mundo mudou. Meu chão caiu. Eu passava ainda pensando naqueles olhos cinza que haviam me encarado um pouco antes; e como eu nunca tinha percebido a tempestade que neles havia. Senti Malfoy tocar meu braço e me parar, o olhei e ele fez sinal para uma porta fechada. Parei ao lado dele e a abrimos. Fiquei estacada no chão.

A cabeleira ruiva inconfundível do Ronald se misturava com cabelos loiros e volumosos. Malfoy me olhou e voltou a olhar a cena, até ele ficou chocado.

POV DRACO MALFOY

Olhei para o Weasley pobretão e a loira Brown. Aquele idiota com certeza não merecia a Granger. Olhei para ela visivelmente chocado e então olhei a cena de volta. Pigarreei e acendi a varinha afim de que o casal se separasse.

O susto que o cabeça de fosforo levou foi até cômico se a cena não fosse uma desgraça para a garota ao meu lado.

— Menos 20 pontos para cada um de vocês. Voltem para o dormitório já. – Tive que falar, já que Granger estava muda ao meu lado, ficando cada vez mais vermelha.

— Co- como você pode? – Vi que lágrimas caiam pelo seu rosto. – RONALD! COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO?

A gritaria tinha começado. Brown tentou sair de fininho, mas a impedi. Não iria deixar barato para ela. Granger merecia uma explicação.

— Hermione, não é o que você tá pensando!

— EU NÃO TO PENSANDO, WEASLEY! EU TO VENDO! – Ela possuía cada vez mais raiva. Como ele teve coragem de dizer que não era o que ela tava pensando.

— Mas Mione, meu amor, não é assim... Você não me excita, o que posso fazer? – Ele era um idiota. – Eu te amo, Hermione.

— ENTÃO É ISSO, RONALD? MENOS 50 PONTOS PARA VOCÊ! E VOCÊ SUA VADIA – Disse olhando para Lilá – MENOS 20 PONTOS, E AI DE VOCÊS SE EU VOLTAR A PEGÁ-LOS TRANSANDO DEPOIS DO TOQUE DE RECOLHER!

— Voltem pra cama. JÁ! – Olhei para Hermione e ela saiu andando batendo os pés. Olhei para os dois grifinórios e eles rapidamente começaram a correr. Saí em disparada atrás da morena.

Virei o corredor e ela estava ali, no chão, chorando. Me aproximei e a olhei. Ela não era feia, ela tinha um corpo bonito, umas curvas que chamariam a atenção se ela não usasse roupas tão largas. Me ajoelhei e falei:

— Granger – Ela levantou os olhos ainda chorando. – Ele não te merece. Não merece as tuas lágrimas. Não merece você triste assim. – Sequei suas lágrimas.

— Você não entende.. Eu passei anos vendo e querendo namorar com ele. Passei anos imaginando e querendo que fosse com ele. Não falei àquela hora, mas eu sou virgem Malfoy. E ouvi-lo falar aquelas palavras, ouvi-lo falar daquele jeito, pegá-lo com outra enquanto ainda namoramos. Isso é devastador.

POV HERMIONE GRANGER

Depois das minhas palavras Malfoy se sentou ao meu lado e segurou minha mão.

— Eu sei que você gosta dele. Todo mundo sabe.. Mas como eu disse, ele não merece você. Ele não sabe o que está perdendo. Hermione, você é linda. Tem caras babando por você em todo lugar que passa. Poxa, não fica assim.

Eu o olhei incrédula. Como assim tem caras babando por mim em todo lugar que passo? Ele continuou.

— Vem, vamos continuar a ronda e a gente conversa mais. – Ele me puxou pela mão me ajudando a levantar. Secou mais algumas lágrimas que teimavam em cair e se abaixou levemente ficando da minha altura e olhando nos meus olhos, fazendo com que eu me perdesse naquela íris cinza. – Não chore mais, ok?

Assenti com a cabeça e voltamos a andar. Passamos algumas salas até ele voltar a falar.

— Vai, me diga, deve haver algum cara que você goste? Que te mereça. – Ele me olhou e fez sinal para que eu dissesse.

— Ah, não sei, Malfoy.. – Eu o olhei e até dei uma risadinha. Não era desconfortável para ele falar sobre isso com a então inimiga dele?

— Vou te ajudar, vai.. Da Grifinória, quem você acha bonito? – Ele fez uma careta ao citar o nome da minha casa e depois deu um sorriso para me encorajar.

— Ah, nunca fui muito de olhar para meninos.. Foram poucos que me conquistaram nesses anos em Hogwarts.

— Bom, então começamos bem, ué. Teve mais do que um! Além do Weasley, quem mais? — Mordi o lábio, não sei se queria contar. – Vamos, Hermione, confie em mim, não sairei espalhando isso por aí, não somos mais crianças. Se quiser posso te contar.

Nessa hora já tínhamos terminado a ronda e estávamos na frente do Salão Comunal dos Monitores. Até tínhamos um quarto para cada um lá, mas preferíamos dormir nas nossas casas mesmo.

— Granger-Malfoy. – Disse a senha e então apareceu uma porta e entramos. – Ah, sei lá... Eu acho que vou dormir aqui hoje. – Disse me virando para ele. – Vai me dizer que você já gostou de verdade de uma menina? Achava que pegava por pegar – dei uma leve gargalhada – para manter sua fama.

— Parece que você não sabe muito sobre mim. Já gostei sim. Me conta dos meninos, quem sabe um deles não pode te aflorar um novo amor?

— Tá bom vai.. Vitor Krum.. – Mordi o lábio.

— Quarto ano? Ele não é daqui, não sei se vai ajudar.

— Hmm... Córmaco McLaggen? – Dei um meio sorriso

— O que o Weasley não gosta? Esse seria bom. Você gosta realmente dele?

— Na verdade não... Foi uma paixãozinha. – Eu mordi o lábio de novo, só haviam quatro nomes e eu não queria de jeito nenhum falar quem era o quarto.

— Próximo então. – Ele me sorriu de novo, me encorajando.

— Ah não.. Esse é sem condições. Fred Weasley.

— Melhor não causar brigas na família. – Concordei com a cabeça. – Você gosta de ruivos, hein? – E gargalhou. – Tem mais algum? – Abaixei a cabeça escondendo meu rosto nas mãos. – Hmmm, quem é, hein?

Como não falei nada nem me mexi ele puxou um dos meus braços e encarou meus olhos. – Por que tá com vergonha? É tão ruim assim? – Fiz que sim com a cabeça. – De que casa é então?

— Não me faça falar quem é – Eu falei choramingando – é muita vergonha. – Ele arqueou uma sobrancelha esperando uma resposta e tive que falar. – Sonserina.

— Ah, então a Sabe-Tudo gosta de serpentes? Quem é? – Ruborizei e não respondi. – Vou precisar falar todos os nomes da minha casa para descobrir quem é? – Eu ri e apenas dei de ombros. – Daqui a pouco você vai ficar vermelha igual os cabelos dos Weasleys.

— Não é justo! Só eu passo vergonha. Você não me falou nada até agora.

— Tá certo, Granger. Falo uma então. Penélope Clearwater.

— Amiga do Percy Weasley?? Oi??

— Granger, depois. Meus pais conhecem a família dela. Mas não tivemos nada, ela é bem mais velha. Nem olhou pra mim.

— Ah, tadinho – Ri alto – Nem olhou pra mim. – Imitei a voz dele e ele riu fazendo careta.

— Vai, me diz você então. Não teve graça.

— Me diz mais alguma coisa então. Gostou de alguém no primeiro ano?

— Ah, sempre olhava pra uma menina. Por que? Esse cara que está me escondendo é do primeiro ano? – Fiquei vermelha na hora. – Me conta, por favor, Granger.

— Vou me arrepender de te contar. – Eu sentia meu rosto queimar, devia estar realmente da cor das cabeleiras dos Weasleys. Escondi meu rosto nas mãos. Teria que contar, mas não veria sua reação. – Você.

Suas mãos puxaram meu braço. Eu pisquei umas duas vezes e então senti sua boca na minha. Seus lábios frios nos meus, seu gosto de menta e o cheiro amadeirado. Sua língua pediu passagem e eu cedi. Minhas mãos foram para sua nuca e senti seus fios loiros e macios passando pelos meus dedos. Sua mão na minha cintura me fez arrepiar e senti seu sorriso por entre o beijo. Ele me puxava cada vez mais tentando impedir que houvesse um milímetro de distância entre nossos corpos. Com a falta de ar nos afastamos um pouco. Ele passou a beijar meu pescoço e a fazer carinho na minha nuca.

— Era você, Sabe-Tudo. No primeiro ano. – Eu estava chocada. Como assim era eu?

Notas finais
Espero que tenham gostado, logo mais postarei outros capítulos! Comentem por favor, é importante.. Sei que muitos não ligam pra isso, mas realmente deixa um autor feliz! Beijos repletos de Magia *-*