Notas iniciais
E la vem eu d nv encher o saco d vcs com mais um cap da minha fic..!hehehe!! Antes de tudo gostaria de agradecer o apoio de tds!!Gnt to viciada em escrever isso aqui! Aviso 1 da fic: Se você for menor de 16 anos e n curtir mtu um teor mais...sexual..n leia...eu não quero acabar com a pureza no seu coração! Esse n será o cap mais hot mas tem algumas coisas que menores de idade poderão ficar desconfortaveis ao ler e eu não quero ser a responsavel por destruir a inocencia de ngm! Aviso 3 da fic: Aquelas que ja estão mais acostumadas com uma leitura mais picante vão achar a parte hot meio sem graça...e eu vou logo explicando que é pq minha fic tm classificação 16 anos..portanto existem coisas que eu n posso colocar..pelo menos n ainda.. Aviso 3: dividi bem as partes Zeliana e ginando portanto qm n gostar d zeliana ou qm n gosta de Ginando pode pular sem problema..mas eu aconselho a n faze-lo pois a cena Zeliana foi uma das coisas mais fofas e cuticutis que eu ja escrevi na vida..e a Ginando bom..eu me arrepiei fazendo.. enfim...Boa leitura!

Juliana colocava os brincos e analisava a imagem no espelho pela milésima vez...deu um suspiro frustrado e os retirou...era o quarto par de brincos que tentava combinar com o vestido rosa bebê. Resolveu revirar a maleta de joias mais uma vez quando ouviu alguém bate a sua porta.

–Entre – dizia Juliana ainda entretida a procura do brinco perfeito.

–Boa noite professora.

Juliana retirou a atenção da caixinha e sorriu em direção a porta.

–Entre meu amigo...sente –se.

–Obrigado minha amiga.

Os dois ficaram em silencio por um tempo...um tentando achar as palavras adequadas enquanto a outra voltava a missão de encontrar o melhor acessório possível para a sua grande noite.

Juliana achou um pequeno brinco de pérolas e decidiu que esse lhe serviria perfeitamente...voltou a atenção para o espelho e enquanto colocava os brincos encontrou o reflexo de um Ferdinando meio abatido e com uma mistura de sentimentos no olhar que a fazia ficar levemente preocupada.

–Você está bem Ferdinando?

–Sim sim...- o engenheiro respondeu rápido demais para logo depois negar sua resposta. – quer dizer...na verdade...eu não sei minha amiga..

–Pois conte – me o que há de errado.

Ferdinando começou a andar de um lado pro outro buscando palavras e esbanjando nervosismo.

Juliana seguia o amigo com o olhar até que a paciência se esvaiu.

–Ferdinando Napoleão...você está me deixando tonta! Diga logo!

Ferdinando a olhou assustado...se recompôs...respirou fundo e confessou.

–Eu não sei o que está acontecendo comigo minha amiga! –O engenheiro voltou a desabar na cama.

–Do que você está falando Ferdinando?

–Eu...eu acho que aquela uma me pegou de jeito..

–Ai Ferdinando pare de falar em códigos e vá direto ao assunto.

–É a Gina! Ela me tira do sério!

Juliana revirou os olhos...ja sabendo do que se tratava o assunto.

–Não me diga...

–Digo sim e...- Ferdinando olhou para a cara da professora que estava risonha demais e surpresa de menos para o seu gosto. –Juliana ...você está sabendo de alguma coisa?

–Não! –Juliana fez a melhor cara de indignação que pode mas não conseguiu manter e soltou uma risada divertindo-se com a situação – Só do beijo de tirar o folego no meio da sala!

Ferdinando a olhava desacreditado

–E se eu não tivesse visto com meus próprios olhos eu não acreditaria... – Juliana voltou sua atenção para o espelho esperando o amigo se recuperar da revelação da moça.

–Bom não interessa...o caso é que agora eu não sei o que fazer! Aquela diaba não me sai da cabeça!

–Meu conselho? Aproveita que hoje eu tenho um encontro maravilhoso com o seu segurança e tenta se arranjar com ela afinal...vocês vão ficar aqui...sozinhos por um bom tempo...poderiam ver um filme juntos não?...e eu prometo bater na porta antes de entrar! – Juliana finalizou a frase juntamente com o ultimo retoque na maquiagem...deu uma piscadela em direção ao rapaz e saiu do quarto deixando Ferdinando pensativo.

Zelão estava apreensivo. Queria que o encontro fosse perfeito. Conferiu mais uma vez o material que precisa para fazer do jantar um momento inesquecível e mandou uma mensagem para os amigos Izidoro e Rodapé que tinham combinado de ajuda-lo. Depois de receber a resposta afirmativa dos dois ele pegou sua moto e se dirigiu para a casa da professora.

A encontrou no portão e viu seu rosto se iluminar com um sorriso quando o viu se aproximar. Ela estava vestida que nem uma princesa...um vestido tomara- que -caia rosa bebe delicado que ia até um pouco acima dos joelhos evidenciando as pernas torneadas. Tinha a cintura marcada por um cinto vinho com um delicado laço na lateral e para completar o look um cardigan, da mesma cor do cinto, que a protegia do frio da noite.

Zelão mal podia nomear tamanha beleza e ficou paralisado com a visão.

Juliana vendo o encantamento do rapaz deu um sorriso tímido e resolveu ser a primeira a falar.

–Boa noite Zelão. –Ela o analisava cuidadosamente e chegou a suspirar ao vê-lo vestido de maneira provocantemente sexy. O casaco de couro preto e a calça jeans escura com pontos estrategicamente desbotados lhe davam um ar de menino mal...Ele parecia um pedaço de mal caminho que ela queria provar.

Eram um casal curioso para quem visse de longe...ela uma chapeuzinho e ele um lobo...mas o que ninguém poderia desconfiar e que no decorrer de suas vidas amorosas...Juliana tinha sido muito mais lobo e Zelão não chegava nem perto de ser chapeuzinho.

–Boa noite professora – Zelão saiu do transe em que estava e foi logo beijar a mão da moça e lhe entregar uma rosa que ele mesmo fez questão de colocar entre a orelha e os cabelos rosas dela.

–Zelão ela é linda... Não precisava se incomodar...

–Nada nesse mundo é mais belo do que a visão que eu tenho em minha frente.

Juliana corou com o elogio...ele não parava de surpreende-la. – Vamos...minha princesa?

Juliana deixou um suspiro bobo escapar e acompanhou o rapaz até a moto, colocou o capacete e o abraçou com força. O moço tremeu com o contato dela e respirou fundo antes de ir em direção ao local do jantar.

Ferdinando conferia o material na sala antes de chamar a ruiva para uma sessão de cinema caseiro.

–Tudo certo...agora eu so preciso de sorte...e paciência...- Ferdinando respirou fundo e mentalmente repetiu um mantra antigo que tinha lido em alguma revista na época de republica. Decidiu que não esperaria até suas mãos pararem de tremer...ja que se dependesse da resposta do seu corpo ele teria sérios problemas.

– Gina? – A voz falhou na primeira tentativa de chama-la. Arranhou a garganta e tentou novamente. –Gina?

A moça abriu a porta do quarto com a curiosidade estampada no olhar. Ela vestia um short jeans e uma camiseta de um time de futebol que Ferdinando não conseguia identificar. Um traje simples mas que atiçava a mente de Ferdinando.

– O que você quer?

–E que eu pensei que...-Ferdinando começava a se embolar com as palavras e Gina ja estava ficando sem paciência...

–Vamos desembuche logo.

Ferdinando fechou os olhos, respirou novamente e, decidido a tomar o controle da situação, resolveu ir direto ao ponto.

– Eu pensei que ja que a Juliana foi se divertir sem a gente ...nós podíamos fazer um programa juntos como bons amigos que somos.

– E desde quando nos somos amigos?

– Ora Gina...pare de ser turrona...vamos...eu pedi pizza, temos um belo vinho, uma tabua de queijos, pipoca e toda a coleção do exterminador do futuro.

Ferdinando viu os olhos da ruiva brilharem após citar os filmes programados para a noite.

–E você promete que não vai tentar nada seu engenheirinho? – Gina estava desconfiada...mas não iria negar que foi fisgada pelos filmes.

Ferdinando levantou as mãos para o ar e prometeu solenemente. Gina lhe lançou um olhar ameaçador e resolveu segui-lo ate a sala onde tudo estava pronto...apenas esperando por eles.

Juliana se perguntava para onde Zelão a estava levando ja que fazia tempo que estavam andando de moto e as ruas por onde Zelão seguia estavam ficando cada vez mais diferentes...com poucas casas e pouca iluminação. Sentiu um reboliço no estomago e lembrou que era por isso que gostava dele. Ele conseguia fazer com que o desconhecido parecesse tentador, o medo não existia apenas a curiosidade de desvendar o mistério que era aquele homem.

Enquanto estava perdida em seus pensamentos Juliana não reparou que a velocidade estava diminuindo e só voltou a si quando a moto parou completamente. Tudo estava muito escuro e ela não sabia bem onde estava até que Zelão deu um leve assobio e Juliana arregalou os olhos quando as luzes iluminaram o local. Ela não podia acreditar no que estava vendo e sentiu lágrimas se formarem em seus olhos.

–Eu não estou acreditando! Como você conseguiu isso?

–Tenho amigos que trabalham aqui e me deviam um favor...vamos entrar no seu reino minha princesa? –Zelão estendeu a mão para a professora que sem demora a agarrou.

E assim de mãos dadas Zelão e Juliana entraram no parque de diversões da cidade que hoje estava aberto apenas para eles.

– Eu não sabia que um frangote feito você gostava de filme de luta. –Dizia Gina entre uma pipoca e outra.

–Ora...essa..olha quem ta começando...eu ja lhe disse..e ja lhe mostrei que não sou nenhum frangote...e se você quiser posso lhe mostrar novamente! -Ferdinando deu um riso malicioso e começou a se aproximar mais da ruiva que estava na outra ponta do sofá até que sentiu uma almofada atingi-lo em cheio na cara.

–Você não começa com essas bestagens Ferdinando! Vamo ver o filme que é melhor.

Ferdinando resolveu então silenciar...ainda não era o momento e a garrafa de vinho ainda estava na metade...não sabia ao certo como...mas até o fim da noite iria amolecer o coração daquela uma.

Juliana ria com a sensação de leveza que estava sentindo. Parecia que havia voltado a infância em uma maneira completamente mágica e sentia as mãos de Zelão firmes em sua cintura enquanto fingia cavalgar um cavalo no carrossel. Ela estava sentada entre ele e o brinquedo e encostava a cabeça no peitoral forte dele. Ali...no aconchego dos braços dele ela sentia que nada poderia ser mais perfeito e que suas duvidas tinham sido uma loucura.

–E qual o nome vamos dar pro nosso cavalo?- Juliana questionou curiosa.

–Ah..não sei que dia é hoje?

–Quarta –feira.

–Então pronto....ele vai se chamar quarta –feira....você gostou cavalinho? –Dizendo isso Zelão fez um barulho que imitava um cavalo com a boca o que fez Juliana rir ainda mais.

–Me aprece que ele gostou muito...não é quarta –feira? –Julia fazia carinho na crina do brinquedo.

O brinquedo parou e Zelão a ajudou a descer. Ao repousar os pés novamente no solo Juliana fixou o olhar com o segurança que lhe tocou a face fazendo com que a professora fechasse os olhos e aproveitasse a sensação maravilhosa que era a mão dele deslizando sobre suas bochechas.

–Está aqui com você nunca fez parte dos meus sonhos professora – Nesse instante ela abriu os olhos chocada — Esse sempre foi meu objetivo porque sonhos a gente só sonha...e objetivo a gente cumpre...assim como posso dizer que o objetivo da minha vida...é faze-la feliz. –Juliana se emocionou com as palavras do rapaz e não conseguiu mais resistir aos limites que tinha estabelecido a si mesma. Ela levou os braços aos pescoço dele e o puxou para um beijo apaixonado sob a luz do luar e o testemunho de um lugar cheio de mágica.

Ferdinando e Gina ja estavam sentados bem próximos um do outro...ja era o segundo filme da saga e eles comentavam a cena animadamente até que buscaram ao mesmo tempo a ultima pipoca na tijela que os separava e sentiram as mãos colidirem. Trocaram um olhar intenso e Ferdinando aproveitou a deixa para segurar a mão da moça e puxa-la fazendo com que ela se inclinasse cada vez mais em sua direção. Gina observou Ferdinando fechar os olhos e soltou um comentário qualquer para fugir da situação.

–Ferdinando! Você acabou com toda a pipoca!

–Eu? Você que não parava de comer mesmo antes do filme começar!

E la estavam eles de novo...começando uma briga sem futuro.

Juliana estava impressionada! Nunca em seus sonhos imaginaria um primeiro encontro como aquele!

Ja tinham andado em todos os brinquedos e agora estava sentados sob uma toalha de pic nic , abraçados sob a luz da lua e degustando um cardápio de sanduiches, queijos, vinhos e frutas montados pelo homem que agora lhe massageava a mão e cobria de beijos seu pescoço.

Juliana se afastou um pouco e o olhou nos olhos.

–Eu vou lhe ser sincera Zelão...eu não estava planejando me apaixonar. Eu percebi que precisava de um tempo pra mim ja que meus últimos relacionamentos não foram um sucesso completo. Mas estar aqui com você hoje me faz repensar todas as regras que eu tinha estabelecido e me perguntar se um dia eu soube o que era amor de verdade.

Zelão deu um leve sorriso e não deixou de reafirmar seu amor pela professora.

–Pois saiba...que foi no momento em que meus olhos colaram nos teus que eu soube verdadeiramente o que é o amor.

Juliana suspirou pela milésima vez aquela noite e se deixou envolver por mais um beijo de tirar o folego que o rapaz lhe dava.

Enquanto isso em um certo apartamento, a garrafa de vinho ja estava repousando vazia no chão perto de uma blusa que tinha acabado de ser jogada. A única luz do ambiente era fornecida pela televisão que estava com os respingos de término de filme e não fazia mais barulho algum...o único som que se ouvia era de suspiros, estalos de beijos e alguns gemidos teimosos que ousavam em sair.

A casa parecia um inferno de quente...não pela temperatura real mais sim pelo fogo que exalava do casal localizado no sofá da sala.

Ferdinando ja não sabia nem como tinha chegado a esse ponto só sabia que queria que não parassem por nada!

Ele levou as mãos a cintura nua da moça que estava sentada em seu colo e que lhe arrancava suspiros toda vez que se mexia de maneira provocante sobre o corpo dele.

Mas uma blusa voando e agora era Ferdinando que comandava a situação jogando o corpo da ruiva no sofá de maneira selvagem e deliciosa. As mãos do engenheiro passeavam de forma tentadora por sob as coxas da ruiva que sentia a mente girar com cada beijo mais forte dado em seu pescoço.

O engenheiro aproveitou o transe em que a ruiva se encontrava para descer os beijos pelo corpo da jovem e subir as mãos indo de encontro aos seios da moça cobertos por outro sutiã de renda preto.

Gina não raciocinava...apenas tentava aproveitar ao máximo a sensação das mãos de Ferdinando sob seu corpo e de seus lábios marcando, com beijos molhados, cada caminho que fazia.

As pernas dela ainda estavam presas na cintura dele o que, para Ferdinando, era tentador ja que estavam na posição perfeita.

Dessa vez foi a vez do engenheiro de fazer movimentos provocantes que faziam com que a ruiva soltasse gemidos irresistíveis aos ouvidos do rapaz.

Os lábios dele passeavam livremente e desvendavam cada curva que suas mãos ja haviam explorado em outros episódios. E como ela era linda. Ferdinando se surpreendia com a beleza e vontade da ruiva de se deixar levar.

O rapaz levou as mãos nervosas ao botão do short dela e foi pego de surpresa quando ela lhe puxou pelos cabelos e deu uma leve mordida em seu queixo...ela sabia como deixa-lo louco.

Gina o empurrou de súbito fazendo com que o engenheiro saísse de cima dela e caísse do outro lado do sofá...por um instante Ferdinando pensou que ela havia se arrependido mas esses pensamentos foram logo apagados quando a viu se posicionar por cima do corpo dele com olhos provocantes cheios de desejo e um sorriso malicioso nos lábios...a troca de olhares demorou um segundo e Ferdinando logo pode sentir os lábios quentes dela por sob cada musculo do seu peito. Até nesse momento eles lutavam pelo comando da situação. Ferdinando revirou os olhos quando sentiu a perna dela agarra-lo pela cintura novamente sem deixar de beija-lo. Ele levou as mãos novamente à cintura dela e subiu massageando todo o corpo da ruiva que agora voltava a fazer os movimentos que o estavam enlouquecendo.

Ferdinando precisa se livrar daquelas calças...aquilo parecia uma prisão torturante mas não sabia como faze-lo sem assusta-la ou fazer com que parasse.

Tentou novamente levar suas mãos ao botão do shorts dela e se surpreendeu ao notar que as mãos dela já estavam trabalhando para desbotoar a calça dele. A iniciativa dela só o fez ficar ainda mais excitado. Ele a pegou pelos braços e novamente se pôs por cima dela.

Nesse momento...a olhando quase entregue... vendo o quanto ela o surpreendia a cada dia, reparando em cada traço do rosto dela e a olhando fundo nos olhos o rapaz fez uma descoberta até então para ele...desconhecida...

–Eu te amo! – Deixou escapar o rapaz.

Gina arregalou os olhos e parou de respirar e quando o viu se aproximar novamente ela o afastou ..e o rapaz mais uma vez foi parar no chão.

Gina levantou desnorteada...não sabia o que fazer e ficou andando de um lado pro outro...

–Mas o que diabos

–Você fique calado! – dizia a ruiva apontando um dedo na direção do rapaz.

–Mas o que eu fiz de errado?

–Você mentiu!

–Eu? Eu não menti! Eu te amo Gina!!EU – TE –AMO!

–Você não sabe o que ta falando!

–Como não?

–Você não sabe o que é o amor!

–Ah é .. e você sabe por um acaso?

–Não! Mas e sei que é bem mais do que isso aqui que a gente tava prestes a fazer!- Gina apontou para a sala que agora parecia um cenário de guerra. –Droga Ferdinando! Você estragou tudo!

Gina correu para pegar a blusa e ia se retirando para o seu quarto quando foi puxada pelo engenheiro novamente.

–Pois saiba minha cara...que amor é uma das razões pelas quais fazemos o que estávamos prestes a fazer...

–Não Ferdinando...o nome disso é paixão...agora me solte...já fizemos muita besteira por hoje! – A moça se desvencilhou do rapaz que apenas ouviu o som da porta bater violentamente e a tranca selando seu destino: o banheiro novamente.