Notas iniciais
Ta ai o segundo capitulo, espero que alguem leia.

Vou lhes contar exatamente como minha mãe me contava.

-----------------------------------------------------------Dia 01, de Maio de 1940---------------------------------------

Inicio da Segunda Guerra Mundial.

Minha mãe, italiana, morava em uma cidade próxima a Volterra.

Ela e mais algumas pessoas tinham sido chamadas para permanecer no abrigo anti-bombas.

Ela não entendia muito o porquê, mas como não tinha para onde ir, aceitou.

Sua família já tinha deixado a Itália para ir para um país menos perigoso. Mas a deixaram para trás, pois minha mãe estava doente, e como eles não tinham condições financeiras o suficiente para ter tratamento, a deixaram para trás, para que morresse.

Nesse dia, ela estava na fila, para entrar no tal abrigo anti-bombas subterrâneo.

O lugar, mais parecia uma igreja ou um castelo.

Minha mãe estava admirando o lugar, quando no alto em uma pequena janela, viu um homem de pele clara, cabelos compridos e negros, e olhos também negros.

-Sua vez. –Um homem alto disse. O homem era alto, com uma pele também muito clara, e olhos, também, negros.

Uma garota loira, e de olhos igualmente negros, de uns 13 ou 14 anos guiou as mulheres que estavam ali.

Todas foram para quartos longe de qualquer outro lugar.

Os dias foram se passando e as mulheres, morrendo.

Pelo menos era o que diziam.

Dia 10, de Maio de 1940

“Chegou a sua hora.” Minha mãe pensou quando o homem que estava na porta, quando ela veio para cá, o alto, de olhos, agora vermelhos, a chamou.

Era assim que as mulheres morriam.

Ele ia chamar elas, e no outro dia, dizia que ela tinha morrido.

Minha mãe foi guiada pelos corredores da grande casa.

O homem que se apresentou como Félix, a levou para uma grande sala oval.

Lá estava o homem que ela tinha visto aquele primeiro dia, na janela.

-Mestre. –Disse Félix, e quando minha mãe se virou, ela já não estava mais ali.

O homem agora, tinha os olhos vermelhos. Iguais ao Félix.

-Constance Rossetti. Estou certo? –Ele perguntou se aproximando.

-Sim. E quem é o senhor? –Minha mãe disse com a voz trêmula. Ela estava sentindo medo.

-Aro Volturi, minha queridas. –Ele disse a apenas poucos metros da minha mãe.

Eles ficaram em silencio, até minha mãe ter coragem de falar.

-Por que estou aqui?

-Eu gostaria de conhecer a mulher que ficou me olhando quando eu observava a cidade.

Aro se aproximou mais alguns centímetros.

-Já conheceu. Agora posso voltar para o quarto? –Ela disse ríspida.

-Mas, ainda nem conversamos. –Ele se aproximou o máximo que pode, e segurou sua mão.

Seus olhos ficaram vagos. Ele não a via, e sim o seu passado.

Mas isso minha mãe não sabia.

Aro a soltou depois de algum tempo.

-Muito triste sua historia, meu amor. –Ele se aproximou mais ainda dela.

-Como sabe minha história? –Ela perguntou assustada.

-Digamos que eu vi seu passado na sua mente.

Minha mãe ficou paralisada, como se estivesse na frente de uma assombração.

-O que...? Como...? –Ela gaguejou.

-Shi. –Ele a silenciou colocando seu dedo gelado, nos lábios quentes da minha mãe.

Aro passou seu dedo delicadamente, traçando um rastro de fogo, até a nuca de Constance.

Aro a puxou para mais perto, a beijando com delicadeza.

Mas logo, essa delicadeza, virou força bruta.

Aro a puxava contra seu corpo gélido, e duro como pedra.

Ele a pegou no colo, enrolando suas pernas na sua cintura, e a levou para um quarto.

-Saia. –Ele gritou para uma mulher de pele branca e cabelos castanhos.

Sulpicia.

Quantas vezes isso já tinha acontecido com a coitada.

Ela saiu, batendo a porta com força.

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Minha mãe me poupou dos detalhes sórdidos.

Então vou pular para a gravidez.

Notas finais
Opniao de vcs?