Notas iniciais
Minha primeira fic aqui no Nyah.
Essa fic é de minha autoria e os fatos ocorridos nelas não aconteceram na realidade.
Espero que gostem

Três horas da manhã, em algum lugar do mundo, vivia um homem bonito por volta de seus 30 anos, mas com uma aparência de 60. Um corpo esguio e esquelético, cabelos sedosos e olhos fundos. Morava ele numa casa enorme e histórica deixada pelo seu falecido pai. Lá, ele vivia sozinho sem um sequer empregado ou apenas um amigo para lhe fazer companhia. Sentava na velha poltrona com uma garrafa de bebida na mão e, zapeava de canal com o amigo controle na outra.

Seu nome fora dado como Aroldo McJones Philiph III no dia 28 de julho de 1985, como dito, em algum lugar do mundo. Só se sabia que McJones havia tido uma namorada na adolescência. Era um relacionamento pacifico e amoroso, até ela se mudar e nunca mais voltar. McJones sentiu-se quebrado desde então e, sua vontade de viver havia acabado.

Sua mãe morreu em seu nascimento, seu pai em um acidente de carro. Nunca teve a experiência de ter irmãos, nunca mais teve um relacionamento amoroso ou sexual, nem ao menos com uma prostituta. Seu desejo até ai tinha morrido. De vivo, sobrou apenas si mesmo, pois até sua esperança havia morrido.

O homem com dificuldades levantou do acento e caminhou lentamente até a a comoda onde se encontrava uma caixa de cigarros. Pôs um na boca e tripudiou uma tosse. Sentou-se novamente e de seu bolso esquerdo pegou um esqueiro laranja com o líquido já inexistente. Tentou um, duas vezes acender o cigarro na boca, mas as tentavas falhas de faze-lo o fez desistir.

Mesmo com as tosses dolorosas e roucas de se ouvir, McJones não parava de golar o álcool um só minuto. Estava doente,muito doente. mas se recusava ir ao médico. Não tinha mais para o que lutar. Queria mesmo que a morte vinhe-se logo. Mas por que, ó Deus, um homem tão jovem tem se destruído tão fácil sozinho?

Ele não pensava em mais nada, acalmou-se na poltrona, apoiou os as mãos nos braços dela e esperou. Setia ao menos o fim chegar. E quanto mais pensava, mais ela realmente se aproximava. Respirava pesado por longos segundos. Até não os olhos fecharem. O coração destruído sentimentalmente e fisicamente de McJones havia parado de bater.

Aroldo McJones Philiph III havia morrido ali no dia 25 de Dezembro de 2014. Ali, naquela casa solitário. Ali naquela poltrona. A frente da TV, no canal de 12 no jornal da madrugada.

Continua

Notas finais
Até o próximo.
beijos!