De Repente Titanic
6 Outras alternativas
Notas iniciais
Este capitulo é curtinho, mas espero que gostem.
- Estou voando, Ichigo.
- Você não precisa seguir as falas – abriu os braços e segurou suas mãos.
- Não estou, é o que estou sentindo.
Ele fechou os braços dela junto aos seus, abraçando-a. Ela virou, corada, e fitou os olhos dele. Ele estava mais vermelho que um tomate. Seus rostos se aproximaram lentamente até que seus lábios se tocaram. E eles deram um longo e apaixonante beijo.
*Musiquinha da Celine Dion*
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Estavam todos sentados no sofá, boquiabertos com o que acabaram de ver. Ninguém imaginaria que eles levassem isso tão a sério.
- Nossa, que lindo! – Gritou Yoruichi.
- Esse Ichigo não perde tempo – Urahara disse, sorrindo.
“Poxa, não acredito no que estou vendo” – Pensou Orihime.
- Mesmo estando juntos esse final será trágico – disse o feiticeiro.
- Não será não! Estamos torcendo pelo Ichigo – gritou Orihime.
Todos voltaram a prestar atenção no filme.
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Ichigo e Rukia entraram no quarto de Cal. Ele não estava lá.
- E agora? – Disse corada.
- E agora o quê?
- Er... Eu vou ter que ficar nua?
- O quê? Esta é a hora do desenho?
- Sim.
- Vai trocar de roupa.
- Quê?
Rukia foi e voltou com uma camisola linda. Ela estava corada demais, sentia seu rosto em chamas. Quando ela ia abrir a camisola e tirá-la Ichigo segurou suas mãos.
- Não faça isso! – Exclamou, corado.
- Então pra que me mandou trocar de roupa?
- Para te mostrar isso – mostrou-lhe um desenho.
- Você me fez trocar de roupa para mostrar-me um desenho? – Gritou, batendo nele.
Ela pegou o desenho e viu que era Rose nele.
- Onde conseguiu?
- Nessas lojinhas de antiguidades. Fui pesquisar sobre o filme e encontrei essa cópia do desenho original.
- Não estou nem acreditando, mas como o trouxe?
- Dentro da blusa.
Rukia correu e colocou o desenho junto com o diamante no cofre de Cal. O Capanga abriu a porta e eles correram do quarto, mas o capanga os seguiu.
- Vamos, Ichigo – gritou puxando-o.
Correram até o elevador.
- Não, não, não. Esperem! – Gritou Rukia.
Entraram no elevador.
- Para baixo, para baixo! De pressa! – Ambos gritavam.
O capanga chegou e eles estavam descendo. Rukia fez um gesto obsceno com o dedo e Ichigo riu. Chegando eles correram descendo as escadas. Ichigo saiu esbarrando em tudo e em todos, fazendo Rukia rir como nunca.
- Mesmo ele não sendo páreo para nós está sendo divertido correr dele.
- Eu quem o diga – disse Rukia, morrendo de rir.
- Essa não! – Exclamou Ichigo.
Rukia gritou e riu. Ambos correram pelos corredores do navio.
Eles desceram até onde os homens trabalhavam para fazer o navio se locomover e correram até chegar no deposito de cargas.
Eles pararam diante a um carro, ambos corados. Ichigo abriu a porta para ela entrar.
- Obrigada – segurou a mão dele e subiu.
- Para onde moça? – Indagou ao vê-la atrás de si, ajoelhada.
- Para as estrelas – sussurrou em seu ouvido.
Ela estava corada demais. Puxou-o para a parte dos passageiros do carro.
- Agora vou fazer uma coisa.
- O que, Ichigo?
Ichigo levantou e começou a fazer o vidro do carro embaçar com seu hálito.
- O que está fazendo, idiota? – disse Rukia com gota na cabeça.
- É para aquela cena em que você põe a mão no embaçado do vidro.
- E você pretende embaçar isso tudo com seu hálito?
- Não, você vai me ajudar.
- Mas não vou mesmo!!! – gritou.
Começaram a discutir até que ficaram bem próximos. Então Ichigo parou de falar.
- O que foi? – Indagou Ichigo.
- Nada – corou.
Ichigo aninhou-a em seus braços. Rukia pegou a mão dele e começou-lhe a beijar os dedos.
- Ponha suas mãos em mim, Ichigo – murmurou, corada.
Ela pegou a mão dele e colocou sobre seu seio.
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- Meu Deus! – Gritaram em uníssono.
- Eles se esqueceram que tem pessoas vendo isso? – Indagou Orihime, triste.
Continua...
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