De Repente, Grávida!

14 Capítulo 12: Parte II


Notas iniciais
Bem, não demorei muito! rsrsrs Espero que gostem, bj.

(…)

Num domingo a tarde no Loft de Castle.

Ele estava sentado no sofá segurando Johnny, e ignorando tudo o que lhe estava sendo dito, ela não parava de fazer recomendações.

Kate: Está ouvindo Castle?

Castle: Sim, estou anotando tudo mentalmente.

Ela bufou.

Kate: Pare de mentir!

Castle: Kate, pode ir, sei como cuidar de um bebê.

Kate: Ok Castle. Obrigada por ficar com ele, vou tentar não demorar.

Castle: Pode demorar muito, ele nem vai sentir sua falta!

Ela cerrou o punho e lhe deu um soco no ombro.

Castle: Ai! Isso doeu!

Ele deu um beijinho no filho e saiu.

Kate: Se precisar me ligue!

Castle: Lá, lá, lá!

Ela revirou os olhos e bateu a porta!

Castle: Ufa! Finalmente ela saiu.– Falou sorrindo para o menino. — O que vamos fazer hoje? – Pensou um pouco. — Johnny, o que acha de irmos ao parque? Podemos paquerar umas gatinhas!

John balbuciou algumas palavras incompreensíveis, que Castle interpretou como um sim.

Ele arrumou o bebê no carrinho, preparou duas mamadeiras, colocou na bolsa e saiu a passear com John.

A tarde de domingo estava muito linda, o sol brilhava, ele empurrava o carrinho enquanto Johnny mordia um brinquedo qualquer. Eles chamavam a atenção por onde passava e claro que Castle não gostava nem um pouco daquilo.

Encontrou um banco vazio, sob a sombra de frondosas árvores, e acomodou-se lá.

Enquanto ele contava histórias para o bebê no carrinho, chegou uma mulher e sentou-se ao lado deles.

Melissa: Que bebê mais lindo.

Castle: É sim.

Melissa: Acho que puxou ao pai.

Castle não deixou de sorrir.

Melissa: Me chamo Melissa e aquela– Apontou para uma menina que corria atrás de um cachorrinho. — É Pamela minha sobrinha.

Castle: Sou Rick, e esse é Johnny.

Melissa: Quantos meses ele tem?

Castle: Tem oito meses já, num instante passa.

Johnny começou a choramingar, Castle colocou o livro no banco e pegou no colo.

Castle: Deve estar com sede. — Deu água numa mamadeira a ele.

Melissa: Não sei como sua esposa deixa vocês sozinhos assim, no parque tem muita concorrência.

Castle: A mãe dele e eu não somos casados. Raramente me deixa ficar com ele, então aproveito a oportunidade.– Falou num tom bem triste, deixando Melissa com pena dele.

Melissa: Isso é triste.– Ela foi despertada pelo som do tombo que a sobrinha levou. — Tenho que ir, prazer em conhecer.

Castle: Mais um pouco e essa tava no papo.– Falou olhando John que começou a rir e derramou toda a água que estava na boca. — Ah! … babão.

Castle o limpou e o colocou de pé para ver as crianças brincarem, os cachorros correrem e as pessoas passando.

Castle: Só mais um tempo e você estará assim, correndo por ai!

Eles ficaram aproveitando o domingo, Castle paquerando as mulheres que sentavam no banco para cumprimentar o pequeno.

(…)

Esposito: Ryan, você notou que o Castle sempre some esse horário?

Beckett estava ouvindo a conversa, e ela olhou o relógio e também tinha notado.

Ryan: Ele deve estar namorando!

Beckett revirou os olhos, um pouco de ciúmes lhe espreitava.

O que Castle fazia as escondidas, sempre que tinha um tempo de folga, era ver o Johnny. Ou na creche ou com a Rosi, sua cúmplice. Muitas vezes iam na praça próximo ao apartamento de Kate. Castle e Rosi tomavam sorvete, conversavam e Castle brincava com o John. Quando começava a escurecer ela ia para casa, para o pequeno não adoecer e Castle voltava a delegacia, sempre tinha uma desculpa para dar.

(…)

A detetive estava já entrando em desespero, não sabia mais o que fazer. Tinha acabado de chegar da emergência, mas John não parava de chorar.

Ela ligou para o pai, mas só dava na caixa postal.

Castle foi acordado pelo telefone tocando.

Castle: Kate? O que houve?– Falou com uma voz sonolenta.

Kate: Castle não sei o que fazer!– Num tom desesperado.

Ele despertou e levantou da cama rapidamente.

Castle: Calma, não consegui te entender.

Kate: Castle me desculpe te ligar tão tarde, mas o John não para de chorar. Já o levei ao médico e nada!

Castle: Não se desculpe, estou indo para aí.

Ele trocou de roupa rapidamente, e dirigiu até o apartamento dela, chegando em poucos minutos.

Quando ele bateu à porta, ela abriu, estava chorando, ela e o John.

Castle: Calma Kate, não chore! O que foi neném?– Falou com uma voz melosa e o pegou dos braços da mãe.

Kate: Castle, acabei de chegar do hospital, disseram que não tinha nada. Quando cheguei em casa começou a choradeira de novo.

Castle: Pode ser cólica.

Kate: Não, já dei remédio para cólica, gazes, dor no ouvido e nada.

Castle: Chupeta?

Kate: Já dei as cinco, nenhuma resolve!

Castle: Ok! Não chora, garotão!– Ninava ele em seus braços e nada. — Me ajude a dar um banho nele.

Eles prepararam um banho colocaram o pequeno na banheira e continuava chorando.

O enxugaram, trocaram a fralda e colocaram uma roupa confortável, de algodão.

Mas ele continuava chorando, os olhos de Beckett lacrimejavam de aflição.

Kate: ele nunca ficou assim Castle.

Castle: Tive uma ideia, vamos fazer um chá.

Kate: Chá? Tenho que ver o que tenho na cozinha.

Eles foram até lá, e Castle disse para ela fazer de camomila. Ela fez o chá, esfriou e colocou na mamadeira.

Castle: Ei vamos tomar esse chá?

Sentou-se com ele no colo e deu a mamadeira e tomou e foi acalmando, parando de chorar.

Castle: Ainda tem mais chá?

Kate: Tem.

Castle: Coloque num copo e beba!

Kate: Ham?

Castle: Você está precisando.

Kate: Ok!

Ela foi até o banheiro, lavou o rosto, tomou uma aspirina, para dor de cabeça e seguiu o conselho de Castle e bebeu o chá.

John adormeceu no colo de Castle. Beckett sentou-se ao lado dele no sofá.

Kate: Obrigada Castle, não sabia mais o que fazer!

Castle:Está mais calma?

Ela apenas assentiu.

Castle: Os bebês são assim mesmo! Vou passar a noite aqui, ok?

Kate: Tudo bem. Te agradeço.

Eles passaram uma parte da noite no sofá, John dormindo no colo de Castle e Kate acabou adormecendo no sofá, com a cabeça apoiada no ombro dele.

Castle: Kate, acorde.

Kate: Ham?

Castle: Ele está dormindo, vá para sua cama, está muito tarde.

Kate: Que horas são?

Castle: São quase 3 da manhã.

Ela levantou-se sonolenta.

Castle: Eu me viro aqui no sofá.

Kate: Vou pegar uns lençóis e travesseiro.

Ele acomodou-se no sofá e dormiu, Beckett dormiu em sua cama.

Ao amanhecer foram despertados pelos berro de John, eles correram e chegaram ao quarto dele ao mesmo tempo.

Kate: Oi Castle, bom dia.

Castle: Bom dia.

Kate: Não se preocupe, esse choro é o normal!– Eles riram. — É assim todas as manhã. Esse a chupeta resolve.

Ele fez uma cara de “eu te disse” e ela segurou o riso.

Kate: Estou tão cansada que acabei perdendo a hora e não fiz a mamadeira dele.

Castle: Deixa que eu dou banho e arrumo ele, você faz as mamadeiras.

Ela concordou e assim fizeram.

Ao passar pela sala, viu a bagunça que estava, parecia que um furacão tinha passado por ali.

Kate: Vai ficar tudo assim.– Ela deu de ombros e foi até a cozinha.

Castle: Estou novinho em folha mamãe.

Ela rio e beijou o menino.

Deu a mamadeira a Castle, que amamentou o pequeno. Ela preparou um café para Castle e foi arrumar-se.

Castle: Te dou uma carona.

Kate: Obrigada, aproveito para tomar café no caminho.

Castle: Não suje meu carro.

Ela revirou os olhos.

Kate: Devia falar isso para ele.– Referia-se ao menino que poderia fazer cocô na fralda.

Ele fez uma cara de nojo e seguiram para a delegacia.

(…)

Aquele seria mais um dia na rotina corrida de Beckett, mas não sabia explicar não tivera uma boa noite, passou a noite quase toda acordada com uma sensação estranha no coração, levantou-se diversas vezes para ver seu filho, mas ele dormia tranquilamente em seu berço. Ela fica admirando-o e velando seu sono, mas seu coração não conseguia se acalmar.

Como de costume ela fez toda a sua rotina e foi ao trabalho. Ela e Castle estavam numa investigação de assassinato, seus suspeitos tinham álibis e Castle com suas teorias divertidas. O dia foi estranho para a detetive, no final da tarde ela recebeu uma ligação inesperada da capitã, pedindo que voltasse imediatamente a delegacia. Ela e Castle deixaram o lugar que estavam investigando e voltaram.

Ao chegar a delegacia, Gates disse que ela poderia entrar com o Castle, ela estava tentando um jeito de dar a notícia.

Gates: Bem detetive, o que vou te falar não é nada bom, mas achei melhor ser dada essa notícia por mim do que por alguém despreparado.

Kate: O que está acontecendo?

Gates: Bem, não vou fazer rodeios. Ao entardecer recebi uma ligação de um delegado amigo meu, falando de um incidente no prédio onde mora.

Kate: O que? O que houve meu filho? – Seu coração paralisou.

Gates: BemRosi sua babá foi atacada e seu filho está desaparecido.

Ela arreglou os olhos, não acreditara no que estava ouvindo, faltou chão sob seus pés.

Castle.: Quer dizer que sequestraram o Johnny?

Gates apenas assentiu,

Kate: É algum engano, ela saiu correndo.

Castle Olhou para Gates.

Castle: Vou atrás dela.

Gates. Sim, ligarei se souber de algo.

Castle dirigia o carro, Beckett não estava em condições.

Kate: Deve ser algum mal-entendido, Castle, isso não está acontecendo comigo.

Castle: Espero que sim, Kate.

Beckett não conseguia falar com Rosi, o celular só dava caixa.

Castle: Kate, infelizmente, motivos tem, pode ser alguma vingança.

Kate: Castle, por favor, pare, não vou aguentar.– Ela estava aos prantos. — Meu filho não…

Notas finais
Bem chegamos ao "acontecimento" que levará ao clímax! Espero seus comentários, me ameacem, mas não me matem, por favor. Amando escrever a fic e esse momento com vcs. Peço desculpas, porque só poderei atualizar a fic na próxima terça ou quarta, no máximo. Bjss e até o próximo capítulo