Notas iniciais
Boa Noite queridos leitores, como vão? Gostaria de deixá-los a par que poderei postar apenas uma vez na semana, então as postagens ocorrerão as terças-feiras como no nosso combinado inicial. E me desculpem por ter cometido um erro no capítulo passado ao não pôr ele por completo. Trouxe o capítulo em que tudo se resolve kkkkkkkkkkk. Tenham uma excelente leitura!

Emily acordou cedo, sentou na cama e em seguida se espreguiçou, o sol raiava aos poucos, devagar tomando espaço no céu. Se levantou e foi até o banheiro, fez a higiene matinal e caminhou para a cozinha. Colocou a cafeteira em modo automático enquanto ia pegar o jornal. Ao abrir a porta teve uma grande surpresa, George estava parado a esperando.

— Bom dia. — ela disse feliz.

— Bom dia Emily. Trouxe o seu café. — ele segurava uma bandeja de café da manhã.

— Entre! — deu passagem para ele. — Não precisava.

— Lógico que precisava. Estou de partida o que a faria se lembrar de mim, senão o café da manhã? — sorriu, aquele sorriso galanteador.

— Obrigada. — sussurrou. Foi até a bandeja e olhou tudo perfeitamente planejado. — Como sabia que eu era vegana?

— Reparei na grife do seu vestido. Uma grife vegan. Como os preços das roupas de fibras naturais são bem elevados supus que defendia uma causa. — encostou-se na bancada da cozinha.

— Sente-se, me acompanhe no café.

— Não posso, eu realmente preciso ir. Mas antes queria te dar mais uma coisa. — se aproximou dela e segurou sua mão.

— O quê? — nem deu tempo de fazer uma segunda pergunta, ela já se via entre a bancada e o corpo dele.

— Ah Emily, juro que tentei resistir. Mais esses seus olhos, essa sua boca que tenho imensa vontade de morder, aliás, não me deixaram.

— George! — ela tentava manter o controle, mas jogou todos os seus conceitos ao ar quando sentiu os lábios dele invadindo seu pescoço.

Ele a tomou nos braços e com uma incrível habilidade foi beijando cada centímetro do seu pescoço, Emily inclinava a cabeça, aqueles dedos dedilhando do queixo até o colo dos seios a estava deixando completamente fora do ar. Os beijos chegaram até o queixo, lugar no qual ele parou para dar-lhe uma mordidinha suave. O próximo ponto seria sua boca, deu um selinho e os lábios dela se abriram para ele. Começou usando apenas os lábios, deixando ela se acostumar e logo introduziu a língua, que dançava por todos os pontos, dando-lhes um prazer indescritível. Naquele beijo ela pode sentir com quem estava lidando e a experiência que ele possuía. Puxou a cintura dela contra a sua e agarrou-lhe os cabelos aprofundando o beijo, mordeu-lhe o lábio inferior e se afastou.

— Agora que já te fiz não me esquecer, vou indo. — colocou as mãos nos bolsos.

— Okay. — Emily estava corada, com o coração acelerado e as mãos meio trêmulas.

— Não fique tão envergonhada. — se aproximou. — Que beijo, que lábios... — passou os dedos sobre a boca dela. — que pele. — beijou-lhe o ombro a encarando nos olhos.

— Até mais George. — o acompanhou até a porta.

— Não se esqueça. Caso não reate com seu namorado já sabe o meu número. Faço amor como você nunca deve ter experimentado na vida. — pegou a mala.

— Tudo bem.

— Até a próxima Emily. — roubou um último beijo dela.

— Até. — sorriu dedilhando os lábios.

Fechou a porta sorrindo, logo ouviu uma batida. Abriu a porta.

— Esqueceu algo? — perguntou.

— Bom dia! — David a cumprimentou de cabeça baixa, vestia um terno aquela hora da manhã.

— Entre! — seu sorriso se fechou.

— Emily, eu queria te dizer que fui um tolo. E que estava completamente errado ao não confiar em você. Todos os dias homens procuram mulheres como você, e te ter... — lágrimas rolaram pela sua face. — me faz tão sortudo. — caminhou até ela com lágrimas quentes invadindo suas bochechas.

— David, eu te amo tanto. Confesso que te disse aquelas coisas porque estava de cabeça quente. — envolveu-lhe o rosto com as mãos.

— Emi... — fez uma pausa. — sei que alguém esteve aqui. E não me importa quem seja, se você o beijou ou foi para a cama com ele. Mas estou aqui para te lembrar o imenso prazer que foi me conhecer. — foi até ela e a beijou calorosamente, tinha que admitir, havia um pouco de desespero de ambas as partes. Era algo avassalador, quente e muito, muito sexy.

— Ah David! — gemeu baixinho. Ele a encostou na parede e seguiu beijando-lhe do pescoço até os seios.

— Como eu senti falta disso. — a suspendeu e ela prontamente envolveu as pernas em sua cintura, logo David prosseguiu distribuindo beijos até abaixo dos seios, não aguentando mais rasgou a camisola que ela usava.

— Vou te cobrar uma nova. — sorriu.

— Você pode me cobrar o que quiser. — agarrou-lhe os seios e os sugou com vontade.

— Ahhhh David. Caramba. — suspirou.

— Vou te levar para a cama. — a pegou pelo bumbum e andou até a cama.

— Você está usando muitas roupas. — deslizou o palitó pelos ombros, abriu o cinto dele e puxou a calça.

— Safada! — a beijou explorando seu corpo com as mãos, parou em sua intimidade.

— Tem certeza que sou eu? — mordeu os lábios.

— Tenho! — rasgou a calcinha de renda branca que ela usava e começou a beijar seu centro. Introduziu a língua e Emily foi ao paraíso, ele fazia maravilhas.

— Aí David. Vamos precisar ir a uma loja de roupas íntimas depois daqui. — passou as mãos pelos cabelos.

— Tudo que você quiser meu amor, desde que arque com as consequências quando prova-las para mim. — mordeu o interior de sua coxa. — Gostosa! — abriu a camisa e tirou a gravata.

— Está me surpreendendo em David! — estendeu os pulsos para ele.

— Pretendo te surpreender sempre. — enlaçou os pulsos e a amarrou na cabeceira. David girou o corpo dela na cama a deixando de quatro.

— Que delícia. — acariciou seu bumbum e em seguida deu-lhe um tapa caprichado. Seu corpo se arqueou para frente devido a palmada.

— Aí. — gemeu um pouco mais alto. Abriu um preservativo e colocou. Penetrou-a de uma só vez arrancando-lhe gemidos ainda mais altos, enquanto puxava seus cabelos gentilmente.

Começou um vai e vem delicioso, estocando cada vez mais fundo, logo chegaram ao clímax. Após alguns minutos David a soltou e a trouxe para deitar em seu peito.

— Eu te amo Emi. — beijou-lhe a testa.

— Eu também te amo David. — deu um beijo em seu tórax. — Preciso te contar algo. — acariciou seu peito.

— Tudo bem. — ela se sentou para o encarar.

— Sabe o nosso vizinho, o do 1002?

— Ue, alguém mora no 1002? — disse surpreso.

— Sim. Alguém mora.

— E qual o problema?

— O problema é que ele me viu chorar e veio até mim. Passamos a noite conversando, ele pediu para que dormisse com ele, mas não aceitei.

— Não sei se me sinto aliviado ou ameaçado. — flertou os olhos azuis.

— Hoje pela manhã, ele apareceu novamente, me trouxe aquela bandeja de café que você viu e nos beijamos. — seus olhos miravam o lençol ao dizer a última parte.

— E quem é esse cara misterioso?

— Você não vai acreditar. — arqueou as sombrancelhas.

— Ao menos tente.

— É o George Clooney.

— Está me dizendo que você beijou o George Clooney?

— Exatamente isso que estou dizendo. — se afastou um pouco com medo da reação dele.

— Não sei se devo ficar bravo por você ter beijado o George Clooney. — a olhou intrigado.

— Por que? — sorriu.

— Oras, é o George Clooney. — sorriu com ela.

— E ele tem um excelente beijo afinal. — provocou.

— É mesmo? — a jogou na cama e beijou-a lentamente, explorando cada canto de sua boca, por fim puxou seu lábio inferior e depositou um chupão em seu pescoço.

— David, David... — o olhou de maneira provocante. — Você me paga.

— Pagarei com imenso prazer. — sorriu maliciosamente.

Notas finais
Espero que tenham gostado, até mais!