Notas iniciais
Boa Noite Queridos Leitores, venho novamente trazer dois novos capítulos. Nesse capítulo vocês descobrirão um pouco mais sobre o passado da Emily e a dinâmica de seu antigo relacionamento e também vemos a amizade entre os dois florescer mais ao compartilharem determinadas informações. Tenham uma excelente leitura.

Era tarde quando Emily se preparava para ir embora, ouviu risos e caminhou até o estúdio. Lá encontrou David, Hart e mais dois produtores jogando pôquer. David há avistou.

— Hey Emi, junte-se a nós e venha jogar. — ele a convidou.

— Não, obrigada! Não gosto de jogos de aposta. — sorriu sem jeito.

— Não estamos apostando dinheiro. Estamos apostando a direção do episódio que vai mostrar como nos conhecemos.

— Está tão longe e ele já quer dirigir o episódio. — Hart disse sorrindo.

— Tá brincando? É o melhor episódio para se dirigir.

— Nem criamos o roteiro ainda David. — Hart o encarou.

— Mas você já me contou como planeja fazer, e eu amei.

— Como assim contou para ele e não para mim? — Emily disse indignada.

— Venha Emi, me veja ganhar deles. — pegou em sua mão.

— Vou pegar uma cadeira David e já volto.

— Até você ir lá e voltar já ganhei deles. — a puxou pelo braço trazendo-a para perto.

— Não David, é rápido. — disse se esquivando.

— Emi, somos amigos, sente-se aqui e me veja ganhar. — ele a puxou pela cintura fazendo-a sentar-se em seu colo.

— Cuidado em Emily, esse colo aí é perigoso! — Hart disse os olhando meio de lado, ela corou na hora.

Ele passou um dos braços envolta da sua cintura e levantou as cartas para que pudesse vê-las. Emily olhou e sorriu, sem dúvidas ele ganharia aquela rodada. Contou as cartas que haviam saído na mesa e aí sim teve a certeza, a vitória era dele. Chegou a vez dele jogar, colocou as três cartas sobre a mesa, completando a trilha de cartas que já havia lá.

— Ahhhh, a direção do episódio é minha. Hart me espere, isso vai ser ótimo. — gritou e em seguida a abraçou, um pouco apertado talvez. A direção era dele.

Saíram do estúdio em rumo ao bar de sempre, era uma terça feira, e daí que não era sexta? Eles queriam é se divertir. David a envolvia pelo pescoço enquanto andavam lado a lado. Javier estranhou a entrada dos dois no bar. David se aproximou do balcão enquanto Emily se sentou.

— Me vê duas cervejas Javier. — sorriu enquanto fazia o pedido.

— Conseguiu conquista-la? — perguntou curioso.

— Acho que estou quase lá. — tomou um gole do copo recém colocado no balcão.

— E até agora o que conseguiu?

— Você quer mesmo saber? — sorriu levando novamente o copo a boca.

— Claro que quero, considero a Emily uma irmã.

— Levei ela para jantar, no outro dia tomamos café juntos e dormimos um com o outro duas vezes.

— Eu não acredito! — disse surpreso.

— Não nos beijamos, nem fizemos sexo. Mas estou começando a me apaixonar de verdade.

— Ela é um doce de mulher. — ele sorriu. — Mas também sabe ser malvada.

— Como sabe disso? — perguntou intrigado.

— Eu a vi dispensar o ex namorado. Pelo que entendi ele havia a traído.

— Quem trairia uma mulher daquela?

— Um ser como ele. — deu de ombros indignado.

Pegou a cerveja e levou até ela.

— Nossa! Você demorou em. — sorriu para ele.

— Um pouco. — sorriu. — Posso te fazer uma pergunta? — olhou sério para ela.

— Você já fez! — disse tentando amenizar o que viria a seguir.

— O que deu de errado no seu último relacionamento? — se inclinou sobre a mesa.

Ela respirou fundo e se encostou na cadeira.

— Ele era péssimo e só eu não conseguia enxergar. Depois disso não tive nada sério. — deu de ombros. Ele achou que seria difícil arrancar algo dela, mas ao que parecia ela já tinha superado.

— E o motivo? Qual foi?

— Ele me traiu. — abaixou levemente a cabeça, ele segurou o seu queixo e a fez mirar em seus olhos.

— Quem te trairia Emi? Uma mulher tão maravilhosa como você? A melhor mulher que já conheci. Ele não devia ter noção da preciosidade que tinha em casa.

— Eu não sei o porquê ele fez isso... — perdeu as palavras, não as tinha mais ao seu favor.

— Eu também não sei. Mas com uma mulher igual a você em casa ele não tinha o que procurar na rua.

Ela sorriu por um momento. Ele continuou.

— Tudo que um homem precisa ele tinha em casa. — sorriu gentilmente para ela.

— Obrigada por ser assim David... exatamente como é. — ela pegou em sua mão e a envolveu na dela.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Em caso de criticas construtivas, comentários sobre a história e até mesmo ideias, entrem em contato. Tudo isso só acontece por causa de vocês leitores e é de direito usufruírem da melhor forma possível.