Dazzling Love
12 Fight - Part 02.
Notas iniciais
Misaki pov.
- Misaki. Não precisa. Estamos bem.- disse Kai tentando livrar-se do papo
- Senta- disse furiosa — Mas que diabos você estavam fazendo?
-Misaki. Nos já explicamos.
-Tudo bem. Mas por que vocês começaram a brigar?- dei ênfase à palavra.
-Bem... E que... — Miguel, tentou achar algo para explicar.
-A verdade e que nem sabemos o porquê e nem como começamos a brigar. Estávamos conversando, ate que nosso tom começou a aumentar... E... Quando recobramos a consciência... Quero dizer... Quando voltamos ao normal... Você estava no meio da briga nos separando.
-Então, agora eu peço que se desculpem. — eles me olharam assustados, e depois abaixaram a cabeça. — Andem logo com isso, se não, os dois ficaram com essas feridas. Sem desculpas... Eu não ajudo vocês.
-Me desculpa- deu uma pausa e olhou a reação de Miguel – Eu sei que deveria ter te apoiado... ou pelo menos ter te contado.. Quando... Percebi que gostava da Mi – ele parou de repente, eu estranhei, eles se olharam e o Kai logo voltou a falar- que gostava daquela menina.
- Tudo bem. Eu te desculpo e também peço desculpas.
-Doeu?- perguntei. Eles me olharam confusos – pedir desculpas. Doeu?- eles balançaram a cabeça negando. — Andem. Tirem logo as camisas. — Haha, a melhor reação de todas, me olharam com cara de “Quem e você e o que fez com a Misaki”
- Sua velha pervertida – disse Kai fazendo eu e Miguel cairmos nas gargalhadas.
-Eu preciso limpar esses ferimentos, seus imbecis- disse me recuperando.
Os meninos tiraram a blusa e ficaram fazendo poses idiotas. Fiquei feliz de saber que eles haviam se reconciliado, depois eu fiz um curativo nos machucados dos dois, depois ficamos conversando e depois de dois meses terem se passado eu havia parado de gostar do Kai, agora eu o via simplesmente como um amigo. Fiquei mais próxima também de Miguel.
Kai Pov.
Eu e Miguel estávamos indo para a escola como sempre fazíamos ate que ele ficou me perguntando umas coisas sobre a Misaki, como “O que ela mais gosta de fazer?” “Voce já a viu de toalha não e? Ela e bonita?”. Respondi a maioria das perguntas, mas depois me cansei.
-Cara, o que você pretende me fazendo responder todas essa perguntas.
-Na boa. Eu acho que estou gostando da Misaki- olhei para ele incrédulo- Desde que ela foi la em casa aquele dia e vocês estavam agarrados, seila. Me senti diferente em relação a ela.
-Como assim? Voce? Gostando da Misaki?- não podia estar acontecendo, eu e meu melhor amigo gostando da mesma menina “Não pode” resmunguei para mim mesmo.
-Por que ? Não pode?
-Voce ouviu?
-Sim ouvi, e não estou entendendo o por que dessa sua fala.
-Cara. Eu também gosto da Misaki.
-O que? Voce so pode estar brincando neh. Zuando da minha cara.
-Não! Eu não estou brincando. Eu gosto da Misaki! Desde o dia em que eu a salvei.
-Ar Kai. Voce sabe que eu nunca gostei de uma menina ante, como eu gostei da Anne. E agora com a Misa. Logo agora, que esse sentimento voltou. Voce me diz que gosta da mesma menina que eu?
-Voce gostava tanto da Anne. Que ela foi embora por sua culpa. Não vou deixar você fazer a Misaki ir embora.
-Como assim? Por minha culpa?
-Ate parece que você não sabe. A Anne não te aguentava mais, sempre perseguindo-a.
-Não fale coisas que você não sabe Kai.
-Ela mesmo me contou. E você sabe que eu era seu melhor amigo ne.- ele deu uma risada sinica, e logo em seguida um soco na minha bochecha — Seu filho da mãe — devolvi o soco. Começamos a nos chutar e socar, parecíamos dois estranhos brigando. Mas no meio da briga eu ouvi uma voz que fez com que nos dois nos separássemos.
- Seus idiotas inconsequentes. O que pensam que estão fazendo? – Perguntou Misa, ganhando a atenção de todos, mas nos dois ainda nos encaravamos — Olhem para mim seus imbecis. – Disse ela ficando entre nos dois.
-Misaki. Por favor, da licença. – Disse.
-Não saio e ninguém me tira ate um dos dois me contarem o porquê dessa briga.
-Arrr. Quer saber? Que se dane! Vou falar. A verdade e que eu confessei meus sentimentos por uma menina para o Kai, como ele e meu melhor amigo pensei que ele me apoiaria- deu uma pausa limpando o sangue que escorria da boca, vi aquela cena e senti uma culap, quase impulsiva dentro de mim — Mas na verdade ele ainda gosta dessa menina.
-E se eu gostar mesmo? Em? E dai?- Provoquei sem perceber.
-Vocês dois... Quero vocês dois na escola em dez minutos. –Eu e Miguel voltamos a nos encarar- Se vocês não estiverem lá... Vão se ver comigo. Esperem-me no portão. Vão... Agora! –Nos fomos, separados e mudos. Chegamos e ficamos no portão, um de cada lado
- Os imbecis... Por favor... Me acompanhem.- Ela nos levou ate a enfermaria, mas não havia ninguém – Sentem- se.- disse enquanto pegava alguns lenços e pomadas.
- Misaki. Não precisa. Estamos bem.- disse tentando me livrar da bronca que ela provavelmente nos daria.
- Senta- disse ela enquanto eu levantava para ir embora. Fiquei com medo e sentei — Mas que diabos você estavam fazendo?
-Misaki. Nos já explicamos. – tentou Miguel
-Tudo bem. Mas por que vocês começaram a brigar?- ela disse “brigar ” com força, tipo uma ditadora.
-Bem... E que... — Miguel, tentou achar algo para explicar, mas assim como eu, não tinha como explicar.
-A verdade e que nem sabemos o porquê e nem como começamos a brigar. Estávamos conversando, ate que nosso tom começou a aumentar... E... Quando recobramos a consciência... Quero dizer... Quando voltamos ao normal... Você estava no meio da briga nos separando.
-Então, agora eu peço que se desculpem. – olhamos assustados, e depois abaixamos a cabeça. — Andem logo com isso, se não, os dois ficaram com essas feridas. Sem desculpas... Eu não ajudo vocês.
-Me desculpa- dei uma pausa e olhei para Miguel – Eu sei que deveria ter te apoiado... ou pelo menos ter te contado.. Quando... Percebi que gostava da Mi – Parei der repente, Miguel me olhou assustado e eu sabia que provavelmente Misa havia estranhado, quase disse seu nome — que gostava daquela menina.
- Tudo bem. Eu te desculpo e também peço desculpas.
-Doeu?- perguntou. Mas nos não entendemos a pergunta – pedir desculpas. Doeu?- balançamos a cabeça dizendo que “não”- Andem. Tirem logo as camisas. – O que ? Como assim? O que ela vai fazer?
- Sua velha pervertida – disse. Fazendo Misa e Miguel caírem nas gargalhadas.
-Eu preciso limpar esses ferimentos, seus imbecis- disse.
Nos tiramos a blusa, fizemos varias gracinhas e ela fez os curativos, era muito bom ter ela tao pertinho de mim. Mas era horrível ver ela perto do Miguel. Nos conversamos por um tempo e depois retomamos para as aulas.
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