Day By Day
1 Prólogo
Notas iniciais
Peço um milhão de desculpas pelo meu sumiço, é que estava/estou meio que resolvendo minha vida sabe ? Colocando tudo em ordem, se tudo for confirmado em agosto dou boas notícias a vocês e explico tudo direitinho, enfim voltei de uma forma um pouco estranha né ? Com outra fic, rs. Sendo que nem acabei as minhas outras duas..tentarei voltar ao máximo a postar nelas no mesmo ritmo de antes, ok ? Porém não garanto, espero que gostem do prólogo tá pequeno, mas é que estou com sono..e não podia adiar para a manhã, tinha que aproveitar meu momento criativo, rs. No próximo eu explico tudo melhor, espero que curtam e boa leitura! Se alguém tiver alguma dúvida manda no review que eu explico direitinho. Bjs. ♥
Prólogo – As pessoas me julgam pelo meu presente, mal elas sabem o que eu vivi.
Ando com uma sensação estranha desde que acordei. Uma voz me diz que algo não daria certo hoje, pergunto-me se é paranóia minha ou intuição, porém devido as dúvidas é melhor ignorar.
Estava com preguiça de levantar, os cobertores quentinhos me aqueciam e me deixavam bastante confortável, é uma pena não poder ficar em casa hoje, uma grande pena! Joguei meus cobertores para o lado e sentei-me na cama, esfreguei meus olhos na tentativa de me ''despertar'' ainda mais, foi em vão. Era um saco cumprir essas 'obrigações' chatas que o Aizen-sama me passava, bem no inverno porquê ? Argh!
Levantou-se e foi se arrastando para o banheiro fazer sua higiene matinal e tratou logo de se arrumar, desceu para a cozinha e apenas pegou uma maça, já estava com sua katana em mãos, tinha que ser rápida, estava atrasada e Aizen não gostava de atrasos mesmo que esses atrasos sejam de Rukia, a Samurai mais conhecida de toda Karakura.
...
Um homem pálido caminhava pela sala, curvou-se enfrente a enorme cadeira de seu mestre vinha trazer notícias, bastante boas por sinal.
– Mestre, descobri o paradeiro de Hisana. – O homem fitou as orbes castanhas com um certo receio, era difícil imaginar a reação de Aizen.
– Bom trabalho, Ulquiorra. – Sorriu. – E Rukia aonde está ? – Antes que o homem pudesse pronunciar algo, foi interrompido.
– Hmmm, vejo que estão falando de mim, cheguei em boa hora, não ? – A morena sorriu e direcionou seu olhar para Ulquiorra, deu uma piscadela para o mesmo que apenas corou. – Perdi algo ?
– Está atrasada, Rukia-san. – Aizen sorria de maneira simpática porém falsa aos olhos da morena.
– Calminha Aizen. Já disse que eu não consigo acordar cedo no frio. – Ela revirou os olhos, não suportava aquele homem, porém devia algo a ele e também queria uma preciosa informação do mesmo.
– Seja lá como for, descobri algo que lhe interessa e muito, Rukia-san. – Ele alargou ainda mais seu sorriso. – Descobri o paradeiro de sua irmã, Hisana está viva. Viva!
– Aquela vadia está viva ? Graças a Kami! Só assim poderei mata-la com minhas próprias mãos. – Tirou um maço de cigarros do bolso da calça, pegou o isqueiro e acendeu, deu uma tragada e completou. – E aonde ela está ?
– Karakura. – O homem pálido que nem era notado se fez presente, novamente, porém logo depois abaixou a cabeça, Rukia sabia bem o motivo de tanta vergonha, ele era apaixonado pela mesma, pena ser tão novo.
– Arigato, Ulquiorra. E Aizen, eu lhe trago a cabeça daquela vadia, prometo!
– Não quero só a cabeça, quero o corpo todo. Porém antes deu lhe dar as passagens, peço para que espere, alguém acompanhará nessa viajem, acha mesmo que a deixarei só em outra cidade ?
– Não, na verdade eu sempre soube que você não me deixaria sair só dessa cidade, o que foi tem medo que eu fuja e não volte nunca mais ? Sem mim você é apenas um merda não é ? – Ela riu. – Ai,ai, quem irá comigo nessa porra de cidade ?
...
Já estava esperando o tal carinha a mais de duas horas no aeroporto via a hora do vôo sair e o homem não chegar, aquilo estava irritando-a ainda mais. Maldito Aizen! Saiu mais uma vez do aeroporto para fumar. Tinha acabado com um maço de cigarro em duas horas, tentava descontar toda sua raiva fumando porém não adiantava muito. Tirou a mochila das costas e pegou seu celular, discou o número que Aizen lhe derá para ligar e mais uma vez nada, só na caixa postal. Merda, quando esse cara chegar eu vou enche-lo de porrada.
Sentiu-se ser cutucada, uma, duas, três vezes, e quando já estava com o punho fechado e pronto para acertar na tal pessoa mal educada, teve a sua mão segurada. Bufou de irritação, quem teria se atrevido a cutuca-la e ainda segurar sua mão, para evitar levar um soco ? Pobre pessoa..estaria morta daqui a três segundos, virou-se rápidamente para fita-lo.
– Hmmmm, então é essa a nanica que terei que acompanhar na viajem ? Tem quantos anos 12 ? Talvez 13 ? – Ele ria ao ver a expressão emburrada da morena.
– Cala a boca, e o seu cabelo, pintou com o que tinta guache ? – Cerrava os punhos.
– Tinta guache o caramba! – Ele apertava mais o pulso da morena, que por sua vez agora puxava os fios ruivos de Ichigo, quem os visse no aeroporto nunca imaginaria que os mesmos fossem bandidos da grande elite Japonêsa.
...
A morena dormia tranquilamente em seu quarto, estava agarrada ao peito do azulado a noite passada havia sido bastante boa não poderia negar, tudo estava silencioso, até seu maldito celular tocar. Quem poderia ser o maldito que a interrompia a essa hora da manhã ? Passava com suas mãos por toda a cama, estava em busca do maldito aparelho, o azulado por sua vez afundava ainda mais a cabeça no travesseiro na tentativa de se ''proteger'' do barulho, xingou o maldito que estava ligando a essa hora, fazendo Hisana rir baixinho. Graças a Kami-sama, achou o celular.
– Moshi, Moshi. – Disse com a voz embargada.
– Ohayou Gozaimasu, como está irmãzinha ? – Riu. – Estava com saudades da minha irmã mais velha, sempre fugindo de mim né ? Assim mágoa. – Fingiu tristeza.
Hisana por sua vez apenas ficou sem palavras, estava com medo muito medo!
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