Notas iniciais
Me perdoem, mas esse cap. ficou menor do que eu esperava... Minhas ideias estam acabando! + LEIAM LÁ EM BAIXO.

No meu chalé estávamos eu, Ester, Piper, Annabeth, Hadia, Aly, Nati e Lena.

"Então, o que vamos fazer?" Perguntou Annie.

"Primeiro eu quero saber da história da Hadia, Lena e Nati." Eu disse.

E elas nos contaram.

Hadia fugiu, e encontrou Nico. Nati também. Ela não tinha um relacionamento tão bom com a mãe. A Lena era da Inglaterra. Morou lá até os 14 anos. E depois se mudou pra cá. Só que ela fugiu. E aí quando ela foi atacada por um monstro, Travis aparece a o mata, e traz ela para o acampamento.

"O que vamos fazer agora?" Pergunta Hadia.

"Verdade ou consequencia!" Piper disse.

Eu peguei uma caneta e nos sentamos em um circulo.

"A tampa pergunta e a outra ponta responde." Eu disse, e todas concordaram.

Eu para Annabeth

"Verdade" Ela disse antes que eu perguntasse.

"Você é virgem?" Perguntei com um sorriso malicioso.

Ela ficou muito vermelha.

"Não" Ela murmurou, e todas arregalaram os olhos.

Ela girou a caneta de novo, e caiu Aly para mim.

"Verdade" Eu disse. Não queria começar com consequencia.

"O que você sente pelo Leo?" Ela perguntou com os olhos brilhando.

"Bom... eu não tenho certeza" Eu disse. Era verdade.

Girei a caneta. Piper para minha irmã.

"O que você sente pelo Pólux?" Ela perguntou com os olhos brilhando. A Ester ficou vermelha.

"Eu... eu meio que... amo ele." Ela disse tropeçando nas próprias palavras.

"E por que você não diz isso pra ele?" Piper perguntou e eu lancei um olhar de reprovação pra ela.

Os olhos da minha irmã ficaram marejados, e algumas lágrimas cairam. Eu me levantei rapidamente e a abracei.

"Porque eu tenho medo de me machucar de novo" Ester sussurrou depois de ter se acalmado. Nenhuma das meninas entendeu, e minha irmã levantou as pulseiras do pulso esquerdo que ela tanto usava, mostrando seus cortes.

Depois de minha irmã se acalmar, voltamos ao jogo.

Lena para minha irmã. Consequencia.

"Você tem que ir lá no chalé 12 e beijar o Pólux."

Minha irmã pegou a capa dela e saiu chalé afora. Depois de uns três minutos ela volta, com os cabelos bagunçados e um sorriso bobo no rosto.

Hadia para minha irmã de novo. Coitada, essa noite ela sofre. Consequencia.

"Você tem que cantar uma música pra gente."

Minha irmã foi pegar o meu violão.

Quando ela voltou, logo começou a tocar.

The end.

Running with the streetlights,
Laughing at the grave
He swears he's gonna give it up
It's never gonna be enough
I just wanna be there
When you're all alone
Thinkin' 'bout a better day
When you had it in your bones

This could be the end (x4)

I see you in the evening
Sitting on your throne
Playin' with a fireball
And posted up against the wall
I just wanna hold you
Take you by your hands
And tell you that you're good enough
And tell you that it's gonna be tough

This could be the end (x4)
'Cause I ain't got a home

Runnin' from the streetlights
Shinin' on a grave
Once you had the good stuff
Never gonna fill you up
I wanna be the one who gives you my world
And gives 'em all the feeling in it
Just a little taste of it

This could be the end (x4)

'Cause I ain't got a home
I'll forever roam
No I ain't got a home
I'll forever roam (x2)

I ain't got a home

O jogo de verdade ou consequencia foi esquecido por um momento, e começamos a conversar.

"Piper, como está com você e o Jason?" Annie perguntou.

"Muito bem... mas eu estou com medo, sabe?"

"Medo do que?" Perguntou Aly.

"Ah, medo de que ele me troque. Sei lá."

"Você não precisa ter medo." Disse Hadia com um sorriso.

Ficamos conversando mais um tempo, até que deu uma da manhã e fomos dormir.

- — —

Ester's POV:

Depois de eu cantar, ficamos conversando um pouco e quando deu uma da manhã, fomos dormir.

Eu sabia que minha sorte não duraria para sempre, e naquela noite eu tive um sonho.

Era uma de minhas lembranças.

Eu estava na frente da porta do apartamento do meu ex-namorado. Bati diversas vezes, mas ninguém abriu. Peguei uma cópia da chave que ele me dera, e abri a porta. Estava tudo escuro, e uma bagunça.

Havia uns barulhos estranhos vindo de seu quarto. A porta estava um pouco aberta. A cena que eu vi a seguir foi a pior de minha vida.

Meu namorado, ou melhor, ex-namorado. Na cama. Com outra. Ou melhor. Minha ex-amiga.

Saí correndo de lá. Por sorte nenhum dos dois me viu. Estavam muito entretidos em sua seção de cama.

Naquele dia, fiquei chorando até dormir.

E aí meu sonho mudou.

Eu estava em casa, vendo televisão em um dia chuvoso.

A campainha tocou e eu fui atender. Era meu namorado.

"Oi meu amor" Ele disse e se abaixou para me beijar.

"Meu amor é a tua avó, canalha" Eu disse ríspida e o empurrei.

"O que aconteceu meu amo?" Ele perguntou tentando me beijar de novo.

"O que aconteceu é que está tudo acabado." Eu disse e o empurrei novamente.

"Como assim está acabado?"

"O nosso namoro. Não existe mais. Acabou. Vai embora da minha casa e não volta mais." Eu disse seca.

Sua expressão mudou. Seus olhos estavam cheios de raiva. Ele levantou a mão.

"Só eu posso terminar nosso namoro. E é agora que eu não quero mais nada com você mesmo." Ele disse e me bateu no rosto.

Depois disso simplesmente virou e saiu da minha casa.

Lágrimas caíram soltas pelo meu rosto. Levantei de onde estava e fui para o meu quarto. Lá estava. A pequena lâmina que minha amiga havia me dado. Ela disse que funcionava. Que todas as dores iam embora. E foi naquele dia que eu usei esse método para espantar as dores pela primeira vez.

Acordei em um pulo. Estava suando. Meus pulsos latejavam, como se estivessem pedindo para serem cortados mais uma vez.

Levantei da cama sem fazer nenhum ruido e fui para o banheiro. Fechei a porta atrás de mim, e me sentei no chão.

Meu pingente de lua se transformou em minha amiga espada. Com a ponta dela, tracei uma... duas... três linhas em meu braço. Junto com o sangue, as magoas foram saindo de meu corpo. Lavei meu pulso, mas o sangue continuava saindo. Não parava. O jeito era pegar um pouco de néctar.

Mas quando eu dei um passo em dirção a porta, tudo girou e eu caí, fazendo muito barulho. Aos poucos, minha visão foi escurecendo.

Até que tudo ficou preto.

Notas finais
Ook, gente. Me perdoem se esse cap. não ficou tudo o que vocês eperavam. Minhas ideias estão acabando.
E tem mais uma coisa. Eu vou viajar amanhã, e só volto no dia 21. E lá onde eu vou, não tem internet. MAS, eu vou levar meu caderno de histórias, e eu vou ter bastante tempo pra escrever. Então quando eu voltar, vou estar cheia de capítulos fresquinhos pra vocês.
Espero que não esqueçam de mim enquanto eu estiver fora.
Até mais.
Beijinhos.