Notas iniciais
E aí?
Bem eu sou horrível para puxar conversa então...
APROVEITEM ;)

Narrador

Jack Esqueleto o Rei das Aboboras andava alegremente pelo cemitério – Murmurava coisa como: Sally e Jack... Juntos, finalmente! Ou Jack e Sally juntos para sempre. – Mas enquanto andava ouviu um choro...

Choro? Pensou.

Ouviu mais atentamente.... E era mesmo choro! Choro de criança humana... Uma criança? Na Cidade do Halloween? Só posso estar delirando! Se questionava, então Jack viu a criança, que estava atrás de um túmulo, toda enrolada em um cobertor preto.

- Olá pequenino. – falou ele – Como veio parar aqui? – tirando o cobertor do rosto da criança.

Vendo melhor a criança, era pálido, com as bochechas levemente rosadas, fios negros e encaracolados nasciam da nuca, e o mais impressionante... Os olhos eram azul cobalto.

- Interessante... – disse – Você é menino ou menina? – falou, mas depois fez careta – Ahn é melhor deixar Sally ver.

Então lembrou-se do desejo que Sally tinha. O desejo de ter um filho.

- SALLY! – gritou – Quer conhecer uma pessoa pequenino?

A criança já tinha parado de chorar, estava acomodado no terno de Jack.

- Sally vai adora-lo.

E foi andando com passos rápidos até a cidade. – Ao passar pelo tumulo de Zero, o cachorro saiu e correu atrás do dono que dava passos longos com suas pernas ossudas.

Quando chegou na cidade, os monstros se amontoaram sobre ele, perguntando porque demorará tanto. Então todas as vozes se calaram quando o prefeito chegou.

- Jack! – falou o prefeito – o Halloween está chegando, Jack, precisamos...

- Depois prefeito, tenho que falar com Sally.

- Sally? – falou – Claro, Jack!

E saiu de seu caminho. – O esqueleto ao chegar no portão da frente viu a bandinha que sempre ficavam do lado do portão. – A música era deprimente e parecia um enterro.

- Boa noite!

- Boa noite esqueleto. – falou um.

Jack subia as várias escadas o mais rápido que conseguia. – Quando chegou na porta sentiu o cheiro da sopa de Sally.

- Sally! – chamou, e a viu na cozinha.

Ela se virou sorrindo.

- Jack! – falou – Estou fazendo o jantar.

- Sim, sim... – falou ele tirando a criança enrolada no cobertor – Olhe o que achei, uma criança humana.

Ao ver a criança os olhos de Sally ficaram com um olhar mais suave e terno. Como uma mãe.

- Jack... – falou, mas a sua voz parecia um sussurro. – É lindo...

- Achei no cemitério, pretendo ficar com ele.

Sally colocou a criança na mesa ficando de costas para Jack.

- É uma menina! – anunciou feliz.

- Menina?

- Sim, Jack... Mas... – seu rosto ficou triste – Vamos ficar com ela?

- Claro que sim.

- Teremos que anunciar a cidade... Jack e se acharem isso ruim?

- Quem?

- Os aldeões.

- Eles não vão Sally. – falou – E bem, você não queria um monstrinho... Olhe aí.

- Obrigada Jack – ao falar isso tascou um beijo no esqueleto.

- De nada. – conseguiu falar.

- Bem onde ela vai ficar?

- Na cama, depois nós arrumamos um lugar para ela.

- O que ela vai comer?

- Não sei... Sopa talvez?

- Vou tentar.

Sally subiu os degraus da casa bem rápido, mas no meio da escadaria parou.

- Jack? – chamou.

- Sim?

- Qual vai ser o nome dela?

Jack pensou por um momento... Mas então o nome veio.

- Que tal... Mellanie Esqueleto a Princesa das Aboboras?

Notas finais
Mereço alguma coisa? Se sim comente!
Mas acho que eu mereço sim...