Darkstawkers, Morrigan Prelúdios Divinos
1 Prelúdios Divinos primeira parte
Prelúdios divinos
A lua estava pouco encimada, parecia que ia cair nas mãos de alguém. Os nevoeiros
estavam regurgitados para com ela, Como casadas no céu lúgubre. Esta paisagem era mais do que ideal para a linda Morrigan , cujo olhar desinquietava-se no mais tristes de seu dia. Seus cabelos fora espessos e oscilantes. Mas naquele momento estavam curtos e mais contidos revelando mais a maçã do rosto tão perfeita, e bochechas divinamente pintadas em sua face. A súcubo ouviu um sobressalto vindo de seu coração, foi irradiante para ela. Morrigan nunca havia sentido algo parecido, mas continuava em seu dilema misterioso. Como se pragueja-se no silêncio.
Morrigan sentiu seus pés apartarem-se em vagarosas frações de segundos,no chão pedregoso. As partículas das rochas vão se evaporando uma a uma, dissipando a encosta onde a demônio jazia. A queda iria lança-la num rio de lava minguando nos penhascos daquele purgatório.
Seu corpo voluptuoso seria uma mera matéria em cinzas, os olhos brilhavam intensamente como reflexos na água...
como cristais. Morrigan recebeu um ultimato da morte. Até...repentinamente.
Ela notou um leve e incessante pensamento no cérebro. “Eu sou uma deusa ora!”. Com isto ela conduz longas e horrivelmente celestiais, membranas arqueadas presas as costelas. Eram asas de anjos. Que vivenciavam os ventos, e equilibra-se em harmoniosas manobras nas nuvens cor -de- magenta, Morrigan redigiu tudo com seus olhos cor de turquesa. Ziguezagueando as pupilas em cada canto do cenário, com os dentes cerrados com toda força. O desespero foi tamanho, a ponto de uma gota de suor gélida cair de sua fronte. Respingando naquele céu inimaginável.
As planícies do lugar assim como Morrigan manifestavam seu temor. Montanhas
que haviam conquistado o céu eram meras centelhas por causa de um estrondo momentâneo.
Fragmentos das pedras esvoaçavam em filas de poeiras cruzando o corpo da musa abissal. Morrigan atravessou a fumaça como uma selvagem saindo da toca. O olhar de espanto viria assim que ela retira-se toda a sujeira que infestou as pálpebras. A próxima coisa que Morrigan veria,seria mais uma das marcas do perigo. A mente esforçava-se para conter os medos e ouvia-se gritos intangíveis por dentro dela. Do auto em margens solares via-se um homem usando roupas pesadas negras , com presilhas de bronze atadas num corpo esguio e obscuro, ele usava um barrete estranho preso a uma máscara de besta “ lembrava a um aspecto de carneiros” . Era uma incógnita ao ver de Morrigan, as perguntas no intelecto estavam se esbarrando uma as outras. Mas morrigan sabia que havia uma única coisa a fazer a respeito. E visando os estilhaços a baixo dela. Perguntar não é o jeito certo de resolver o problema. Morrigan não hesitou.
SOUL FIST !
As membranas se desunem do corpo da mulher como ornatos de sangue. Coisas aladas e decadentes envolvendo o antebraço de Morrigan. Morcegos carniçais comandados pelo gesto ofensivo da súcubo. “ Punho da Alma”, a poderosa manifestação demoníaca de Morrigan, uma rajada branca como deve ser o rosto de um fantasma liberada pelas mesmas membranas, era uma força além do que se possa compreender. Só aqueles que já sentiram a dor inevitavel da energia em seu corpo poderia transmitir palavras como definição, o golpe destroçaria a carne daquele homem em bilhões de pedaços. Atingindo-o bem no tronco.
SHHHHTTTSSHHHH Proooooommmm
Morrigan após sua peripécia digna de qualquer demônio lúxurioso . Deixou passar o ar que estava amontoado nos pulmões. Porém o sangue recaiu outra vez...
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