Darkness

9 Capítulo 8


Notas iniciais
Então pessoal, aqui está o capitulo 8.
Espero que gostem e que comentem, pois gosto de saber das opiniões de vocês sobre a historia. Tenho mais leitores do que reviews, como pode isso produção?! o.O
Espero ter algum review, pois não quero ter que parar de postar essa historia.
Boa Leitura (:

– Você quem quis ir, nem te chamei intrometido. – mostrei a língua pra ele. E fomos guiados por Sidney até sua casa, me surpreendi por que era uma rua atrás da minha casa. Era linda, cheia de flores na entrada e grande. Logo entramos, quer dizer, eu e Sidney entramos, o retardado do Pablo encontrou uns amigos no meio da rua e ficou conversando com eles na porta. Assim que abrimos a porta uma mulher magra e alta, muito bonita que aparentava ter uns 35 anos nos cumprimentou, e assim soube que era a mãe de Sidney, ela se chamava Caroline. Apresentamo-nos e ela era muito simpática. Sidney parecia estava com um pouco de pressa e logo saiu me puxando para seu quarto. Assim que chegamos eu vi como tudo era lindo, o quarto de Sidney era num tom roxo meio escuro e não tenho como descrever, tinha posters de bandas, vários cd’s de rock e outras coisas mais, fiquei de boca aberta quando vi aquela perfeição. Ele se parecia um pouco com o meu.

– Desculpa sair te puxando, mas se você deixar minha mãe falar, não vai ter mais fim. – ela revirou os olhos e eu ri.

– Ela é muito legal. Deixa ela falar garota. – dei uma tapa nela e ela me olhou com seu precioso olhar matador e depois riu.

– Ok, vamos arrumar uma mochila com algumas coisas pra eu passar essa noite na sua casa. – e começou a caçar suas coisas em todos os lugares, parecia que nunca acabava, e que ela passaria uma semana ou mais lá em casa, ela saiu pegando, celular, escova de dente, escova, roupas para a escola, e varias outras coisas, enfim terminou e fomos saindo, até que sua mãe nos para no meio do caminho.

– Sidney lembrei-me de uma coisa, eu vou viajar a trabalho querida, só volto segunda de manhã, você vai ficar em casa sozinha? – Sra. Caroline perguntou preocupada.

– De novo mãe? – Sidney perguntou decepcionada.

– Sim querida, a culpa não é minha, eu tenho que ir. – Falou tristonha e eu que estava calada desde o começo da conversa me intrometi.

– Desculpe me intrometer, mas se a Sidney quiser ela pode ficar lá em casa que minha mãe não liga. – sorri – ela já vai ficar hoje mesmo, o que tem ficar mais dois dias? – as duas olharam pra mim e a mãe de Sidney me pareceu pensar.

– Se a sua mãe não ligar de minha filha ficar, pode ser sim. – ela sorriu e Sidney a abraçou.

– Obrigada mãe, você é a melhor. – disse enchendo-a de beijos.

– Tá já chega menina, assim você me baba toda. — Nós rimos e Sidney mostrou a língua pra ela. – Ficou irritadinha, olha só como meu bebê é lindo irritadinho. – apertou as bochechas da Sidney e eu continuei rindo da cara dela.

– Mãe. – Sidney balançou a cabeça em sinal de negação, mas continuou. — vou sentir saudades da senhora, te amo muito. – A beijou e deu um abraço demorado e apertado. – Vamos Mel, se não sairmos daqui hoje, não sairemos nunca.

– Tchau querida, está levando tudo? – Sidney afirmou – ok se comporte e até segunda, te ligo mais tarde pra saber se está tudo bem, pegou o celular?

– Peguei mãe. Tá tudo aqui, quer ver? – a olhou entediada.

– Não precisa. Tchau Mel, gostei muito de você, aparece aqui mais vezes querida. – recebi um sorriso dela e sorri assentindo.

– Sim senhora. – Sidney deu outro beijo na mãe e saiu me carregando para fora.

– Tchau mãe, se cuida. Vamos Mel.

– Se acalma criatura, já vou. Tchau Sra. Caroline foi um prazer. – e então saímos da casa, e logo avistei meu irmão encostado no muro com dois amigos dele. Chegamos perto e já nos olharam.

– Até que enfim, já estava cansando de ficar esperando. – Pablo falou, se desencostando do muro.

– Ninguém mandou você vir. – o olhei com cara de tédio. – Você veio de intrometido que é. – nisso os amigos dele já começaram a zoar ele.

– Levou na cara bonitão. – Um de seus amigos falou e todos riram.

– Oi Melzinha beleza? –Como eu detesto que me chamem assim, e também detesto esse amigo do Pablo, acho que o nome dele era Gabriel. Sempre estava em casa, e sempre enchia o saco.

– Aham. – Não dei muita confiança a ele e fui puxando Sidney na frente. – Se você quiser fica, eu já vou. – Falei para Pablo que de imediato se alertou.

– Gabs, ela está chata hoje, estou indo, não posso deixar as duas crianças sozinhas na rua, tchau mano. – Deram um toque esquisito de mãos e logo nos seguiu.

– Tchau Melzinha. – eu o ignorei e continuei andando com Sidney até Pablo nos alcançar.

– Um pouquinho de educação já serve senhorita Melanny. — e me deu um peteleco na testa.

– Se pelo menos ele não fosse tão chato e sem graça talvez eu falasse com ele, mas ele não merece tanto. – Revirei os olhos e ele riu.

– Ok, você que sabe. -
Ele deu de ombros. Chegamos
à nossa casa, entramos e nossa mãe já estava na sala, ela estranhou por estarmos em três, pois não conhecia a Sidney. Esqueci-me de falar, o nome da minha mãe é Ana.

– Oi meus lindos. – Nos deu um beijo no rosto de cada e ficou encarando Sidney. — fiquei preocupada por que quando cheguei a casa estava vazia. E quem é essa menina linda? – Sidney sorriu e começou a se apresentar.

– Oi Eu sou Sidney eu sou... – A interrompi.

– Minha amiga, mãe. – Sorri pra ela, e a meu ver parece que tinha ficado feliz de pela primeira vez na minha vida eu velar uma amiga pra casa.

– A claro seja bem vinda querida. Pra que essa mochila ai Pablo? – ela apontou pra mochila de Sidney que estava na mão de Pablo.

– Era isso que eu queria dizer mãe, a mãe da Sidney viajou e ela ia ficar sozinha até segunda, então eu queria saber se ela pode ficar aqui, prometo que não vamos fazer bagunça. – Minha mãe parou pra pensar um pouco e logo depois sorriu.

– Claro que pode amor, amiga da Mel é sempre bem-vinda nessa casa. – logo abrimos um largo sorriso e nos olhamos, Sidney me abraçou e ficamos olhando para minha mãe. – devem estar com fome, não?! – assentimos parecendo duas crianças que acabaram de ganhar um doce e minha mãe riu. – Ok, subam façam o que tem que fazer e em seguida desçam, pois em 10 minutos o jantar está na mesa. – Fomos subindo e eu gritei da escada

– Obrigada mãe, amo você. – Fiz um coração com as mãos e ela riu lá embaixo. – vamos Sidney. – Entramos no meu quarto. Eu parei para pensar um pouco e percebi que ainda não sabíamos onde ela iria dormir. – Se você quiser pode dormir na minha cama ela é enorme para uma anã como eu. – ela riu. — ou também se quiser caçamos um colchão e você dorme no chão mesmo.

– Prefiro dormir nessa caminha quentinha e macia. – Após falar isso ela se jogou na minha cama ocupando o espaço todo e rindo, eu ri também, aliás, a alegria de Sidney me contagia e sempre parecemos duas loucas quando estamos juntas por que vivemos rindo de nada. – peguei uma das almofadas novamente e joguei nela. -Não me canso de fazer isso — e ela olhou na minha direção e colocou as mãos no lugar onde acertou. – Ai sua maluca, se eu aparecer morta já vão saber que é você, de tanto jogar as coisas em mim. – E começou a jogar os travesseiros e almofadas que estavam em cima da cama, eu entrei nessa também ficamos alguns minutos parecendo duas crianças sem infância, jogando coisas uma na outra. Até que vi uma imagem de uma pessoa atrás da Sidney, era um homem, ele estava parado olhando pra ela, e do nada veio aquele vento de novo já me assustei e imediatamente parei, fechei os olhos e abri de novo e ele já não estava mais lá, só Sidney me olhando preocupada, ela já não estava na cama, estava a minha frente estalando os dedos freneticamente querendo que eu prestasse atenção ao que ela fazia.

Notas finais
Espero que tenham gostado. E quero comentários viu. Então por favor, quem leu até aqui, deixe de ser preguiçoso e deixe um review que não mata e faz uma escritora muito feliz. *-*
Bgs da Titia Kaah (: