Darkness

32 Capítulo 31


Notas iniciais
Olá pessoal, a quanto tempo. Desculpem a demora, mas eu não to conseguindo postar, not no concerto é uma droga Y.Y
Mas como prometido, postando mais um capítulo essa semana.
Não tenho mais tantos leitores quanto antes, por que será? Enfim, pelo menos tenho minhas leitoras lindas e fieis que não vão me abandonar, pelo menos até o fim de Darkness, então suas divas, me aguentem u.u kkkkk
Tem uma coisa que eu fiquei muito feliz e vou comentar sobre, mesmo que não queiram saber. (u.u) Clarisse sua linda, amei a recomendação, fiquei muito feliz com ela cara, sem palavras pra você, sua diva *-*
Segundo, queria saber se vocês estão gostando do romance que tá rolando e tals, por que esse foi o primeiro casal romântico que já fiz na minha vida (O.O), então, passei ou não no teste? kkkk
Quero saber viu, então não deixem de falar nos seus reviews lindos *-*
Não sei por que, mas agora eu to falando muito nessas notas, acho que é por que fico muito tempo sem postar, vou tentar parar, sério. kkk
Boa Leitura.

– Então gente, está tudo bem, mas não quer dizer que podem sair fazendo qualquer coisa pelo meio da casa, pelo amor Gabriel, se liga. – Pablo falou entrando na cozinha e dando um soco no braço de Gabriel.

– Tudo bem desculpe.

– Vim buscar a pipoca que estamos esperando. – Pablo falou pegando no microondas, e voltando para a sala.

– Como uma pessoa com um só braço consegue fazer isso. Que coisa feia Gabriel. – Falei saindo de seu colo, dessa vez ele não me impediu, apenas riu e se levantou também, peguei a pipoca e fomos para a sala nos juntar aos outros. O filme já não era mais o mesmo, tinham trocado por que Sidney era muito medrosa, colocaram uma comédia, Se beber não Case 2, eu ri muito, principalmente na parte do macaquinho (ou seja lá o que fosse) mula de drogas, enfim, amei aquele filme. Às vezes, Pablo ficava nos olhando era um tédio total, mas pelo menos ele já sabia e havia aceitado.

Enquanto eu assistia aquele filme, Gabriel estava deitado no meu colo, não percebi, mas quando acabou o filme, acenderam a luz e lá estava ele dormindo, vendo ele desse jeito, lembrei de quando dormimos no hospital, do nosso primeiro beijo, parecia um filme passando pela minha cabeça. Já estava muito tarde, Sidney ficaria em casa essa noite, pois sua mãe estava em uma reunião de negócios numa cidade vizinha, então ela não queria ficar sozinha. Novamente, meus pais ainda não haviam chegado, e já era muito tarde, então meu celular tocou, fiquei procurando ele até que Gabriel me estendeu a mão me entregando ele e resmungando muito.

– Atende logo essa porcaria. – E voltou a dormir, o folgado. Peguei meu celular ainda tocando, era minha mãe, atendi rápido antes que desligasse. Não ficamos muito tempo na linha, ela apenas me disse que não viria para casa por que estava muito transito e ficariam e um hotel qualquer, eu não gostei muito de saber disso, mas pelo menos estavam bem.

– Papai e mamãe não voltam para casa hoje. – Avisei a Pablo que me olhou com uma expressão no mínimo, feliz. – Sidney dorme aqui hoje no meu quarto. – Sua expressão de felicidade se desfez, sorri maldosa. Sidney apenas assentiu com um sorriso. – Gente já estou indo dormir, só tem um probleminha, a criatura aqui do meu colo, dormiu. – Falei revirando os olhos e rindo, então Pablo se levantou e veio de fininho e se ajoelhou ao meu lado chegando bem perto de Gabriel, fiquei ali parada, curiosa com o que ele ia fazer.

– ACORDA PORRA. – Gritou no ouvido dele. Que maldade, o coitado do Gabriel acordou na hora todo assustado com a mão no ouvido.

– Mais que porra é essa, ta ficando doido é? – Perguntou um pouco desorientado por que ainda estava com sono, não consegui segurar e ri muito junto com os outros. – E você ri sua safada, como você pode deixar esse maluco gritar no meu ouvido, eu poderia ter ficado surdo. – Continuou sentando direito no sofá, ainda olhando para mim. Que apenas dei de ombros e continuei a rir. – Mancada Pablo, vai ter troco, espera só. – Ele ficou emburrado e eu fui chegando e ficando bem a sua frente.

– O neném ficou emburradinho foi? Desfaz esse biquinho vai. – Falei dando um selinho nele, mas ele continuou, dei outro até que aquele sem vergonha me agarrou impedindo que eu saísse. Em meio ao beijo eu disse. – Tá bom Gabriel, já chega.

– É cara, já chega, solta ela. – Meu irmão falou sério, deu vontade de rir dos ciúmes dele.

– Pega sua mina ali e me deixa aqui com a minha. – Falou Gabriel, continuando a me agarrar.

– Solta Gabriel. – Falei dando um beliscão na barriga dele e finalmente ele me soltou. E eu continuei a rir.

– Eu aqui querendo ficar com você todo carinhoso, e você me belisca sua sem vergonha. Você ainda vai ter o troco. – Ele falou no meu ouvido e após isso mordeu minha orelha.

Finalmente consegui me soltar e dei língua pra ele divertida com a situação, subi correndo para o meu quarto e tranquei a porta, troquei de roupa e escovei os dentes, estava pronta para dormir. Desci as escadas e fui direto para a cozinha tomar água, estava de costas quando fui pega de surpresa com alguém fechando meus olhos.

– Para de gracinha Gabriel. – Repreendi tirando suas mãos dos meus olhos.

– Como você é chata. – Falou se encostando à bancada, me olhando de cima a baixo. – Mas é muito gostosa. – Continuou mordendo os lábios.

– Nem começa. – Revirei os olhos e sorri.

– Bem que eu não queria, mas você está assim, me atiçando com essa roupa. – Falou me agarrando.

– Atiçando nada, eu sempre durmo assim idiota. – Bati na cabeça dele. – Você vai ficar aqui hoje?

– Vou sim. Como antes, agarradinho com você.

– Nem em sonho querido. Quem vai dormir comigo é a Sidney, se quiser durma no sofá ou no quarto de hospedes. Não quero correr o risco de que aconteça alguma coisa.

– Nem vai acontecer nada Mel, eu sou um anjo, deixa vai.

– Nem pensar, assunto encerrado. E então vai ficar ou não?

– Fazer o que. Eu fico sim, mas não estranhe se vier alguém no meio da noite te abraçar.

– Vai vir não, por que a porta estará bem trancada. – Falei roubando um selinho, piscando e saindo rapidamente de lá.

Passei pela sala e Pablo e Sidney ainda estavam conversando sobre algo que não consegui ouvir, mas também não me esforcei muito para isso, apenas acenei e disse que ia subir.

– Amiga estou subindo.

– Tudo bem, eu já estou indo também.

– Ta, tchau moleque abusado. – Recebi o dedo como resposta. – Olha só como ele é educado gente. – Fiz uma cara de tédio, eles riram e eu subi rápido.

Assim que entrei no meu quarto, a porta se fechou, pensei que fosse o vento, ou mais alguma brincadeira idiota deles, afinal, com eles nada era impossível, mas quando eu fui tentar rodar a maçaneta a porta não abria, o que tava acontecendo? Comecei a gritar pedindo para que abrissem a porta, mas não obtinha nenhuma resposta do lado de fora, as luzes começaram a piscar, a janela se abriu.

– Que ótimo, o que será que Tanatos quer agora? – Perguntei com tédio e até me sentei na minha cama esperando que acabasse aquela encenação idiota dele. Enquanto tudo continuava acontecendo eu já estava impaciente batendo os pés no chão, até que tudo parou, senti alguém sentado ao meu lado, virei minha cabeça e tive um susto, cai da cama direto para o chão, e rastejando até a porta comecei a gritar. – Socorro, me tirem daqui, me ajudem, por favor.

Eu só conseguia ouvir eles do lado de fora batendo na porta e girando a maçaneta tentando abrir a porta, mas nada acontecia.

– Mel abre essa porta o que ta acontecendo? – Pablo gritou.

– Mel, abre a porta. – Ouvi o pedido de Gabriel ao longe.

– Por favor, me ajudem, me tirem daqui. – Falei deslizando a porta e caindo sentada no chão, quando eu virei ela continuava parada me olhando, com aqueles olhos penetrantes que parece que viam até a alma, então ela começou a se levantar e vir na minha direção, mas ela não andava, ela flutuava, com aquela capa amarela e aquele chapéu enorme, era de dar medo a qualquer um, então quando ela finalmente chegou perto de mim, se abaixou ficando a minha altura e continuando a me olhar, eu só conseguia chorar. O que eu pensei que não aconteceria nunca aconteceu, de repente seu rosto começou a mudar, alguns segundos depois ela estava linda, nem de longe pareceria com aquela mulher de minutos atrás.

E então ela se levantou, sorriu e começou a falar.

– Oi querida, pare de chorar, levante dai. Sente-se aqui comigo. – Ela falou batendo na minha cama. Eu sequei minhas lagrimas, mas continuei sentada onde eu estava.

– Não, quem é você, e o que quer comigo?

Notas finais
Curiosas? Gostaram desse capítulo? Respondam essa e a outra pergunta que fiz acima, por favor. E claro, quero ver se vocês descobrem quem é essa pessoa estranha, então deem seus palpites.
Não vou falar muito, pois já falei nas notas iniciais e sei que vocês não terão a paciência de ler essas até o fim -eu não teria u.u kkkk-
Ceeeeerto, parei. Até a próxima atualização (:
Boa noite.