Darkness

30 Capítulo 29


Notas iniciais
Boa noite meus amores, como vocês estão? *-*
Como prometido, postei mais um capítulo hoje. Viram como sou legal?! u.u kkkk
Só vou avisar uma coisa, meu notebook está uma porcaria e amanhã eu vou levar ele pro concerto, então não sei quando será a próxima postagem, mas prometo continuar postando assim que ele chegar, espero que não me abandonem até lá Y.Y e novamente, me desculpem pela demora em postar.
E claro, como eu já disse antes, posto mais historinhas nesse site, e quem se interessar em ler, é só ir no meu perfil e escolher, ficaria muito feliz se lessem e dessem suas opiniões, assim não pareceria tão grande a espera pelos próximos capítulos de Darkness.
Espero que estejam gostando. (:
Parando de falar aqui.
Boa Leitura.

Chegando lá ele estava como uma criança prestando atenção em seu desenho preferido, muito fofo ver ele daquele jeito, com um pouco de dificuldade consegui me sentar no seu colo, naquele momento eu queria atenção pra mim, e olha só, consegui.

– Nossa que conversa demorada essa. – Falou olhando em meus olhos.

– Pois é, papo de garotas. – Respondi entediada.

– Eu sei, Sidney se era pra gritar não precisaria pedir para eu sair por que eu ouvi tudo daqui de baixo, ou pelo menos os seus gritos. – Gabriel falou revirando os olhos e eu comecei a rir.

– Fica quieto na sua que eu não pedi opinião. – Sidney retrucou irritada.

– Olha só, ela se irritou.

– Para Gabriel, deixa ela. – Repreendi.

– Ah amor, deixa me divertir um pouquinho vai. – Falou as ultimas palavras no meu ouvido.

– Chamou de amor, que lindo. – Sidney falou alto, sarcástica.

– Cala a boca.

– Você pode falar de mim, e eu tenho que ficar quieta? Fala sério. – Resmungou.

– Parem os dois, não joga lenha Gabriel.

– Tá, parei. – Falou me dando um selinho. – Se acalma Mel, eu estava apenas brincando.

– Agora estão brincando, daqui a pouco não olham nem mais na cara um do outro.

– Nada a ver. – Sidney respondeu revirando os olhos.

– Está bem, já chega. – Esses dois já estão me irritando, saí do colo de Gabriel e fui em direção à cozinha. Enquanto andava, ouvi a voz de Tanatos. – O que você quer dessa vez?

– Nada. – Respondeu simplesmente.

– Ok, então me diz uma coisa, como você sabia que Gabriel estava naquele beco? – Perguntei perplexa.

– Palpite?

– Não enrola.

– Esqueceu que eu posso ver tudo o que acontece? Bobinha você Mel. – Respondeu sarcástico.

– Ok, então já que você vê, quem fez aquilo? – Perguntei.

– Isso você terá que descobrir sozinha.

– Vamos fazer assim, eu digo os nomes e você fala sim ou não.

– Pode ser.

– Alex? – Recebi uma negativa. – Ok, Maicon? – Outra negativa. Eu já estava ficando sem opções. – Me fala, por favor.

– Talvez, seu pai, seu irmão. – Opinou.

– Meu pai não bateria nele, e o Pablo é melhor amigo dele. Fala logo.

– Você?!

– COMO É? – Gritei, mas depois voltei a sussurrar. – Eu não fiz isso, eu nem estava com ele.

– Não se lembra do que eu disse? – E na mesma hora eu me lembrei do que ele tinha dito. “Até mesmo sem me falar, eu sei o que você pensa”. – Você não queria que ele te perturbasse mais, então eu fiz alguns garotos que estavam passando por perto, baterem nele. E largarem ele num beco para morrer, mas como você estava desesperada procurando por ele, eu disse. – Falou naturalmente, como se aquilo fosse uma coisa normal.

– Não é por que eu digo isso, que você tem que levar ao pé da letra, se fosse assim, todos os que eu odeio já estariam mortos, principalmente ele, não encoste mais um dedo nele, eu não sei do que sou capaz se algo acontecer.

– E você vai fazer o que? Bater-me? Se liga Mel, você não pode nem me tocar. – Falou cínico. – Não precisa ficar com raiva, não faço mais nada com seu queridinho. Mas eu tenho uma coisa a te prevenir.

– O que? – Perguntei sem paciência.

– Aquele seu amigo Maicon, não confie nele, não é boa pessoa. Ele não é quem você pensa que é.

– Era só o que faltava. – Falei irritada. – Primeiro você fala da Sidney, agora dele. Você quer que eu fique sozinha não é? Fala, o que você tem contra eles?

– Nada, só quero que você abra seus olhos, eles não são seus amigos, na primeira oportunidade que tiverem, quando você mais precisar, eles não estarão ao seu lado. Mas eu sim, sempre estarei ao seu lado.

– A claro, você foi capaz de mandar, ou fazer, não sei, baterem nele só por que eu disse aquilo? Isso não é ser amigo.

– Tudo bem, eu te avisei, depois não reclame. – E então ele desapareceu.

– Tudo bem, ele fez aquilo por que eu estava de cabeça quente, que droga, outra pessoa que está assim por culpa minha. Tá, Mel, você precisa voltar, respira. – Fiquei alguns segundos encostada no balcão até criar coragem para voltar. Me sentei no mesmo sofá que Gabriel e ele já veio deitando com a cabeça no meu colo, comecei a fazer carinho em seu cabelo, e olhava para a TV, eu estava estranha, e ele já tinha percebido aquilo.

– Mel?

– Hmm? – Grunhi parando de prestar atenção na TV e olhando para seu rosto.

– O que você tem? Desde que voltou da cozinha está estranha.

– Nada, só tive uma tontura besta, mas já passou. E estou com sono, aquela cama não me fez muito bem. – Falei rindo e fazendo uma careta.

– Tem certeza Mel? – Perguntou me olhando desconfiado.

– Sim. – Após isso o beijei, ele sorriu ainda desconfiado e se virou para continuar vendo TV. Eu continuei pensativa. Mas dessa vez não deixei transparecer, boa atriz você Mel, quase que por você alguém morreu, esse Tanatos, parece que quanto mais eu penso coisas ruins ele gosta, e quer fazer mesmo que eu não queira, acho que aquele pesadelo que eu tive sobre a morte da mãe de Sidney foi um aviso do que ele é capaz de fazer, quem fez aquilo, eu ainda não sei, mas vou descobrir, tenho que tomar mais cuidado daqui pra frente.

Passaram-se as horas e Sidney e Gabriel ainda estavam em casa, então quando deu 5 horas ele se foi, acho que ele tinha medo de que fosse pego aqui com nós duas e pensassem besteira, mas ele está certo, se Pablo o visse aqui daria barraco na certa. Enquanto ele se foi Sidney continuou lá assistindo e fofocando sobre tudo, principalmente sobre Gabriel, como aquela menina era curiosa, eu não sei muita coisa dele, só sei que gosto, por que afinal das contas, eu nunca gostei dele realmente, então não teria por que me interessar em saber de algo, certo?

Quando anoiteceu Pablo chegou todo suado e nojento, apenas falou um “oi” e logo subiu para seu quarto. Sidney ainda estava em casa, parecia que ela não tinha mais casa e que a minha era a fixa agora, eu adorava isso, pois assim não ficava sozinha como antes. Pablo ficou muito tempo lá em cima, até que decidiu descer, ele agora estava limpo, dava pro gasto, assim que nos viu veio me dar um beijo na testa e quando chegou em Sidney, deu um beijo nela, espera, o que eu perdi? Gente me conta. E o pior, eles continuavam como se eu não estivesse ali naquele momento, como eu sou uma ótima estraga prazeres já disparei.

– Espera aí que minha casa ainda não virou um puteiro, então para. – Falei batendo palmas. – E se ainda não notaram eu estou aqui. – Eles não pararam de se beijar e Pablo virou a mão em minha direção e mostrou o dedo do meio. – Ai que sem educação, senhor, tudo bem, vocês que pediram.

Então eu subi as escadas deixando-os sozinhos e fui para o quarto do Pablo, e fucei, fucei até conseguir o que queria, peguei o celular dele e sai saltitando do quarto dele e entrei no meu feliz, olhei na agenda telefônica e achei o que estava procurando, o telefone de Gabriel, peguei meu celular e comecei a digitar os números do celular, chamou muito até cair na caixa postal.

– Que droga Gabriel, mas tudo bem, eu ligo de novo, não vou desistir até você atender. – Falei ligando novamente. Chamou e no terceiro toque ele atendeu. – Até que enfim garoto, estava quase desistindo.

– Oi Mel, como você tem o meu numero? – Perguntou surpreso.

– Peguei do celular do Pablo. – Respondi dando de ombros.

– Que coisa feia Mel, furtando as coisas dos outros. – Falou rindo do outro lado da linha. — Mas tudo bem, o que você queria?

– Está ocupado?

– Não, por quê?

– Você não quer vir pra cá?

– Por quê? Pablo está ai?

– Está sim. – E sussurrei – E é por isso mesmo.

– Eu não sei o que você está tramando, mas eu vou sim, espera uns 10 minutinhos que eu já chego.

– Ok, beijo. – Não o esperei falar e desliguei o celular na cara dele, com sorrisinho cínico nos lábios. Após isso salvei o numero dele no meu celular e fui correndo colocar o celular de Pablo no lugar, e então voltei para a sala, ainda estavam naquele amasso, não me importei, apenas sentei no outro sofá olhando para a TV e assim fiquei por alguns minutos até que ouvi o barulho da campainha tocar, que ótimo, chegou quem estava faltando, fui feliz atender a porta, e sim, era ele mesmo, estava lindo como sempre. Assim que ele me viu continuou parado na porta, eu o puxei para dentro e lhe dei um beijo, Pablo estava brincando comigo, por que eu não posso? Após partimos o beijo ele me olhou confuso, não disse nada, apenas fechei a porta e o puxei para a sala. Pablo imediatamente parou o que estava fazendo e olhou na nossa direção, se assustando ao ver Gabriel parado na sala.

Notas finais
Oiii de novo, o que acharam desse capítulo? Quero todas as opiniões viu?! Sejam legais comigo e deixem os reviews divos dando opiniões, criticas e o que mais der na telha (*-*) kk, se acharem que mereço, recomendem aos amigos, inimigos e afins kkk
Certo, acredito que estou falando de mais nessas notas, então vou parar u.u
Até a próxima atualização pessoas lindas *-*
Boa noite.