Darkness
23 Capítulo 22
Notas iniciais
Então pessoal, é muito chato falar isso. Mas eu tenho muitos leitores e pouquíssimos comentam. A historia não é tão ruim a ponto de vocês nem quererem deixar seus comentários, ou é?!
É desanimador para um escritor passar horas e horas escrevendo algo para outras pessoas lerem e elas não darem o mínimo valor a isso sabiam.
A historia está quase no final e eu tenho pouquíssimos comentários. E eles são muito escassos, apenas um ou dois por capítulo, isso é tão triste. E NENHUMA RECOMENDAÇÃO. Minha historia é tão ruim que não mereço ao menos isso?!
Não estou exigindo ou reclamando dos que comentam, ao contrário, fico muito agradecida por isso, mas cara, vocês não sabem como é difícil parar de fazer algo para escrever e não receber reconhecimento NENHUM.
Desculpem estar falando assim, mas estou muito decepcionada com isso e perdendo o interesse de continuar a postar.
Enfim, to postando o capítulo 22 e acredito que vou começar a postar capitulo por semana pra ver o que acontece, se eu continuar...
Enfim, boa leitura e desculpem o desabafo. (:
– Amiga o que acabou de acontecer? – Sidney perguntou perplexa.
– O que?
– Sei lá, você subiu na mesa em um pulo, e de repente aquele homem estava arranhando um dos braços. – Ela disse assustada.
– Não sei, ele deve ser maluco, e o pulo, foram anos de experiência. – Eu disse dando de ombros, mas na verdade nem eu sabia o que tinha acontecido. – Vamos embora? Perdi a vontade de ficar aqui. – Falei fazendo uma cara de tédio.
– Vamos sim amiga, e a propósito, obrigada. – Falou levantando e sorrindo para mim.
– Não foi nada. Você acha que eu ia ficar parada enquanto minha amiga era roubada? Mas de jeito nenhum.
– Por isso que eu te amo. – Ela disse pulando em mim e quase me esganando com um abraço.
– Me ama, mas eu ainda quero viver amiga. – Falei enquanto era sufocada sufocava.
– Desculpe. – E me soltou aos poucos, mas ainda ficou grudada em mim.
– Nada não. – Eu ri. – Vamos logo. – Disse puxando ela pelo braço.
– Ai amiga, espera me deixa pegar minha bolsa. Pronto, vamos.
Como sempre, saímos cantando na rua, não havia ninguém lá, estranho era cedo, e essas horas sempre era movimentado, mas tanto faz. Quinze minutos depois estávamos na frente da minha casa. Entramos, e demos de cara com minha mãe apressada. Mas como ela é muito curiosa, achou um tempinho e lá foi ela nos bombardear com suas famosas perguntas.
– O que estão fazendo aqui meninas? Não deveriam estar na escola? Não me digam que não entraram.
– Se acalma mãe, eu explico, respira, respira. –Falei prendendo o riso. – Nós não entramos na escola, por que não teve aula hoje, e não vai ter o resto da semana, só segunda agora.
– A sim, bom saber, mas se não tiveram aula, por que chegaram essa hora?
– Ficamos dando na esquina mãe. – Falei revirando os olhos e Sidney riu.
– Me respeita menina, quer levar uma tapa na bunda? – Indagou séria.
– Ai mãe, fala sério. Só estávamos na pracinha conversando com uns amigos, se acalma mulher. – Falei soltando Sidney e indo abraçar minha mãe.
– Como essa menina é falsa, tá vendo isso Sidney?
– Nem me meto nesse assunto. – Ela falou levantando as mãos, fazendo uma cara muito engraçada.
– Bom meninas, eu já vou por que não quero me atrasar. Não quero que fiquem fazendo zona da minha casa entendido?! – Ela disse num tom autoritário.
– Sim senhora. – Nós respondemos batendo continência e minha mãe riu.
– Eu mereço. Tchau meninas tenham um bom dia. – Deu um beijo na nossa testa e saiu.
– Então amiga, o que vai fazer hoje? – Perguntei curiosa.
– Não sei, num estou a fim de ir para casa. Minha mãe não vai estar lá mesmo. – Ela falou dando de ombros, indiferente.
– Ok, então vamos reformular a frase, o que VAMOS fazer hoje?
– A eu queria sair, shopping ou um cinema talvez. – Opinou.
– Ótima ideia, não quero ficar em casa. Você sabe que filme está passando?
– Não faço a menor ideia, quando chegarmos lá escolhemos.
– Ok, vou só pegar o meu celular e o dinheiro. – Subi as escadas peguei e saímos porta a fora.
– Amiga hoje eu vou para casa. – Ela disse com uma emoção que eu até desanimei. E ela percebeu. – Fica assim não, eu não posso morar o resto da vida na sua casa.
– Pode sim. – Falei fazendo bico e ela riu.
– Ai Mel, deixa de ser ruim, eu vou ficar com a minha mãe estou com saudades dela. –E então aquela coisa falou comigo de novo.
– Você viu o que eu posso fazer se você quiser não viu? – Eu não precisei responder. –Então, não quer que eu faça?
– Nunca. – Respondi em voz alta sem perceber.
– Ai Mel, como assim nunca? Você acha que eu nunca vou conseguir? – Sidney falava ofendida. Conseguir o que?
– O que?
– Parece que você não estava prestando atenção de novo. – Falou revirando os olhos.
– Desculpe. – Pedi culpada.
– Tudo bem, vamos.
– Se você quisesse, eu faria do mesmo jeito por você, sabe eu posso te ajudar, se quiser, nem precisa pedir, é só pensar que eu faço.
– Para com isso, isso nunca vai acontecer. – Dessa vez eu falei num sussurro, ainda bem que Sidney não me ouviu, se tivesse ouvido, acho que ela não falaria mais comigo. – Quando eu quiser que você faça alguma coisa eu digo, agora some daqui. Por que eu já estou me irritando com você de novo.
– Eu estou sendo legal Mel, não me faça me irritar com você. – Tânatos falou sério.
– Amiga, eu vou ao banheiro e você escolhe o filme, volto já.
– Não Mel, eu vou com você. – Se ofereceu.
– NÃO precisa. – Gritei tem querer. – Desculpe. Vai lá comprar nossos ingressos que eu já me encontro com você.
E antes mesmo de ela me responder eu sai quase que correndo para longe dela.
– Ok, diga o que você quer. – Falei parando em frente ao espelho, e logo sua imagem se formou atrás de mim.
– Nada, só quero que você seja feliz, e faço qualquer coisa que você quiser, até matar, estou precisando disso.
– Não preciso disso. Você disse que só mata se eu quiser não é?
– Infelizmente. – Respondeu triste.
– Ok, mas eu não quero. Então não me atormente com isso. Você acha que eu iria querer matar a mãe da minha própria amiga, por meus motivos egoístas? Nunca. E a propósito, por que você fez aquilo? – Perguntei curiosa e com raiva.
– Aquilo... O que?
– Me fez dormir ou sei lá o que foi aquilo, para eu saber do que você era capaz. Você me deixaria daquele jeito novamente se eu não quisesse que fizesse algo de errado?
– Claro que não. Eu não fiz aquilo, mas infelizmente não pude te tirar daquele “transe” estava impossível te acordar.
– Quem foi então? Não quero saber, eu estou demorando muito aqui, Sidney daqui a pouco virá me procurar, já vou. – Não olhei mais para o espelho e sai correndo do banheiro até que esbarro em um garoto. Ele era meio esquisito, alto, magro e bem branquinho, era até bonitinho.
– É, desculpe, não te vi. – Me desculpei envergonhada.
– Não foi nada. – Ele falou sorrindo, me pareceu ser legal. – Meu nome é Maicon e o seu?
– Mel. – Eu sorri. – Desculpe, mas eu te conheço de algum lugar?
– Acho que não, por quê? – Perguntou curioso.
– Não sei, devo estar te confundindo com outra pessoa, mas tudo bem desculpe mesmo. Bom, já vou, minha amiga está me esperando. – Não esperei ele responder e já sai correndo novamente, e dei de cara com a Sidney, ela não estava com uma expressão muito boa, acho que foi devido ao deixa-la esperando esse tempo todo.
– Você esta bem? Já estava indo atrás de você, como você demora garota. — Ela disse sem paciência.
– Desculpe. Que filme vai ser?
– Premonição 5 . Já que você estava demorando a vir eu comprei as pipocas e os refrigerantes. Já está quase na hora, vamos?
– Vamos sim amiga, me deixa falar, quando eu estava vindo pra te encontrar, esbarrei num menino tão bonitinho, me encantei com ele.
– Mas você se “encanta” com qualquer garoto que estiver na sua frente. – Falou e deu uma tapa na minha testa.
– A, mas sei lá, ele não tem músculos, não tem muita cor, mas é uma gracinha. – Falei me lembrando dele e sorrindo.
– Tá bom, tá bom, vamos logo que eu não quero chegar no final do filme. – Ela nem esperou minha resposta e novamente fui puxada para a sala do cinema.
O filme foi ótimo, eu adorei Sidney não gostou muito, até por que ela não gosta desse tipo de filme. – Pergunta: Se ela não gosta, por que comprou os ingressos? Não sei. É louca mesmo, ela quase não assistiu, todas as vezes que acontecia alguma coisa, ela se encolhia toda, era engraçado.
Assim que o filme terminou saímos, eu estava muito animada comentando sobre ele, Sidney nem tanto, como sempre.
– Ai menina, se não gosta de filme assim, por que comprou ingressos pra assistir ele?
– Sei lá, me deu vontade, era um dos poucos que estavam disponíveis para ver essa hora. E bem, foi esse mesmo. – Respondeu desanimada.
– Como é maluca senhor, poderia ter sido outro, agora a medrosa vai ter pesadelos com o filme. Búúh.
– Ai menina, para, que saco, não terei pesadelo nenhum. – Falou dando a língua e me dando uma tapa no braço. Eu revirei os olhos e dei de ombros.
– Tanto faz, e agora o que vamos fazer? Ainda está cedo. Ainda é, 1:00, vamos comer alguma coisa e decidimos o que fazer depois.
– Vamos. – E novamente fui puxada para a praça de alimentação. Acho que já estou me acostumando a ser puxada toda hora, ela sempre faz isso sem me avisar.
Chegamos lá estava tudo lotado, mas depois de muito procurar, achamos uma mesa vazia, eu me sentei e fiquei esperando Sidney ir pegar algo para comermos.
Notas finais
Boa noite.
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