Darkness
8 Ao Invés
Red Hot Chilli Peppers — The Zephyr Song
(O Som da Asa-delta)
Rebelde e liberal
Ache um jeito de ser um skatista
Vá mais alto
Principal aviador
Dê uma olhada, está em exposição — Pra você.
Descer, hoje não
Darkness
Capitulo 08
Suspirou, se virando para encará-lo mais uma vez naquele dia. Ele também estava a fitando, corou, desviando o olhar. Por Deus, ela estava com vergonha! Há quanto tempo aquilo não acontecia? Mas tinha que admitir, era uma boa sensação. Realmente, era bom demonstrar quem você é por dentro, sem toda aquela casca de frieza que aprendeu a vestir.
Ele segurou seu queixo, levantando o rosto delicado. Sakura podia ver o sorriso de canto que ele tinha no rosto, ficou imaginando se caso Sasuke sorrisse de verdade, covinhas apareceriam na suas bochechas. Com toda certeza seria algo bonito de se ver.
- Quer ir para casa? — Perguntou ao mesmo tempo em que inalava o doce perfume dela, sentiu a mesma se arrepiar quando seu nariz roçou a pele de seu pescoço.
- Não. — Respondeu o beijando. — Mas eu tenho que ir.
Roçou seus lábios com os dele, enlaçando seus dedos finos no cabelo negro de Sasuke. "Sem querer", ele caiu por cima dela na grama, fazendo-a soltar um riso sobre seus lábios. Sakura amou aquela experiência — beijar Sasuke. Era uma sensação maravilhosa, de longe um dos melhores beijos de sua vida.
Se encararam, sorrindo. O Uchiha lhe roubou um selinho, logo depois ficaram de pé, ainda com os corpos colados. O moreno tinha uma mão possessiva na cintura dela, já a rosada estava gostando muito de ficar abraçada a ele. Caminharam lentamente até o carro, Sasuke abriu a porta do passageiro para que ela entrasse, e em seguida foi assumir o volante.
.::oOo::.
Estava sentada no sofá de casa, pensando na discussão que tivera com o pai. Ela sempre odiou o jeito dele, de sempre ficar reclamando e nunca se dar conta de que era o culpado dos próprios problemas. Ficava triste ao notar que o irmão mais velho estava seguindo o mesmo caminho. Era tão maravilhoso quando ela se divertia com Itachi, quando ele a levava para festas que seu pai jamais permitiria que ela fosse. Foi seu irmão mais velho que lhe permitiu beber o primeiro gole de vodka, e aquilo havia sido divertido, principalmente a cara que Sasuke fizera quando a viu beber. Itachi era mais liberal, enquanto Sasuke mais protetor.
Mas agora as coisas estavam tão diferentes. Itachi raramente vinha para casa, geralmente quando ele o fazia, ia direto para o quarto e se trancava lá. Sasuke não morava mais com eles, seu pai havia feito uma chantagem, que se não tomasse jeito e começasse a trabalhar na empresa da família, ele poderia sair de casa para nunca mais voltar. E o irmão, orgulhoso e rebelde da forma que sempre fora, deu as costas para o pai e saiu pela porta com o queixo erguido.
Bufou ouvindo o telefone tocar, caminhou até a mesa de centro se jogando no sofá em seguida. Franziu o cenho reconhecendo o número. Por que ele estava ligando para casa?
- Alô?
- Ayame, preciso da sua ajuda. - Estranhou o tom nervoso na voz do irmão.
- O que aprontou dessa vez, Itachi? — Sentou-se no sofá, preocupada, ele só lhe pedia ajuda quando era extremamente necessário. — Eu te juro que se você está me ligando por que se esqueceu de se proteger quando estava cometendo o ato de me dar sobrinhos, e quer que eu compre uma pílula do dia seguinte... Eu acabo com a sua raça, e Sasuke vai ser o único a me dar sobrinhos, ouviu bem?
- Não é nada disso, Ayame, é importante. — Tinha quase certeza que ele revirara os olhos. — Preciso que você saia de casa com o a mamãe.
- Por quê? — Naquele momento, ela realmente tinha ficado preocupada. — O que está acontecendo, Itachi?
- Apenas faça o que eu lhe pedi, é importante. — Suspirou.- Não mencione nada para mamãe, só arranje uma desculpa.
Após lhe dizer aquelas palavras, ouviu o barulho do celular sendo desligado. Colocou-se de pé caminhando até o quarto da mãe. Fugaku não estava em casa, provavelmente estava com alguma de suas amantes, ou como ele havia dito "em uma reunião de negócios". Ayame respirou fundo, batendo levemente na porta do quarto.
- Entre. — A voz doce de sua mãe ecoou pelo cômodo.
- Sabe, Okaa-san... — Falou se sentando na cama ao lado da mãe. — Vamos visitar o Sasuke-kun? Eu não gosto da ideia de vê-lo sozinho naquele enorme apartamento.
Mikoto analisou a face tristonha da filha. Ayame provavelmente estava cansada de ficar em casa e discutir com o pai, fora o fato que não sairia com Sakura por a mesma ter discutido com Tsunade e estar em uma espécie de castigo, já Hinata teria que trabalhar como Luz, segundo ela.
- Vamos sim, querida, estou com saudade do seu irmão. — Mikoto sorriu abraçando a garota. — Afinal, não temos nada para fazer mesmo nessa sexta-feira a noite.
Sorriu para mãe. Não gostava de mentir para ela, mas sabia que quando o irmão mais velho lhe pedia algo usando aquele tom, o assunto era muito sério. Avisou a mãe que pegaria um casaco no quarto, abriu a porta do cômodo, sem prestar muita atenção nas paredes roxas e na cama com cobertas cor de rosa, era um lugar um tanto infantil, mas ela gostava daquele jeito delicado. Caminhou até o banheiro, se trancando lá dentro, discou rapidamente o número do irmão.
- O que você quer?
- Vê como fala comigo, bundão, eu posso te entregar para Sakura.
- Ayame... Como você sabe sobre isso? — O ouviu bufar.
- Cartada de sorte. — Sorriu. — Mas falando sério, é melhor você estar no seu apartamento, mamãe está indo para ai.
- Em uma sexta-feira?
- Olha, Sasuke, o Itachi pediu para eu sair de casa com a mamãe, foi a primeira coisa que me veio a cabeça.
- Algo deve ter acontecido... De qualquer forma, eu acabei de largar a Sakura em casa, em dez minutos eu chego lá, atrasa a mamãe por enquanto.
Não pôde responder, ele havia desligado na sua cara. Praguejou mentalmente, teria que dar um jeito nos seus dois irmãos mais velhos, ambos com a mania de desligar o telefone antes de dizer um mero "tchau". Ela podia ver que o irmão estava bem interessado na sua amiga rosada, falaria com Sakura para ela dar um jeito nele, se não ela mesma o faria.
.::oOo::.
Adentrou no apartamento escuro, se escorando na porta recém fechada. Fechou os olhos com um sorriso bobo no rosto. Tinha que admitir, a tarde com Sasuke fora maravilhosa, e ele sabia como agradar uma mulher, toda vez que ele tocava seu corpo a fazia querer mais. E seu beijo... Era como ser levada ao céu, seus lábios se tocando a faziam esquecer todos os seus problemas.
Suspirou caminhando até seu quarto, ainda estava com o uniforme e tinha um pouco de grama no seu corpo. Nada que fizesse a tarde ser menos especial, mas um banho seria mais do que bem vindo naquele momento. Passou a mão pelos fios róseos, abrindo a porta do quarto em seguida.
Estacou ali. Realmente havia esquecido dos seus problemas. Tsunade estava sentada na sua cama, com as pernas cruzadas e as mãos no colo. A expressão fria, olhando para Sakura com certa curiosidade. Primeiro, a neta havia lhe respondido, e depois aparecia tarde da noite em casa com um sorriso no rosto. Sem duvida alguma aquilo não era normal.
- Você não foi para aula como lhe mandei. — Falou a mais velha. — Onde esteve?
- Dando uma volta. — Deu de ombros, abrindo seu guarda-roupa em seguida.
- Com quem?
- Uchiha Sasuke. — A rosada suspirou, se virando para avó. — Me desculpe por antes, mas eu estava tão estressada quanto você, ainda mais por aquela garota ter se referido de tal forma sobre minha mãe. Então, por favor, diga minha punição de uma vez.
Ela conhecia bem o gênio de Sakura, sabia que ambas estavam erradas em suas ações anteriores. Sua neta era uma criança doce, ingênua e um tanto tímida, com um enorme coração. E por culpa dela a maioria daquelas características haviam desaparecido.
Sakura sempre tinha se dedicado para provar para a avó o quanto era boa no que fazia, para lhe dar orgulho, e ela raramente demonstrava a admiração que tinha pela neta. Talvez se ela não tivesse a colocado naquela organização, como havia feito com sua filha, Sakura ainda seria uma garota de coração puro.
Tsunade pensara que sua filha, Maya, fosse a reencarnação da lendária Escuridão. Por isso a afastara daquela vida, na esperança que de alguma forma a filha fosse feliz. Mas não, Maya não era a mulher destinada, sua filha se envolveu com um homem que não sabia ser casado e lhe dera uma linda neta.
Quando descobriu que Maya corria perigo, pegou seu carro e ultrapassando o limite de velocidade. Mas quando chegou a casa daquele maldito homem apenas encontrou a neta debruçada sobre o corpo da mãe que estava ao redor de uma poça de sangue. Não era como se uma criança de quatro anos não fosse ficar traumatizada. E o ódio da garota só aumentou com os treinamentos na Darkness.
- Eu não lhe darei castigo algum, Sakura. — Tsunade suspirou. – Acredite, eu teria feito o mesmo. Eu só...
- O que? — Sentou-se ao lado da avó, fitando a expressão triste no rosto dela.
- Eu fiquei com medo que a missão fracassasse, e descobrissem tudo. — Pode sentir Sakura a abraçando. — Eu estava com medo que você tivesse o mesmo destino da sua mãe, e acabei descontando tudo em você.
- Me desculpe. — Murmurou com o rosto escondido no ombro da avó.
- Eu que te devo desculpas, criança. — Passou as mãos pelos cabelos rosados. — Vá tomar um banho, você está com cheiro de terra. Pode ficar em casa e dormir essa noite, acabei de liberar Hinata também, vocês andam trabalhando demais ultimamente.
- Ok... — Soltou um riso discreto se dirigindo para o banheiro. – Obrigada, Obaa-san.
.::oOo::.
Seu cabelo úmido caia como uma cascata até sua fina cintura, estava sentada na cama usando um pijama rosa bebê com uma bailarina como estampa, algo infantil para uma garota da sua idade. Tsunade havia saído a poucos minutos indo para sua própria casa, estava um tanto inquieta pela conversa que tiveram.
- Posso entrar? — Hinata estava parada na soleira da porta, lhe fitando com um sorriso doce.
Sakura assentiu com a cabeça. A garota de cabelos acinzentados se sentou na cama, fitando o a amiga com olhos tristes. A rosada franziu o cenho, vendo que aos poucos lágrimas deslizavam pelos olhos perolados da morena. Se xingou mentalmente, havia esquecido completamente do encontro de Hinata com o pai. Automaticamente a abraçou, deixando que a mesma descansasse a cabeça em seu peito.
- O que aconteceu lá, Hina-chan? – Perguntou, passando as mãos pelos cabelos da garota.
- E-ele quer... — Respirou profundamente, levantando os olhos para fitá-la. — Ele quer que eu vá morar com ele, Sakura.
- Ele não pode fazer isso. — Sakura disse.
- Sim, pode. — Hinata falou. — Hiashi disse que estava tentando aquilo de uma forma amigável, mas se eu não aceitasse, ele podia muito bem contratar um advogado, ou algo do tipo.
- Mas você é emancipada...
- Não legalmente. — Tirou uma mecha de cabelo do rosto. — Ele falou que eu não tinha a autorização dele, muito menos a da minha mãe para que o documento fosse legal.
A rosada suspirou, abraçando mais fortemente a amiga. Diferente de Sakura, Hinata tinha algum afeto pelo pai, apesar deste sentimento ser mínimo. Mas a mesma ainda guardava rancor pelo ocorrido com sua mãe, e das vezes que seu pai a fazia se sentir inferior a tudo e todos. As garotas criadas como irmãs eram diferentes naquele sentido, quando tentavam colocar Sakura para baixo, lhe surgia um incrível complexo de superioridade e ela sempre se colocava para cima. Já quando aquilo ocorria com Hinata, a mesma apenas abaixava a cabeça, e deixava todos os sentimentos ruins apenas para ela mesma.
- Sabe, Hina... Seu pai cometeu adultério, mas ele não matou sua mãe realmente. — Encarou a amiga. — Talvez se isso acontecer, você possa ter uma vida normal, ao invés de fazer coisas perigosas e matar pessoas no sábado à noite, você poderia ir para uma boate se divertir como uma pessoa normal.
- Eu sei. — Hinata disse. – Acredite, eu pensei nisso, mas... Eu não me imagino sem ser Luz, sem fazer algo bom para humanidade, acho melhor do que ser uma grande empresaria como a maior parte da família Hyuuga. Quando eu sou Luz, eu me sinto como...
- Como se você fosse destinada a isso. — Completou Sakura.
- Sim. — Sorriu. — Exatamente isso.
- O que eu mais queria saber, Hina... — Começou Sakura. — É a verdade por trás de toda essa antiga lenda, qual o motivo de ainda existir essa maldição e como quebrá-la. Quando eu entro no centro da organização, e vejo menininhas de cinco anos praticamente perdendo a infância para serem uma espécie de assassinas algum dia, eu queria que nada disso existisse. Mas depois eu repenso, e imagino quantas garotas seriam estupradas e mortas diariamente se não fosse pela Darkness.
- Eu realmente entendo. — Falou Hinata. — Nossa infância foi praticamente normal, estávamos sendo treinadas com "jogos", e sequer sabíamos disso. Se algum dia eu tiver uma filha, eu jamais quero que ela tenha o mesmo destino que eu, apesar de eu gostar parcialmente de ser Luz.
Ficaram em silêncio, ambas perdidas em pensamento. Sakura pensava no que acabara de conversar com Hinata, e de algum modo seus pensamentos iam à direção de Uchiha Sasuke. Ela realmente queria saber se ele era seu destinado, como as lendas diziam, as lembranças do seu passado distante vinham sempre com uma imagem dele ao seu lado. A rosada tinha medo de que ele talvez apenas estivesse brincando com ela, não era algo que gostava de imaginar.
- Mas me diga você... — Hinata fitou-a com um sorriso travesso. — Como foi sua tarde?
- Boa. — Sorriu um pouco corada.
- Um passarinho laranja me contou que você estava com Sasuke. — A morena disse. — O que aprontou?
- Bem... Eu briguei com uma, desculpe pela palavra, vadia ruiva. E logo após discuti muito feio com Tsunade-obaasan, e, por acaso, Sasuke estava lá para me acudir.
- E como foi? — Hinata franziu o cenho quando um pensamento lhe surgiu na cabeça. — Você vai esquecer finalmente o...?
- Vou tentar, como estive todo esse tempo. — Interrompeu-a, não queria ouvir sequer o nome dele, talvez isso a fizesse lembrar-se de tudo que ele lhe causara. — Sasuke pode parecer um mauricinho revoltado, mas não é nada disso. A forma como conversamos essa tarde, me fez mudar todas as opiniões que eu tinha sobre ele.
- Hum... Certa garota de cabelos róseos está muito afim de um certo garota revoltado. — Hinata estava animada, vendo que Sakura ao poucos estava voltando a ser a mesma garota de antes. — Parece que, quando tivermos um dia livre, você vai aceitar sair comigo, ao invés de usar a desculpa "sem humor para levantar daqui".
- O que você quer falar... — Lhe jogou um travesseiro. — Você sempre dispensa encontros, e anda sorrindo muito ultimamente... Vamos, me diga qual o nome do futuro pretendente.
- Talvez hoje à tarde, eu tenha encontrado com Uzumaki Naruto logo depois de falar com Hiashi.
- Eu deveria ter sabido, não existem muitos "passarinhos laranjas" em Konoha. — Sakura falou. — Só vamos prometer uma coisa...
- O que? — Hinata a encarou, curiosa.
- Se caso um deles brincar com uma de nós duas... Vamos fazer uma vingança mais psicológica.
- Combinado. — Gargalhou. — Depois quando Shizune brinca que um dia você vai ser mestre em tortura, a Senhorita Haruno aqui nega.
- Convenhamos, lá no fundo você sempre sentiu uma imensa vontade de se vingar. — Se jogou na cama. — Como diz Mikoto-san, às vezes nossa bomba interna está louca para explodir.
.::oOo::.
- Você está bem, querido? — Perguntou passando as mãos pelos cabelos arrepiados do filho. — Não se sente solitário nesse apartamento?
- Estou bem, Okaa-san. — Respondeu sorrindo em seguida.
- Eu queria que você voltasse para casa.
- Eu também. — A irmã mais nova se pronunciou.
Sim, Sasuke queria muito voltar para casa, somente era orgulhoso demais para fazer isso. Jamais falaria em voz alta, mas ele apenas queria que o pai o reconhecesse, ao invés de ficar o comparando com o irmão. Odiava ter aqueles pensamentos, mas infelizmente não conseguia os controlar.
- Isso não depende de mim. — Suspirou. – Mas, sim, do seu marido...
- Sasuke, não fale assim do seu pai. — Mikoto repreendeu o filho. — Ele ama muito vocês, e tudo o que ele faz é com boa intenção.
- Desde quando? — Ayame perguntou revirando os olhos.
- Mãe, quando você vai enxergar o crápula que é Fugaku? — Sasuke disse irritado. — Você finge que não sabe as coisas que ele faz.
Mikoto suspirou. Com toda certeza, melhor que muitos, ela sabia o que seu marido fazia nas sombras. Ele não era um político honesto, fazia lavagem de dinheiro, fora suas amantes. A cada dia ela pensava mais no divorcio, só não tinha muita coragem de cometer tal ato, afinal eram mais de vinte anos de casamento.
- Acredite, filho, eu sei muito sobre seu pai. — Passou as mãos pelo cabelo em um gesto nervoso, similar ao que Sasuke fazia. — Sinceramente... Estou prestes a pedir divorcio.
- Por que não pediu ainda? — Ayame se sentou ao lado da mãe.
- Eu me preocupo muito com Itachi, não quero que ele se afaste mais. — Abaixou a cabeça para que não vissem seu olhar decepcionado. — A cada dia sinto Itachi mais distante, tenho certeza que ele não está fazendo coisas corretas.
Os dois Uchihas se fitaram. Muitas vezes os confundiam com gêmeos, faziam aniversário bem próximos um do outro, eram cúmplices, e possuíam personalidades praticamente idênticas. Naquele momento, viram o sofrimento por que sua mãe estava passando, ela era o único ponto fraco dos dois. E vê-la daquele jeito fazia os dois se sentirem inúteis.
- Algo está acontecendo com o irmão de vocês, eu vejo isso toda vez que o vejo. — Suspirou novamente.
- Okaa-san... Itachi tem a cabeça no lugar, ele deve estar fazendo a coisa certa, só que da forma errada. — Comentou Ayame.
- Eu vou falar com ele amanhã a noite, caso algo esteja acontecendo, você vai ser a primeira a saber. — Sasuke falou.
.::oOo::.
Revirou-se na cama, aquele barulho irritante estava atrapalhando seu sono. Bufou, teria que atender o maldito telefone ou ele iria lhe irritar pelo resto da noite. Esfregou seus olhos, tentando afastar o sono. Jogou o cobertor para o lado, caminhou até a cômodo, pegando o celular.
- Alô? — Falou sonolenta.
- Acorde Hinata, acorde Sakura. — Estranhou a voz aflita de Tsunade. - Tenho uma missão urgente para vocês.
.::oOo::.
Notas finais
Hello my cats!
Eu fiquei muito feliz que os reviews aumentaram, por isso se tiver um review a mais nesse capitulo, o próximo vai ter mais que sete paginas. Bem, ultimamente eu tenho feito capítulos pequenos, o que não é normal para mim porque a inspiração sempre fluiu e ele vinha grande.
Bom... Muito obrigada pelas reviews, e prometo que irei respondê-las no próximo capitulo. Aliás, a partir de hoje eu vou deixar uma previa do próximo capitulo para vocês. xD
Beijos
Sami
N/b:
Er, oi. Sabe, to me sentindo meio fora do lugar, mas sei que vocês vão me receber bem!
Espero que gostem da minha betagem, assim como a da Mari-chan! Obrigado e deixem muuuuuitos reviews para a Sami fazer um capítulo maior! Hum, também tenho uma coisinha pra parabenizar a Sami: as músicas das fics dela são FODAS (Smells Like Teen Spirit, The Zephyr Song... Enfim, Red Hot Chili Peppers, My Chemical Romance, Nirvana, The Red Jumpsuit Apparatus, Evanescence…). Uau, quanta música e banda boa =)
Beijos, fãs de SasuSaku!
BeeatrizCastro
.::oOo::.
Capitulo 09: Welcome to the Darkness
Caminharam pela extensão do lugar, Escuridão olhou por baixo do cabelo negro, haviam os despistado - por enquanto. Viu Hinata apontando para Noite que estava logo a frente... Com Sasuke!
"Você precisa vir comigo." Disse segurando os ombros dela.
"Você." Sasuke falou com o cenho franzido. "O que quer com a minha irmã?"
Fale com o autor