Dark Past

8 Chapter 4 - The true training begin now


Notas iniciais
Como prometido, ai o segundo cap do dia, ai nós conheceremos os parceiros desses 2

Assim que eu e Maya entramos na floresta senti algo estranho, uma força estranha parecia atingir nossas almas, soa um pouco estranho, e percebi que Maya também sentiu, continuamos a andar com um silêncio constrangedor no perseguindo a cada passo até eu quebrar o gelo.

– E ai, o que você acha que encontraremos aqui?

– Não sei, mas não me soam bem na mesma frase as palavras Floresta e Noite.

– Para mim soa, o frio, os sons selvagens e a lua, somente eu e ela, a natureza sempre me fascinou e eu sempre quis interagir com ela

– Eu também, mas não dessa forma, sendo parte dela, eu nem sabia que podia fazer “aquilo”.

– Na minha primeira transformação também foi assim

– O que? Primeira, teve mais?

– Sim, aqueles ratos quase mataram a mim e ao Alan, ele é o único que sabe de minha transformação, quer dizer, tirando você, Robert e Masaaki

Nesse momento eu tirei as Katanas e fiquei armado, Maya percebendo minha reação fez o mesmo.

– O que foi?

– Sentiu isso?

– O que?

– Essa movimentação, você não sentiu.

–N... Agora senti, mas o que é isso?

– Não sei, mas me parece perigoso.

– Pegue os ganchos que ele nos deu

E assim nós apontamos para o alto de uma arvore e fomos puxados em uma velocidade incrível

– Como esse ganchinho é tão resistente

Antes de falar qualquer coisa eu percebi algo lá embaixo, formas negras andando em círculos sentindo nosso cheiro, e nós os deles.

– O que é aquilo?

– Não sei, mas é grande, grande como os Wererats.

– Eu sei, mas e se forem mais perigosos, estão em maior numero.

– Eu sei, vamos continuar aqui até eles irem em bora.

– O galho não vai aguentar a nós dois

– Pular para outra arvore ira atrair a atenção deles

– Teremos que ficar aqui ou eles nos pegam

Esperamos por cerca de 5 minutos até escutarmos um “crack”

– O que foi isso?

– O galho – Eu disse com preocupação na voz

– Ele pode se quebrar a qualquer...

– AHHHHHHHHHHHHHHH

Droga o galho se partiu e nós caímos de cara no chão, com certeza eu quebrei uma costela.

– Droga, e ai Maya você está bem?

– Eu estou, mas cadê as criaturas.

– Eu não sei, parece que eles saíram antes do galho quebrar.

– Ótimo, mas para onde vamos?

– Vamos seguir estes rastros

– Mas são das criaturas

– Eu sei, mas o que mais podemos fazer.

– Nada eu acho

– Então vamos

E andamos, e andamos, e andamos, e andamos, e andamos até chegarmos a um morro com uma caverna ao lado, na caverna escutávamos rosnados?

– Eu sinto algo de lá, sinto como se tivéssemos que entrar.

– Eu também, um sentimento de proteção.

– É, mas por quê?

– Eu tenho uma teoria, vamos.

Chegando lá encontramos, adivinhem Wererats segurando filhotes, filhotes de lobos e panteras e os adultos estavam em um canto com outros filhotes e adultos de ursos, tigres e vários outros tipos de animais.

– O quem eles fizeram com vocês

– Quando os animais nos viram todos fizeram barulho, como se tivessem felizes em nos ver.

A raiva dentro de mim começou a crescer e eu comecei a me transformar, mas uma mão acolhedora em meu ombro me fez parar, era a mão de Maya, ela olhava para mim com um olhar preocupado.

– Não faça isso é isso que eles querem, use as armas.

E assim eu empunhei as Katanas e Maya sua foice, não era uma foice normal, era grande e afiada.

Os Wererats pareceram irritados quando viram que nós não iriamos nos transformar o maior lançou aquele familiar grunhido

Todos eles nos atacaram menos dois que seguravam os filhotes de pantera e lobos, aquilo aumentou minha ira, mas sabia que se me transforma-se os Wererats os matariam, então lutei como humano

É impressionante como eu gostava de matar, aquilo me assustava, e a Maya também, pois ela tinha o mesmo desejo por sangue, sangue fresco

Cortei um, cortei dois e cortei três, em menos de 3 segundos, era divertido os ver morrendo, Maya também, ela cortava três de uns vês com um movimento circular com sua foice, até que sobraram os dois maiores que seguravam os filhotes, naquele momento eles soltaram delicadamente os filhotes, mas porque eles os soltaram tão gentilmente se ainda a pouco queriam mata-los, não importa agora, eu só quero acabar com essa praga.

Ambos sabíamos que não podíamos vencer aqueles dois, eles eram mais fortes e maiores e mesmo com as armas eles as arrancariam facilmente de nossas mãos então eu pensei, agora que os filhotes estão seguros por que não soltar as bestas.

Eu olhei para Maya que com um sorriso maroto me olhou de volta, ela tinha entendido o plano.

Começamos a nos transformar quando as criaturas estavam chegando perto de nós, quando eles viram minha pele virando pelos, minhas unhas virando garras e meus dentes humanos virarem dentes afiados eles tentaram correr para os filhotes, mas os filhotes já estavam com os pais e quando eles tentaram atacar os pais já era tarde demais, Maya com um golpe com a perna lançou um para fora da caverna e eu com minhas garras as finquei nas coxas do Wererat e o lancei para fora junto ao outro.

A batalha se iniciaria e a derrota das criaturas era eminente, eles tentaram fugir, mas, mais uma vez nós os impedimos, estávamos brincando com eles e eles estavam aparentemente assustados, já chega de deixa ratos vivos como na ultima vez, agora vou exterminar esses malditos.

Como um trovão Maya pulou em uma arvore com uma facilidade assustadora, mas como ela era uma pantera, ou seja, um felino mortal, já era de se imaginar, ela deu um salto e pulou em cima de um dos ratos e com seus dentes arrancou a pele de seu tórax e de seu abdômen.

Eu por outro lado corri em direção ao rato que tentou me atacar, mas foi inútil, pois eu mordi seu braço e continuei correndo, assim o arrancando, eu fiz isso com os dois braços e quando ele ficou ajoelhado e correndo de quatro como um animal agarrou sua cabeça com a boca e a arranquei em um único e rápido movimento.

Nós nos olhamos e não nos transformamos em humanos de novo, tínhamos que deixar a adrenalina abaixar, pois ainda não controlávamos quase nada da transformação. Enquanto estávamos na forma de Werewolf e Werepanther nós praticamente entendíamos os animais, isso era muito estranho, eles falavam obrigado, mas ao mesmo tempo não falavam, bem isso soa estranho mas era isso que sentíamos no momento, então começamos a nos transformar de volta em humanos quando os lobos e as panteras chegaram perto de nós e disseram, algo, bem isso foi o que nós entendemos

“Vocês salvaram nossos filhotes e a todos nós e como agradecimento levem qualquer um de nossos filhotes”

Bem eles falavam e eram animais racionais, isso é algo que revolucionaria o mundo, mas eu não vou ajudar a humanidade, não gosto de gente.

– Será que devemos?

– Acho que sim, o mestre disse seus novos companheiros, bem se vieram um lobo e uma pantera quer dizer que eu devo escolher a um lobo e você a uma pantera.

– Bem vamos então

Maya POV’s ON

Tinham varias panteras muito fofas, e uma delas estava toda hora indo para perto dos irmãos e separando sempre que via uma briga, era impressionante como parecia que ele era um adulto em corpo de filhote, e quando eu me aproximei, ela tentou me morder, mas eu tirei minha mão antes, eu ri com aquilo, estava protegendo quem ama, eu tentei chegar mais perto porem devagar.

– Você é esta protegendo ele, eu sei, não vou fazer mal a eles nem a ninguém.

A panterinha lambeu meus dedos depois disso e eu ri, ela era tão fofa com um pelo negro muito escuro.

– Você quer morar comigo? Quer?

E assim o pequeno veio em minha mão, mas saiu logo depois e foi em direção as panteras maiores, por incrível que pareça se despedir, acabando ela veio em minha direção e subiu em mim.

Drew parecia não saber o que escolher até ver um lobo solitário, no canto da caverna, atento a tudo e a todos.

Maya POV’s Off

Tinham vários, uns fortes outros pequenos, mas então um me chamou a atenção, ele estava isolado do grupo e parecia que ele estava sério e relação aos irmãos, mas ele rosnou para mim quando eu cheguei perto dos irmãos, eu estava decidido era aquele que eu iria levar, mas eu não vou o tirar de casa se ele não quiser então eu cheguei perto dele e ele não tirava os olhos de mim, eu sentei perto dele e tentei acariciar seu pelo, mas ele rosnou de novo, ele tinha um espírito protetor.

– Calmo pequeno, não vou te machucar, só quero te ver.

Então o acariciei, ele gostou e lambeu minha mão.

– Quer vir comigo amiguinho?

Ele lambeu minha mão e subiu no meu colo, então eu o coloquei no chão e ele estava indo em direção aos pais e aquilo me parecia uma despedida, era uma cena emocionante e assim o pequeno lobo voltou para meu colo e assim voltamos para a caverna, quando saímos à luz da lua, o pelo do lobo pareceu mudar de negro para um cinza prateado, aquilo era magnifico, e assim seguimos nosso caminho para a cabana do mestre, mas no caminho eu perguntei a May

– Que nome você dará a sua pantera

– Raiden

– Um belo nome

– E você a seu lobo?

– Lycan

E assim seguimos com Raiden e Lycan em nossos braços rumo à cabana do mestre contar os acontecimentos...

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Notas finais
Esse foi o maior cap que eu ja escrevi então comentem pois foi 1600 palavras certinho YEEEEY