Dark Moon
49 Capítulo 49
Notas iniciais
Renesmee capitulo 49
Desmaiei, e depois disso eu não vi mais nada acontecer, ficou tudo escuro.
Acordo em uma sala de deita com pedras, que pareciam velhas. Eram iguais aquelas pedras do meu sonho. Não pode ser. Não acredito. Isso não pode estar acontecendo comigo. Não. Não pode.
“Não” gritei bem alto. As paredes fizeram um eco. “Me soltem” eu gritei ainda mais alto.
Fiquei encolhida, Abraçando meus joelhos, em um canto daquela sala escura e fria. Comecei a chorar. Jacob? Cadê você agora? Mãe? Pai? Eu quero minha família. Eu quero casar com meu Jacob e ter pequenos lobinhos correndo pela nossa casa, e me perguntando coisas sem noção. Quero ouvir os gritos e choros de bebês. Quero ter que cuidar deles. De Jacob. Quero levantar todos os dias da minha cama e ver Jacob ao meu lado. Sorrindo para mim. E me dando um beijo de bom dia.
“Ah, então você finalmente acordou” Jane falava enquanto entrava pela grande porta larga de madeira. Sua voz era fria.
“O que você quer?” eu gritei.
“Não seja tão apressada” ela disse, vindo para mais perto de mim. Logo atrás dela eu percebi que tinha um homem alto, de cabelos negros, do meu sonho. Felix. E do outro lado, o caçador, eu me lembro dele também. Demetri. Os dois vinham como guarda-costas.
“Vamos, se levante.” Jane disse. Me olhando. Seus olhos ficaram mais focados em mim, quando eu não levantei, e não fiz o que ela mandou.
Uma dor horrível me atingiu. Eu gritei muito. Muito. E me debatia no chão. Até que de repente ela para, e eu consigo parar de gritar e me sentar de novo.
Logo me levantei, e fiquei em pé, olhando para ela.
“Nã-não faça mais isso” eu gaguejei.
“Ah, vou fazer sim. Se você for uma menina má, eu irei fazer sim, muitas vezes” ela disse, estalando a língua em desaprovação e depois sorrindo.
“O que vocês querem comigo?” eu perguntei, ela nada respondeu, ficou me olhando com uma só fingida. “Quando meu pai vir aqui, vai acabar com todos vocês de uma vez” eu disse, entre dentes.
Ela riu.
“Ah, vai?” ela disse. “E como ele sabe que você está aqui?” ela disse, ainda sorrindo.
“Ele sabe porque a tia Alice viu isso” eu disse. “Tenho certeza de que eles virão” terminei.
“Ah, ela viu?” ela disse. “Mas e depois? Eles se importaram com essa visão dela?” Ela disse, ainda fingindo que estava com dó de mim.
Rosnei e me aproximei dela. Logo depois voltei a sentir aquela mesma dor.
“Pare de brincar com ela Jane. Temos coisas sérias para resolver” consegui escutar a voz de Aro no meio de tanta dor.
Quando ele acabou de falar a dor parou imediatamente. E eu consegui fica REM pé novamente. Olhei para ele, que estava me encarando como se fosse um experimento científico.
“O que você quer fazer comigo?” eu gritei para ele.
“Calma, meu bem” ele disse, o uma voz relaxada. “Nós só vamos te pegar emprestada.” Ele disse, enquanto ria no final.
Eu dei vários passos para trás, enquanto encostava minhas mãos e minhas costas na parede. Com medo de que ele faça alguma coisa comigo.
“Peguem-na” Aro disse, com uma voz de autoridade.
Vinham os dois vampiros.Cada um pegou um braço meu, e me levantaram do chão. Me esperneei e gritei, mas eles de nada fizeram.
“Me soltem, seus sujos.” eu gritei, enquanto eles me tiravam daquela sala e me levavam para outra, uma um pouco menor, com coisas de hospital dentro. Onde eu estava? Como me trouxeram até aqui? Será que me carregaram?
Me colocaram em uma cama que estava bem ali no meio da sala, e quando eu tentava me levantar, me empurravam de novo, prendera, minhas mãos e meus pés na cama, com metal. Eu não conseguia me mexer. Depois chegam os outro dois. Caius e Marcus.
Marcus me olhava com o mesmo olhar de sempre, triste e solitário, como se não fizesse parte do plano. Caius me olhava com os olhos queimando de ódio. E um sorriso estampado no rosto.
“Você vai ver o que te aguarda Renesmee” Caius disse, ainda sorrindo, e rodeando a cama em que eu estava.
Depois chega mais um homem, vampiro com certeza, que conversou com Aro. Seu nome era Joham. Um cientista. Que descobriu minha espécie antes de todos e.. É o pai de Nahuel. Ele é.. cientista? O que vão fazer comigo?
“O que vocês vão fazer comigo?” eu gritei. Eles mal prestaram atenção em mim. “O que vocês querem?” eu gritei novamente. Aro olhou para Jane. E eu fiquei quieta. Decidi não gritar mais, aquela dor era quase insuportável.
Quando acabaram de conversar, Joham se aproximou de mim, e pegou uma agulha. Que estava em uma bandeja do lado da cama em que eu estava.
“Ou. O que você vai fazer com isso?” eu perguntei.
“Quando você nasceu?” ele me perguntou, enquanto mexia em outras coisas.
“Em 10 de setembro de 2006.” Eu respondi a verdade.
“Então não completou a idade adulta ainda, que interessante” ele observou.
“É, interessante. Tira esse troço de perto de mim” eu disse, me referindo a agulha que ele estava na mão, pronto.
“Eu preciso. Se você colaborar vai ser melhor” ele disse, agora prestando atenção em mim.
“Não, por favor. Eu respondo todas as perguntas, eu juro que falo a verdade, mas não me espeta com isso. O que tem nisso aí?” eu perguntei, argumentei, tentando convencê-lo a não fazer experimentos comigo.
“Tudo bem, então responda as perguntas primeiro” Aro disse.
“Ok” Joham disse, e eu concordei.
“Você consegue ficar bêbada?” ele perguntou.
“Sim” eu respondi, lembrando daquela vez que eu bebi vodka em Port Angeles. Me Deu um calafrio.
Aro bateu palmas. “Que magnífico” ele disse.
“Consegue correr muito rápido?” Joham voltou a falar.
“Consigo, mas não tanto quanto os vampiros normais.” Eu disse.
“E sua força.” Falou
“Igual, um pouco menor” respondi.
“Brilha ao sol?” disse.
“Não” falei.
“Varia a cor do seu olho?” ele disse, agora colocando aquela injeção de lado, ainda bem.
“Não.”
“Tem alguma habilidade?” perguntou.
“Tenho”
“Qual?” disse.
“Consigo tocar na pessoa e transmitir o que eu quiser.” Eu disse, enquanto toquei nele.
“Me ajude, por favor. Conheci seu filho, Nahuel. Ele é um rapaz adorável. Os Volturi vão te matar depois que parar de me examinar, tenho certeza, porque Nahuel disse que você era o pai dele e que você criou mais três irmãs para ele. E Aro disse que te procuraria para ter uma conversa muito séria com você.Todos sabiam que você seria morto. Caius sorriu na hora. Se Aro te perguntar o que eu te mostrei, minta. Minta” Eu mostrei a ele todas as imagens do confronto com os Volturi, que tinham o filho dele e o nome dele mencionados.
“O que ela te mostrou?” Aro perguntou, com uma voz meiga. Como se fosse outra pessoa. E eu estivesse visitando eles com vontade própria, como se fossemos velhos amigos.
Será que ele iria mentir ou me entregar para eles? O que eles vão fazer comigo se descobrirem que eu estou tentando corromper um dos seus aliados?
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