Dark Angels

4 Capítulo 4 - O Começo


Notas iniciais
Oii,mals pela demora k sabe cuméé, recuperação, final de ano, muita coisa... enfim ta aqui o cap e gente, por favor né,8 visualisações! Adianta os posts aí, pelamor! Obrigada pelo leitor de sempre, espero que continue me acompanhando. Bjo. >



Helena acordou naquela manhã um pouco confusa. Não sabia se
era por causa do sonho estranho ou por que a janela tava aberta. Tudo que ela
queria mesmo era fechar a droga da janela e...



- AAAAH — Não conseguiu se levantar
da cama direito por que tinha um loiro sentado num banquinho próximo ao guarda
roupa ( por que tinha um banquinho perto do guarda roupa??) olhando atentamente
pra ela.



- Ah que foi? Nunca me viu? — disse sorrindo brincando com o barbante.



- O-olha é muita sorte hoje ser segunda e minha tia
trabalhando, por que eu juro que ia chamar a polí...



- eu seei o que sua tia ia fazer.... e sei por que ela
gostaria tanto de ficar em casa! É SEU ANIVERSÁRIO PARABÉNS! — disse se
levantando e abrindo os braços estupidamente.



Helena continuou como estava.



- geralmente as pessoas me agradecem sabia?



- talvez por que não iam querer magoar alguém tão inconveniente como você -
disse se levantando da cama zangada. — e outra coisa, dá pra sair do meu
quarto, por favor?! Duvido que seu chefe te deixe fazer essas coisas invadindo
a privacidade dos outros...



- mas ele deixou por que é um dia especial! Vou te levar até ele, e olha que
ele não libera assim pra todo mundo não, sabia? É sorte sua que tenha muitos
pontos no céu...



- Então... não foi nenhum sonho, e nenhuma brincadeira?... – perguntou
confusa. Não sabia como reagir. Se for tudo verdade o que foi dito na noite
anterior... quem estava certo e quem estaria mentindo?



- claro que não era brincadeira! Por que eu faria isso?



- por nada. Você nunca faria nada imprevisível, não é? – ele não riu. Ela
deveria ter adivinhado que ele não entenderia o humor dos humanos. Será que
eles gostam de piadas sujas?



Helena foi interrompida dos seus pensamentos sem sentidos por um estalo
forte.



- nossa! O que aconteceu? – perguntou assustada.



- a gente tá na entrada do mundo superior – disse pegando uma barrinha de
cereal light – sabe você não vai poder ver Ele REALMENTE, isso não é permitido
por que és apenas uma mera mortal, mas você se acostuma ouvindo só a voz Dele.
O que não vai ser nada agradável é ir pro mundo infe..



- ...como é lindo aqui..



-realmente! Todos se sentem confortáveis aqui. Almas, recém-chegados...
é por aqui que eles chegam e esperam o
juízo final. Como nós não sabemos o que vai acontecer com eles, se vai ser bom
ou ruim, tudo que a gente pode fazer é arrumar um bom ambiente, não acha?



E não tinha como ser melhor. Era como se aquele lugar, aquela sala infinita
fosse feita daqueles sonhos bonitos que a gente tem...mas não consegue se
lembrar depois (qualquer relação com TMJ é pura coincidência!). Tudo era
coberto por uma leve neblina, mas não fazia frio lá, nem calor, era perfeito! E
tinha gente de todo tipo lá, mas por que não conseguia ver? Ficava tudo
esfumaçado, não dava pra ver o rosto.



Helena tentava olhar pra baixo, mas não conseguia. Sentia que estava andando
em alguma coisa, mas tinha uma leve impressão que o chão era de vidro, ou
alguma coisa transparente. Aquele lugar se dava numa mistura de sentimentos,
confusões, e tudo dentro da própria mente. Era incrível se sentir confortável
com tanta coisa acontecendo... dentro de você mesmo. Mas era ao mesmo tempo
tudo tão...



- ei! Onde você está indo? É melhor não ir por aí, garanto que não vai
gostar de ver o que se passa por esse canto...



- mas o que tem aí?



-por sorte acho que você não vai precisar saber, ou vai?... – de repente
botou um dedo no lábio. Ia ser cômico se o rosto dele não mudasse tanto quando
começava a pensar...ou quando ficava nervoso.



Mas o que tinha realmente naquele lugar? Era como se fosse um canto meio
distante daquela sala imensa. Por lá, a neblina não era mais branca, era cinza.
E era a única parte em que os rostos eram mais nítidos. Seriam uma caveira?
Helena rapidamente virou o rosto. Era melhor as coisas continuarem como
estarem.



- antes que você pergunte, aqueles são as almas das pessoas que não foram
muito boas na terra, ou que por algum motivo não merecessem descansar
eternamente. Vamos andando.



Não tinha muitos rostos (ou caveiras) desconhecidos lá. Alguns eram
estranhamente familiares pra Helena. Políticos? Assassinos internacionais? O
surpreendente era que a fila não parecia ter fim. Essas almas andavam se
escorando na parede, e dava a uma pequena portinha escura. Tinha poucas pessoas
lá fora comparada as que tinham lá dentro. Elas entravam vagarosamente com
caras muito tristes ou assustadas. Que horror! Quem poderia merecer uma coisas
dessas?



- como você vê, tem muitas pessoas más por aqui, e o número dos de lá de
baixo é o dobro. Algumas mortes foram intencionais, nosso próprio trabalho. Aqui
se faz, aqui se paga.



- um Anjo da Morte...anjo, digo, Lucas, meu trabalho por acaso
seria...seria...



- chegamos.



Em nossa frente tinha uma porta enorme aparentando ser restrita a muitos. As
almas não chegavam por aqui. Iam em direção a uma porta muito menor. Que coisas
estariam atrás dessa barreira?



- chegou o momento...



-espera – disse Lucas – daqui você não passa.



- O QUÊ?? ME LEVOU ATÉ ESSA MANSÃO, ME DEIXOU COM CARA DE BOBA ESPERANDO UMA
VOZ VIR NÃO-SEI-DA-ONDE E AGORA ME DIZ QUE EU NÃO POSSO ENTRAR?



- caalma, não grite, amigo.... escuta você realmente não pode entrar por
aqui. O que você vai fazer é esperar aqui sentadinha enquanto eu converso com
um amigo meu, e assine esses papéis aqui, por favor...



-esses papéis são pra marcar presença! Por que iria assinar se eu não vou
nem ENTRAR?



- por que EU vou te representar! – disse empolgado. Helena não retribuiu o
sorriso.



- olha sai da minha frente! – disse empurrando o menino.



Eles ficaram naquele empurra-empurra até que um velho senhor chegou e
interrompeu a briga:



- calma, Lucas, deixe a menina entrar, se é esse o desejo dela...



- mas senhor, não é permit...



- você sabe que eu sei muito bem as regras, mais ainda do que você pensa, deixe-me
ver...



Helena ia começar a esculhar com aquele senhor por ter falado daquele jeito
com o amigo dela, mas alguma coisa a impediu.



- venha Helena, não tenha medo, irei explicar tudo a você.




~.~



Notas finais
O/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.