Notas iniciais
Oi oi gente! Vamos começar mais uma maratona de atualização? Sim ou claro? Desculpe pelo pequeno sumiço, mas é que eu comecei a assistir How I Met Your Mother e cara, viciei legal! Mas já estou de volta e esse capítulo está bafônico! Boa Leitura!

Eu estava suada. Com muito calor. O que era incrivelmente estranho, já que estamos na época mais fria do ano. Eu sabia que a razão deste calor descomunal estava deitada bem ao meu lado. Oliver Queen parecia vulnerável enquanto dormia ao meu lado. Sua respiração uniforme era bem baixa. Mais uma faceta para a coleção que estava se provando ser grande. Ontem, em minha... Pesquisa de campo... Eu consegui ver que Oliver tinha muita coisa guardada dentro de si.

Suspirei baixinho.

Eu me levantei silenciosamente para não acordá-lo e cacei minhas roupas pelo chão do quarto. Achei e vesti a calcinha e o sutiã, mas onde estava o meu vestido? E os meus sapatos? Eu não tinha a mínima ideia de onde eles foram parar ontem! Não ousei olhar para cama, vai que ele me pergunta se estou apreciando a vista de novo.

Olhei para a porta do quarto e achei o bolinho vermelho que era o meu vestido. Boom. Agora só preciso achar um banheiro para fazer xixi e os meus sapatos. Fazer tudo isso antes que ele acordasse.

— Para onde você pensa que está indo? — perguntou e eu me assustei ao pegar o vestido do chão.

Me virei e vi Oliver deitado na cama com as mãos atrás da cabeça, um sorriso preguiçoso, e apenas um lençol cobrindo seu quadril. Estava tonto de sono ainda. Eu ainda tinha uma chance.

— Eu estou indo embora, antes que você me convide a sair. — eu disse e entrei dentro do vestido mais uma vez.

— Eu nunca mandei ninguém embora, porquê nunca trouxe ninguém aqui. — ele disse coçando os olhos. — Felicity, volta para cama, está cedo e frio demais ainda.

— Cedo? São quase 14h! — eu disse apontando para o relógio digital ao seu lado. — Eu estava querendo evitar isso ontem á noite. Envolvimento. Eu disse que estava cansada da situação toda. Onde é o banheiro?

— Mas que porra você está falando? — perguntou e depois apontou para uma porta á minha direita. — É Natal... Hannukah. Dia de ficar com a família e ganhar presentes.

Eu o ignorei e marchei até a porta que me foi apontada. O banheiro era terrivelmente branco e bem decorado. Lavei o rosto e prendi o cabelo que estava uma bagunça horrível em um rabo de cavalo frouxo.

— Seu celular está tocando. E o toque é irritante. — ouvi ele reclamar.

Voltei para o quarto e achei minha bolsa no meio do corredor. Pesquei meu celular e vi que era uma ligação de Moira. Recusei. Poderia ligar para ela quando chegasse em casa.

— Por que você vai embora?

— Por que eu ficaria?

O celular voltou a tocar.

— Atende essa merda ou eu irei atender. — ele ameaçou erguendo uma sobrancelha.

Quando é que ele vestiu a boxer? E por que eu estou obedecendo tudo que ele me diz?

— Alô? Feliz Natal, Moira! — eu disse ao atender e Oliver pareceu bem mais acordado ao ouvir o nome de sua mãe.

— Feliz Natal, Felicity! Está tudo bem? Não sentiu mais nenhuma tontura? Oliver te deixou bem em casa?

— Estou bem, e não senti mais nada. Obrigada pela preocupação. — eu disse e ouvi seu suspiro do outro lado da linha.

— Você não quer almoçar conosco hoje? Sei que parece bem tarde para um almoço, mas nós sempre acordamos bem tarde no Natal. Posso ligar e pedir para Oliver ir te buscar... — ela ofereceu.

— Não é preciso, e não o incomode com isso. Eu estou fazendo uma maratona de "Esqueceram de Mim" agora mesmo. — eu menti e Oliver riu colocando as mãos na cintura.

Revirei os olhos e tentei não lembrar de nada sobre noite passada.

— Não é incomodo algum, que horas ele pode passar aí para te pegar? — perguntou.

Deus. Que mulher insistente.

— Vou ficar em casa por hoje, Moira. Obrigada pelo convite.

— Estou preocupada com você querida...

— Foi apenas um mal-estar, não foi nada. — eu disse isso e vi o sorriso de Oliver morrer e sua sobrancelha ser erguida mais uma vez. — Feliz Natal, beijos...

— Feliz Natal, querida.

Desliguei e Oliver cruzou os braços na minha frente.

— O que aconteceu ontem que deixou minha mãe tão preocupada?

— Nada. Ela vai te ligar e você vai dizer que eu est...

Minha visão escureceu e eu não senti meus pés. Não senti quase nada do meu corpo inteiro. Ah Deus. Eu estava acordando de outra espécie de coma? Acho que não me estabaquei no chão, porquê Oliver foi mais rápido e me segurou. Me levou para cama mais uma vez e colocou o dedo em minha garganta.

Um celular começou a tocar. Tentei me levantar para ver se era o meu, mas tudo rodou mais uma vez e Oliver me deitou na cama novamente com um olhar preocupado e clínico em seu rosto.

— Quieta, Smoak.

— Moira...

— Eu sei.

Ele se afastou do meu campo de visão e eu encarei o teto branco. Depois senti algo sendo colocada em meu peito. Era um estetoscópio. Oliver já estava em seu modo médico.

— Mãe? Não vou poder ir, porquê estou no meio de uma emergência. Desculpe, mas eu estou recompenso depois! — ele disse com um celular entre o ombro e a orelha. Depois deixou ele cair na cama.

Se eu falasse assim como a minha mãe, estaria em problemas. E dos grandes.

Oliver foi até um par de portas na parede oposta á do banheiro e depois voltou completamente vestido em questão de um minuto? Calça jeans, camisa básica e uma jaqueta.

— Está sentindo dor de cabeça? Ouvindo algum zumbido? — perguntou calçando um par de all star ao meu lado. — Cansaço?

Ri sem humor algum.

— Eu tive uma noite cansativa, doc. E estou com dor de cabeça e um gosto terrível na boca. Isso se chama ressaca. — eu disse e ele apenas desviou o olhar. — Pode me explicar o porquê de tudo isso?

— Nós vamos para o hospital. Preciso que você se sente. — ele disse e eu arregalei os olhos quando ele subiu o zíper do meu vestido e depois me ajudou a me levantar da cama.

— Eu não vou a lugar algum com você. Uma carona já está de ótimo tamanho! — eu disse me afastando dele.

— Você vai, mas pode escolher entre me contar o que aconteceu ontem ou deixar que minha mãe conte. E acredite, se eu chamá-la de "mamãe", ela faz o que eu quiser. — ele disse e eu quis apertar seu pescoço.

— Eu senti uma tontura. Foi o champagne. — eu disse e ele mordeu o interior de sua bochecha. — Enfim, não é nada que eu já não tenha me acostumado.

— Acostumado?! Quantas vezes isso aconteceu? Você chegou a vomitar? — disparou e eu revirei os olhos.

— Eu bebi muito ontem e tive minha cota de stress e depois me cota de exaustão física. Tenho todo o direito de ficar levemente tonta. — eu disse me afastando ainda mais de seu corpo.

— E os remédios? Tinha que tomar pela manhã, lembra?

— Não estava em meus planos vir para cá! E eu não levo uma farmácia em um bolsa de mão tão pequena assim... — eu disse pegando minha bolsa na cama e colocando o celular ali novamente. — Oliver...

— Fe-li-ci-ty.

O tom dominador estava ali de novo. Brigamos com olhares e quando senti algo dentro de mim dizer que não iria fazer mal ir até lá e checar, eu desisti e nós saímos de seu quarto, parando apenas para eu pegar meus saltos no hall de entrada.

—-

— Hey linda.... Como você está? Está tudo... — disse Sara assim que me viu entrar na ala de espera do hospital. Ela estava usando seu uniforme azul e seu sorriso pervertido que morreu assim que viu a carranca de Oliver ao meu lado. — Bem?

— Pode preparar ela para tomografia com contraste? — perguntou ele e Sara apenas assentiu vendo que ele não estava no clima para brincadeiras.

Sara e eu fomos até um quarto e eu coloquei o vestido hospitalar e pantufas. Depois fomos até uma sala enorme e Sara colocou um colete contra a radiação da máquina de tomografias. Ela me deu um olhar do tipo "Você fodeu com ele, não fodeu?", e eu apenas assenti.

Deitei na maca e ela apenas apertou meu ombro, enquanto eu colocava os braços atrás da cabeça como tinha feito várias vezes na minha última temporada por estes lados da cidade.

Demorou apenas cinco minutos e fui me trocar de novo. Coloquei meu vestido e meus saltos e senti o cheiro de Oliver em mim. Sara me acompanhou até o escritório de Robert, onde Oliver estava olhando várias chapas da minha cabeça de braços cruzados e cenho franzido. Meu escudo humano foi bipado e teve que ir embora.

— O que eu faço com você, Felicity? — perguntou depois de um tempo.

— Você está se repetindo, Oliver.

— Situações diferentes. Eu sabia muito bem o que fazer com você ontem, mas hoje...

Ele nunca usou esse tom de voz comigo antes.

Estava preocupado? Caralho. O que tinha na minha cabeça agora?

— Uma concussão. Seu cérebro não desinchou como esperado, porque algo me diz que você deixou de tomar seus remédios e agora precisa ficar em vigilância constante para evitarmos um coágulo. — ele respondeu. — Nada de trabalhar, nada de dirigir, nada de esforço. Comer bem. Tomar os remédios. E descansar.

— Como você espera que eu faça tudo isso? Eu moro sozinha, como o que tiver na geladeira e mais importante sou nova no emprego! Só não dirijo porquê meu carro virou sucata. — eu disse massageando minhas têmporas.

Malditas pílulas.

— E se você desmaiar sozinha?

— Você quer que eu volte para Central City? Porquê eu acho que mais um mês com meus pais vai afetar minha saúde mais do que o coágulo. — eu disse desesperada.

Eu aceitava tudo, menos ir para longe.

Estávamos em um impasse.

— Sara, marque um checape completo para Felicity daqui quinze dias, okay? — disse Oliver quando estávamos indo embora e Sara levantou um polegar em resposta. Ela estava assinando um prontuário.

Voltamos para casa e desta vez eu tive uma carona direto para minha casa. E Oliver me levou até a porta. Eu coloquei a chave na fechadura e me virei para ele que parecia ter toda paciência do mundo.

— Obrigada pela carona e pelo aviso da pequena bomba aqui dentro... — eu disse apontando para minha testa. — E eu vou tomar cuidado e colocar um despertador para os remédios, mas preciso da receita.

Ele apenas piscou. Girou a chave e abriu a porta. Entrou dentro de casa e marchou diretamente para o meu quarto. Fechei a porta, confusa, e depois fui atrás do intruso dentro da minha casa.

— O que está fazendo? — perguntei quando vi que ele tinha aberto a porta do meu closet.

— Você não vai ficar sozinha. — ele disse e apenas tirou uma de minhas malas de viagem para fora e começou a jogar roupas aleatórias dentro dela.

— Oliver!

— O que? — perguntou tirando um casaco do cabide e jogando na mala aberta.

— Você é um médico residente e eu sou chefe de um departamento inteiro. — eu apontei.

— Estou de férias e você pode se considerar de atestado. — ele disse e literalmente tirou todas as minhas lingeries da gaveta e jogou dentro da mala. Pegou alguns sapatos e jogou lá dentro também.

— É muito adorável da sua parte, mas...

— Felicity. Ou você vem comigo, ou eu vou ir pegar minhas coisas e volto aqui. — ele disse determinado e eu fiquei boquiaberta. — Ontem você parecia certa do que queria, e hoje... O que vai ser?

Sentei na cama e coloquei as mãos na cabeça. Meus olhos estavam ardendo. Eu precisava tirar as lentes, usei elas por tempo demais. Isso era muito para minha cabeça. Muita confusão. Tudo estava acontecendo rápido demais. Eu estava completamente perdida. Senti algo em meus joelhos e vi que Oliver tinha se abaixado na minha frente.

— Felicity, eu sei os riscos que estou correndo aqui e já me decidi. E você? — perguntou em voz baixa.

— Não é tão simples assim, Oliver. Eu vou com você, mas e depois que a observação acabar? Dez dias como minha babá e depois? Cada um para um lado? E eu vou ser sua paciente este tempo inteiro de novo? Me diz que consegue ver como é complicado... — eu pedi e ele olhou para o chão. — Você pode saber como administrar essa coisa de apenas uma noite, mas eu não, porquê nunca fiz isso. Apenas me dispense e eu vou me manter inteira até o próximo checape.

— Nunca mais me chame de babá. — ele disse pausadamente. — Você me fez quebrar as regras e eu não importo com o fodido nome do que está acontecendo aqui, mas eu me importo com você. Então... Aqui ou lá?

Estamos discutindo na minha casa ou na sua de novo? Inacreditável.

— O que você quer?

— Você disse isso primeiro, o que quer?

— Te entender. — fui sincera.

— Pare de fugir de mim e eu talvez acredite em você. — ele disse e foi como um tapa na cara. — Pode se decidir logo? Estou com fome.

Ri de sua observação.

— Você vem comigo e eu te respondo qualquer pergunta que fizer. — ele disse e eu levantei meu olhar na hora fazendo ele rir.

— Eu vou pegar meu shampoo. — eu disse me levantando e indo até o banheiro.

Troquei as lentes pelos óculos e depois de tudo pronto e minha mala fechada, nós voltamos para o condomínio de Oliver que era bem perto da Queen Consolidated e era perto de vários restaurantes e uma galeria de arte. Nós subimos e Oliver pareceu levemente cômico com a mala cor-de-rosa em mãos.

O apartamento estava mais claro que ontem e eu consegui ver o quanto ele era grande. Só a sala de estar era o meu próprio apartamento. Tinha conceito aberto e móveis combinando com uma lareira de pedra nua. A cozinha ficava ao lado e eu fiquei morrendo de vontade de cozinhar ali naquele paraíso de aço inox.

Seguimos pelo corredor e eu vi que tinha um lavabo e outra porta misteriosa, no final do corredor mais três portas. Uma delas eu sabia que era o quarto de Oliver, e depois ele abriu outra revelando um quarto de hóspedes. A terceira se manteve um mistério. Vai ver ele tinha um quarto vermelho no melhor estilo BSM.

Ele deixou minha mala em cima da cama e depois me puxou pela mão para fora novamente. Nós descemos até o térreo e fomos a pé até o restaurante vizinho. Sempre em silêncio. Oliver estava calado, eu também, mas ele não largava minha mão.

Entramos no restaurante que parecia uma cópia muito mais que bem feita do TGI Friday's, só que reinderizado. Bem mais romântico, com lustres baixos e tudo mais. Estava vazio á essa hora do dia, ainda mais em um feriado. Oliver escolheu uma mesa reservada e assim que sentamos, seu celular tocou. Ele riu ao ver quem era.

— Oi mãe, como está tudo por aí? — perguntou ao atender e sorrir como menino. Esse sorriso que deveria fazer as mulheres fazerem tudo o que ele pedisse, e infelizmente eu e Moira Queen estávamos dentro deste grupo de mulheres. — Não esqueci da minha promessa de te recompensar, mas o dia foi corrido e agora eu estou jantando.

O garçom chegou e nos cardápios, eu escolhi a primeira coisa que vi e devolvi o cardápio. Oliver pediu um exército de pratos diferentes. Para onde ia tanta comida assim?

— Eu sei, mãe. Ela está aqui comigo. — ele disse e eu tirei os olhos da taça de vinho branco na minha frente e olhei para ele. — Também acho que ela precisa falar com você...

Ele me estendeu o iPhone com um sorriso, e eu o peguei surpresa com sua atitude.

— Oi Moira!

Felicity Meghan Smoak! Você está bem? Estou te ligando em casa e no celular e você não atende. Já ia pedir para Oliver ir ver se estava viva! — ela exclamou e eu ri com sua atitude de mãezona.

— Eu tive outra tontura e o Oliver achou melhor irmos para o hospital. E bem... — eu comecei a explicar, mas não conseguia escolher as melhores palavras para contar á ela que irei morar com o filho dela por alguns dias.

Oliver pegou o celular de volta ao ver meu desespero.

— Mãe, ela está bem agora e está de atestado, okay? Sem trabalho pelos próximos quinze dias. Ela não pode se esforçar e nem ficar sozinha. — ele explicou rindo da minha cara de culpada. Depois seu rosto ficou sério. — Não, mãe. Eu estou de olho nela e ela está em mãos mais do que bem capacitadas.

Meu penne ao molho branco chegou junto com os cinco outros pratos de Oliver que havia fechado os olhos e respirava fundo. Ele comeu uma batata frita e revirou os olhos.

— Eu estou tomando conta dela, mas estamos tentando jantar agora... — ele disse parecendo cansado da conversa. Eu também estaria. Só dá pra ser ambíguo até certo ponto. — Mãe! Ela não vai morrer, agora nos deixe jantar! Beijos.

— Você acabou de desligar na cara da sua mãe? — eu disse sem me importar de estar com a boca cheia.

— Foi a primeira vez que eu fiz, mas estou com fome. — ele disse e atacou seu filé com fritas primeiro. Eu também não tinha percebido que estava com tanta fome assim, tanto que o simples pene parecia um manjar dos deuses agora. — Onde está seu celular?

— Eu deixei na bolsa... — disse antes de beber um pouco mais de vinho.

— Fique perto dele, aposto que ela vai te ligar todo dia e depois... Thea também. — ele disse e eu assenti.

— O que devo dizer á elas?

— A verdade. Você vai ficar comigo por alguns tempos.

— Você quer que eu diga para o meu pai que eu irei morar com um homem completamente desconhecido por alguns tempos? — perguntei irônica e ele congelou o garfo no ar.

— Sim. — ele respondeu e voltou a comer e terminou o filé com fritas. Depois passou para a macarronada tradicional ao molho vermelho, enquanto eu estava na metade do meu prato ainda.

Ficamos ouvindo uma mulher se derramar no microfone como música de fundo e depois de comer a macarronada e o filé de frango grelhado, eu dividi os nachos mexicanos com ele.

— O que está acontecendo? Eu nunca morei com um homem além do pai. — eu disse lambendo o queijo dos dedos.

— Você não tem ideia de como essa ideia me agrada. — ele disse lambendo os próprios dedos. — Eu também nunca morei com outra mulher além de minha mãe e Thea. Vai ser uma experiência nova.

— Você está me devendo uma resposta. — eu disse e ele assentiu.

— Manda.

— Por que se importa tanto comigo? — perguntei e ele pareceu refletir sobre isso.

— Eu posso dizer que é porque você é a melhor amiga da minha irmã, mas isso seria mentira. Eu gosto de cuidar de você, Felicity. Não sei o que está acontecendo aqui, mas quero descobrir tanto quanto você. Quero te entender o tanto quanto você quer me entender. — ele foi sincero e eu apenas comi mais nachos assimilando sua resposta. — Como eu disse, uma experiência nova.

Notas finais
Então... Vocês lembram que eu disse no capítulo passado que eles não iriam se largar tão fácil assim, né? O que essa nova convivência trará para Felicity, além de sexo e cuidados médicos? Oliver irá se soltar mais? Eles irão conhecer um ao outro? O que as pessoas de fora irão achar desse relacionamento? Tudo isso e mais um pouquinho no próximo capítulo! Novos projetos vêm por aí, mas eu gostaria de ouvir algumas opiniões e sugestões de vocês! Que tipo de fanfic Olicity vocês gostariam de ler? Fics com crianças? Fics com romance policial? Fics Bratva? Me digam! Comentem! Indiquem! Recomendem! Acompanhem! Favoritem! Outras fics_ https://fanfiction.com.br/historia/712239/Extreme_Love/ https://fanfiction.com.br/historia/715451/Broken/ https://fanfiction.com.br/historia/784341/The_Perfect_Nanny/ L.W PS: Vamos bater #270 comentários? Ou mais uma recomendação?