Notas iniciais
Não posso dizer que estou completamente feliz postando o último capítulo de Danger Line, pois não é apenas a despedida de uma história, mas a despedida das minhas fics de bandas no Nyah! Fanfiction.
É triste saber que depois de tante dedicação, perdemos nosso espaço e tivemos que simplesmente migrar para outro lugar, mas de coração, espero que essa mudança gere novas oportunidades, novas leitoras, novas ideias... E um novo site, em breve.
Apesar de tudo, acho o Nyah um exelente site e ainda temos minhas fics originais que serão postadas aqui ainda... Mas bandas, nunca mais. =/
Bom, espero poder ainda carregar comigo todas as leitoras que eu conquistei depois de tanto tempo me dedicando ao Nyah e às minhas fanfics, espero que não deixem de ler o que eu escrevo com tanto carinho visando sempre a agradar à todos e quero inclusive agradecer vocês por cada review, cada recomendação, apoio... Tudo, cada ação de vocês determinou para que minhas histórias continuassem a serem escritas e me motivaram a querer dar sempre o meu melhor.
Vou sentir muita, muita falta do Nyah, mas espero encontrar vocês ainda por aí, não é? E quem sabe um dia, vocês vejam meu nome e uma prateleira de uma livraria.
Muito obrigada à todas, de coração mesmo. Obrigada por terem feito com que eu evoluísse, com que eu me superasse.
Muitíssimo obrigada!
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Queria também dedicar esse último capítulo para GraziRondino, que provavelmente fez a última recomendação da fanfic antes de ela ser excluída.
Muito obrigada!! ♥
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Lembrando: Não conseguiu terminar de ler Danger Line? Mande-me uma mensagem. Você merece saber o final. (:
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Boa leitura. ♥

O FIM


Lucy’s POV

Foi tudo tão rápido, mas eu sei muito bem o que eu vi.

Era ele... Jimmy... Estava sorrindo para mim...

Como aquilo era possível?

– ME SOLTA! – ouvi Michelle gritar.

Olhei para baixo e Brian estava pressionando o braço direito que sangrava consideravelmente... Mas ele estava vivo... Totalmente vivo, sem risco de me deixar por um segundo se quer.

– Que susto. – ele sorria dolorido, dando-me um beijo ofegante. — Graças a Deus não aconteceu nada com você.

– LARGUE A ARMA, MICHELLE! – os policiais rapidamente arrombavam a porta do apartamento, apontando suas armas para ela.

Arin disputava a arma com Michelle, segurando-a, porém, assim que os policiais chegaram ele rapidamente se afastou, aproximando-se de nós, enquanto Michelle caía de joelhos no chão, sendo levada pelos policiais.

– Arin! – exclamei assim que ele aproximou, abraçando-o com força. Eu também não saberia viver sem o meu melhor amigo.

Arin retribuiu o abraço, enquanto aos fundos podíamos apenas ouvir os gritos de Michelle sendo levada pela polícia.

– O Syn está sangrando... – murmurei, soltando-me de Arin.

– Vou achamar a ambulância... – Arin sussurrava, sorrindo logo em seguida. – Fique aqui com ele...

Apenas assenti, tornando a olhar para Brian.

– Você não sabe o que eu vi... – murmurei, acariciando seus cabelos, enquanto ele ainda tentava estancar o sangramento do braço com as mãos. – Eu vi o Jimmy...

– E-eu também vi... – ele dizia, dando um leve sorriso. – Eu sabia que esse cara nunca ia me deixar...

Eu estava chorando, mas não sabia dizer se era somente pela emoção de ter visto Jimmy e Brian vivo, ou se era pela felicidade de que tudo pareceu finalmente ter acabado... Poderiam ser as duas coisas.

– Syn! – vi Matt entrando de repente na sala, retirando a camiseta, abaixando-se e colocando-a em cima do ferimento de Brian. – Cara, que susto que eu levei quando ouvi aquele disparo... Puta que pariu...

– Calma... Está tudo bem agora... Se não fosse pelo Arin... ou... Pelo Jimmy... – Brian murmurava quase que incrédulo.

– Tomare que a ambulância chegue logo... Ele já não está mais dizendo coisa com coisa... – dizia Zacky.

– Ele está perdendo muito sangue! – disse com preocupação.

– A ambulância já está vindo. – anunciava Arin, tornando a entrar no apartamento. – Ouvi dizer que Michelle vai ser levada para um hospício.

– Como é? – franzi o cenho.

– Ela não está bem da cabeça, vocês sabem... Ela vai ser tratada antes de ser presa... Foi considerada um perigo para as outras detentas.

– Entendi... – murmurei.

Apesar de ela nos desejar tanto mal, não pensei que o seu fim poderia ter sido tão cruel.

Não demorou muito para que a ambulância chegasse.

Fiquei um pouco preocupada, pois apesar de o tiro ter sido no braço, Brian perdeu bastante sangue.

Eu estava na sala de espera. Brian levaria alguns pontos, mas estava fora de perigo. A bala havia passado de raspão, apesar do grande estrago.

– Estou muito orgulhosa de você. – aproximei-me de Arin.

Arin virou-se para mim, seus olhos brilhavam como se ele quisesse chorar.

– ME PERDOA, LUCY! – ele me abraçava fortemente. – Me perdoa por tudo que eu fiz, por ter ficado contra você...

– Eu quero te pedir desculpas também... – sussurrei em seu ouvido. – Por não ter sido tão sincera com você como eu deveria ter sido... E por não ter sido sincera comigo mesma...

– Você sempre vai ser a minha melhor amiga... – ele se afastava de mim, estendendo o dedo mínimo.

– Nunca deixamos de ser. – sorri entrelançando meu dedo mínimo com o dele. – Obrigada por ser o melhor amigo do mundo! Eu nunca vou esquecer tudo o que você fez por mim... Eu tenho sorte de ter alguém como você na minha vida, Arin... Espero que você encontre alguém que realmente te faça feliz... Desculpa por não poder ser essa pessoa...

– Não se preocupe. – Arin tornava a me abraçar. – Vendo que você está feliz, eu também fico. – ele sorria depois de tanto tempo. – Vê depois com o Eddie se ele me arruma um trampo lá na loja dele... Acho que depois do que aconteceu eu estou fora do Avenged...

– Não está. – ouvi Matt se aproximando. – Desculpa interromper, é que o médico disse que o Brian está meio zoado por causa do anti-inflamatório e que dormiu... Prefere deixá-lo dormindo um pouco antes de dar alta.

– Ah sim... Tudo bem. – suspirei aliviada. – Acho que tudo acabou. – sorri para Arin.


Brian’s POV

– Pensou que eu ia te abandonar, meu irmão?

– Jimmy? – eu me sentia tonto, tudo estava negro ao meu redor. – É você mesmo?

– Só queria dizer que eu nunca abandonarei nenhum de vocês... E que eu sempre e sempre vou estar com vocês... Eu amo muito vocês... Muito! – sua voz parecia estar feliz.

– Eu também te amo, meu irmão.

– Cuida dela direitinho, está bem? Se ela não cuidar bem de você, puxo o pé dela de madrugada.

– C-como você é bobo... – senti-me rindo e meu corpo tão leve que parecia voar.

– E para de fazer drama com esse cortezinho no braço, rapaz! Se não fosse Arin ter empurrado a arma da Lady Gaga poderia ter sido muito pior... E se eu também não tivesse aparecido, é claro... Foram só dois pontinhos, sabia disso? – ele começava a rir. – Se cuida... E não se esqueça de que eu nunca fui embora...

– Jimmy... – comecei a rir. – Te amo.



Lucy’s POV

– Meu Deus! Quanta gente! – disse arregalando os olhos vendo minha mãe, meu pai, Papa Gates, Suzi, McKenna, Eddie, Valary e uma menina de cabelo roxo que eu não conhecia.

– Arin! – ela então colocou-se a correr, abrançando-o.

– Essa é a menina muito legal que você conheceu? – perguntei.

Arin ficou vermelho, encarando-me com aquele olhar de quem queria me matar.

– Essa é a Lucy? – a garota perguntava.

– Prazer. – sorri.

– Sou Alice! – ela me cumprimentava com um abraço. – Ah, estou tão feliz que vocês estão bem... – Alice dizia.

– Contei para ela tudo o que aconteceu... – Arin me explicava. – Ela estava comigo quando soube que você sumiu...

– Entendi... Finalmente tudo isso acabou. – sorri, olhando os dois. De fato eles ficaram uma graça um ao lado do outro. – Aliás Alice, amei esse tom de roxo do seu cabelo... Qual é?!

– Ah, sério que vocês vão começar a falar de cabelo? – Arin começou a resmungar.

– O SYN ACORDOU! – ouvi Zacky gritar.

– Cala essa boca... Grita no ouvido da sua avó. – Syn dizia sonolento. – Vamos embora antes que eles me tragam comida... Odeio comida de hospital.

– Você podia dar para mim. – Zacky revirava os olhos.

Corri em direção de Brian, dando-lhe um abraço com cuidado para não bater em seu ferimento.

– Ah, minha loira... – Brian dizia sorridente. – Escapamos...

– Sim... – respondi com tranquilidade, abraçando-o mais uma vez. – Quero você... Na minha vida, pra sempre...

– Pra sempre? – ele me perguntava seriamente.

– Mas é claro! – dei ênfase em minha resposta.

– Essa eu quero ver... – havia um sorriso misterioso por trás de seus lábios. – Vamos para a casa?

– Vamos! – suspirei, sentindo-me finalmente aliviada.

– Vamos comemorar! – minha mãe dizia.

– Caralho, o Syn trás muitas comemorações... Comemora-se por que ele não foi preso, comemora-se por que ele não levou um tiro... Vamos comemorar daqui a pouco a volta dele na guerra! Comemorar o fato de ele não ter morrido escalando o Monte Everest... – Eddie revirava os olhos. – Fico feliz que esteja de volta, gato... Mas eu queria parar de comemorar um pouco, no bom sentido da palavra.

– Homem pervertido! – meu pai disparava em dizer.

– Jer, não precisa ficar tímido comigo, você me xinga, mas ainda acho sua bundinha uma delícia.

– Ai meu Deus... – murmurei, vendo meu pai ficar tão vermelho quanto seu sangue.

– VAMOS?! – McKenna dizia alto o suficiente para dispersar os olhos raivosos de meu pai sobre Eddie.

– Vamos pirralha! – Eddie sorria para Mc que simplesmente lhe encarou de modo mortal.

– Tio Jer... – ela se aproximava de meu pai. – Pode espancar esse aí... — ela apontava para Eddie e saía andando.

– O-o que?! – Eddie arregalava os olhos, enquanto meu pai estralava os dedos, caminhando até ele. – N-não... E-eu prefiro a bunda do Papa Gates. – ele ia recuando os passos, porém meu pai ainda caminha em sua direção. – NÃÃÃO! – Eddie saía correndo.

Comecei a gargalhar, encarando Brian brevemente.

Olhei para o lado e Arin também ria junto à Alice.

Meu coração estava completamente satisfeito.

Aproximei-me de Arin, cruzando nossos braços, Syn sorriu para mim, e parecia estar tranquilo com relação ao Arin. Olhei Alice por alguns segundos pedindo mentalmente para que ela fosse a merecedora de todos os sacrifícios de Arin, que fosse digna dele, pois ele merecia.

– Obrigado por ter salvo minha vida, Arin. — Brian dizia sorridente.

– Minha melhor amiga não conseguiria viver sem você. — Arin respondia sorridente e tranquilo. — Vamos comemorar? – Arin dizia sorrindo, inclusive para Brian, como se toda a podridão e o ódio que existiu nele, tivesse ido embora junto de Michelle.

– Só se for agora! – Brian dizia, caminhando ao meu lado. – Será que um dia vamos ter que comemorar minha volta na guerra? – perguntou ele. — A gente podia ir mesmo pro Monte Everest, não acha?

– AH, CALA ESSA BOCA! – ri, dando-lhe um tapa na cabeça.

Sendo assim, fomos todo mundo juntos para a casa dos pais de Brian comemorar mais uma vez.

Mas eu sentia que agora sim tínhamos todos os motivos para comemorar. Estava com a minha família reunida novamente, com Brian, com Arin, com todos que nos amavam e nos queriam bem, com meus ídolos e agora meus melhores amigos, com meu chefe biruta, com minha cunhadinha maléfica, meu sogro maluco e minha sogra mais do que simpática.

Espero que todo o pesadelo tenha ficado para trás e talvez se as coisas não tivessem sido como foram, eu não estivesse tão feliz como agora.

Meu Brian... Durante tantos anos sendo simplesmente meu ídolo, tornou-se ainda mais... O amor da minha vida de uma maneira completamente estranha e maluca. Que me sequestrou estranhamente para a minha felicidade.

– LUCY, LUCY! – Zacky se aproximava correndo com dois potes de sorvete nas mãos e com o rosto praticamente todo lambuzado.

– O que foi? Jogaram sorvete em você? – franzi o cenho.

– Não, eu só estou comendo sorvete mesmo. – Zacky suspirava. – Mas... Parece que o Syn não está muito bem!

– Como assim? Eu acabei de falar com ele... Disse que ia pegar água.

– É, mas parece que ele não está conseguindo segurar o copo... – Zacky pareceu ficar ofegante. – Deve ter sido por causa do tiro, não sei.

– Ai meu Deus... – murmurei, sentindo uma forte pontada no estômago. – Eu vou ver...

Saí correndo, quase aos tropeços, indo até ele.

Brian estava de costas para mim, rígido e levemente ofegante.

Fiquei preocupada que o braço dele estivesse realmente com alguma sequela, o que era estranho, já que o tiro foi apenas de raspão.

– Syn... – fui me aproximando dele lentamente. – Está tudo bem com o seu braço? O Zacky disse que...

– É... – Brian dizia com a voz frágil, interrompendo-me. – É que meu braço está meio dormente e eu não estou conseguindo segurar isso...

De repente, caía de suas mãos uma pequena caixinha preta aveludada que rolava pelo chão até chegar aos meus pés.

Senti meu coração disparar.

– O-oque significa isso? – perguntei tentando conter o riso.

– É o que parece. – ele sorria, dando de ombros.

Abaixei-me lentamente, olhando para a caixinha de veludo que ainda se mantinha fechada.

– Seu imbecíl. – murmurei, enquanto ele se abaixava logo à minha frente, ficando aliviada ao saber que o braço dele não tinha problema algum, mas ao mesmo tempo meu coração estava prestes a sair pela boca. Ele realmente queria fazer isso?

– Bom, o imbecil aqui perguntou se você realmente iria querer passar o resto da vida com ele. – ele sorria, apanhando a caixinha, abrindo-a vagarosamente. – E agora ele quer saber a resposta, Lucy.

Suspirei, não podendo acreditar naquilo que eu via diante de meus olhos.

Era um belíssimo anel dourado, coberto com pedras brilhantes e reluzentes. Acho que nunca recebi algo tão caro.

– Mas Bri... – rapidamente ele colocou o dedo indicador sobre meus lábios.

– Ia fazer isso quando te levei para o apartamento para comer minha macarronada, mas acabamos... Bem, nos empolgando. – ele disparava um riso. – Só quero uma resposta, Lucy. – ele tornava a ficar sério. – Você quer se casar comigo?!

Eu estava incrédula demais... Tudo estava acontecendo tão rápido...

Brian, porém, continuou me olhando seriamente com a pequena caixinha aberta sobre meus olhos.

– Eu... – respirei fundo. – Eu aceito. – sorri.

Brian abriu um sorriso ainda maior, segurando minha mão, colocando em meu dedo anelar o belíssimo anel que coube perfeitamente.

– Pode parar de filmar agora, Matt.

– O- o que?! – franzi o cenho. – Você filmou?!

– Eu só queria ver a sua cara de preocupação por causa do meu problema no braço. – Brian começou a gargalhar.

– ORA... SEU... BABACA! APAGA ISSO, MATT! – comecei a correr atrás dos dois, tentando conter meu riso.

– ISSO É UMA VINGANÇA PELO AMENDOA GATES, LEMBRA?! – ele começou a gargalhar, segurando meus braços, dando-me um beijo a força. – Não se preocupe... Ainda vamos gravar muitos vídeos idiotas... JUNTOS.

E realmente, era assim que eu viveria minha vida.

Rindo, celebrando, amando...

Quem diria que ser roubada da minha rotina faria tudo se tornar cada vez mais interessante?

Esse era o perigo da vida, apaixonar-se.

E eu caí nessa fácil, fácil...

FIM

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WAKING THE DEMON

Danger Line acabou, mas para quem ainda quiser acompanhar as minhas fanfics, apresento-lhe Waking The Demon.

Sinopse:

Melissa Hetfield, vive uma vida repleta de rebeldia, escondendo sua paixão por motos de seu pai, James Hetfield. Para ela, esse era um grande segredo, mas o que ela não sabia é que seu pai lhe escondia coisas muito piores que ela nem se quer conseguiria imaginar.
Ao lado de seu amigo inseparável, James Sullivan, Mel acaba conhecendo dois rapazes que farão sua vida mudar drasticamente.
O fim do mundo estava próximo... E aqueles homens...
...Tinham TUDO a ver com isso.

Quer mais? Veja o trailer:

http://www.youtube.com/watch?v=qmHC_ZQDFdU&feature=youtu.be

Gostou? Leia e deixe sua opinião:

– Prólogo:

http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-avenged-sevenfold-waking-the-demon-488094

Muito obrigada a todos que leram Danger Line.

Aguardo vocês em Waking The Demon.

SIGAM O FACEBOOK DO 4FICS: facebook.com/4fics

Em breve estaremos lançando um site para fanfics e vocês poderão continuar suas fanfics de bandas como tanto gostam. ♥

Notas finais
O que achou do último capítulo de Danger Line?
Comente!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!