Danganronpa 4: Poisoning Love
4 Mesmo num jogo de assassinatos, pessoas podem ser confiáveis
Notas iniciais
"Cantina"
Ayumi: Entendi! — Ela gritou, levantando os braços pra cima. — Então Harajuku é plágio de cosplay!
Erina: Não, não... Harajuku é que nem cosplay. Na verdade, é uma área do Japão.
Ayumi: UÉ! — Ela gritou novamente. — Harajuku é uma área do Japão que se veste que nem cosplay?
Erina: Não, Ayumi-san... — respondeu Erina, rindo do comentário dela. — É difícil de explicar...
Ayumi: Se veste de Harajuku então!
Erina: Meu talento é de produzir roupas de Harajuku.
Ayumi: GOSTEI! — Berrou. — ENTÃO VOCÊ PODE FAZER UMAS "ROUPA DE COSPRÊI" PRA MIM, NÉ?
Erina: Posso, mas eu preciso de tecidos e máquina de costura...
Saudt: Tem uma máquina de costura na lavanderia. Talvez ela sirva. E é novinha.
Erina: Então tudo bem. A única coisa que falta são os tecidos.
Ayumi: PAPEL SERVE? — Gritou.
Erina: Você quer uma roupa feita de papel? E aliás, ele pode se rasgar no processo...
Ayumi: AH, ENTÃO "NUM" QUERO! PORQUE SE NÃO, QUANDO EU "TUMÁ" BANHO DE CHUVA, VAI "RASGÁ"!
Erina: Mas eu acho que a chuva não cai aqui dentro... — Erina comentou, sorrindo de forma simpática.
Carolina: Erina! — disse a ruiva Carolina, se aproximando dela e de Ayumi, que estavam sentadas em uma das mesas de metal da cantina. Saudt estava perto delas, em pé. Ela mantinha uma expressão irritada no rosto. — Eu te disse pra não socializar com as outras pessoas! Elas não são confiáveis. Sabe que estamos num ambiente hostil. Você vai ser assassinada se não seguir meus conselhos. Você quer morrer?
Erina: Não... não quero... — Erina respondeu, olhando tristemente para a mesa.
Ayumi: VOCÊ PARECE A MÃE DELA! — Ayumi gritou, de forma brincalhona, enquanto ria.
Carolina aproximou seu rosto do de Ayumi, com uma expressão séria. O sorriso de Ayumi desapareceu.
Carolina: Olhe aqui, garota... — Carolina disse.
Saudt: Ei, calma, calma! Sem brigas aqui! — Afastou Carolina com um empurrão.
Carolina olhou furiosa para Saudt, por ele tê-la empurrado.
Carolina: Viu só? Nem sou íntima desse cara e ele me empurrou! Humpft, vamos Erina! — Carolina resmungou e segurou a mão de Erina, a levando para seu quarto.
Ayumi: Ela "num" tem senso de humor. — Ayumi comentou.
Saudt: É... — Saudt respondeu, olhando de canto para o rosto de Ayumi. Na primeira vez que ele havia olhado para ela... já havia se apaixonado. Mesmo ela parecendo uma retardada débil mental com microcefalia, ela era atraente... aqueles olhos roxos pareciam cachos de uvas... e os lindos cabelos negros, nem se fala...
Arthur: Ayumi-chan! — gritou Arthur, correndo até Ayumi de forma alegre. — Vamos fazer "trollagens"?
Ayumi: Sim! — Ayumi respondeu também de forma alegre, e os dois saíram correndo juntos, para fora da cantina.
Saudt cuspiu no chão. Ele não gostava de Arthur. Era próximo demais de Ayumi. Não sabia se ele era hétero, pois era muito afeminado, mas parecia ser um perigo para a relação dele com Ayumi.
Nana: Nojento de merda. — Nana disse, passando perto e por acaso o vendo cuspir no chão. — Quero ver você cuspir no chão da sua casa e depois esfregar a cara.
Saudt ignorou-a, e foi para a cozinha.
Nana: Vai me ignorar? Tudo bem. Ah, é verdade. Meros vermes não podem ver um ser divino como eu. — Nana disse, fazendo uma pose.
Arie: Eu sou verme, Nana-sama? — disse Arie, com um brilho nos olhos.
Nana: Sim, mas você é uma verme diferente. É falsa.
Nana saiu da cantina, e Arie caiu ajoelhada no chão de azulejos.
Arie: A Nana-sama me chamou de falsa... — Arie murmurou, babando. — T-Tão linda!
"Quarto de Agatha Rilentoor"
Agatha saiu do banheiro, com a toalha envolvendo seu corpo. Ela viu Martin sentado na cama dela, a esperando.
Agatha: Mas o quê?! — Gritou. — Saia daqui, seu pervertido!
Martin ficou super vermelho.
Martin: A-ah, eu não sabia que você estava tomando banho. Só queria falar com você.
Agatha: Não confio em você. E saia daqui.
Martin saiu tristemente do quarto, e Agatha fechou a porta com força.
Kuro: Olá, cara misterioso. — disse Kuro, se aproximando de Martin. — Porquê você não diz o seu talento?
Martin: E porquê você não deixa de ser curioso?
Kuro: O seu talento deve ser uma bosta, por isso você tem medinho.
Martin simplesmente o ignorou e foi andando.
Kuro: Bostinha.
Martin ainda continuou o ignorando.
"Ginásio"
Saudt e Franklin ficaram brincando de jogar bola de basquete um para o outro. Ele veio para cá quando teve certeza de que Nana não estava mais na cantina.
Saudt: Aqui deveria ter pelo menos uma cesta de basquete, porque é um ginásio...
Franklin: Acho que é porque aqui foi feito para fazer eventos, competições e reuniões escolares. Por isso o palco.
Saudt: Sim...
"Quarto de Nana Lafayette"
Nana: Que banho delicioso. — Ela estava de olhos fechados e a cabeça para cima, com a água do chuveiro caindo sob sua face. Ela tomava banho no banheiro de seu quarto.
Ela desligou o chuveiro e abriu um pouco a porta do box, botando a mão para fora, com o intuito de pegar uma toalha.
Arie: Aqui. — disse Arie, entregando-a uma toalha.
Nana: Obrigada. — Nana respondeu e começou a se enxugar. Mas aí ela percebeu... — MAS O QUÊ...?!
Arie: Nana-sama, seu corpo é tão lindo! Por favor, tenha um filho comigo! — Arie disse, babando e corada.
Nana: Socorrooooooo! — Gritou. — Essa garota é maluca! Sai daqui, sua lésbica! Eu gosto de homem! Sai, porraaaa!
Arie: Nana-sama, deixe eu pegar nos seus grandes seios! — Exclamou, apesar dos seus seios serem maiores do que os de Nana...
Nana: Sai! — Ela gritou, chutando o rosto de Arie para jogá-la no chão. Envolveu-se com a toalha e saiu do banheiro.
Arie ficou caída no chão do banheiro, babando.
Nana: Sai daí! Vai sujar o chão do meu banheiro com o seu DNA de retardada mental!
Arie: Nana-sama me chamou de retardada... hihihihi!
Nana: Sai, "escravaceta" da porra! Eu não gosto de você não!
Arie: Por favor, vamos transar aqui e usar pênis de borracha! Eu adoraria penetrar você se eu fosse um garoto!
Nana: Oh meu deus, o que você tem na sua cabeça?!... — Ela arrastou Arie pelo braço até o lado de fora.
Amber: Que corpo bem definido. — Ela disse, observando Nana de toalha arrastando Arie como se fosse uma yandere arrastando um cadáver. — Mas não é melhor do que o meu.
Nana corou e deixou Arie ali deitada. Entrou no quarto e fechou a porta. Trancou em seguida.
Amber: Não sei o porquê de você a venerar...
Arie: Porque ela é linda! Eu mataria alguém pela Nana-sama! Eu cometeria suicídio pela Nana-sama! A Nana-sama é a Nana-sama!
Amber: Que tolice. — Após dizer isso, Amber saiu do Despair Hotel.
Fale com o autor