Dama Da Noite
4 O concorrente - Parte 1
A maléfica ser levanta sem preocupações e se direciona para seu quarto. A porta de carvalho estava aberta, dando para um agradável quarto levemente colorido de verde onde tem livros, uma TV, uma cama de casal e quem diria? Um closet. Ela então deita na cama e fala com tom sarcástico:
-Hum, sabem que eu sou uma mulher? Como isso me amedronta, certamente vão me pegar pelo mero detalhe que eu sou uma mulher...
Certamente curiosa, esta liga novamente a TV. Com mera sorte, uma reportagem se inicia "A polícia e a Serial Killer" explicando exatamente como descobriram sobre o sexo dela.
-Estamos com o coronel Bonier, que diz ter descobrido o sexo da mulher que assombra Poços Fundos.
-Fátima, esta assassina demonstrou claramente nos assassinatos pouca agressividade e tem a mania de tornar ainda mais leves seus crimes deixando uma flor, a Dama da Noite, conhecida por ser sua assinatura.
-E como isso demonstra exatidão?
-Oras, por favor... Conseguimos uma pequena amostra do DNA dela. Não é tão cautelosa assim.
-Alguma informação a mais?
-Temos um terceiro assassinato de autoria ainda não confirmada. Tem o mesmo modo que os dela, mas não obtém a assinatura padrão, chamamos esse caso em especial de Lua Vermelha.
Isso bastou para ela, que desligou a TV. O pensamento dela só sabia repetir e repetir... Como pode eu deixar uma amostra de DNA? A raiva a deixou inquieta e logo se via debatendo com o ar:
-Como pude deixar uma amostra de DNA?
-E um terceiro assassinato? Eu matei só 2!
-Será um competidor? Devo disfarçar meus crimes?
Estava tonta. A assassina ficou tonta! Ela não podia acreditar no que estava acontecendo, estava semelhante com um humano: Confusa e indecisa. Isso durou pouco, decidiu continuar sendo a Dama e se entregou ao seu desejo que veio: O desejo de matar. Em apenas alguns minutos já se posionava no carro com sua lâmina. E deu partida no motor.
Fale com o autor